Segredos de Família a dois - Parte 3
Ser FamíliaT1 · E59

Segredos de Família a dois - Parte 3

13 de Julho de 202626 min 43 s

Capítulos

Transcrição

Gerada automaticamente

Abertura

Estamos de volta para trazer mais um programa Ser Família. É um prazer enorme estar na sua companhia. Hoje vamos terminar uma série que lhe temos estado a trazer Segredos da Família a dois. E hoje vamos trazer-lhe o último segredo. O que já não é segredo é que temos sempre connosco mais uma vez Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez bem-vindo. Obrigado. Está a ser uma série muito interessante e hoje vais-nos trazer o sexto segredo. Que segredo é esse? Sexto e o sétimo. Exato. Ora bem, nós até agora tivemos a falar de alguns segredos. Nesta série nos propusemos a ter aqui sete segredos, mas não quer dizer que só existam sete segredos.

Poderiam ser dez, poderiam ser doze... Poderiam ser os mais comuns, não é? É, foram aqueles que escolhemos, que vi que neste contexto poderiam ser mais pertinentes. Só para recordar quem eventualmente não assistiu os episódios anteriores, nós estivemos aqui a falar sobre a capacidade de descobrir, de ver o bem no outro, nós estivemos a falar sobre a aceitação dos erros, das faltas e até alguma criatividade para lidar com essas dificuldades que surgem no relacionamento, falamos sobre a importância da liberdade de dar mais do que receber e depois também de sermos intencionais, de termos um plano, não deixarmos o relacionamento, enfim, à mercê da espontaneidade.

Não, é preciso ser intencional, é preciso fazer. Mas pronto, hoje de facto vamos falar sobre mais um segredo, aliás mais dois, não é? E em relação a este segredo, eu diria, Daniel, se há uma coisa segura nesta vida, eu digo, infelizmente, é que em algum momento alguém nos vai causar dano. Alguém vai pisar nos nossos calos, como costumamos dizer. Alguém vai nos ferir. E nós vamos ferir alguém, não é? Exatamente. Isto é inevitável, não é?

Em face dessa certeza, cada um terá que decidir antecipadamente, de preferência ou, enfim, quando as coisas acontecem, o que é que vai fazer com isso. E não há muito mais do que dois caminhos a seguir. Um caminho é perdoar. e seguir em frente. Outro caminho é carregar connosco a dor, o sofrimento causado, agora na forma de ressentimento ou amargura, e levar isto connosco, enfim, pela vida afora, por muitos, muitos anos, não é?

Obviamente que num programa como este nós só poderíamos esperar que fizéssemos aqui a apologia do perdão. E é sobre este tema, que nós consideramos também um segredo muito importante no relacionamento familiar e no relacionamento a dois, que nós vamos falar. É interessante que o apóstolo Paulo Ele dá a entender, no livro de Efésios, capítulo 4, versículo 26, que este segredo deve ser praticado praticamente diariamente, não é? Quando ele diz, não se ponha o sol sobre a vossa ira, digo, Ele está a querer dizer, não deixem terminar o dia sem resolver aquilo que possa ter surgido.

E surgem sempre. Às vezes são pequeninas coisas, outras vezes são coisas maiores. Mas é preciso resolver isto. E o único remédio eficaz é de facto o perdão. Mas Daniel...

O poder do perdão

Se há algo que muitas vezes traz confusão e discussão é o próprio significado de perdão ou noção de perdão. Por exemplo, para muitas pessoas acham que perdoar é esquecer. Não vão estar a falar no assunto, aquilo tem que ficar esquecido. Para outras pessoas, conseguem perdoar precisamente porque se lembram do que aconteceu. Por isso, se calhar, antes de falarmos sobre a importância de perdoar, explicar o que é e o que não é o perdão. Exatamente. De facto, esquecer e perdoar não são sinónimos. Até porque a nossa memória não é afetada quando as coisas vão acontecendo na nossa vida. Mas é importante perceber que há um sentido errado, uma compreensão errada sobre o perdão que é preciso desconstruir.

Por exemplo, perdoar não é fechar os olhos aos erros do outro. Perdoar não é desculpar um comportamento errado, um mau comportamento. E há coisas que são mesmo muito difíceis de perdoar e são traumas que surgem. Estamos a falar, por exemplo, da violência, estamos a falar do abuso, da infidelidade, não é? Perdoar também não significa negar os nossos sentimentos. Eu diria que é a despeito dos nossos sentimentos. Eu não preciso de perdoar para ter o sentimento de perdoar, não é?

Perdoar também não significa reconciliar-se com a pessoa que nos magoou ou que nos ofendeu. Ou seja, pode não significar. Pode não significar. Muitas vezes significa, mas não é obrigatório que o seja. Não é? Até porque imagino que mesmo que haja o perdão, mesmo a despeito dos meus sentimentos, o restauro da confiança também não são sinónimos. Porque é o caminho depois a fazer, não é? Exatamente. É que perdoar e confiar também não são a mesma coisa. Porque o perdão dá-se, a confiança conquista-se. Então, eu posso perdoar, mas não significa que eu confio naquela pessoa, não é?

Portanto, o perdoar é o que volto a confiar inteiramente naquela pessoa. Portanto, perdoar significa não guardar quem nos feriu como devedor, estar à espera de uma compensação, nós poderíamos dizer, e neste sentido, se o fizermos, vamos dizer que estamos reféns da pessoa que, porque se eu só posso perdoar, se essa pessoa mostrar arrependimento, ou fizer isto, ou mudar de comportamento, então eu fico ali condicionado, a pessoa já me fez mal e vai-me continuar a fazer mal, não mudando de atitude.

Portanto, o perdoar está acima de tudo isso. Significa também não guardar sentimentos negativos como reação a algo que nos fizeram, porque se eu o fizer, é como eu ficar com o veneno que desejo para outra pessoa. E, neste caso, quem será prejudicado duplamente serei sempre eu. Aliás, há estudos muito interessantes que mostram que as pessoas que guardam ressentimento, que guardam amargura, que não perdoam, são pessoas que têm a sua saúde mais comprometida. Por exemplo, existem duas vezes mais AVCs em pessoas ressentidas ou amarguradas.

Três vezes mais ataques cardíacos. Quatro vezes... Isto é interessante, não é? As pessoas ressentidas e que não perdoam têm colesterol quatro vezes mais alto quatro vezes mais frequentemente, não é? Portanto, pensa-se muitas vezes que é só o que eu como. Não, tem a ver com a minha atitude, com aquilo. Aliás, eu lembro-me de ter lido um livro, já há alguns anos, o título do livro, Nenhuma Enfermidade, escrita pelo doutor Macmillan. Ele conta a história de uma mulher, numa pequenina terra, que vendia ovos. Tinha lá umas galinhas no fundo do quintal e vendiam os óbitos.

Um dia, um vizinho conversar com ela disse, olha, eu estou a montar aqui um aviário, um grande e, portanto, é um negócio. investi uns milhares aqui neste negócio, eu sei que a senhora anda a vender aí os seus ovozinhos pelos vizinhos, por favor deixe de o fazer, porque eu agora é que tenho este negócio e o faço oficialmente. Bem, a senhora ficou tão chateada, tão ressentida com aquela postura, que não só continuou a vender ovos, como ficou extremamente ressentida e amargurada, nunca mais falou àquele vizinho e etc.

Só que passado algum tempo começou a ter uns problemas de estômago, úlcera e foi acompanhado pelo seu médico de família, depois um gastroenterologista. O certo é que estes médicos não conseguiam encontrar realmente uma causa Só que um dia, depois de muitas consultas e o problema que se agravava, aquele que a acompanhava era cristão, conhecia alguns princípios dos relacionamentos conforme a Bíblia e perguntou-lhe sobre a sua vida, quando é que aquilo tinha começado. Não encontrava realmente, mas depois contou-lhe a história dos ovos.

Ele perguntou se ela tinha algum ressentimento, alguma amargura. E a senhora contou-lhe a história dos ovos. E então o médico disse, olha, pare de vender ovos. E ela nem pensar, e inflamou-se imediatamente. Disse, está bem, não o faça, mas eu também como médico já não posso fazer nada por si. Agora se quer o meu conselho, e então falou-lhe sobre o perdão e tudo. Ela estava supostamente no seu direito, mas com uma carga emocional enorme sobre esta questão. E quando ela, diz o doutor Milan, diz este autor que quando ela finalmente resolveu o problema da amargura e do ressentimento, o problema físico ficou atenuado.

Portanto, estas questões afetam a saúde física. e de que maneira, além da saúde emocional e todas as dimensões da vida. Perdoo, então, não é porque a outra pessoa seja perfeita, ou, perdão, porque não me tenha sido realmente doloroso, mas eu tenho algumas motivações para perdoar. Primeiro lugar, Alguém me fez mal, mas eu também fiz mal a alguém. Então, eu não sou perfeito. Essa seria uma razão. Depois, eu quero viver em paz. Eu quero ter paz. Portanto, o perdão é a única alternativa.

Eu não quero que a minha vida seja ensombrada com as coisas negativas. Portanto, não quero que elas prolonguem no tempo. E sem dúvida que, como cristão, a minha motivação maior para perdoar é o exemplo de Cristo. Nunca me posso esquecer que na cruz, depois de ter sido tão maltratado, Jesus diz, Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que fazem. Então, perdoar é uma decisão que visa libertar-me, a mim, dos maus sentimentos, não carece de imposição de condições, não tem como objetivo humilhar o outro, mas dar-lhe a chance até de ser melhor, de se regenerar, e é uma atitude, não um ato isolado.

Aliás, quando Jesus foi interpelado sobre quantas vezes devia perdoar, ele disse que não eram três, nem sete, mas eram setenta vezes sete. Pode ser doloroso, muitas vezes, perdoar, mas certamente é mais doloroso não perdoar, não é? Estamos agora na altura de fazer um pequenino intervalo, são apenas dois

Guia de estudo

minutinhos, voltamos já a seguir com uma oferta muito especial para si. Então, até já. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Já estamos na nossa segunda parte do nosso Ser Família de hoje e, como prometi, temos esta oferta para si. Lar doce Lar. É um guia de estudo totalmente gratuito, é mesmo uma oferta para si, que tem assuntos como lidar com os traumas familiares, o que fazer para salvar um lar em crise e tem precisamente um capítulo sobre o perdão, que é o assunto que nos traz no programa de hoje. E para receber este guia de estudo, esta revista, basta enviar-nos uma mensagem, um SMS, a dizer LAR DOCE LAR para o 933 939291.

Vamos continuar, nesta segunda parte, com o nosso último segredo. E que segredo é esse?

A fé e a religião

Muito bem, então tivemos a falar aqui sobre este segredo fantástico que é o perdão. E agora, para introduzir este último, deste conjunto de sete, eu vou contar talvez alguma coisa da minha vida pessoal. É a história que eu conheço melhor, afinal de contas. Eu, quando me casei, casei-me com a certeza de que estava a fazer a coisa certa. Eu gostava muito e gosto, não é, da minha esposa. Pensei muito na família de origem dela, porque, de facto, era uma família crista, uma família muito boa.

Tínhamos ideais, sonhos, valores semelhantes. Ambos éramos jovens, tínhamos a nossa formação académica, a minha completa, a dela estava bem caminhada também para se completar. Diria que, humanamente falando, as coisas estavam bem caminhadas, não é? Estaríamos preparados para sermos felizes para sempre, Não é? Agora, a realidade, não é? Quando nós chegamos, quando passamos aquela fase da novidade, da lua de mel, daqueles primeiros meses, não é?

Somos confrontados com o facto, é que nós não somos perfeitos. Nem eu, e ela, eu também vim a descobrir que não era perfeita, não é? E tivemos as nossas dificuldades. Aliás, ainda não encontrei um casal que me tenha dito que nunca teve problemas. Mas pode ser que haja, não vou descartar essa possibilidade. A esmagadora maioria dos casais tem problemas, tem conflitos. Alguns especialistas nesta área dos relacionamentos dizem que não é a questão dos conflitos que vai determinar o sucesso, mas é a maneira como se resolve os conflitos e alguém que dirá mesmo.

Não é sequer esta questão, é a maneira como eu trabalho o afeto e conservo o relacionamento e as coisas bonitas. Mas nestas questões, então, dos conflitos, das dificuldades, eu lembro-me como se fosse hoje e já faz uns bons anos. Naquele dia estava em casa e estava completamente frustrado. Tínhamos tido uma discussão, uma discussão que não tinha sido muito agradável E eu estava completamente desmoralizado, sem vontade de fazer nada, e a pensar no que tinha dito, no que tinha ouvido, e aquilo não soava nada bem. E eu pensei, mas o que é que eu faço agora com isto?

Até já nem me apetece trabalhar. Estávamos assim num ambiente tão tenso, que eu estava no escritório, Eu pensei, olha, vou me ajoelhar, vou falar com Deus. E quando o fiz, foi como se Deus estivesse a querer-me dizer alguma coisa. E Ele me terá dito qualquer coisa como isto. Daniel, levanta-te e vai dar um abraço à tua mulher. E aquilo, as impressões na minha mente eram tão fortes. que eu quase que comecei a argumentar com estes pensamentos. Que é contra a natura naquele momento.

Exatamente, quer dizer, a última coisa que me apetecia era isso, não é? E eu disse, quase como se estivesse a falar com Deus, Deus, claro que sim, eu hei de dar um abraço, mas não é preciso ser agora, não é? E a voz parece que era mais insistente, assim, vai ter com a tua mulher e dá-lhe um abraço. Não, senhora, agora não, porque isto não é o momento adequado, há tempo para tudo, mas o certo é que eu... Comecei a ter dificuldade em resistir àquele pensamento que eu acredito sinceramente que Deus colocou na minha mente, não é? E contra tudo e contra todos, todos os meus sentimentos, eu levantei-me.

Fui até à cozinha, onde ela estava, com um espírito também muito afetado, e dei-lhe um abraço. E naquele momento o problema ficou resolvido e foi ultrapassado. Podia ter-se prolongado pelo resto do dia e, na pior das hipóteses, por alguns dias ou semanas, sabe-se lá quanto mais, não é? Portanto, o último segredo que eu gostava de deixar aqui, que eu espero que não seja um segredo para a maior parte das pessoas que nos estão a ouvir e a ver. Mas o que eu gostava de vincar é que é mesmo muito importante a fé e a religião no relacionamento do casal.

A Bíblia diz que todo o ser humano pecou e destituído está da glória de Deus. Nós somos pecadores. A Bíblia também ensina que, por causa desta nossa natureza, estamos um bocadinho fadados a passar por alguns momentos muito, mas mesmo muito desagradáveis, se não fadados à própria destruição, mas não fomos deixados sem ajuda. Jesus disse que vinha para nos ajudar. Ele veio para nos salvar. E ele disse mais, sem mim nada podeis fazer. E depois Paulo completa esta ideia, no fundo mostrando o outro lado da questão, quando ele diz, tudo posso naquele que me fortalece.

Portanto, eu gostava de sugerir que nós precisamos da ajuda divina. Às vezes os problemas estão acima das nossas possibilidades. São fortes demais para a nossa humanidade. Precisamos de ajuda sobrenatural. Precisamos da ajuda divina, não é? A Bíblia descreve aquilo que são as obras da carne, ou seja, naturalmente nós vamos cair. São uns buracos que existem pelo caminho e se eu não caio num, caio noutro. E Paulo descreve isto como adultério ou imoralidade, impureza, laxívia.

Há uns nomes que até não usamos muito no dia-a-dia, não é? Idolatria, feitiçaria, estas coisas... do oculto, inimizados, mas vejam aqui, contendas, ciúmes, iras, plejas, tudo isto tem a ver com o relacionamento, disensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, já agora Jesus disse quando tenho ódio no meu coração, é como... é tão grave, quer dizer, humanamente não, mas vamos dizer, é o primeiro passo para cometer um homicídio, matar, não é? As bebedices, as glutonarias, enfim, há uma lista de coisas enorme que naturalmente se vê no dia-a-dia das relações humanas, no ser humano, no seu natural, mas Paulo também diz, o fruto do espírito é, ou seja, o resultado de haver uma vivência espiritual ajuda divina é...

Um relacionamento com Deus. Um relacionamento com Deus é amor, alegria, paz, paciência, bondade, mansidão, domínio próprio. Bem, é tudo isto que nós queremos e precisamos de ter. Mas, Daniel, isso não é automático. Não é? Nós somos cristãos e continuamos a ter problemas nos nossos relacionamentos. Claro. Isso é um trabalho diário e constante do relacionamento com Deus. A pessoa não pode esperar passar por um batismo, por uma entrega a Deus, e todos esses dons, no dia a seguir, estão lá em casa. Isso seria maravilhoso, não é? A gente embrulhava uma prenda e dizia assim à esposa, olha, amanhã já sou um homem novo com todos estes predicados. Isso é um trabalho, eu diria, até do casal ao longo de toda uma vida.

É toda uma vida. Isto é um processo. É uma espécie de curso no qual nós nos matriculamos e nunca acabamos. E temos que estar sempre despertos porque a tendência é que a nossa natureza caída se manifeste. E então eu tenho que renunciar a esta natureza, humilhar-me diante de Deus, pedir a ajuda divina e poderíamos até ligar estes dois passos entre si, porque é Deus que me vai convencer também das minhas próprias fraquezas e vai-me levar a ser humilde, pedir perdão, resolver isto e depois, ao longo de toda uma vida com Deus, eu vou-me tornar dependente dele e gradualmente vou manifestar estas características de caráter, que é o fruto do espírito, que tão bem fazem um relacionamento.

Obrigado, Daniel. Na verdade, são alguns segredos que, na realidade, não seriam muitos segredos, não é? A maior parte de nós até já sabe que isso é um problema em nós e afeta os relacionamentos. Mas é bom sempre recordar.

Encerramento

Lembro, então, que este é o último programa desta série. Todos eles estão disponíveis em podcast. Já partilho essa informação consigo. Mas dizer e lembrar a oferta que estamos a fazer para si. Lar, doce lar. Neste programa em concreto falámos de dois segredos. Começámos com o perdão e depois o último, Deus. Aqui neste Guia de Estudo vai precisamente encontrar esses dois segredos. O Guia de Estudo fala sobre perdão, também acompanhado de vários textos bíblicos que mostram a vontade de Deus para os nossos conselhamentos. E o melhor de tudo é que é mesmo totalmente gratuito. Basta enviar uma mensagem para o 933-939291, a dizer Lardo ou Celar, e depois mesmo nós entraremos em contacto consigo para lhe podermos enviar gratuitamente pelo correio para a sua casa.

Como estava a dizer, esta série termina por aqui. O Ser Família, claro, esse vai continuar. Para a semana estamos de volta com uma nova série, mas todos os programas estão disponíveis em podcast em radioercess.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. É um prazer estar na sua companhia. Até ao próximo programa, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Perdoar é esquecer? Será possível reconstruir a confiança depois de uma mágoa? E que lugar deve Deus ocupar num casamento e na vida familiar?

Série
Ser Família · 67 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 59
Estreou
13 de Julho de 2026
Categoria
Família
Apresentação
Daniel Galaio
Convidados
Daniel Bastos