Casamentos Assexuais, sem Sexo
Ser FamíliaT1 · E40

Casamentos Assexuais, sem Sexo

02 de Março de 202627 min 1 s

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Passada mais uma semana, cá estamos para lhe trazer mais um Ser Família. Estamos numa nova série, na realidade já vamos no quarto programa desta nova série, que abordamos assuntos contemporâneos que afetam as nossas famílias. Comigo, e como sempre, está Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Muito obrigado. Daniel, eu vou fazer aqui uma confidência, mesmo em direto. Quando tu enviaste a proposta dos temas, enfim, para trabalharmos e para pensar nas perguntas, a primeira pergunta que eu me fiz assim que vi o tema, é a primeira pergunta que eu te vou fazer hoje.

A realidade dos casamentos assexuais

Hoje vamos falar de casamentos assexuais, casamentos sem sexo, e a pergunta é, isto existe? É uma boa pergunta. É uma boa pergunta porque vivemos numa sociedade onde o sexo está quase omnipresente, é uma cultura saturada de sexo, não é? E na realidade é estranho porque nós somos seres, nós somos criados como seres sexuais, não é? E quando o casamento surge no plano de vida de uma pessoa, então a coisa mais normal e expectável é que exista esta intimidade sexual, uma intimidade total, não é?

Mas que inclui também a parte sexual e física. Agora, eu fui também eu próprio apanhado de surpresa com algumas estatísticas que eu encontrei e li, e uma delas me diz, por exemplo, que 1,5% dos casamentos não são consumados no primeiro ano. A tua palavra, consumado, é o princípio bíblico, que é sem relacionamento sexual num primeiro ano. Ou seja, 1,5% dos casais que casam não têm relações sexuais no primeiro ano. E 0,75% mantém-se assim até o fim do casamento, ou seja, nunca têm relações sexuais.

Estou estupefacto, desculpe. Portanto, é assim de facto uma estatística que nos surpreende e nos apanha de surpresa, mas não nos deveria surpreender tanto porque se nós olharmos para alguns indicadores, eu não diria casamentos absolutamente sem sexo, mas com muito pouco sexo talvez fosse mais prevalecente, mais comum, do que nós pudéssemos originalmente pensar, não é? Mas na minha humilde cabeça, a pensar no assunto, porque confesso, nunca olhei para este assunto, enfim, apesar de já falámos sobre este assunto há muitos anos, nunca olhei para ele desta forma, eu percebo que numa relação de desgasto de muitos anos, já até com questões de diminuição física ou mental, as pessoas possam acabar por desleixar-se nesta área do seu relacionamento e isso acabar por acontecer.

Agora, pessoas que casam, que querem estar juntas, que querem viver em intimidade e depois não têm relacionamento sexual, é realmente muito estranho. Nós já lá vamos, Daniel, para tentar entender algumas das razões, o racional por trás deste comportamento que não é normal, não é? Mas, para perceber, e volto a recorrer aos estudos, eles são o que são e valem o que valem, mas só para perceber a dimensão deste problema, são estatísticas americanas, eu não encontrei estatísticas portuguesas sobre esta matéria, Mas, portanto, aqui considera-se um casamento com muito pouco sexo, menos uma frequência de, máximo duas vezes por mês, duas relações sexuais por mês.

Duas vezes ou menos é considerado? Duas ou menos, uma, duas vezes por mês ou menos. Um em cada três casais nos Estados Unidos. Isto é um terço. Um terço. Um terço dos casamentos na América, segundo este estudo, têm uma frequência de vida conjugal sexual muito baixa ou nenhuma, em alguns casos, como nós vimos. Então, isto desfaz também o mito, não é? Numa sociedade em que o sexo é utilizado para tudo, para vender, no comércio, e fala-se tanto, as conversas, as brincadeiras giram tanto em torno do sexo, pois parece que para muita gente, na prática, isto não é bem assim.

Elas vivem como se o sexo fosse um assunto de realmente muito pouca importância na sua vida. Enquanto se nós pensarmos aqui na linha deste pensamento, embora na Bíblia exista um suporte bíblico para a prática regular dentro do casamento do sexo, de facto o mesmo não deve ser idolatrado, como se passa um bocadinho na sociedade. O sexo não pode ser um fim em si mesmo. destituído da dimensão emocional, espiritual, com o qual deve estar ligado, não é? Eu preciso mesmo de fazer esta pergunta.

O que é que pode levar, por um lado, um casal a decidir, portanto, herdar por

Causas da falta de intimidade

uma vida sexual ou ir perdendo esta intimidade ao longo do tempo? São várias as causas. Dizer que isto, atenção, não é indicativo, é apenas uma referência De acordo com estudos, diz-se que seria normal entre casais jovens e de meia-idade, vamos dizer assim, uma vida sexual com uma frequência de uma vez por semana, vamos dizer assim, quatro vezes por mês. Isso seria o normal, não é? A frequência cai para menos de duas vezes por mês.

A pergunta que se põe, aquela que colocaste, é porquê que isso acontece? Então, aqui há várias possibilidades. Uma, talvez muito pertinente, é a questão da idade, ligada a questões fisiológicas. Nós sabemos que as hormonas masculinas e femininas que têm muito a ver também com este líbido, com este desejo sexual, também vão diminuindo logo depois dos 40 anos e, portanto, é expectável que haja uma diminuição, não é? Mas atenção, temos também que desmistificar aqui o facto de que as pessoas com mais idade não têm uma vida sexual ativa.

Completamente errado. Há muitas pessoas já com uma idade avançada e que mantêm-se sexualmente muito ativas. Uma segunda causa que poderíamos enumerar aqui é a questão do cansaço. Vivemos uma vida muito ativa, o trabalho ocupa-nos imenso, depois existem as questões familiares com os filhos, as preocupações, a tensão, o stress. Bem, o stress é um anulador do desejo sexual, que é uma coisa tremenda, não é? Mas há outras causas. E aqui esta também vem dos livros, vem dos estudos, que é o sexo pré-matrimonial.

É interessante que o declínio da afeição conjugal, que é uma variável importante nesta questão da perda de interesse, Desde os anos 70, estudos feitos no Canadá foram demonstrando que quando um casal tem relações sexuais antes do casamento, Este acaba por ser um dos principais fatores de declínio do interesse sexual durante o casamento. Não sei se isto afeta a confiança mútua. O certo, talvez há razões que têm que ser estudadas, mas o certo é que em vez de preparar o casal para uma vida sexual abundante, Parece que a prática pré-nupcial acaba por criar depois, trazer alguma desilusão e ajudar a extinguir a chama, não é?

Outro fator muito importante é a questão da pornografia. A pornografia, tal como nós a entendemos ontem, hoje, não é? E nos tempos atuais, vem de algum tempo atrás. Parece que na altura em que éramos mais puritanos, na era vitoriana, ela teve o seu início, não é? Mas o certo é que estudiosos, hoje muitas pessoas são unânimes a dizer que provavelmente a pornografia é a grande culpada, número um mesmo, dos casamentos sem sexo. E porquê? Porque alguma coisa se passa, vamos pegar aqui num caso, atenção, a pornografia, hoje existe pornografia para homens, para mulheres, não é?

Mas pegando o caso mais clássico, típico, um homem que vê pornografia, a mente, a estimulação que é frequente quando ele tem acesso à pornografia e depois à autoestimulação, poderíamos falar da masturbação, de alguma forma diminui e desprepara ou para uma relação, uma vida sexual com uma pessoa real e, neste caso, o cônjuge, não é? Provavelmente começa-se a comparar as pessoas que se vê nos filmes com a pessoa que é a companheira.

Há uma série de fatores e o certo é que este é um fator importante para a diminuição da atividade sexual do casal. Sendo que há pessoas que acabam por ficar aditas, não é? Sabemos que há muitas pessoas que sofrem atualmente com adições na área, precisamente, sexual, devido, precisamente, ao uso, ao consumo da pornografia. Vamos fazer um pouquinho, um intervalo muito curto, voltamos já já a seguir para a segunda parte, porque, claro, vamos continuar este assunto. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do Ser Família de hoje e como é habitual neste momento tenho a oferta para si e no programa de hoje é o Guia de Estudo Mente Feliz, um guia de estudo bastante completo que fala sobre questões como a ansiedade, depressão, entre muitos outros, mas que tem também um capítulo específico dedicado à família.

Podemos ver aqui no capítulo 4, não sei se têm a oportunidade aí de casa de ver esta distância, mas no capítulo 4 deste guia de estudo fala precisamente ideias para resoluções de conflitos e desafios familiares. E é por isso, então, que temos este guia de estudo para lhe oferecer. É totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem, um SMS, a dizer Mente Feliz para o 933 93 92 91. 933 93 92 91. Depois entraremos em contato consigo para lhe fazer chegar este guia de estudo gratuitamente à sua casa. Daniel, eu interrompi-te para o nosso intervalo. Estavas precisamente a falar sobre as causas para, eu diria, esta ausência de sexo no seio familiar, no casal, mas eu gostaria de fazer-te aqui uma pergunta que tem a ver precisamente com as questões religiosas.

Normalmente trazes a Bíblia como manual para estes assuntos, mas muitas vezes é a Bíblia, ou pelo menos a interpretação que lhe é feita, ou as religiões, que fazem com que esta ausência do relacionamento sexual exista no seio familiar, não é? Exatamente. Desde o conceito do celibato e depois a ideia de que há alguma coisa de pecaminoso no sexo e não é de descartar que há alguns casamentos sem sexo. possam ter, possam ser afetados por um pensamento que não é correto da Bíblia sobre esta questão e achar-se que a pessoa se torna mais pura ou mais santa se privar desta, da prática sexual dentro do casamento.

Depois existem outras questões além desta também. Nós poderíamos apenas mencionar a questão da demência, questões de saúde, não é? Alzheimer, ou então, por exemplo, o abuso sexual. Alguém que foi vítima de abuso sexual e depois desenvolver alguma aversão, alguma repulsa por causa do trauma. uma perda de atração pelos cônjus, pelo distanciamento, uma grande diferença de idade entre os cônjus e essa perda de atração, falta de comunicação, tem a ver com o relacionamento que depois, claro, se este relacionamento empobrece e desaparece, a vida sexual tende a seguir o mesmo caminho, não é?

Até podem ser causas múltiplas, diria eu, não é? Exatamente. Elas podem se somar umas às outras. É, umas em cima de outras. Vidas separadas pelo trabalho, falta de privacidade, falta de circunstâncias, não é? Portanto, hoje com a crise da habitação, eu até imagino famílias a viverem com filhos no mesmo quarto, tudo isto acaba por conspirar contra uma boa relação sexual do casal. e incapacidade ou deficiência física. Enfim, seriam muitas as causas. O certo é que esta situação de uma frequência muito reduzida ou uma ausência completa de relacionamento sexual é uma realidade para milhares de casais, não é?

E existe um conceito que é controverso, é debatido, que é mesmo o facto de haverem pessoas que são assexuais. Ou seja, pessoas que não têm nenhum interesse, uma falta total ou parcial de atração sexual. Não tem mesmo este. Até há quem diga que isto representa uma porcentagem, 1% da população. Bem, o certo é que estas pessoas Talvez não seria aqui uma causa que nós iríamos colocar à cabeça para explicar a falta de sexo no casamento, porque estas pessoas à partida... Não se casariam. Não se casariam. Exatamente. Não se casariam. Mas também pode ser que, como eu encontrei numa pesquisa que fiz, lá um blog, em que pessoas pretensamente assexuais combinavam e contavam as suas experiências de casamento entre pessoas assexuais.

E logo à partida... Resolviam o problema. Entre elas, não é? É, e já estava... Como a gente. Costuma brincar sobre outros assuntos, só estragavam uma casa. Exatamente. Estava tudo convencionado, portanto eles entendiam-se e era mesmo assim, não é? E sendo assim, acaba passando a redundância. Tem de ser correto, não é? à partida vão para um jogo igual.

Possíveis soluções e limites bíblicos

Exatamente. Eu não vou fazer esta pergunta admitindo que não vamos ter tempo, porque tu enumeraste tantas causas que não vais poder ter tempo para enumerar tantas soluções. Mas mesmo assim faço-te a pergunta. O que é que é possível fazer? Pois, acho que é preciso, quem nos ouve, provavelmente algumas famílias também se debatem com estes problemas. E é preciso fazer aqui uma separação entre causas que podem ser resolvidas e causas que não podem ser resolvidas. Umas questões de saúde que enumeraste. Exatamente. Então, naquelas para as quais não há uma solução, vale a oração de Francisco de Assis, Dá-me, Senhor, a graça para aceitar aquilo que não pode ser mudado.

Mas para mudar o que pode ser mudado. E o mudar o que pode ser mudado depende, de facto, de ir atrás do problema, ir atrás de uma solução, não é? Há pessoas que, em face destas situações, se separam, divorciam. se conformam, mas há aqueles que vão atrás da solução, vão tentar resolver o problema. E uma maneira de o fazer, em alguns casos, pode ser investir no relacionamento, noutros casos, e poderá ser que ler, aprender, educar-se, conversar. Bom, falar sobre o assunto poderá ser suficiente para ultrapassar esta situação que, convenhamos, não é normal, não deveria acontecer.

Noutros casos, poderá ser necessário recorrer à ajuda especializada, um psicólogo, um terapeuta familiar, não é? E existem mesmo terapeutas familiares especializados na área da sexologia, não é? E, portanto, isto poderá ser necessário. Lembrando, tendo em conta que... Nós, quando casamos, prometemos um ao outro esta reciprocidade, faz parte do voto conjugal, esta entrega, este ser para o outro aquilo que ele quer e precisa de ser também, salvaguardando situações de abuso.

Mas há aqui, Paulo, ele diz em 1 Coríntios, capítulo 7, versículos 4 a 5, não vos priveis um ao outro, salvo por mútuo consentimento. E a exceção que Paulo prevê, em que eles privam um do outro, é para orar, normalmente. Não foram estas as causas, via de regra, que estão em cima da mesa quando estamos a debater com questões de casais sem sexo, não é? Portanto, a questão do mútuo consentimento. Paulo vai mesmo dizer que o corpo do homem e da mulher não pertencem a si próprios.

Há aqui esta questão da reciprocidade, há a questão dos votos que foram feitos, da entrega. Não basta ser fiel no que toca a não ter relações... Extraconjugais. Extraconjugais, é preciso ter em conta também, no voto de fidelidade, as relações intraconjugais. Sendo que, muitas vezes, até pode ser usado esse texto que tu mencionas, de Coríntios, para que não haja relacionamento sexual, basta um dizer que nunca tem vontade. Portanto, a pergunta que eu te faço mesmo, enfim, ela em si mesmo sendo controversa, é basta olharmos para a questão do mútuo acordo?

Ora bem, Nós aqui teríamos duas questões, que seria o consentimento mútuo, sem fundamento, e o consentimento bíblico, baseado na Bíblia. Eu digo isto porquê? Porque, por exemplo, se uma das pessoas não deseja sexo, ela pode consentir que o outro vá à procura de sexo. Não se importa. É... Desculpa. É muito esquisito, não é? Claro. Porque ela não quer, é uma das pessoas, ela não se importa que o cônjuge satisfaça as suas necessidades através da pornografia ou mesmo numa relação extraconjugal.

Passa a ser alguma coisa apenas fisiológica. Exatamente. Portanto, há aqui um consentimento, mas é um consentimento que fere o princípio bíblico. E o princípio bíblico diz que o homem e a mulher devem ter esta intimidade, não apenas física, mas também mental, espiritual. E é interessante que o apóstolo Paulo diz que quando a pessoa tem relações sexuais com outra pessoa fora do casamento, tornou-se uma com ela. Portanto, aqui Não basta o consentimento, tem que ser um consentimento que não fira aquilo que são os ideais, as regras, os pilares construídos para esta relação social que se chama casamento e que é tão importante para a vida, não é?

Portanto, de alguma forma, a solução passa por analisar bem as questões e reprogramar a vida. O ideal, o ideal divino, não é?

O propósito sagrado da sexualidade

Desculpa, ainda vou perto, Daniel. No programa de hoje nós estamos a falar, eu diria, do contrário de algo que já falámos no programa anterior, que é precisamente a bênção da sexualidade no relacionamento. Eu diria, essas fugas que tu mencionas, elas não servem o propósito da sexualidade no casamento. Elas não servem como algo que une o casal, que os mantém juntos, que os faz crescer juntos. E a sexualidade foi dada exatamente para isso? Mesmo que haja um respeito ou um consentimento para o outro procurar outros tipos de satisfação sexual, ela em si mesmo está a ferir o próprio princípio da sexualidade. O outro, por mais que fisiologicamente, chamemos-lhe assim, não sei, enfim, a minha compreensão não é plena sobre este assunto, mas mesmo que o outro se satisfaça sexualmente, fisiologicamente não vai cumprir o princípio da sexualidade no relacionamento.

Não vai aproximar, não vai fortalecer o vínculo conjugal. Daí que, de facto, essa solução, ainda que possa ter algum consentimento, não é uma solução e não deveria ser essa aquela pelo qual o casal deveria seguir a sua vida, mas, sim, reprogramar o seu plano de vida, o seu estilo de vida, o seu relacionamento segundo o ideal divino, que visa proporcionar o maior bem possível, o maior prazer, a maior felicidade, não apenas ao casal, mas também estabilidade a todo o agregado, os filhos e o restante da família.

Obrigado mais uma vez, Daniel. Muitas vezes já nos ouviu aqui no programa Ser Família dizer que quando tem alguns desafios, alguns conflitos no seio familiar, o melhor é pedir ajuda. Eu imagino até que neste assunto bem concreto e bem específico seja de todos o mais difícil de pedir ajuda externa. Mas quem sabe possa passar também a ir pela solução. Diz-lhe que também para o ajudar temos em cada um dos nossos programas diferentes guias de estudo, sempre e todos gratuitos, para ajudar nas diferentes áreas. E este guia de estudo que estou-lhe a oferecer hoje, Mente Feliz, tem a ver com a saúde mental, mas também com a área familiar, porque aborda precisamente também essa área.

E como lhe disse, é totalmente gratuito. Basta enviar uma mensagem para o 933-939291. 933-939291. Depois entraremos em contato consigo para lhe fazer chegar este guia de estudo. Foi um prazer estar na sua companhia. Dizer-lhe que este programa estará disponível em podcast, em radioxcs.pt. e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Marcamos encontro para o próximo programa. Vamos continuar a olhar para este assunto dos problemas da sociedade de hoje no seio familiar.

A nossa oferta

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Entre Família

Sobre este episódio

Neste episódio do "Ser Família", exploramos um tema tabu: os casamentos assexuais. Com Daniel Bastos, analisamos as causas por trás da falta de intimidade, desde o stress e a pornografia até questões fisiológicas. Descubra o que dizem as estatísticas e como a perspetiva bíblica pode ajudar a restaurar a união e o propósito da sexualidade no seio do casal. Uma reflexão profunda sobre a saúde dos relacionamentos contemporâneos. 🏠💬

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 40
Estreou
02 de Março de 2026
Categoria
Família