Casamentos sem Filhos
Ser FamíliaT1 · E41

Casamentos sem Filhos

09 de Março de 202626 min 44 s

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É um prazer estar de volta a este espaço, o que chamamos de Ser Família, estar na sua companhia e, claro, também na companhia do Daniel. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Muito obrigado. Vamos continuar a falar nesta série de programas onde temos estado a abordar alguns assuntos, algumas questões contemporâneas que acabam por afetar a família e tu escolheste para o programa de hoje falarmos de casamentos sem filhos. Eu diria que cada vez mais uma realidade até por questões diversas. Porquê que escolheste este tema como um dos problemas da atualidade? É uma tendência que se vai verificando neste século XXI. Cada vez existem mais mulheres que chegam aos 50 anos sem terem tido filhos.

E as razões são diversas. Uma delas poderá ser a questão da infertilidade. A outra tem a ver mesmo com uma opção. Há mulheres que decidem que não querem ter filhos. Mas também é prevalecente a indecisão. Quando ter filhos? Vamos ou não ter filhos? E o tempo vai passando. E há tantas coisas para fazer e tudo se faz mais tarde hoje em dia, não é? Estuda-se até mais tarde, casa-se mais tarde e pensa-se nas coisas sempre mais tarde. E de repente já é tarde. Já é tarde demais. O resultado disto é que, a nível mundial, sabe-se, por exemplo, que a taxa de natalidade mundial tem estado a diminuir de uma forma acentuada, a um declínio sentido, com uma média de fecundidade hoje que ronda os 2.2, 2.3 filhos.

sendo que para haver uma reposição, ou seja, para continuarmos na mesma, é preciso uma média de 2.1 e, portanto, já estamos a chegar ao ponto em que já nos aproximamos daquele momento ou daquele ponto em que a população mundial iria começar a diminuir em vez de crescer, que tem sido a constante ao longo de sempre, ao longo de muitos e muitos anos, exceptuando quando há tragédias, guerras e coisas assim. Mas só para termos um ponto de comparação, em 1950 este rácio era de 4.8. Portanto, de 4.8, hoje nós estamos em 2.2, 2.3, já muito perto do 2.1, que é o necessário para a população manter-se.

Sendo que eles estão cada vez mais caros, também pode ser uma razão. Brincadeiras à parte, para além do último aspecto que tu mencionaste, quando estavas a falar de algumas possíveis razões, que é que tudo se faz cada vez mais tarde, as restantes parecem que sempre foram problemas sem A determinada altura as famílias sempre perguntaram, vamos ter filhos? É agora? Não é agora? Estamos preparados. Mas as suas estatísticas mostraram uma tendência. Na tua opinião, porquê essa tendência? Pois. É interessante notar, que eu não citei há bocadinho, que a Europa é das regiões do mundo onde esta natalidade então ainda mais diminui, não é?

E não for a imigração, poderíamos dizer, algumas vozes mais críticas já falam em extinção da raça europeia ou coisa assim, não é? Que não é muito diferente da realidade portuguesa, não é? Exatamente, e Portugal está ali no meio e já esteve como um dos países com a natalidade mais baixa, não é? Agora, porquê? Porquê é que isto está a acontecer?

Razões para não ter filhos

Quando nós... Houve um artigo, foi publicado em dezembro de 2019, que referia 11 razões pelas quais os Millennials, os Millennials é, portanto, esta geração Y, que nasceu aí por volta dos 1986 até 1980, até 2000, vamos pôr assim, não é? Portanto, seriam aqueles que neste momento eram os principais responsáveis porque estariam no período fértil, não é? Estariam no auge dessa... Ora, esta faixa importante da população para aquilo que nos toca hoje, que é este programa, tem razões muito fortes para hesitar em relação a ter filhos.

Uma delas tem a ver com a questão financeira, não é? Há bocadinho já avançaste, está caro, não é? Quando nós pensamos no custo de vida, aumentar as pessoas, sobretudo nestes países como o nosso, em que, pronto, Temos aquilo que é básico, que é necessário, mas não podemos nos esticar muito, não é? Então as pessoas pensam, são racionais e começam a pensar o que é que custa ter um filho, os custos associados a toda a formação e todas as questões envolvidas. Até aos custos paralelos, por exemplo, os problemas que vivemos atualmente com a habitação. Os casais optam por comprar ou por alugar casas o mais pequenas possíveis em questões de custo.

Claro, quando peçam em ter filhos, aquela casa pode já não dar, não é? Exatamente, pronto. E as pessoas vêm-se constrangidas por toda uma questão financeira e económica que dá amostras de piorar, não de melhorar, não é? Existe uma prevalência na sociedade de doenças de saúde mental, tem estado a degradar-se. E claro que muitas pessoas que lidam com problemas de depressão e de ansiedade começam a pensar, quer dizer, vou ter um filho para quê? Para passar estes problemas para o meu filho? De maneira que é uma questão também. Depois há também aquelas questões que têm a ver com...

Apesar de a natalidade estar a diminuir, o certo é que nunca existiram tantas pessoas no mundo, não é? São muitos mil milhões, não é? Oito mil milhões. E as pessoas começam a pensar, já há tanta gente no mundo. Há uma superlutação com consequências para o ambiente, não é? trazer mais uma pessoa vai aumentar ainda mais esta carga, não é? Portanto, tudo isto são racionais que levam as pessoas. Depois há também a questão da fertilidade, não é? Muitas pessoas tem alguma dificuldade nesta questão e querer ter filhos depois gera também uma ansiedade se as coisas não se tornam fáceis.

Pode implicar, e vamos falar sobre isto mais tarde, pode implicar em ter que fazer tratamentos e tudo isto gera estresse, desequilíbrio, enfim, é uma grande maçada, vamos dizer assim, não é? E há pessoas que não estão propriamente interessadas nisto. Depois, é claro que numa sociedade que prima pelo corpo, é claro que a gravidez representa um onus para o corpo, não é? Portanto, riscos também associados ao desconforto. Enfim, alguma coisa que hoje nós pensamos mais, mas que sempre existiu no fundo, não é? Então, mas, Daria, quase em jeito de brincadeira, para todos aqueles que nos estão a ouvir, mesmo assim espero que do outro lado, enfim, dos ecrãs e também do outro lado na rádio, possam ver pessoas que mesmo assim ainda queiram ter filhos.

Parece que sim, parece que sim. É importante, senão há eitnos, não é? Porquê é que essas pessoas ainda querem ter filhos apesar dessas circunstâncias todas? Pois, olha, é uma boa questão e já vamos falar porque o objetivo não é promover ou não ter filhos, não é? Mas também compreender as dificuldades e os problemas das pessoas que não querem, talvez seja útil e talvez alguém que nos está a ouvir até se identifique com algumas destas questões, não é? Que, depois, É verdade que ser pai e ser mãe, temos também dedicado alguns programas a esta questão, não é uma questão fácil e cada vez é mais difícil, não é?

Então muitas pessoas perguntam-se, estou eu apto para ser um bom pai? Será que vou executar bem esta função? Tenho eu capacidade para o fazer? Traiu a paciência, a bondade. Cada um pensa como é que foi educado também. E sabe que a coisa mais linear e fácil é cometer erros, não é? E algumas pessoas não querem cometer esse erro. Mas eu diria que ao contrário, um bom pai deve-se fazer essas perguntas todas, não é? Exatamente, exatamente. Alguns sofrem, entretanto, com o stress de execução, não é? Estarei eu à altura. Depois, claro, vivemos numa sociedade e a comunicação de massa, não é? Cada vez nos faz sentir mais isto, onde existem muitos perigos, não é?

Existem histórias e mais histórias. É pedofilia, é o abuso, é a violência, não é? E muitas pessoas questionam, vou trazer um filho para estar exposto a estas coisas? Seria uma outra razão. Outra, não menos importante, e estamos a falar de onze, já vamos aqui na nona, é a questão da carreira. Poderá ser académica, mas muitas vezes é profissional, ou as duas coisas. cada vez a exigência é maior, cada vez é preciso empinhar-se mais, há uma concorrência muito grande, ninguém quer ficar para trás, todos querem atingir o seu melhor, o seu...

E então... Sobretudo as mulheres, não é? Há muitas áreas na sociedade onde as mulheres cada vez mais têm preeminência e realmente uma gravidez vai atrapalhar a sua carreira profissional, é inegável. Vai ser inequivocamente uma interrupção num certo percurso que se vai fazer. Basta ver que hoje a população universitária é maioritariamente composta feminina, não é? Então todas estas questões acabam por ter um peso e um reflexo naquilo que estamos a falar aqui, que é a natalidade. Depois também existem, e nós já dedicamos há muito tempo aqui a um programa que é um estilo de vida childless, não é?

é que há pessoas que não querem mesmo conviver nem ter crianças por perto, não é? Portanto, eu diria que é um estilo de vida. É uma forma de estar em que eu não quero ter os inconvenientes de ter... É uma decisão. É uma decisão. É isso, não é? E depois, olha, há pessoas que simplesmente, e neste artigo, que foi publicado então há alguns anos, referia-se finalmente a pessoas que não tinham uma razão particular, mas não queriam, não é? Portanto, o certo é que neste contexto que nós temos, neste cenário atual, em que as pessoas casam mais tarde, em que há mais problemas de fertilidade, em que há uma população já de si bastante grande, onde existe ainda muita pobreza.

É apenas expectável que esta tendência se mantenha, e até nos meios religiosos e nas pessoas que creem, sobretudo esta convicção. Bem, estamos perto do fim do mundo, Jesus vai vir em breve. Se Jesus vem, será que vale a pena ter filhos? Isto vai tudo piorar, eles vão sofrer. Exatamente. Portanto, o sentimento é este e vai fazendo com que muitas pessoas não queiram.

A importância da família

Entretanto, vale dizer, e isto já para continuar a conversa daqui a pouco, que a grande parte das pessoas continuam a querer ter filhos. Ainda bem, ainda bem. Então, já porque desta deixa, vamos fazer um pequeno intervalo. São breves momentos. Voltamos já a seguir e com uma oferta muito especial para si. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do Ser Família de Hoje. Estamos a falar de famílias sem filhos e agora, nesta segunda parte, vamos falar também e porquê é importante ter filhos. Porquê é que há famílias que ainda querem ter filhos?

Mas, como vimos na primeira parte, para ter filhos é preciso saber como lidar com eles, como ser bons pais e, claro, como ter bons filhos. E é por causa disso que a oferta que eu tenho especial para hoje é este guia de estudo Pais Preparados Filhos de Carata. Um guia fantástico preparado por especialistas que nos ajudam como pais, como educadores, a ter as ferramentas certas para poder educar os nossos filhos e também como lidar com os naturais desafios que vão surgindo na educação. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuita. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 93 92 91 e depois entraremos a contacto consigo para lhe poder enviar gratuitamente para a sua casa.

A bênção da paternidade

Daniel, vamos à parte positiva, que já estava a ficar aqui com alguma angústia. Sei que tu és pai, eu também sou pai, e ter filhos são das coisas mais maravilhosas que nós podemos ter. Mas nós experimentamos isso depois deles cá estarem, não é? Nós vamos experimentando os desafios, mas também a sensação de prazer e de alegria que é ver estas crianças nos nossos lares. O que é que faz as pessoas hoje ainda querer ter filhos? Bem, eu diria que no nosso DNA, não é? Nós vemos logo as meninas quando são pequeninas. A brincar com as bonecas. A brincar com as bonecas. Eu penso que já na nossa natureza existe esta ideia, não é?

De ter filhos. Portanto, o natural é assim. Não nos podemos esquecer que quando Deus criou o homem, ele dá este mandamento. Sed fecundus multiplicai-vos. Encontramos isto em Génesis, capítulo 1, 28. Portanto, podemos contar como uma razão a nossa própria natureza, a forma como fomos criados. Sobre este mandamento, que nós encontramos logo no início da Bíblia, é interessante que o Mishnah, que é uma parte muito importante da literatura judaica, dá uma força muito grande a este dever, quase que um mandamento mesmo, de ter filhos.

E há quem vá até mais longe. Eu tenho aqui, por exemplo, a citação de um rabi, Arie Citron, em que ele diz que não ter filhos é o equivalente a matar. Bastante radical. Porque vai minimizar a presença divina neste mundo. Portanto, encontramos esta... Agora o outro... Estamos aqui a ir para um outro extremo, não é? O dever, a responsabilidade de ter. Mas um professor de teologia e de Bíblia, cristão, Raimund van Leeuwen, ele diz que, mais do que um mandamento, é uma benção. É uma benção poder ter filhos.

Então, o certo é que ter filhos é uma motivação inerente ao ser humano e há várias questões envolvidas. Por exemplo, o desejo de preservar uma linhagem familiar, não é? Todos nós viemos de uma linhagem. Todos nós temos um avô, um bisavô e é preciso continuar essa linhagem, não é? Vou eu interromper aqui uma história que vem desde o início. Também as pessoas são motivadas a pensar e eu vou chegar ao final da minha vida e não vou ter um filho, uma filha que vai se preocupar comigo, por exemplo, não é?

Não vou ter depois a alegria de poder ter netos, enfim. Outra questão envolvida aqui tem a ver, que deveria ser uma motivação, é que nós naturalmente somos egoístas. E termos filhos ajuda-nos a libertarmo-nos deste egoísmo. Eu acredito que o ser humano cresce muito, desenvolve-se muito, quando ele tem que passar pela paternidade ou quando ele passa pela paternidade. Há aqui uma motivação, ajuda. Normalmente as pessoas que não têm filhos, elas não sabem lidar tão bem com certos incómodos, inconvenientes, imprevistos, conseguem organizar melhor a sua vida, mas a vida real tem muitas destas coisas.

Então, a experiência de ser pai e ser mãe ajuda-nos de alguma forma a lidar com isto. E até a crescer como seres humanos. Eu diria por duas razões. Pelo menos essa é a que eu me identifico. Por causa deles... Eu faço-me melhor. Mas porque eles estão cá, eles fazem-me melhor também. Ou seja, tem os dois lados, não é? Exatamente, Daniel. E há um aspecto em que um filho acaba por servir como um espelho. Coisas que eu não consigo ver em mim mesmo. Quando eu começo a observar o desenvolvimento e o crescimento dos meus filhos, eu começo a perceber bem onde é que ele foi buscar isto há tantas... Às tantas, ele está a reproduzir aquilo que eu fui, aquilo que eu sou. E isto nos ajuda a ter este espelho constante e nos ajuda também na nossa autorreflexão, não é?

Eu diria então que eles são uma bênção para cada um de nós. Mas eu faria até para a sociedade, para o mundo. O que é que seria o mundo sem as crianças? Sem dúvida. As crianças representam alegria, representam esperança. Elas são necessárias, é verdade, para a sobrevivência física e cultural de uma nação. Para renovar pensamentos, não é? questões de criatividade, é como se a cada geração a sociedade se refrescasse. Também é verdade que vêm coisas más com isso, as decisões são de cada um, mas renovamo-nos, a sociedade renova-se. As crianças têm indiscutivelmente um papel muito importante na sociedade, é a nossa alegria.

Jesus disse até que nós deveríamos nos tornar como crianças. Ou seja, deveríamos aprender de algumas características das crianças e agir da mesma forma. Humildes, sem ressentimentos, prontos a perdoar, entre outras características. Mas o certo é que quando as crianças faltam, e nós vemos isso na história bíblica, não é? a incapacidade de procriar acaba por muitas vezes ser uma dor, um sofrimento, uma frustração muito grande. Vemos isto na história de Ana, de Raquel, de maneira que a Bíblia apresenta verdadeiramente a capacidade de procriar como uma bênção.

E Salomão, Inclusivamente, ele vai mais longe. Num dos salmos que foi escrito por ele, ele diz assim, os filhos são a herança do Senhor e o fruto do ventre, o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. E depois ele diz, bem-aventurado ou feliz, o homem que enche deles a sua aljava. não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta." Portanto, ele nos está a falar aqui de uma grande bênção, não é? Dizer também que em Israel, o nascimento de cada criança fazia renascer a esperança messiânica, porque esperava sempre que aquele filho pudesse ser o Messias.

E Jesus, Ele honrou muito as crianças abençoando-as. Deixai vir a mim os pequeninos. Ele abençoa as crianças. E, para todos nós que somos cristãos, dizer que Deus tornou-se numa criança. Portanto, temos aqui muitas razões para valorizar a questão da infância, da criança e do ter filhos. Já que estás a mencionar a Bíblia, fazer-te esta pergunta.

A dimensão espiritual

Há aqui uma dimensão também espiritual que eu não sei se nós, como seres humanos, temos a capacidade inteira de compreender, porque Deus escolheu apresentar-se a cada um de nós como pai. Portanto, esta figura de pai, enfim, ter filhos, e esta noção de cada um de nós de olhar para alguém, para um Deus, enormemente superior a nós, com uma figura que acaba por ser mais próxima de Pai. Há alguma vertente espiritual que não conseguimos compreender na íntegra, não é? Sem dúvida, Daniel. Nós vemos que o conceito de Pai já aparece no Antigo Testamento, não de uma forma extensa. Talvez a Bíblia quer aqui prevenir um conceito pagão que estava muito ligado à questão da paternidade divina no sentido da procriação.

No entanto, no Novo Testamento, nós encontramos este termo como dominante. Nos Evangelhos, sobretudo, nos Sinóticos, que são os três primeiros Evangelhos, encontramos o termo aramaico pai 65 vezes. E no livro de João, junto com o termo grego pater, pai, cerca de cem vezes, reflete aqui então a relação de uma criança com o seu pai. Esta relação é apresentada à humanidade neste texto bíblico, sobretudo nos Evangelhos, como modelo. A relação de proximidade entre Cristo e o Seu Pai nos ajuda a compreender a relação nossa também com o Pai Celeste.

Eu lembro-me de ser pai e a emoção que isto representou. E é verdade que ao exercitar a paternidade, ao pensar muitas vezes na segurança da minha filha e querer, por exemplo, que me acontecesse alguma coisa a mim, mas nunca a ela, eu comecei a compreender o cuidado que Deus também tinha por mim. E a intensidade. deste cuidado, deste amor, deste interesse. De maneira que o ser pai também pode nos aproximar muito do nosso Pai Celeste. Obrigado, Daniel. Para seguirmos a desse lado, estamos mesmo a chegar ao final do nosso programa e lembrar a oferta que temos para si.

Provavelmente já passou por situações no seu agregado familiar, como pais, em que pensaram, não, não estamos preparados. Este guia de estudo também não pretende dar todas as soluções para todos os problemas, na realidade, como vimos no programa de hoje, faz parte do crescimento. No entanto, é um manual preparado que vai ser uma ajuda muito grande, quer para pais, quer para filhos, e é totalmente gratuito. Lembro mais uma vez o contacto, é o 933 939291, depois entraremos em contacto consigo. mando uma mensagem a dizer pais preparados, filhos de caráter e depois entraremos em contacto consigo. Ao fechar, dizer-lhe que este é mais um programa desta última série que estamos a fazer e todos os outros programas já estão disponíveis em podcast em rádio rcs.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal.

Marcamos encontro para o próximo programa, vamos continuar a falar de filhos e claro, vamos continuar a ter a presença do Daniel Bastos. Mais uma vez um grande abraço e até ao próximo programa.

Sobre este episódio

Neste episódio do programa Ser Família, é abordado um tema cada vez mais atual e sensível, casamentos sem filhos. Será uma tendência inevitável do século XXI ou uma decisão consciente de muitos casais?

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 41
Estreou
09 de Março de 2026
Categoria
Família