Barreiras na Família a Dois II - Amargura
Ser FamíliaT1 · E61

Barreiras na Família a Dois II - Amargura

07 de Setembro de 202626 min 41 s

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Volvido a mais uma semana, cá estamos para trazer mais um programa Ser Família. Na semana passada, iniciámos uma nova série que chamámos Barreiras na Família A2 e começámos, precisamente, por falar sobre prioridades baralhadas. Mas hoje vamos ter, então, mais um episódio e mais um assunto e, como sempre, connosco, Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Obrigado. Então, qual é que é o tema do programa de hoje? Bem, John Regeer, este educador e terapeuta familiar, ele mencionando estas barreiras, menciona uma segunda barreira que nós chamaríamos de amargura.

Numa série anterior, nós falamos sobre o perdão e aqui iremos voltar um bocadinho a esta questão. É interessante que, como John Regeer baseia toda a sua abordagem na Bíblia, eu tenho aqui a Bíblia que mencionei no programa passado, que costumamos oferecer aos casais no seu casamento. A Bíblia tem conceitos muito, muito importantes e há um versículo em que estão adequados e atuais, em face até da psicologia e daquilo que se sabe no que toca à ciência dos relacionamentos. Em Provérbios, capítulo 14, versículo 10, nós lemos, o coração conhece a sua própria amargura e o estranho não participa da sua alegria.

Ora, a amargura afeta o ser na sua totalidade. Afeta as memórias, mas também as atitudes da pessoa que está amargurada e os sentimentos, como seria natural. É fácil perceber uma pessoa que permitiu que esta barreira que nós chamamos de amargura estivesse ali instalada. Normalmente uma pessoa amargurada é uma pessoa que tem uma atitude crítica. Ela tende a fazer crítica, crítica aos outros. Ela, como está muito centrada na sua própria dor, ela é insensível à dor dos outros, não é?

Normalmente é uma pessoa ingrata também, acaba por não reconhecer aquilo que lhe fazem, porque O mais importante é aquela coisa que lhe fizeram... Ela está o foco, não é? O foco está completamente na amargura. Depois, brota também desta atitude, muitas vezes o sentimento de vingança, não é? Não quer dizer que a pessoa vá necessariamente... esteja a fazer planos de... fazer mal a outra pessoa, coisas assim. Mas pelo menos deseja esse mal. Deseja esse mal. E muitas vezes o guardar a dor é uma forma de vingança.

Porque isto vai afetar o relacionamento, não é? Eu não vou perdoar, eu vou guardar isto, é a maneira de eu me vingar, agora a outra pessoa vai saber que eu também estou ferida e que será uma forma de punir a outra pessoa. Guardando o ressentimento. Também é muito comum na depressão. A amargura leva à depressão. E obviamente que uma pessoa amargurada tende a ter maus relacionamentos ou tratar mal as outras pessoas, não é? Há pessoas que se acostumam a guardar amargura no seu coração e resolver esta ameaça, resolver isto, quase que ameaça a razão da sua existência.

Elas não sabem, esquecem-se ou deixam de perceber o que é a alegria, o que é a liberdade dos relacionamentos interpessoais, sem conflito e ressentimento. Portanto, eu diria que é um quadro muito triste. É uma barreira enorme. Provavelmente, entre as várias que vamos mencionar aqui, é uma das maiores

Raiz da amargura

barreiras à felicidade, a relacionamentos altamente satisfatórios. Já mencionaste algumas características, mas mesmo assim eu pedia-te para aprofundares. Como é que a amargura se comporta? Ou seja, como é que ela afeta a própria pessoa? Recorrendo novamente à Bíblia, que é o nosso livro-texto para estas abordagens, há vários textos interessantes. Por exemplo, em Hebreus, capítulo 12, versículo 15, o autor, que acreditamos que era Paulo, diz assim... Tendo cuidado que ninguém se prive da graça de Deus e que nenhuma raiz de amargura, amargura ele está a falar aqui como raiz, uma coisa que nasce, mas que depois Vai para o...

Estou a pensar nas raízes de uma árvore, não é? Há ali uma coisa que está escondida, não é? Muitas vezes as pessoas não assumem sequer aquilo que tem no seu coração, não é? Não confessam essa amargura. Dizem, não, não, para mim já passou, não é? Mas, na realidade, não é o caso. Ela está lá. Está lá, está escondido. Só que depois manifesta-se. Bem, no caso de uma árvore, há um tronco, uma folhagem, uma coisa enorme, não é? E estas são aquelas características que eu mencionei da pessoa que tem a sua atitude muito crítica, muito pouco alegre, muito ressentida. Ora, e o texto termina dizendo, brutando, portanto, nenhuma raiz de amargura brutando vos perturbe e por ela muitos se contaminem.

Então, há aqui uma característica interessante. Uma pessoa amargurada não guarda a amargura só para si. Interessante esse ponto de vista. Ela acaba por se manifestar naqueles que estão à nossa volta. Vai sempre manifestar. Numa conversa casual ou mais profunda, vai vir sempre ao de cima. A pessoa não consegue controlar isto. Ela vai sempre se manifestar. raiz da amargura, brotando e muito se perturba. Então, outras pessoas vão ser perturbadas ou, vamos dizer, contaminadas, não é? Porque a pessoa vai ter sempre esta tendência de espalhar.

Há um outro texto que também fala sobre amargura, que é Efésios 4, 31, E ali Paulo diz assim, toda amargura, cólera, ira, gritaria e blasfémia sejam tiradas entre vós. É muito interessante a relação que está a ser feita aqui entre amargura e depois o quê? ira, cólera, gritarias. Portanto, uma coisa vai levar à outra. Um espírito amargurado, muito facilmente, é mais ou menos como aquele mato seco numa altura de muito calor, qualquer fagulha, aquilo é um incêndio tremendo, não é?

Uma pessoa amargurada está quase que inevitavelmente preparada para uma discussão, para gritarias, para acusações, blasfémias, poderíamos, ofensas, não é? Portanto, é uma ferida, se quisermos ir ao início, alguém é ferido, isto provoca dor, Esta dor é guardada no coração na forma de ressentimento, de amargura, então é uma raiz que depois cresce e depois vai produzir situações imensas, não é? De ira, de frustração, de desejo de vingança, de conflito, não é?

Portanto, o que acontece, Jesus diz assim, bem-aventurados os puros de coração. É interessante que normalmente nós associamos isto, pensamos na imoralidade, a pureza, no sentido até sexual, mas a pureza de coração é um coração limpo também de amargura, de ressentimento. É um coração aberto, tranquilo, sem esta sem este veneno, entre aspas, sem esta malícia, sem esta maldade guardada, não é? Porque isto, inevitavelmente, vai levar a outras coisas. sendo que muitas vezes ele até é progressivo, não é? A pessoa que se deixa dominar pela amargura, porque como depois se vai alimentando de todas essas atitudes, parece que isso é uma bola de neve encrescendo, em que a pessoa vai cada vez minando-se de forma mais intensa.

Ou seja, se a pessoa não conseguir dar um passo atrás, tende depois a ter problemas mais graves de saúde, depressões, ansiedade e por aí fora, porque ela se vai alimentando cada vez disso, não é? Daniel, a vida fica tão negra, tão ensombrada. Na realidade, tudo isto começa com uma ferida, uma situação em que muitas vezes a pessoa é vítima e é, vamos dizer, é legítima a sua dor. Pode se sentir injustiçada. Exatamente, tratada de uma forma injusta. Ninguém lhe diz que ela não teve razão em sentir-se magoada e ferida. Só que permanecer nisto vai fazer, como tu disseste, é uma coisa progressiva, vai fazer com que a vida desta pessoa se torne num autêntico inferno.

Uma pessoa pode se tornar, deixa-me usar o termo, insuportável, porque ela depois não está bem com nada, nem com ninguém. Eu diria que as trevas dominam esta pessoa, não é? E certamente que isto não é o que qualquer pessoa deseja para si própria, não é? Por isso, há que ter compaixão, misericórdia, mas há que também aprender que nós temos que resistir a isto, temos que lutar contra estes sentimentos naturais. É verdade que tudo deveria ser justo e perfeito, não é justo e perfeito. Portanto, vamos lidar da melhor forma com isto, não é?

Saber lidar com a amargura

A questão é como e é isso que lhe vamos trazer já, já, na segunda parte do nosso programa de hoje. Vamos fazer um pequenino intervalo e também com uma oferta muito especial para si. Então, até já. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta então para a segunda parte, eu diria a parte mais importante que é saber lidar com a amargura ou mesmo saber evitá-la. E para o ajudar temos uma oferta muito especial para si, o Guia de Estudo Lar do Solar. Fala precisamente sobre muitos dos desafios que acontecem no nosso contexto doméstico, no nosso lar, mas também, por exemplo, como a ferramenta principal para lidar com a amargura, que é o perdão.

Está tudo aqui e é totalmente gratuito. É uma oferta especial para si. Como é que pode fazer, então, para receber este guia de estudo? Já sabe, é apenas enviar-nos uma mensagem, a dizer, neste caso, Lar do Ocelar, para o 933 939291. Vou repetir, 933 939291, depois nós mesmos entraremos em contacto consigo para fazer chegar este guia de estudo gratuitamente à sua casa pelo correio. Daniel, muitas vezes podemos achar que nós conseguimos lidar com a amargura se não nos deixarmos afetar com o problema. Ou seja, sabemos que fomos injustiçados, estamos seguros de nós próprios e não nos deixamos afetar pelo problema e então não sentimos amargura.

Mas a questão é, e quando realmente o problema nos afeta? Quando sofremos com a situação, é possível sofrer e não sentirmos-nos amargurados? De facto, às vezes as coisas são pequeninas e é como quem diz, não é? Pronto. São peanuts. E passam. Mas há situações na nossa vida que não há como desconsiderá-las. São graves. E para todas as pessoas que passam por momentos duros, difíceis, onde a amargura é uma tentação muito forte. Eu gostava de deixar uma história impressionante, que está na Bíblia.

É a história de José. Este personagem, José do Egito, como também alguns o conhecem, era um filho de Jacó. Ele esteve para ser morto pelos seus irmãos, ele foi vendido pelos seus irmãos como escravo para o Egito, Ele, no Egito, foi colocado a servir na casa de uma pessoa importante que se chamava Putifar. Lá, ele executou todo o seu trabalho com perfeição, com esmero, e depois foi acusado de algo que de todo ele tinha feito. Ele foi acusado de assediar sexualmente a esposa do seu patrão, quando na realidade o que aconteceu foi o contrário.

Ele é que foi assediado. Ele foi colocado na prisão. Para quem conhece este livro magnífico, Atos dos Apóstolos, perdão, Patriarcas e Profetas, diz que ele inclusivamente foi maltratado lá na prisão, quando foi colocado, foi tratado com muita severidade, mas na prisão ele se mostrou um bem feitor, ele cumpria as suas responsabilidades, ajudava, confortava, animava os outros. E, enfim, depois a vida dá uma grande vira-volta. Não antes de ele também ficar esquecido por uma das pessoas a quem ele fez bem, não é?

O copeiro, neste caso, que servia diante do rei... E que tinha prometido intervir por ele. E que tinha prometido, mas acabou por se esquecer, não é? Quando ele resolveu o seu problema... Bem, em todas as... Isso também é muito comum ao ser humano, não é? Exatamente. Em todas as circunstâncias, nós nunca encontramos o José a queixar-se de nada. E porquê? Porque José, quando as coisas começaram a se tornar difíceis, ele lembrou-se do Deus do seu pai, do Deus de Jacó, do Deus Criador. Ele fez uma aliança com Deus. E depois da morte do seu pai, quando os seus irmãos vêm ter com ele, cheios de medo, por tudo que lhe tinham feito e por acharem que agora José podia se vingar deles, nós temos esta frase incrível que encontramos em Génesis, capítulo 50, versículo 19 a 21.

José disse aos seus irmãos, não temais, acaso estou eu em lugar de Deus? Vós, na verdade, intentaste o mal contra mim. Deus, porém, o intentou para o bem, para fazer o que se vê neste dia, isto é, conservar muita gente com vida. Agora, pois, não temais. Eu vos sustentarei, e vós, a vós e aos vossos filhos. Assim ele os consolou. e lhes falou a coração. Ou seja, o que na prática aconteceu foi, José não guardou qualquer ressentimento ou qualquer amargura. Eu posso dizer que é até o oposto, porque nós quando estávamos a falar e quando partavas connosco na primeira parte, aquilo que era o resultado da amargura, percebemos que ela se exterioriza e acaba por trazer mal também àqueles que estão à nossa volta.

Tudo o que José tocava era abençoado. Exatamente. Portanto, vemos aqui o resultado inverso daquele que é o resultado da amargura, não é? Exatamente. Naqueles que estavam à sua volta. Ou seja, José, de alguma forma, sublimou a sua dor concentrando toda a sua esperança, o seu foco em Deus. E depois, no dia a dia, ele percebeu como Deus o estava a abençoar, como tu disseste e bem, em tudo que ele colocava a mão as coisas corriam bem, porque Deus o estava a abençoar. Então, ele escolheu não ficar na sua dor, mas escolheu focar-se em Deus. E, desta forma, ele curou a dor emocional que ele tinha e, anos mais tarde, quando os irmãos, quando está diante dos irmãos, os irmãos ainda estavam a pensar naquilo e ele já não pensava naquilo há tanto tempo.

Ou seja, ele já tinha perdoado os irmãos há muito tempo. Há muito tempo. Há muito tempo, não é? Então significa que, como vimos já numa série anterior, e por isso é novidade para aqueles que nos acompanham, e como vemos também nesta revista que estamos a

O poder do perdão

oferecer, Um dos primeiros passos é ter esse relacionamento com Deus para que seja Deus a fortalecer-nos e permitir-nos perdoar aqueles que nos maltrataram. Exatamente. Eu até diria isto, Daniel. Contra aquilo que são os nossos sentimentos naturais, porque aqui temos um choque, o meu sentimento diz, faz isto. Mas a Bíblia diz, faz o oposto. A Bíblia diz, perdoa. E o que é perdoar? Perdoar é libertar quem nos magoou. Essa pessoa já não nos deve, porque nós, na nossa mente, temos-la como devedora. Fizeste-me mal, portanto, tens que pagar por isto.

Mas quando eu o perdoo, eu já não imputo essa carga emocional à pessoa. somos nós, na realidade, que, como consequência, somos libertos de um sentimento mau que está dentro de nós. Não é uma escolha fácil. Eu lembro-me de ler a história de Cory Brown, uma senhora que, na Segunda Guerra Mundial, esteve num campo nazi e que, depois de terminar a guerra, ela sobrevive, a maior parte da família dela não sobrevive, E ela agora vai correr igrejas e instituições, sempre com um discurso de perdão, até que ela encontra, numa destas reuniões, um dos seus agressores, um dos soldados daqueles campos de concentração.

E quando este homem lhe estende a mão e pede-lhe perdão, o sentimento dela, de Corey Brown, não era de perdão, mas a mente dela dizia-lhe, é o que tu deves fazer. E quando ela estende a mão a este homem e diz, bem, ela tem uma luta aqui, terrível, que dura frações de segundo, porque ela tem que decidir o que é que vai fazer, mas intensa, e ela quando pronuncia estas palavras, claro que sim, eu o perdoo, começam a mudar os sentimentos dela. Apesar de todo o processo racional, de tudo que ela já tinha falado sobre o perdão, quando ela se vê face a face com um dos seus algozes, um dos carrascos que inclusivamente vitimou a sua família, Ela tem que tomar esta decisão.

Então, isto é uma decisão. Desculpe, Daniela, interromper-te. E mostra-se também que eu dizer que perdoei é diferente de eu realmente ter perdoado. e assumir é uma escolha que tem de estar para além dos nossos sentimentos. A Bíblia dá-nos uma razão muito poderosa para nós perdoarmos. Jesus, em Mateus capítulo 18, 23 a 35, conta a parábola do credor incompassivo. Trata-se de um funcionário público que deve ter feito uma gestão péssima, mas ficou a dever 10.000 talentos ao seu senhor. Isto significaria, pelo trabalho de um trabalhador daquele tempo, que ele teria que trabalhar qualquer coisa como 164.383 dias.

Ele ia ter que viver muitas vidas para poder pagar isto. Mas aquele homem, mediante o seu senhor, mediante uma súplica humilde daquele homem, ele o perdoa. Ele o perdoa e ele sai dali todo contente, todo perdoado, e uns quilómetros à frente encontra alguém que lhe devia aquilo que a Bíblia chama de cem denários. equivalente a 100 dias de trabalho. E ele não perdoa este seu devedor e coloca-o na prisão. Então, o rei diz assim, calma lá, eu perdoei a este homem uma fortuna e ele não perdoou esta pequenina quantia.

Então, eu vou colocá-lo a ele também na prisão. O paralelo aqui é Se Deus me perdoa a mim, que já fiz tantas coisas erradas na minha vida, também eu devo perdoar ao meu semelhante, que certamente ainda não fez a mim aquilo que eu já fiz a Deus. Porquê é que Deus nos pede dessa forma tão perentória para perdoar? Porquê é tão vital para nós? Eu tenho uma história que vou resumir, portanto, é Humberto Nobel Alexander, era um senhor em Cuba que foi preso pelo regime e poucas semanas depois teve a notícia de que a sua mulher se tinha amantizado com um dos oficiais de Fidel Castro.

Bem, este homem escreveu um livro, mais tarde, ele já faleceu, e o livro tem como título Eu Vou Morrer Livre. Nesse livro ele descreve a tortura, as torturas, não teremos tempo para descrever, mas coisas brutais. Mas logo no início da sua deste destino fatídico de prisão, do seu percurso, ele decidiu perdoar. Mais tarde, a mulher vem ter com ele e pede-lhe perdão. E ele diz-lhe isto, claro que eu te perdoo, eu já te perdoei há muito tempo. Se eu não o tivesse feito, eu nunca tinha suportado aquilo que eu passei nesta prisão.

Ele teve 29 anos preso. Então, Para nós podermos enfrentar as lutas do nosso dia-a-dia, e sabemos que não são fáceis, as cargas que cada um tem que levar já de si são pesadas, para eu poder ter relacionamentos fluídos, para eu poder ter paz de espírito e conseguir suportar as dificuldades, eu preciso de estar em paz. Logo, eu devo perdoar, porque Deus assim o diz e com a ajuda de Deus.

Encerramento

Perdão, uma espécie de novo recomeço. Chegámos ao fim do nosso programa de hoje. Temos mais programas pela frente ainda dentro deste assunto, sobre esta série, mas dizer-lhe que a oferta que temos para si tem precisamente capítulos que falam sobre a importância do perdão para recomeçar e também como lidar com alguns dos desafios que normalmente encontramos na nossa família, no nosso lar. É totalmente gratuito, é a mesma oferta para si. Basta enviar-nos um SMS, uma mensagem a dizer Lar doce Lar, que é o título da revista, e depois entraremos a contacto consigo para lhe enviar gratuitamente pelo correio. O número para o qual deve enviar esta mensagem vai estar em rodapé, é o 933 932. 9291. Termino dizendo que esta série começou no programa anterior e que todos, quer este, quer o programa anterior e todos os outros, estão disponíveis em podcast em rado.rcs.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal.

Mais uma vez enviar-lhe um grande abraço. Obrigado por estar desse lado e voltamos para a semana com mais um Ser Família. Até lá, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Será que a amargura está a afastar a felicidade do seu lar? Descubra como identificar esta barreira invisível e encontre o caminho bíblico para a superação.

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 61
Estreou
07 de Setembro de 2026
Categoria
Família
Apresentação
Daniel Galaio
Convidados
Daniel Bastos