Barreiras na Família a Dois I - Prioridades Baralhadas
Ser FamíliaT1 · E60

Barreiras na Família a Dois I - Prioridades Baralhadas

31 de Agosto de 202627 min

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Cá estamos para mais um programa Ser Família e também para uma nova série. As séries sucedem-se porque os assuntos na família, esses, não se esgotam. Tenho comigo mais uma vez Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Obrigado. Tu deste como nome, título para esta nova série, Barreiras na Família A2, portanto, barreiras entre o casal. De uma forma genérica, qual vai ser o assunto que nos vai levar ao longo dos próximos episódios? Barreiras são obstáculos que impedem que alguém possa seguir um determinado percurso. Este ano tivemos o problema das tempestades e tivemos aí muitas estradas impedidas e algumas lá perto de onde eu moro ainda estão impedidas com obstáculos, com barreiras, não é?

Se pensássemos num rio, poderíamos falar aqui de uma barragem que impede o curso. É verdade que depois produz energia. No caso dos relacionamentos, Elas também produzem tensão, não é? O que não é propriamente desejável para o relacionamento. Então, são no fundo aquelas coisas que podem impedir que um relacionamento possa alcançar o seu nível máximo de satisfação, possa ser algo agradável, algo que traz a satisfação que todos desejam, no fundo, não é?

E para esta série, eu, há uns anos, conheci o material de um senhor, chama-se John Regeer, Ele trabalha como terapeuta familiar, também é cristão, e criou um método de aconselhamento fortemente baseado na Bíblia. No inglês, o seu dossiê, vamos dizer assim, o seu manual, chama-se Bible Concepts Counseling. Conselhamento baseado em conceitos da Bíblia, E a premissa que ele utiliza é que se nós identificarmos essas barreiras e se conscientemente e baseado na vontade e na ajuda divina nós removermos essas barreiras, então o resultado será satisfação natural, não é?

Se não houver nada a impedir o curso, de um pequeno fio de água, ele vai alcançar, vai seguir o seu caminho natural.

Prioridades baralhadas

E aqui a ideia é exatamente essa, não é? Portanto, É disso que vamos falar agora durante alguns programas. Então, diria eu, qual é a primeira barreira, qual é o tema que escolheste para este primeiro episódio? O primeiro tema que vamos apresentar, Jean Reguier chama de valores temporais. Para tornar isto um bocadinho mais compreensível, nós vamos chamar de prioridades baralhadas. A grande questão que cada pessoa deve colocar no seu dia-a-dia é o que é verdadeiramente importante para mim.

Dou aqui um exemplo. Poucas pessoas iriam admitir que dizer, por exemplo, que para mim o importante é o dinheiro. Mas no dia-a-dia e na prática, nós vemos que é mesmo o dinheiro, não é? Por outro lado, muitas pessoas dirão, para mim o importante é Deus, é a família. Mas depois, na prática, nós vemos que Deus e a família não são assim tão importantes porque as decisões são tomadas... com base noutras prioridades. Por isso, eu costumo parafrasear um amigo meu que dizia que a coisa mais importante é fazer com que a coisa mais importante seja a coisa mais importante.

Fantástico. Eu diria que já é uma frase icónica. Então, quais podem ser algumas dessas prioridades que podemos baralhar no nosso relacionamento a dois. Bem, João Reguir menciona algumas. Ele, por exemplo, fala sobre o trabalho. Sim, claro. Pode-se tornar numa prioridade a carreira, o emprego, o dinheiro, as posses materiais, as coisas, o prestígio, a posição, o status, Também os hobbies, que têm o seu lugar, mas podem se tornar numa prioridade, eu diria quase uma obsessão, não é?

Já vi em alguns casos isto acontecer, as atividades recreativas, o desporto, por exemplo, não é? quando, por causa do meu clube de futebol ou daquele que gosto mais, eu acabo por desprezar a família e outras coisas que, de facto, racionalmente, eu até considero como mais importantes. Excessiva atenção aos divertimentos. Hoje em dia, nós notamos muitas pessoas demasiado centradas na internet, nos computadores. Há um tempo atrás falava-se da televisão. para algumas pessoas talvez ainda continue a ser, ou então meramente alvos, objetivos pessoais que acabam por sobrepujar a outros interesses que deveriam ser mais prioritários.

Tu mencionaste vários, que muitas pessoas acabam por escolher esse como a sua prioridade, mas ainda há aqui a outra realidade, que é, posso não ter um desses como sendo prioridade de tudo, mas posso, dentro desse pacote, ter vários que são as minhas prioridades. Ou seja, não é um, não são dois, mas três ou quatro acabam por estar acima de coisas que são mais importantes. Porque isso, eu diria, ainda pode ser o mais comum. Nós não valorizarmos o que é o mais importante e depois irmos valorizando partes ou bocadinhos de todas essas coisas que nos foste dizer. Distraímos-nos com várias coisas que, não sendo as mais importantes, são aquelas que absorvem mais... Fazemos do pacote o mais importante, não é?

Exatamente. Poderá acontecer, exatamente. A pergunta que te faço a seguir é quase lapalice e necessário de fazer. Então, o que fazer? Ou seja, como é que estas coisas todas não deveriam ser a nossa prioridade? É, eu tenho que, de facto, ser muito objetivo e procurar lembrar-me a mim próprio do que é que é realmente o mais importante, porque todas as coisas que não são as mais importantes não têm em si próprias a capacidade de dar aquilo que eu preciso para satisfazer as minhas necessidades emocionais, que são mais básicas e essenciais, não é?

Quando estas prioridades baralhadas, normalmente elas estão centradas em mim mesmo, não é? E em prazer imediato e por aí fora. Exatamente. O que é que acontece? É que quando eu deixo-me enredar por estas prioridades que não deveriam ser prioridades, não é? Com estas outras coisas, eu tendo a ser mais egocêntrico, Eu acabo por desprezar aquilo que realmente é vital, é importante, por outras coisas que são efêmeras. Eu vivi a minha infância em Angola, dou muitas graças a Deus por isso, porque foram tempos fantásticos, não é?

Mas quando regressei aqui ao nosso país, em 1975, eu tinha nove anos, era uma criança, não compreendia muita coisa, mas tive a lucidez suficiente para perceber que muitas coisas eram absolutamente efêmeras. porque vi muitas pessoas. Eu tive quase uma semana no aeroporto de Luanda à espera que o avião que nos transportou finalmente estivesse a postos para o fazer, mas eu vi quantidades e quantidades de pessoas que tinham deixado tudo para trás. E que a única coisa que trouxeram foram umas malinhas, não é?

Lembro-me que, na altura, o dinheiro que nós tínhamos, sabíamos que, quando chegássemos a Portugal, não valia nada. Eu achei um piadão, porque a minha mãe tinha algum dinheiro, mas nas lojas não havia nada. Aliás, estavam quase todas fechadas, estávamos num ambiente de guerra, com riscos tremendos. Nós não podíamos sair do aeroporto. E lembro-me que numa daquelas pequenas oportunidades, ouvia-se tiros, numa daquelas poucas oportunidades, ela saiu ali um bocadinho e como não tinha onde gastar o dinheiro, ela comprou um bilhete de loteria.

E eu, no meu raciocínio de criança, pensei assim, nós nem sequer conseguimos gastar o dinheiro que temos aqui, para que é que ela quer mais dinheiro? E era tudo tão efêmero, não é? Portanto, o dinheiro, as posses, aquilo não tinham qualquer valor, não é? Naquele contexto em que nós tínhamos que deixar tudo para trás.

Exemplos práticos

Fantástico. Eu vou aproveitar agora que terminaste a tua história para fazer só um pequenino intervalo. São apenas dois minutinhos. Já voltamos para a segunda parte. Até já. TV Novo Tempo. O canal da família. O canal da esperança. Estamos de volta para lhe trazer a segunda parte do nosso Ser Família de hoje e, como sempre, temos uma oferta especial para si. O que tenho para si hoje é o Guia de Estudo Lar, Doce Lar. Um guia de estudo preparado por vários especialistas para nos ajudar, no contexto familiar, a lidar com os desafios que normalmente acontecem.

Conhecê-los, saber como evitá-los, mas também quando eles se instalam, como ultrapassá-los. É acompanhado de um conjunto também de textos bíblicos para que também conheçamos a vontade de Deus para cada uma das situações que nos são apresentadas. e o melhor é que é mesmo totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 939291 a dizer Lar Doce Lar. Depois a nossa equipe entrará em contato consigo para lhe fazer chegar este guia de estudo totalmente gratuito à sua casa pelo correio. Não hesite, já sabe, 933 939291. Tu acabaste por dar o teu próprio exemplo antes do intervalo, para falar precisamente sobre este assunto, mas sei que tens mais exemplos que queres partilhar connosco, não é?

Exatamente, de prioridades baralhadas. Eu tive um professor, psicólogo, Mário Pereira, e lembro-me, numa das aulas, ele mencionar este caso De um homem, um médico, ele tinha uma carreira brilhante, recém-casado e tinha, enfim, uma ambição muito grande de prosperar na sua carreira médica e, obviamente, de também obter algum benefício financeiro com isso, não é? e ele terá feito um acordo com a esposa e disse-lhe qualquer coisa assim, olha, vamos durante sete anos, vamos trabalhar muito, não vamos poder ter muito tempo para nós próprios, mas depois iremos desfrutar a vida.

A esposa não gostou muito da proposta, mas como também era liciante, serem apenas só sete anos com um trabalho mais intenso, trabalhar de manhã à tarde, à noite, pouco contacto entre eles, Ela, enfim, apesar desse sacrifício, acabou por concordar. Passaram-se sete anos e ele já tinha, sem dúvida, construído um excelente pé de meia. As coisas tinham corrido mesmo muito bem, mas ninguém consegue parar quando as coisas estão a correr bem. E ele lembrou-se do que tinha dito, voltou a falar com a esposa e disse, olha, as coisas estão mesmo muito bem, mas eu acho que se nós tivéssemos mais sete anos...

Aí é que era mesmo bom, não é? A esposa... quase que não argumentou, mas desta vez ela de certeza que não estava contente com o plano que lhe estava a ser sugerido. Mas também não ousou desafiar a ideia do seu marido. O que aconteceu foi que ela foi murchando e murchando. Sentia-se vazia, solitária, o marido praticamente sempre fora. E então o que aconteceu com este casal é que ela deixou-se atrair por uma outra pessoa Na realidade, por um, vamos chamar de bom vivão, alguém que nunca tinha feito nada, nada na vida, mas fez uma coisa que aquele médico não fazia, que era dar atenção.

E então dava atenção, ouvia, muito compreensivo. Antes de terminar o segundo período de sete anos, aquela mulher pediu ao seu marido divórcio exigiu tudo que tinha direito e mais alguma coisinha e aquele homem ficou sem a sua esposa e ficou sem uma grande parte do capital que ele tinha querido juntar para desfrutar a vida. E aquele bon vivant que, enfim, moral questionável, não é? Poderíamos dizer, para não dizer outras coisas, não é? Acabou por, sem merecer, sem ter feito absolutamente nada a não ser aquilo que fez, que foi de dar atenção e de conversar, ilegitimamente, diremos, mas acabou por desfrutar de uma fortuna, não é?

E da esposa. E da esposa, que é aquele médico. Portanto, isto aqui é um exemplo de prioridades baralhadas. Eu até poderia dar um outro exemplo que também ouvi de um casal que escreveu e trabalhou muito nesta área, sobre uma senhora com grande ambição em termos de carreira. O seu filho, ela gostava muito, mas ela não tinha tempo para ele. E o menino foi aprendendo a viver sozinho, não é? Então, basicamente, havia alguém que o deixava na escola, que o trazia, ele passava numa daquelas lojas de comida rápida, de fast food, não é?

E era isso que ele comia, em frente à televisão, normalmente, também ganhou peso e pronto, era o estilo de vida. Até que um dia a mãe apercebeu-se. que aquele menino, agora já era um rapazinho de 12 ou 13 anos, e tinha uma série de hábitos que não eram bons, e de repente a sua consciência de mãe disse-lhe que ela devia dedicar mais tempo ao filho. Quando ela se percebeu de que o problema era mesmo grave com aquilo que se passava com o filho, ela até foi mais radical.

Despediu-se. Ela deixou o emprego e então veio para casa porque agora, sim, ia acompanhar o filho. E no primeiro dia em que estava em casa, ela preparou uma refeição, do ponto de vista nutritivo, muito bom. A mesa com a louça de porcelana e tudo o que de melhor havia. e sentou-se à mesa à espera que o filho chegasse da escola para almoçar. E quando o filho chega, já ele traz consigo uns dois ou três sanduíches, umas batatas fritas e mais uns refrigerantes. E ela sentada à mesa, na expectativa de que o filho se juntasse, ele senta-se no sofá, liga a televisão e começa a comer a comida que ele trazia.

E a mãe disse, não filho, vem e senta. E ele disse, não mãe, eu estou acostumado, é assim que eu quero, é assim que eu faço. E a mãe caiu numa depressão imensa porque percebeu que ia ser muito complicado e que ela tinha desperdiçado o melhor período da vida do seu filho para

O ensino bíblico

acompanhá-lo e que agora provavelmente já não ia ter tempo de fazer uma grande diferença. No início do programa, tu mencionaste que a Bíblia seria o manual de referência para toda esta série. A pergunta é quase óbvia. O que a Bíblia nos ensina sobre este tema das prioridades baralhadas? Há vários textos bíblicos que abordam esta questão. Por exemplo, numa conversa que Jesus tem num lar, onde vivem três irmãos, Marta, Maria e Lázaro, Jesus vai se dirigir a Marta. que era aquela que estava mais ocupada, e vai corrigi-la, vai, de alguma forma, dizer-lhe que ela estava com as prioridades baralhadas.

E vai-lhe dizer, olha, Marta, tu estás preocupada com muitas coisas. mas uma só é necessária. Ou seja, dá prioridade àquilo que é prioritário, como neste momento está a fazer a tua irmã Maria, não é? É um exemplo bíblico. Outro exemplo é um Salmo escrito por Moisés, que é o Salmo 90. que diz-nos claramente que esta questão do tempo é tão efêmero e usa uma linguagem até poética. Mil anos são como um dia, mas um dia para nós é isto e passa, ele passa. É como uma corrente d'água. A vida é como um sono.

Cresce de manhã As ervas crescem de manhã e no final do dia parece que já desapareceram. O próprio Salmo diz que a nossa vida são de 70 anos. Eu nem acredito que já tenho quase 60 anos. Eu ainda me sinto um rapazinho. Tudo passa tão rapidamente, não é? Se eu não tivesse aqui o cartão de cidadão para provar que é mesmo assim e alguém me contasse, eu dizia, não, não é verdade, estão-me a enganar. Mas é mesmo assim, a vida passa muito, muito depressa. Por isso, Moisés, ele faz este apelo.

Olha, ensina-nos a contar os nossos dias. Ajuda-me a gerir bem a minha vida. Ajuda a ver se eu estou a colocar as prioridades no lugar certo, porque Se não o estiver a fazer, algumas coisas podem acontecer. A Bíblia, em provérbios... Desculpa, Daniel, mas tu disseste alguma coisa que eu queria sublinhar ou pelo menos dar um pouquinho mais de destaque, que é... Então, esse texto mostra-nos que eu posso não ter, não só a verdadeira percepção da autonomia, para eu mesmo reconhecer quais são as minhas prioridades. Ou seja, provavelmente eu vou precisar de recorrer à Bíblia, recorrer ao próprio Deus, para que Ele me mostre a mim mesmo as nossas prioridades.

Ou seja, a perceção pode estar fora de nós, é isso? Exatamente. Ensina-nos. Precisamos de ser ensinados, precisamos de aprender. Porque nós tendemos a valorizar aquilo que gostamos mais, é por isso? Porque muitas vezes nós somos simplesmente arrastados. Tudo é tão rápido, não é? Eu tenho ouvido pessoas, tenho lido pessoas que dizem que é como se eu tivesse entrado numa loja com 20 anos, e de repente eu saio da loja e tenho 70 anos. Estou a pensar no caso de um homem que tem uma vida como comerciante, mas que foi super intensa. E quando ele se deu conta, a vida já tinha passado.

E eu preciso de parar e preciso de aprender porque senão eu posso um dia acordar e é tarde demais. E perceber que passaram por mim grandes oportunidades. Passaram por mim fases importantes da vida. Um relacionamento que eu deveria ter tido com pessoas que são as mais importantes e com Deus. e não o estive, não é? A Bíblia diz que uma pessoa que leva uma vida com prioridades baralhadas tem a sua casa perturbada, tem a tendência de se afastar de Deus, não é? Porque ela é absorvida por tantas outras coisas.

Ela também fica mais vulnerável a certos desejos, a certas tentações, não é? Ela depois, um dia, vai ter a sensação de ter sido iludida ou de ter sido enganada. Enganada, muitas vezes, por si própria. Por isso é tão importante nós refletirmos. Eu termino aqui só com uma experiência de laboratório. um ratinho, num laboratório, tentaram examinar e comparar, puseram alguns ratinhos isolados, outros em contacto uns com os outros, com vários ratinhos, e Num outro ratinhos também, mas além deles terem contato uns com os outros, havia a filha do investigador, que gostava muito de ratinhos, e ela tinha a liberdade de brincar com eles e de acariciá-los.

Quando foram verificar o resultado, verificaram que, em termos de longevidade, de saúde e de outros indicadores de saúde, aqueles que viviam isolados eram os que tinham os piores, Depois, o grupo que tinha contacto entre si e os que tinham melhor resultados eram aqueles que, além de brincarem entre si, tinham tido o afeto, o carinho daquela criança que brincava com eles. Uma conclusão que podemos tirar desta investigação é de que nós fomos feitos para nos relacionarmos uns com os outros e disso depende a nossa saúde, a nossa

Como estão as suas prioridades

vida e o nosso bem-estar, mas também fomos feitos para nos relacionarmos com um ser superior a nós. E disso também depende a nossa felicidade. Impressionante. Obrigado, Daniel. Parece que está desse lado, a pergunta é quase óbvia. Como estão as suas prioridades? Já pensou nisso? Se calhar seria interessante todos nós gastarmos algum tempo a pensar nas nossas prioridades. E se desde logo já reconheceu que algumas delas não estão no seu devido lugar? Pois bem, tenho uma oferta muito especial para si. Este guia de estudo, preparado por vários especialistas, aborda precisamente alguns dos problemas das prioridades mais esbaralhadas no contexto familiar.

Não só para nos ajudar a perceber essas mesmas prioridades, mas para nos ajudar a colocar as coisas certas no seu devido lugar. E o melhor é que é totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 939291 e depois nós mesmos entraremos em contacto consigo para ele enviar este guia de estudo. Na mensagem deve escrever LAR12LAR. Mais uma vez despedimos-nos, damos início a uma nova série, mas todas as séries anteriores estão disponíveis em podcast em radarss.pt e no YouTube da Novo Tempo Portugal. Esta série ainda nos vai levar ao longo de alguns programas, por isso não perca nenhum episódio. Marcamos encontro consigo para a semana. Até lá, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Sente que a rotina e o trabalho estão a afastar o seu casal? Descubra como reorganizar as suas prioridades para proteger o seu casamento hoje mesmo. 🤔

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 60
Estreou
31 de Agosto de 2026
Categoria
Família
Apresentação
Daniel Galaio
Convidados
Daniel Bastos