Mais uma vez quero enviar-lhe um grande abraço. Obrigado por estar desse lado, na companhia de mais um Ser Família. Estamos no quarto episódio desta série que chamamos Barreiras na Família A2 e nos episódios anteriores já falámos sobre prioridades baralhadas, amargura e moralidade. E, no programa de hoje, vamos trazer-lhe mais um assunto para nos falar sobre isto. E, como sempre, Daniel Bastos, mais uma vez, bem-vindo. Obrigado. Daniel, é o quarto episódio, ainda com muito para falar sobre barreiras na família. Elas são muitas. Qual foi o tema que escolheste para o programa de hoje?
Infelizmente são muitas. Parece que há muita coisa que pode bloquear os relacionamentos e o percurso de todos que querem ser felizes e querem fazer outros felizes. Isso explica porque tantos casamentos não resultam. Exatamente. Aquilo que temos hoje é um tema que muitas vezes nós não nos apercebemos que ali existe, mas ele está quase sempre presente. É o orgulho. É o orgulho. É o orgulho que afeta a todas as pessoas. E quando falamos de orgulho, tipicamente estamos a falar sobre uma visão exaltada de si mesmo, em relação aos outros, um foco muito na própria pessoa, Também se manifesta na necessidade de controlar os outros, porque eu é que sei, eu é que posso, tudo centrado em mim, no desejo, na necessidade, quase diria, de impor as nossas ideias e desejos sobre os outros.
Normalmente o orgulho é expresso através de palavras, não é? Através de atos. Muitas vezes, até nesta atitude, eu não preciso de ninguém, eu sei fazer isto sozinho. Nós fomos criar... Até com dificuldade em delegar, precisamente. Exatamente. a falta de confiança, na realidade nós fomos criados para vivermos em sociedade, nos relacionarmos uns com os outros, na família e também no trabalho, em geral, não é? Para sermos interdependentes, não é? Eu sempre preciso de alguém, não é? Quando há uma greve que me afeta, também, eu começo a perceber Quão importante aquela pessoa era para mim, não é?
Às vezes aqueles que recolhem o lixo ou que prestam serviços, seja na área da saúde. Nós somos todos dependentes uns dos outros. Não podemos dizer que somos átomos independentes e não precisamos de ninguém. Nós precisamos uns dos outros, não é? Mas o orgulho faz-me pensar que não. Faz-me pensar que não. O orgulho também é expresso na forma como nós pensamos, na forma como nós reagimos, não é? E depois isto afeta o dia-a-dia das pessoas, a maneira como estamos. Por exemplo, numa conversa, eu posso dizer que ainda recentemente, foi curioso, mas estava num grupo, eram só homens, estávamos ali a conversar, e havia um dos senhores que era...
falava mais e conversava mais e tinha um discurso um bocadinho centrado em si próprio, não é? Eu fiz, eu aconteci... Muito eu. Muito eu. E eu achei interessante porque gradualmente as pessoas que estavam, eram vários homens, um saiu, depois saiu o outro. Quando eu dei por ela, eu estava sozinho com aquele senhor, porque... provavelmente ninguém o queria ouvir, não é? Porque era um discurso muito centrado em si próprio, não é? O orgulho também afeta as nossas prioridades. as nossas atitudes, as nossas decisões, acaba por afetar a forma como nós servimos ou trabalhamos, o nosso ambiente de trabalho e, obviamente, os nossos relacionamentos são muito afetados pelo orgulho.
acabam por não prover aquela satisfação, quer de uma parte, quer da outra, não é? Porque eu, para ter satisfação no meu relacionamento com a outra pessoa, eu tenho que conseguir ver a outra pessoa pelo valor que ela tem, pelo bem que ela tem, e se eu olho sempre de cima para baixo, então eu estou na prática, aos meus olhos, a desprezar aquela pessoa. E é difícil eu sentir prazer... Ou pelo menos não lhe dar o devido valor que ela merece. Exatamente. É difícil eu desfrutar de um relacionamento com alguém que eu não respeito. Alguém que eu não reconheço o valor, não é?
E, portanto, o orgulho põe-me nesta posição em que eu começo a estar cego para as qualidades, para o valor dos outros, não é? Até porque há uma necessidade de se alimentar a si próprio com o reconhecimento dos outros. E, portanto vão sempre procurando alimentar-se com aquilo que é o reconhecimento dos outros. E quando ele não acontece, alimentam-se a si próprios, não é? Exatamente. Por alguma razão, a Bíblia diz que nós devemos considerar os outros superiores a nós próprios. E atenção que isto não significa fazer de mim o coitadinho, que eu não tenho qualquer valor. Pelo contrário, Jesus diz, ama o teu próximo como a ti mesmo. O amor próprio, ou seja, a autoestima saudável, reconhecimento de que eu sou uma pessoa distinta, diferente, com capacidades próprias e que tenho o meu valor e que não tenho que comparar a ninguém, até certo ponto, isto é muito saudável.
A questão é, eu tenho que fazê-lo não em detrimento do outro, não é? A autoestima saudável ajuda-me a ver o bem que há nos outros também, o valor que há nos outros, e tratá-los com respeito, com dignidade, não os considerando inferiores a mim próprio. Ora, isto é uma condição para um bom relacionamento. Ou seja, é onde está o nosso foco. Se o nosso foco está no outro, ou se está em mim. Se o nosso foco está no outro, eu consigo ver as qualidades que o outro também tem. Só que isso, Daniel, torna, sobretudo no contexto da família e dos relacionamentos que estamos a falar, torna muitas vezes as relações pouco satisfatórias para aquele que é orgulhoso.
Porque o outro nunca vai estar à altura dele. As conversas nunca vão estar à altura, os pensamentos, as decisões. Ou seja, torna muito difícil um relacionamento. É, eu diria que é mesmo muito difícil, não é? E como dizias, é o foco. A pessoa orgulhosa, o seu foco é olha o que eu sei, olha o que eu tenho, olha o que eu posso, o que eu fiz. É tudo centrado em si próprio, não é? Tu já disseste um pouquinho, já mencionaste a Bíblia em Odeleve, mas de uma forma mais concreta, o que é que a Bíblia nos diz sobre isso? A Bíblia tem muito a dizer sobre isto. Para começar, a Bíblia nos apresenta Jesus como modelo. E quando Jesus nos é apresentado como modelo, vemos Ele Próprio a dizer, aprendei de mim que sou manso e humilde.
Ou seja, é o oposto do orgulho, não é? Ele apresenta-se como humilde. É o apóstolo Paulo que diz assim, tendo em voz o mesmo sentimento que houve em Cristo. Portanto, a Bíblia estabelece um modelo, e esse modelo é alguém humilde, é Jesus. Depois, nós temos uma quantidade de textos bíblicos em que o orgulho é claramente condenado. Nós temos, por exemplo, Deus a dizer que aborrece a soberba, não é? É uma forma de orgulho, não é? Há um outro texto bíblico que fala sobre os olhos altivos, a pessoa que olha de alto, a este Deus abate, diz o texto bíblico, e eu estou a citar o livro de provérbios que fala extensivamente sobre isto, os salmos também.
A Bíblia diz que aquele que tem olhar altivo e coração soberbo, a estes não suportarei. Portanto, isto é de facto algo que Deus abomina. Aliás, Ele diz que todo arrogante de coração lhe é abominável. É uma palavra forte, não é? Isto cria, de facto, aqui bastante... vai contra tudo aquilo que Deus é, na prática, não é? Tiago, capítulo 4, 6, diz que Deus dá graça aos humildes, mas resiste aos soberbos.
Portanto, nós sabemos que não é apenas Deus que tem esta opinião. Na realidade, todos nós, quando estamos em contacto com outros seres humanos e encontramos uma pessoa humilde, nós sentimos-nos atraídos, simpatizamos imediatamente. Uma pessoa que, no seu discurso, é humilde, nós apreciamos isto. Por outro lado, quando uma pessoa está ali a vangloriar-se, a exaltar-se a si próprio, ninguém se sente bem, não é? Esta é a verdade. A Bíblia, inclusivamente, faz-nos ver que este é um problema que terá uma prevalência muito grande Nos nossos tempos, a Bíblia fala sobre o fim do tempo, a segunda volta de Jesus, e diz que nos últimos tempos os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes.
É uma forma de falar aqui do orgulho com vários sinónimos. E a Bíblia diz que A pessoa orgulhosa, isto é um texto de Apocalipse, capítulo 3, versículo 17, quando se está a falar ali sobre Laodiceia, a pessoa orgulhosa, ela nem consegue perceber os seus próprios defeitos. É qualquer coisa, é uma cegueira absoluta. Por isso, eu diria que é, talvez, das barreiras, uma daquelas que oferece menos esperança. Porque se eu me apercebo das minhas dificuldades, e todas as temos, Então, há aqui uma chance de que eu vou reconhecer e vou trabalhar, mas se eu nem sequer vejo o meu próprio problema, então a esperança é nula, não é?
Temos que realmente pedir graça a Deus. E é interessante que a Bíblia nos fala, neste universo houve uma grande rebelião e o que deu origem a esta rebelião E poderíamos dizer, a primeira de todas as grandes guerras foi o orgulho. Há um ser que foi criado perfeito, mas que, em algum momento, ele se exalta a si próprio. Estamos a falar de Lúcifer ou de Satanás, como também é conhecido. Este é o primeiro problema. que surge no Universo. É isto que vai causar uma guerra no Céu.
Imagina, uma guerra no Céu. E é isto que tem feito surgir muitas guerras aqui na Terra também. E em muitas casas. Quando damos espaço para que o orgulho se instale, um passo para o narcisismo é
muito curtinho, não é? Enfim, vamos fazer um pequenino intervalo. Voltamos já já a seguir para a segunda parte e com uma oferta especial para si. Até já. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para esta nossa segunda parte do Ser Família de hoje e, como sempre, temos em cada programa uma oferta para si. Hoje voltamos a oferecer o Guia de Estudo Lar, Doce Lar, preparado por especialistas que abordam os grandes desafios no contexto familiar, mas também como os podemos evitar e até mesmo ultrapassar. Estamos a falar da vontade de Deus para a família e aqui vai encontrar precisamente textos bíblicos que suportam todos esses conselhos que devemos ter no nosso LAR.
Se gostaria de receber gratuitamente este guia de estudo, é muito simples, só alcança apenas do envio de uma mensagem a dizer LAR do Ocelar para o 933 939291.
O número está também em rodapé, não hesite, faça-nos chegar então esse SMS, essa mensagem a dizer LAR do Ocelar, que depois nós mesmos entraremos em contacto consigo para lhe podermos enviar este guia de estudo gratuitamente para a sua casa. Estamos a falar de orgulho. E egocentrismo e orgulho são quase sinónimos, mas estão fortemente ligados um ao outro. Completamente, Daniel. O orgulho pode surgir, muitas vezes, a partir da prosperidade. Na Bíblia encontramos a história de Nabucno-Luzor, em que ele diz que não foi esta a grande Babilónia que ele construiu, Temos aqui um exemplo de orgulho baseado na prosperidade, na realização.
Ou então pode estar também assente no conhecimento, não é? O apóstolo Paulo, por exemplo, era um homem que tinha uma cultura imensa e ele manifestou mais tarde que ele também era uma pessoa que tinha este problema. pode estar baseado ou surgir a partir do sucesso. É sempre uma tentação que podemos ter. O pecado, desejos pecaminosos. Enfim, quando nós começamos muito cedo a ter responsabilidades, podemos nos exaltar um bocadinho. ou até mesmo quando somos dotados de dons e talentos, que eles existem efetivamente, ou seja, não é só falsamente perceptivos, que as duas coisas acontecem, mas eu até posso ser uma pessoa que reconheço, e entre pares, que tenho alguns dons e talento, e deixar que isso, que apesar de ser verdade, me afeta e me torna orgulhoso.
Exatamente. Então, este nós diríamos que é o orgulho óbvio. quando eu tenho um foco naquilo que eu tenho, que me faz tentar pensar que eu posso ser melhor que alguém por causa disso. O Daniel, desculpa interromper, porque é algo que nós, enfim, certamente tu conheces pessoas que tu reconheces alguns traços, não é? Todos nós, de alguma forma, somos orgulhosos. Também não vale a pena esquecer isso. Nalgum momento nós nos precisamos da afirmação própria e caímos no enredo do orgulho. Mas, sim, há pessoas que nós reconhecemos que têm ali traços mais vincados. Só que, por um lado, têm aquelas pessoas que são orgulhosas e, talvez fruto da sua cegueira, o dizem abertamente.
e diz, eu sou melhor que os meus pares, eu sou o melhor, e não tem empeio nenhum em o afirmar. Poderíamos dizer alguma forma de arrogância. Exatamente. Mas há outros mais subtis, às vezes até escondidos atrás de uma falsa humildade, mas que não deixam de ser orgulhosos. Exatamente. Não são tão... Expansivos. Não se expõem, mas sentem. E isto acaba por afetar a forma como depois se relacionam com as pessoas. É que lá acabam por superiorizar, não é? Mas são mais sutis. Exatamente, são sutis. Mas existe um outro tipo de orgulho, que não é este orgulho óbvio, mais ou menos exposto, que é o orgulho, poderíamos dizer um orgulho escondido.
E este está muito relacionado com uma outra barreira sobre a qual nós já falamos aqui, que tem a ver com a amargura, que é quando eu me foco na minha dor interior. Pode surgir de sentimentos de rejeição, autopiedade, incapacidade de ver para além de si próprio e da minha própria dor. Então, vamos dizer, quando alguém não quer perdoar por orgulho, estamos a falar exatamente disto. É, novamente, um egocentrismo, porque eu me foco não num sentimento de superioridade, mas na minha dor. e não abre mão dessa atitude. Até usamos a expressão orgulho ferido, não é? Orgulho ferido.
Exatamente. É uma outra forma de orgulho que também está presente e que é comum no ser humano. Esta pergunta é recorrente em todas estas séries, mas agora concretamente dentro do tema do programa de hoje, que é, então, como é que o orgulho afeta a pessoa? Bem, nós já também o mencionamos, os relacionamentos provavelmente são da área que mais acaba por ser afetada, porque por causa do orgulho, por exemplo, os conflitos inevitáveis que surgem das diferenças que normalmente duas pessoas têm na sua forma de ver e pensar não se resolvem.
Eu gostava de citar aqui Ellen White, uma autora que escreve muito sobre o tema da família também, e ela diz que cinco minutos seriam suficientes, no caso de um casal, para resolver a maior parte dos problemas se não existisse orgulho e egoísmo. Portanto, o que é que acontece? Aquele problema que já se arrasta há não sei quanto tempo, porquê é que não se resolve? Por causa do egoísmo, e do orgulho, e do egocentrismo da pessoa. Então, áreas que são afetadas na vida da pessoa, os relacionamentos, indiscutivelmente, o relacionamento com Deus também, não é?
Nós conhecemos a história do fariseu e do publicano que vão orar, aquele que é orgulhoso, ele acaba por não ter uma conexão com Deus, ao passo que aquele que se humilha diante de Deus e reconhece as suas faltas, ele acaba por receber graça, perdão e tem uma relação restabelecida com Deus, apesar, potencialmente, de ter feito coisas muito mais horríveis do que o orgulhoso, não é? Mas mesmo a pessoa que faz coisas boas e é orgulhoso acaba por atribuir a si mesmo os méritos e não a Deus, não é? Exatamente. É verdade. O que é que acontece também? A própria Bíblia diz que aquele que é orgulhoso acaba por trazer sobre si uma série de problemas.
Daniel, capítulo 29-23, Daniel... Provérbios 29-23, Daniel 5-20, falam sobre a queda. Por exemplo, na Bucto Nusor, aquele rei que se exalta a si próprio, depois ele é afetado por uma doença, a licoantropia, e ele é abatido até o pó. E, na prática, nós sabemos que é isso que se passa, não é? Provérbios 11.2 diz que aquilo que se exalta Bem, não é Provérbios, mas um outro texto bíblico de Jesus. Aquele que se exalta será humilhado e aquele que se humilha será exaltado. E Provérbios 11.2 também vai nessa linha.
Eu lembro-me de ter convivido, na minha adolescência, com um colega. Era um colega brilhante, brilhante. Ele era de uma inteligência acima da média. mas ele tinha um problema que talvez lhe tivesse sido incutido já em casa. Talvez os pais puxaram por ele e disseram-lhe que ele devia estar acima dos outros de alguma forma, consciente ou inconscientemente. O certo é que aquele rapaz era mesmo muito orgulhoso. Muito talentoso, muito orgulhoso. Ou seja, provavelmente hipervalorizado, não é? Exatamente. O que é que acontece? É que onde quer que este rapaz estava, eu sempre assistia à sua humilhação, porque ele se exaltava e vinha logo a resposta.
Às vezes até nos próprios professores, porque muitas vezes ele queria estar acima dos professores. E, claro, recebia a resposta, não é? E ele foi, tivemos em duas ou três escolas, E o percurso era sempre o mesmo. Ele chegava, queria dar nas vistas, depois acabava por ser humilhado. Então, a vergonha para a pessoa que é orgulhosa acaba por ser uma consequência.
Isto acaba por afetar a sua vida no seu todo, não é? Estamos mesmo na fase final do nosso programa e esta é a pergunta mais importante, mais vital. Quais são as nossas atitudes ou quais deveriam ser as nossas atitudes exatamente para evitar o orgulho? Alguns conselhos que nós encontramos também na Bíblia, não se louvar a si próprio. Deixem que sejam os outros a louvar-te, não te louves a ti próprio. Resistir é ver-se a si próprio como superior. Eu posso ter talentos e devo ser muito grato a Deus por isso. Mas os outros também os têm e os outros não são inferiores porque não têm os talentos que eu tenho.
Dar crédito a Deus por tudo, porque finalmente tudo que eu tenho e sou eu recebi, não é? Ter os outros em alta consideração. Rejeitar qualquer pensamento que nos exalta acima de Deus. Cultivar a humildade. reconhecer e confessar o meu orgulho, porque todos nós somos orgulhosos, renunciar, orar e recordar e ter bem presente o exemplo de Jesus, que foi exemplo em tudo. Neste minuto que ainda temos aqui, eu gostava só de recordar o encontro com duas pessoas. Uma vez, num autocarro, no avião, para embarcar, encontrei um jogador de futebol que conhecia dos jornais.
Quando me dirigi a ele, eu recebi um desprezo que eu nunca tinha recebido na minha vida. E eu achei aquilo incrível, não é? Pronto, é um jogador que não era assim muito conhecido até. Num outro episódio, eu lembro-me na minha juventude de ter estado, sem o saber, com um grande maestro, Herbert Blomstedt. É um maestro sueco, adventista, ele é um dos maiores, tem 90 e poucos anos, continua a reger as grandes orquestras. Mas quando estive com este homem, eu nem me apercebi quem ele era, porque eu não conhecia muito sobre música e coisa assim. Mas este homem foi de uma humildade. Até se ofereceu para me tirar uma fotografia, ele.
E eu achei que ele não sabia lidar com máquinas fotográficas, imagina. Mas impressionou-me muito que um homem que fosse uma sumidade mundial fosse tão humilde. E isto, sem dúvida, que é um exemplo a seguir. quanto mais humildes somos, mais disponíveis podemos estar para que Deus possa atuar nas nossas vidas. E Ele sabe melhor do que nós o que deve fazer. Estamos a chegar ao final do programa, mas queria mesmo lembrar, precisamente, a oferta que estamos a dar neste programa, este guia de estudo Lar do Ocelar, totalmente gratuito para si, cheio de dicas e conselhos para ajudar a superar os desafios no seu lar e, claro, com muitos textos bíblicos para saber também. como é a vontade de Deus, qual é a vontade de Deus para as nossas famílias.
Basta enviar uma mensagem para o 933 93 92 91. Despeço-me dizendo que este programa, que é o quarto desta série, mas toda a série está disponível em podcast em rádio rcs.tb.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Mais uma vez um grande abraço e marcamos encontro no próximo Ser Família. Até lá, se Deus quiser.
Sabia que o orgulho pode ser o maior obstáculo invisível no seu casamento? Descubra como esta atitude silenciosa destrói a harmonia familiar.