Estamos de volta. Vamos trazer-lhe mais um Ser Família. É um prazer enorme estar na sua companhia. Provavelmente, para si, que vive um relacionamento ou dois, já pensou que gostaria de saber qual o segredo para que um relacionamento desse sucesso e fosse feliz. Pois bem, nesta série de programas que lhe vamos trazer, não vamos trazer um segredo, mas sim vários. O que já não é segredo é quem está connosco. É mais uma vez Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Obrigado. Daniel, é um nome bastante interessante, este que tu trouxeste à nova série, Segredos de Família A2. Realmente é uma forma interessante de trazer, se calhar, alguns ensinamentos que nós, até na fase de namoro, gostaríamos de ter, não é?
É, com certeza. Este é um tema que tem um profundo impacto na nossa qualidade de vida, quando temos a possibilidade de viver a dois, de ter um companheiro, uma companheira. E já agora vamos nos debruçar nestes próximos programas sobre alguma coisa que também alguns especialistas foram descobrindo. E para o programa de hoje eu trago aqui o Dr. Mário Pereira. Tive a oportunidade de ser aluno dele já há algum tempo. É um psicólogo uruguaio e ele menciona neste livro que já agora tem um nome interessante, a Química do Amor, que está disponível na Publicadora Servir.
Ele menciona um estudo feito por Robert Sajón, um psicólogo americano, muito interessante. Ele coloca um grupo de pessoas, observadores, diante deles coloca uma quantidade de fotografias de pessoas adultas, basicamente casais, mas, portanto, fotografias frontais do homem e da mulher. O interessante é que destas fotografias, portanto, representavam 24 casais recentemente casados e outras fotografias de casais número igual, 24, de casais casados há mais de 25 anos.
Depois, tudo sobre a mesa e aquele grupo de pessoas tinha que unir os casais, descobrir quem era casado com quem. O interessante é que o nível de acerto nos casais casados há mais tempo era muito, mas mesmo muito superior aos... Que não acertavam. Aos que eram casais recentemente casados, não é? Não sei se alguém... Ah, ok. Já percebi. Ou seja, era mais fácil acertar com aqueles que tinham mais anos de casado do que acertar com aqueles que tinham menos anos de casado. Não sei se isso já aconteceu contigo, mas já aconteceu comigo. Por exemplo, alguém me dizer que eu sou muito parecido com a minha esposa ou vice-versa. Exato. E a pergunta... Isto não é uma coisa pontual, acontece muitas vezes.
Então, alguém tentou estudar este fenómeno. E existe um outro investigador sueco, Dinberg, é o nome de família, ele mediu a tensão de alguém nos músculos ao olhar para uma fotografia, por exemplo, de alguém angustiado ou aborrecido e verificou, através dos aparelhos que utilizou, que nós tendemos a imitar os gestos de quem contemplamos, não é? Ora, se vivemos com alguém 25 anos ou mais, já tivemos muitas oportunidades de observarmos, de contemplarmos. É o efeito mimificação, não é?
Vamos imitar. Exatamente. Eles chamam isto mesmo de mimetismo conjugal. E é muito interessante este conceito, porque é de facto incontestável, não é? Acabamos por imitarmo-nos, isto é, consciente e, sobretudo, inconsciente, a maior parte do tempo, acabamos por nos imitarmos um ao outro e acabamos por adquirir semelhanças físicas, não é? Neste processo. Então, eu penso que todos nós mesmo já experimentámos isso até no restaurante, no comportamento. Até o comportamento é diferente. Nós percebemos se é um casal recente, se é um casal que já vive há muitos anos. Então, que efeito é este?
O que acontece ao casal que vive 25 anos junto? Claro. Bem, dizia alguém, é um provérbio espanhol, que dizia que nós, pessoas que dormem no mesmo colchão, acordam com a mesma opinião. O que é que isto quer dizer? Na prática que nós vamos nos assemelhando fisicamente, mas a questão emocional e espiritual não é assim tão óbvia. Não é assim tão óbvia, porque às vezes, por dentro, as pessoas não se aproximam, distanciam-se. Henrique Rojas, um psiquiatra, ele chamou a um certo fenómeno de analfabetismo emocional, ou seja, Nós somos educados nas escolas, universidades, sobretudo com conhecimento abstrato, muito intelectual, mas às vezes somos incapazes de compreender os sentimentos da outra pessoa.
E chegar a esse ponto talvez nos colocaria na rota de descobrirmos o tal segredo do amor a dois, um amor prolongado, não é? Infelizmente isto não acontece na maior parte das pessoas, este analfabetismo impera e por isso acabamos por não compreender e não saber usar adequadamente as emoções nesta nossa relação, ou compreendê-las, não é? Daí que temos aqui um tema interessante, já que Poderemos ter dificuldades nestas questões, embora fisicamente as coisas sejam lineares porque acabam por acontecer, emocionalmente e espiritualmente não é bem assim.
Por isso, a razão do nosso programa Segredos de Uma Vida a Dois. Eu não vou esperar os nossos ouvintes e telespectadores mais.
Vamos então avançar com os segredos. Ok, de acordo com um outro pesquisador, Roberto Lauras, ele fez uma investigação com 351 famílias ou casais. E foi mais ou menos unânime que, da sua pesquisa, um dos segredos seria a capacidade de reconhecer e incentivar as qualidades ocultas do outro, as boas qualidades, digamos, não é? Trazer ao de cima o que há de melhor no outro. Nós ouvimos isto aí, às vezes até nos relacionamentos empresariais e motivacionais, mas...
um conseguir despertar no outro o que há de melhor. Sabemos que nem tudo é bom, não é? Mas é uma arte muito grande, num relacionamento a dois, conseguir fazer sair no outro tudo o que há de bom ou o que há de melhor, que às vezes está oculto. Eu acho que não é fácil. Eu pergunto-te diretamente, que tens alguma experiência no trabalho até de aconselhamento dentro de casais. Se tu perguntares quais são os defeitos do outro, provavelmente surge meia dúzia de repentinamente de defeitos. Mas se perguntares qualidades, fica muito difícil encontrar a segunda ou terceira. É exatamente porque normalmente e naturalmente não fazemos esse exercício. Eu poderia dizer que usando a questão que colocaste, se nós perguntarmos quais são os defeitos para um casal em crise, temos uma tempestade de ideias.
Aquilo vem ali arranjado. Quando perguntamos, nesse mesmo contexto, quais são as qualidades, então temos aí umas pinguinhas. Às vezes não vem nada. Às vezes não vem nada, não é? E as pessoas hesitam. Porquê? Porque estamos muito focados nos aspectos negativos. Mas a arte é tentar... Bem, como é que na prática nós podemos fazer isso? Bem, nós temos que ter o nosso próprio foco, não é? E dar valor àquilo que é positivo, incentivar o que é positivo. E depois, a forma como tratamos o outro, não é? Porque também há esta reciprocidade, se eu sou gentil, A tendência é eu trazer do outro também gentileza, não é?
A forma como eu trato a outra pessoa vai determinar ou vai condicionar um bocadinho também a resposta e aquilo que o outro vai fazer. Claro que cada um é responsável por aquilo que faz, não é? Mas eu posso incentivar o outro num bom sentido ou não. Isto também na expressão facial, um bom sorriso, uma atitude positiva, uma atitude alegre. Outra forma de salientar o positivo, para dar ênfase a este, é elogiar o meu cônjuge de uma forma frequente, mas em público também, ou seja, na presença de outras pessoas.
Só deixam-me interromper, peço desculpa por isso. O tipo de elogiar, porque às vezes pode ser mal interpretado, estamos a ver, valorizar, no sentido de honrar. Claro. conhecer boas qualidades. Neste processo, qualquer pessoa mais atenta vai perceber quando as coisas são espontâneas, naturais, ou são forçadas, são artificiais, até por segundas intenções. Exato. Portanto, é preciso que, para eu poder trazer o melhor do outro, e pronto, nestas 350 famílias, ou 51, de facto uma característica das famílias felizes era de que o outro tinha esta arte, esta capacidade de trazer ao de cima aquilo que era positivo, aquilo que era bom, não é?
Sendo que à medida que vai sendo exercitado também vai sendo mais fácil. Exatamente. É algo que tem que ser praticado dentro do casal. À medida que eu vou honrando, vou valorizando, eu vou... isso passa a ser mais natural e parece que aguça também a minha visão e a minha atenção para essas qualidades, não é? Claro. Melhorando muito a qualidade e o respeito, melhora também a ternura e a própria paixão dentro do casamento. Portanto, se estamos a falar de segredos, este seria Um deles. Muito bem. E vou-te pedir então que para já guardes o resto dos segredos. Voltamos já daqui a dois minutinhos para mais segredos e também com uma oferta especial para si. Então até já.
TV Novo Tempo. O canal da família. O canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do nosso Ser Família de hoje. Estamos a falar de segredos e são eles fundamentais também para nós termos um relacionamento saudável. Mas, acima de tudo, sabemos que nem sempre as coisas são assim tão fáceis e por isso E, para isso, temos um guia de estudo para lhe oferecer. Chama-se Lar doce Lar. Apesar do nome bastante apelativo, o que trata este guia de estudo é de problemas, dificuldades e, sobretudo, como podem ser enfrentados e como podem ser ultrapassados.
e o melhor de tudo é que é totalmente gratuito. É uma oferta especial para si e basta então enviar uma mensagem a dizer LAR, doce LAR, para o 933-939291 para que podemos fazer chegar este guia de estudo gratuitamente pelo correio a sua casa. Daniel, estamos a falar de segredos e eu já estou em pulga porque estou
orgulhoso dessa curiosidade. Então, que outros segredos tens para nos revelar? Bem, o seguinte segredo está envolto aqui também num perigo que surge da primeira coisa, do primeiro que mencionamos. Existe aqui um perigo, porque quando eu estou tão focado em trazer o melhor do outro, em tentar ajudar o outro, eu posso correr sem querer um pequeno limite muito imperceptível, por vezes, que é o de forçar a vontade da outra pessoa no sentido de o fazer mudar.
Ou então de querer moldá-lo para aquilo que é a minha imagem e que eu gostaria que ele fosse. Exatamente, pronto. Eu posso mencionar aqui uma pequenina história. Havia uns coteiros que tinham que praticar e relatar depois uma boa ação todos os dias. E então, quando se reuniram, estavam lá e o primeiro que fez o seu relatório disse, eu ajudei um cego a atravessar a rua. E o seguinte, eu ajudei um cego a... Mas é que eram muitos a fazerem a mesma coisa. E o instrutor disse, mas o que é que se passa? Porque é que vocês todos, havia assim tantos cegos? Não, não, ajudamos todos o mesmo cego. Então, mas era preciso tanta gente.
E depois um deles disse, é que ele não queria atravessar a rua. Então, na prática, eles forçaram o cego a atravessar a rua todos. Só para ganhar a boa ação. Para ganhar a boa ação. Quando alguém, consciente ou inconscientemente, tenta mudar o outro, inevitavelmente o que vai acontecer é o uso da força, o recurso à manipulação, há uma tentativa de controlar o outro, de exercer o seu poder. Então, na prática, estamos a tentar impor ao outro o nosso critério daquilo que é perfeição.
Começamos a querer que todos os promenores estejam de acordo com o nosso padrão. Isto aqui é um problema muito, muito complexo e que pode criar um ambiente de grande insatisfação e mal-estar no casal, não é? Eu penso que também é mais ou menos conhecido o caso daquele casal, isto é só para ilustrar, não é? Que separaram-se, divorciaram-se por causa de uma pasta dentes, não é? Na altura em que as pastas não eram como hoje, de plástico, elas eram de metal, então parece que um deles, talvez o marido, tinha o hábito de apertar aquilo desde ir aproveitando todos os bocadinhos e ir enrolando, já provavelmente a esposa apertava a pasta a meio.
E eles tanto discutiram por causa daquilo, como é que se fazia, como é que não se fazia, que acabaram por entrar em ruptura. Basicamente é este o problema ou o risco que se corre. É algo muito diferente de encorajar e descobrir, ajudar o outro a descobrir por si mesmo os dotes, as qualidades que ele tem, não é? Já agora o Dr. Mário Pereira, que eu mencionei ao início, ele conta neste livro cerca de um casal que ele aconselhou. E eram um casal, assim, inteligente, muito, enfim, profissionalmente muito bem colocados, mas estavam a viver de forma separada, já estavam a viver em casas separadas, inclusive, por causa de alguma incompatibilidade que havia entre eles.
E quando o Dr. Mário Pereira se prestou a ouvi-los, Então, descobriu a origem do problema. Aparentemente, ele era uma pessoa muito sistemática, gostava que as suas camisas, quando iam para a lavanderia, ou quando vinham da lavanderia, ou da máquina de lavar, assim é que é, fossem imediatamente separadas do resto da roupa. Para não amarrotarem. Para não amarrotarem. Claro. Para serem colocadas num cabide, serem passadas e etc. E a esposa, esquecia sempre disso e aquilo ficava lá no cesto da roupa para passar tudo ao monte. E aquilo já se passava há muitos anos e era um assunto de discussão, de atrito, e quando eles descreveram a causa do seu infortúnio, O doutor Mário Pereira, dirigindo-se ao marido, ficou muito admirado e ele contente porque pensou que ele estava a dar razão.
Ele disse, mas há tanto tempo isto acontece, continua a insistir para resolver este problema? É mais ou menos como tentar endireitar um prego a dar pontapés descalço, não é? Isso já viu que não resolve, não é? Por que é que não tenta outra forma? E, pela primeira vez, aquele homem inteligente e muito capaz começou a olhar para aquilo de uma certa forma diferente. E, na sessão seguinte, apareceram os dois, muito felizes, já reconciliados. E o que é que eles tinham decidido? Eles tinham decidido que a roupa ia toda para uma lavanderia. Fazendo-se assim, a coisa já não se punha a sua dificuldade.
No fundo, este segundo segredo seria aceitar coisas que não se podem mudar. Aliás, Gottman, um especialista na área dos relacionamentos, diz que 69... dois terços, vamos dizer assim, dos problemas entre os casais não tem solução. A única solução é aceitar. Aceitar as coisas como elas são e procurar, de forma criativa, ultrapassar essas mesmas dificuldades. O que é diferente é a resignação. O que estás a dizer é, não podemos permitir que um problema se perpetue, mas percebendo que não há forma de mudar o outro, tentar arranjar as tais soluções, levar a roupa à lavanderia.
Ou seja, não deixar perpetuar, mas arranjar uma solução, não é? Porque, na prática, a solução que estaria na mente daquele cônjuge seria a mudança do outro. E a mudança do outro pode acontecer, mas unicamente por escolha do próprio. É uma incapacidade que nós temos para mudar o outro. E, sendo isso uma impossibilidade, então este segundo segredo seria aceitar aquilo que eu não posso mudar e, de uma forma criativa, encontrar uma forma de ultrapassar e de superar essa dificuldade, não é? Eu imagino que ele ser ele também a tirar a roupa da máquina ajudaria imenso a resolver esse problema.
Ele até se tinha voluntariado para ser ele a lavar a sua própria roupa, mas aquilo por alguma razão não estava a resultar. Não funcionou e as coisas continuavam, não é? Então nós temos aí o segundo, ainda podíamos avançar para mais um, ainda temos tempo para mais um segredo, não é? Muito bem, força. Pronto. E então...
Este último também está relacionado com este, com este segundo, mas tem um elemento aqui muito forte e para introduzir eu vou contar aqui uma pequenina história dos índios Sioux. Portanto, dizem quem conta esta história, que numa tribo desta... numa aldeia desta tribo, Existia um casal que estava às portas do casamento. Ele era o touro bravo, um forte e destemido guerreiro. Ela era a nuvem azul, que era a filha do cacique e uma jovem de uma tremenda beleza.
E eles estavam agora diante de um idoso, de um homem reconhecido pela sua sabedoria. no sentido de que ele lhes desse algum encanto, algum feitiço que os ajudasse a serem eternamente felizes, não é? No fundo, para que o casamento deles pudesse resultar. Bem, o que é que aquele sábio lhes recomendou fazer? que ela fosse para uma montanha que havia a norte e sem armas, com as suas próprias mãos, conseguisse capturar um falcão. Ele, que fosse para o sul, onde havia uma outra montanha, e sem recursos a armas, com as suas próprias mãos, conseguisse capturar uma águia.
e que os trouxessem estas duas aves para junto dele. Bem, quando o casal conseguiu a sua proeza, não é, de apanhar estas duas aves, eles não sabiam o que se passava, o que é que iria acontecer, talvez algum rito com sangue, matar os animais ou qualquer coisa assim, mas o que o sábio tinha em mente era algo diferente. pediu que atassem as patas das duas aves com uma fivela de couro e que as soltassem livres. Bem, o que aconteceu é que o falcão e a águia, amarrados um ao outro pela pata, tentaram voar, mas nenhum deles conseguiu.
E começaram a ficar também frustrados a bicarem-se um ao outro. E então, diante daquele cenário, o sábio estava pronto para lhes dar o ensinamento, ou o segredo, que será o nosso terceiro segredo. Disse-lhes ele, se quiserem que o amor dure, precisam de voar juntos, mas não amarrados. É interessante que a Bíblia, em 2 Coríntios 3, versículo 17, diz assim, o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
E se um casal há de ser feliz na sua vida a dois, então o elemento da liberdade é muito importante. Esta liberdade não deve cessar quando eles se casam, no bom sentido, eles devem respeitar e não impor a própria vontade ou outro, dando sempre a liberdade de cada um poder fazer as suas escolhas. Fantástico. Muito bem, chegamos ao final do nosso Ser Família de hoje, mas quero lhe dizer que ainda temos mais segredos para partilhar consigo, mas ficam para os próximos programas.
Entretanto, já não é segredo se por acaso no seu relacionamento familiar têm alguns aspectos que possam amarrar-vos um ao outro e sabemos que todos nós passamos por isso. Pois bem, este guia de estudo pretende precisamente olhar para aquilo que são as principais dificuldades que os casais enfrentam, trazendo algumas soluções, algumas dicas bem práticas. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 93 92 91 e depois nós mesmos entraremos em contacto consigo para lhe fazer chegar este guia de estudo totalmente gratuito à sua casa pelo correio. Não hesite, 933 939291. Antes de terminar, dizer-lhe que este programa estará disponível em podcast em Radio RCS.pt, mas também no YouTube da Novo Tempo Portugal.
Chegamos ao fim dizendo também que se desejar que possamos abordar algum assunto aqui no nosso Ser Família, faça-nos chegar, pelo mesmo contacto, a sua sugestão. Até lá então, marcamos encontro para mais segredos no próximo Ser Família.
Quais são os verdadeiros segredos para uma vida a dois feliz? 💍❤️
Neste episódio de Ser Família, Daniel Bastos partilha reflexões práticas e profundas para fortalecer o casamento e os relacionamentos. Descubra porque é tão importante reconhecer as qualidades do outro, aceitar aquilo que não conseguimos mudar e aprender a viver juntos sem controlar ou limitar a liberdade de quem amamos.