O valor da vida

O valor da vida

16 de Setembro de 202627 min 6 s

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Abertura e apresentação

Volvida mais uma semana, cá estamos para trazer mais um médico de família aqui no seu consultório da Novo Tempo Portugal e da Rádio RSS. Mais uma vez, bem-vindo. Hoje tenho o prazer de voltar a estar a companhia da Dra. Leni Soares. Leni, mais uma vez, bem vinda. Muito obrigada. Para todos aqueles que não tiveram a oportunidade de ver o programa que fizemos anterior, A Dra. Lani é biomédica, também professora universitária, investigadora e, portanto, ligada às coisas mais pequeninas do ser humano, que têm um impacto muito grande na nossa vida. E, num programa anterior, nós falámos sobre as quatro dimensões, falámos da vida e da saúde no seu todo e das quatro dimensões da saúde. Hoje a nossa conversa vai tentar lhes responder à pergunta das perguntas porquê é que a vida é tão bela, mas ao mesmo tempo tão importante e quem lhe concede esse valor.

Certamente vamos ter muito assunto para a nossa conversa, mas desde logo para o

Complexidade da vida

início do assunto, que dimensão é esta? Quem é que definiu que a vida tem esta importância toda? Quando a gente olha para o ser humano, como você disse, uma pergunta que não quer calar. Da onde viemos? Por que estamos aqui? É o nosso propósito, o nosso senso de propósito. Bom, na minha vida de aluna, de pesquisadora, eu me deparei com essa pergunta muitas vezes. Mas o que mais me intriga, tudo bem que eu tenho uma fé, eu tenho uma crença, mas quando você olha pra prática, você olha pra uma única célula, você vê a complexidade com que ela trabalha.

Então, eu sou imunologista e a imunologia, a resposta do corpo de defesa, ela sempre está relacionada a uma comunicação impressionante entre as células. Isso a gente chama de sinalização celular. Quando a gente olha essa sinalização, você vê centenas de moléculas dentro de uma célula microscópica. que estão trabalhando de uma forma encadeada dentro de um processo... Muito organizado, né? Extremamente organizado, extremamente complexo e controlado. O corpo, ele tem que saber a hora que faz, a hora que para, porque para, como para.

Então, e tem um comando, um comando dentro da célula, que é o núcleo, que é o que diz pra célula o que que ela produz, o que que ela para de produzir, se ela se movimenta, tem células que se movimentam ou não, se elas se reproduzem, como que elas fazem. Então, você olha, hoje a ciência olha pra isso e ela se pergunta, mas como que tanta complexidade, porque não é... A gente fala Mas essa fala que a gente tem não dá toda a dimensão. Não, não descreve toda essa dimensão.

Então, aí a gente olha para o relato bíblico e a gente tem a resposta. No princípio, Deus. Então, hoje... as duas grandes vertentes de explicação de origem da vida, que são a criação, né, de Deus como responsável por isso, ou então um ser inteligente responsável por isso. E a outra parte que é a evolução das coisas dentro do tempo, né, e chega onde a gente chega hoje. Olhem, penso que vou estar a interrompê-la. Mas é curioso que eu diria, vá lá, essas duas grandes cosmovisões, elas são totalmente dispares, porque elas afastam-se por completo, mas a Lenny, como cientista, está a trazer aqui um ponto de vista científico E é do ponto de vista científico que a evolução se distancia da criação, ou que tenha alguma curiosidade.

Ou seja, é parte da ciência que diz, não existe uma mente, um criador por detrás de tudo isto. Como é que uma cientista, que ainda por cima tem a especialização, a especialidade de olhar para o mais pequenino e complexo do ser humano, consegue ao mesmo tempo ser cientista e ter fé? Então, olha que interessante, um dos primeiros momentos da minha vida que eu me deparei com isso foi na aula de anatomia humana. Eu tava como aluna, fazendo anatomia, e aí eu olhei, a gente tava... Porque quando a gente começa a estudar anatomia, a gente começa a estudar o osso, o sequinho, depois começam a vir as partes, até que a gente vê o corpo inteiro.

Mas eu tava numa perna. E aí, o negócio era tão impressionante assim, o macro tava vendo com os meus olhos, eu não tava no mundo micro ainda. Aí eu falei, nossa, olha que junção perfeita aqui, você tem o nervo, um vaso sanguíneo, o osso, o músculo, num encaixe perfeito. Eu falei assim, muito perfeito, eu falei alto. A minha professora tava passando e falou assim, só a evolução faz coisas tão perfeitas. Aí eu fiquei pensando, um mesmo mecanismo, uma mesma visão, nós duas vendo a mesma coisa, eu, com a minha fé, chego à conclusão que isso só pode ser Deus.

Mas quando eu fui pro mundo micro-micro, aí eu vou dizer pra você que o negócio ficou mais difícil. Como acreditar que tanta complexidade... Porque assim, tem hora que você fala assim, mas essas coisas têm que acontecer simultaneamente. Não dá pra esperar tantos anos pra que aconteça isso, depois... Não, porque se não tiver aquele timing, não acontece. O DNA humano é uma das nossas dificuldades. Como é que você entende o DNA humano? Tanta complexidade. Você olha o tanto de informação que tem no núcleo de uma célula, E a célula é assim, ela tem que ter uma função, vem um sinal para ela que vai para o núcleo e diz assim, ativa essa parte do gene, do genoma, o gene É um conjunto de informações que dão uma determinada característica, que formam determinada proteína.

Então, você pensa que isso está acontecendo o tempo inteiro nos trilhões de células, né? Você vai lá, dá essa informação para que o corpo faça isso, ative ou desative uma determinada parte do seu corpo. E aí vem uma outra questão muito complexa, que é a epigenética. Porque ela diz assim, tá bom, essa informação toda tá lá, mas aí você associa o seu modo de viver, que não está necessariamente afetando a sequência do código, mas tá afetando a maneira como o código se comporta. E que transporta para gerações futuras. E que isso vai para gerações futuras.

Aí você olha para o nosso contexto hoje de doenças. Você fala, mas por que que tá crescendo tanto determinados grupos de doenças? Por exemplo, as doenças auto-imunes. Então, aí você olha assim, bom, Não é apenas o código em si, tem uma outra influência, aumenta ainda mais a complexidade de tudo quando você agrega o seu modo de viver, aquilo que o seu contexto biológico já tem. Como é que, como cientista também, como é que olha para as duas áreas, para as duas visões? Como é que, por outro lado, é verdade que, além com a sua fé, tem essa carga e, portanto, tem essa cosmovisão, mas como é que olha também para o outro lado, a parte mais científica, que olha para uma forma mais fria, eu chamaria-lhe a não espiritual, para esse lado do ser humano?

Dentro do contexto científico, o que que a gente entende? A metodologia científica é a que constrói o conhecimento. Então, você coloca a metodologia científico em prática, então você faz uma observação, aquela observação vira uma pergunta, você propõe uma metodologia pra responder e você tem o resultado. É isso que a gente faz o tempo inteiro dentro do contexto científico. Nós nunca vamos poder, dentro do contexto científico, remontar. a origem da vida, nem no contexto da criação e nem no contexto da evolução. Não é possível a gente ir para um laboratório em condições controladas, de variáveis controladas e chegar à conclusão, bom, a vida surgiu realmente pela criação ou a vida surgiu realmente dentro de um processo evolutivo com milhões de anos, com mais Isso eu entendo.

Ciência e fé

Então, a metodologia científica não vai dar conta de trazer essa resposta. Vai ter que ter fé, de qualquer jeito. Ou fé... Ou fé na outra. Ou na outra. Eu até diria, o não crente precisa ter mais fé, mas é apenas a minha opinião, não é? Olhar para tanta complexidade e achar que não há uma mente por trás daquilo tudo, na minha perspectiva, é preciso mais fé. Foi aí que o design inteligente entrou e tem crescido muito. A gente tem uma série de grandes pensadores na história que são cristãos e que chegaram à conclusão. Tem um Deus, aí tem nome esse ser, essa entidade tem nome, é Deus. O proprietário era crente, né? Sim, sim. E aí, a gente tem um grupo que não necessariamente nomeia Deus, mas sabe, há algo, um ser muito inteligente atrás disso.

Um exemplo recente, assim, relativamente recente, foi o próprio, a nossa biblioteca genômica. Hoje a gente conhece todo o nosso código genético, né? Todos os genes, quais são os, o código, o que que eles determinam. Então, a gente tem tudo isso numa biblioteca genômica humana. Pra isso acontecer, foi organizado os Estados Unidos liderou isso, um médico, o Dr. Francis Collins, ele liderou esse projeto, o genoma humano, e as funções, as atribuições foram divididas em laboratórios ao redor do mundo pra gente chegar no objetivo. E o Dr. Francis Collins, Ele, uma pessoa que não tinha uma fé, no final de tudo ele descreve o genoma humano como a linguagem de Deus.

E ele escreve um livro, The Language of God. Então, o que que conclusão que ele chegou? Não tem como essa complexidade não ter um ser inteligente por trás disso. E a gente está vendo estudos agora, do ano passado, do ano retrasado, mostrando o quanto de informação tem dentro de... para esse mecanismo que a gente já conversou aqui, da célula, sinalizar no núcleo, gente, é um emaranhado, é uma cromatina, eu já fiz muita extração de DNA, mas quando eu tô fazendo extração de DNA eu tô pegando um trilhão de células, geralmente a gente pega células de defesa nucleadas, separa, A gente extrai só o DNA e a gente vê, desses milhões de células, a gente vê um enovelado, que no tubo de ensaio é um enovelado branquinho, que você fala assim, bom, aqui tá o código dessa pessoa, mas ali a gente tem muitas e muitas e muitas e muitas cópias, porque vieram de muitas e muitas células, aquelas cópias.

Mas quando você pensa que uma única célula daquele indivíduo tem o código... Completo, né? Você fala assim, mas gente, que loucura é essa? Como é que você tem tanta informação codificada num espaço tão, assim, é impressionante isso. Muito bem, vamos fazer apenas um pequenino intervalo, é muito curto, e já a seguir vamos então tentar responder à pergunta. Como dizia a Dra. Lenin, não quer calar. É mesmo já, já a seguir ao intervalo. Até já. TV Novo Tempo, o canal da saúde, o canal da esperança. Estamos de volta e antes de voltarmos ao nosso assunto quero lembrar a oferta que temos para si.

Hoje tenho para si o Guia de Estudo à Máquina Humana. Este Guia de Estudo foi preparado por especialistas que nos querem ajudar a ter um estilo de vida mais saudável em todas as áreas da nossa vida. Inclusive vai encontrar aqui oito remédios naturais que estão ao seu dispor e disponíveis na natureza. E o melhor de tudo é que a revista é totalmente gratuita, com dicas muito práticas. Por exemplo, quer preparar uma alimentação saudável? Para além de ter os melhores alimentos, também tem que saber como prepará-los. Aqui vai encontrar também dicas para ajudar a preparar a sua alimentação. entre muitas outras coisas. E, como lhe disse, é totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 93 92 91, 933 93 92 91, e depois nós mesmos entraremos em contato consigo para fazer chegar esta revista a sua casa pelo correio.

Não hesite, envie já a sua mensagem. Lani, voltando ao nosso assunto. Eu acho que é fantástico. Eu sou apaixonado por toda essa complexidade. Não sendo especialista, apenas sou um curioso. E a complexidade é irredutível. Para mim é uma paixão. O flagelo bacteriano e outras coisas. Onde nós mostramos, na coisa mais pequenina que existe, uma fábrica. Há ali um motor, tudo bem engendrado por trás de uma mente humana. Mas nada disso responde à pergunta do início do nosso programa. É isso que confere a dignidade e o propósito ao ser humano. Então, quando a gente tem o contexto da fé, quando a gente entende a criação como um ato de um ser especial, Deus, fez as coisas ao promenor, não é?

Ele planejou, ele criou tudo de uma forma harmônica, dentro de um contexto assim, extremamente organizado. Então, quando Deus pensa na vida humana, ele vai gradativamente montando o planeta. Começando do começo, no começo. Haja luz. E aí, uma coisa super impressionante, o relato bíblico fala, né? Deus cria a partir do nada. Então, desde o início, existe um plano. Desde o início, existe uma organização. Desde o início existe um objetivo. Desde o início existe um propósito dentro do contexto da fé. Então, o ser humano não tá aqui por um acaso, o ser humano não tá aqui sem um propósito, o ser humano foi criado por um ser que é, simplesmente, ele é, né?

Que a mente humana tem limitações para entender dentro do nosso contexto, como criaturas, isso é uma coisa muito importante para a saúde. Para a nossa saúde, A gente precisa entender essa nossa limitação. A gente precisa entender que nós, dentro do contexto criacionista, entendemos bem claramente isso. Deus nos criou com o propósito de ter uma relação pessoal com Ele. Esse Deus que é soberano do universo, Ele é individual. eu posso me comunicar com ele em pensamento, a qualquer momento. Eu tenho condição de conversar com ele a qualquer momento.

Então, quando a gente traz isso pra nossa vida, a gente vê os benefícios da saúde. Então, vamos falar de três dimensões aqui, diretamente relacionadas. A dimensão mental, Você ter a oportunidade de entender. O propósito, hoje, cresceu exponencialmente. Eu tenho lido bastante artigos sobre isso. O número de publicações científicas sobre propósito. O ser humano querendo entender o seu propósito. Por outro lado, o quanto que a ausência de propósito tem trazido impactos na saúde. Quanto o individualismo tem trazido impacto na saúde?

As pessoas que não têm... Eu vejo vários artigos relacionados, por exemplo, a estudantes universitários. que vivem em competição, né? O aluno tem que competir nas provas, tem que competir no trabalho, tem que competi para entrar na faculdade. O quanto isso tem sido negativo, porque a pessoa acaba se isolando, porque ela não compartilha, ela não troca, não tem parceria, não tem trabalho em equipe. Então, você vê como as coisas estão todas interconectadas. Quando você percebe dentro do contexto bíblico o propósito de Deus para criar a gente, a gente sabe de onde nós viemos, nós sabemos porque nós estamos aqui e nós sabemos dentro do contexto bíblico o futuro, o que a gente entende que vai acontecer.

Isso traz pra gente um reconhecimento de uma necessidade de conexão com o transcendental. Essa necessidade com o transcendental é uma necessidade humana. O ser humano se relaciona com a transcendência, seja ela qual for, E desde sempre, a história da humanidade, a gente vê isso. Então, a gente reconhece, isso é intrínseco. É o que a gente estava dizendo anteriormente, a espiritualidade é uma questão intrínseca humana, é uma necessidade natural humana. Ou seja, o próprio Criador que se preocupou com a pequenina molécula, que criou a molécula com propósito, criou o ser humano também ele com propósito. Eu gostaria de saber mais à frente, e vamos terminar dessa maneira, o impacto que é, eu diria, essa visão, essa cosmovisão do ser humano como um Deus Criador na nossa saúde.

Mas antes disso, uma pergunta muito pessoal. Não é só biomédica, não é só professora. Como é que na sua área de investigação, e é curioso, tinha feito esta pergunta há pouco tempo, a conversar com um arqueólogo cristão, como é que ao mesmo tempo se pode ser rigoroso, usar um método científico rigoroso à procura de uma determinada resposta, eu diria até de uma forma isenta, para ser ainda mais preciso na pergunta, sem se esquecer que é cristão e que já tem essa visão no mundo? quanto mais você se aprofunda, mais você vê Deus. Quanto mais ciência, você mais se aproxima. Você tem que olhar para os dados de forma isenta.

Você tem que propor uma metodologia reconhecida cientificamente. Mas, na hora que você leva isso, aí você fala assim, gente, quanto mais a gente evolui no sentido de aumenta tecnologia, os microscópios hoje, os aparelhos, você entra nos laboratórios hoje, eles são altamente tecnológicos, computadorizados, e você fala assim, quanto mais você avança na ciência profundamente, isso vai cada vez mais te aproximando de Deus. Porque você entra nessa questão que eu mencionei aqui. A complexidade da vida humana começa a deixar a gente sem respostas, entendeu? Como é que tanta complexidade...

Alguns usam uma analogia bem básica, assim, se você pegar um monte de letras, Esse livro aqui, que a gente está aqui no nosso cenário, joga para cima. Qual é a chance de jogar essas letras para cima e esse livro cair organizado? Qual é a chance disso acontecer?

Impacto na saúde

É muito mais fácil isso acontecer do que o ser humano ser fruto de uma série de eventos ao longo do tempo. Fantástico. Agora sim, estamos apenas com um pouco mais de três minutos. Como é que... que impacto é que tem na nossa saúde se cada um de nós olhar para a saúde, olhar para o corpo humano e o cuidado com a nossa saúde e com o corpo humano dessa forma onde um Criador nos criou perfeitos, mas ao mesmo tempo nos quer manter também perfeitos na área da saúde. O que é que muda na nossa vida? Muda o propósito. eu vivo com propósito, e viver com propósito faz toda a diferença.

A gente tá vendo o quanto que... eu citei questões negativas, né, por exemplo, o individualismo, o pessimismo, as pessoas egoístas, vamos falar o contrário agora, os estudos estão mostrando o quanto o altruísmo, quanto que o voluntariado, quanto que o censo de propósito. Eu tenho vários alunos que eu sou orientadora de mestrado e de doutorado, eu vejo os trabalhos deles, por exemplo. O quanto que as pessoas, então, ainda em busca de propósito, e você faz uma comparação, o quanto que a pessoa já encontrou o propósito e como que tá a saúde dela. existe uma associação positiva. Quanto mais a pessoa já encontrou o propósito, mais você vê uma saúde respondendo positivamente.

Quanto mais a pessoa tem uma visão otimista da vida, mais a saúde responde positivamente. Quanto menos estresse, quanto mais resiliência, quanto mais coping, que um termo científico bastante usado é o religions coping, quanto o enfrentamento da diversidade através da fé e do propósito, ela traz pra gente uma saúde. Então, a gente hoje já começa a ver estudos, centenas de estudos mostrando, na prática, o corpo humano respondendo positivamente pro propósito, respondendo positivamente pra essa cosmovisão, mais otimista, respondendo positivamente para a resiliência.

Então, isso já é um fato. Fantástico. Sendo que ficaríamos aqui muito tempo a falar sobre este assunto. Não faltaria era assunto, como vocês costumam dizer no Brasil, para continuarmos

Encerramento e ofertas

a nossa conversa. Infelizmente temos que terminar. Mas um pormenor interessante é a noção de que se o nosso corpo também pertence a Deus, então tenho um dever também de o cuidar maior do que se ele me pertencesse a mim mesmo e eu faria dele o que eu quero. Uma responsabilidade diante de Deus. Fantástico. Lani, mais uma vez, muito obrigado. Marcamos aqui que sempre que for oportuno voltarmos a citar juntos para trazermos outro assunto. Até lá então, se Deus quiser. Para se ter gostado desse lado, antes de fechar a nossa oferta, lembrar então o guia de estudo A Máquina Humana. cheia de dicas muito práticas sobre como cuidar das diferentes áreas do corpo humano, como já fizemos aqui e mencionámos em vários programas.

Tem um conjunto de várias lições, desde a área da alimentação, o descanso, o stress, E muito mais. E o melhor de tudo é que é mesmo totalmente gratuito. É mesmo. Basta enviar-nos uma mensagem que depois fazemos-lhes chegar este guia de estudo a casa pelo correio. O número de telefone para o qual deve enviar a sua mensagem a dizer MÁQUINA HUMANA é o 933-939291. O nosso programa chegou ao fim. Se não tiver oportunidade de o ver e ouvir na íntegra, fica a saber que ele está disponível em podcast em rádio rcs.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Mencionámos ao longo do programa de hoje um programa que fizemos lá atrás. que falou sobre as quatro dimensões da vida humana. Então, se quiser saber mais sobre esse assunto, não perca esse episódio.

Vai encontrá-lo também no podcast. Mais uma vez, um grande abraço. Obrigado por estar desse lado das câmaras e dos microfones. E vemo-nos no próximo programa, porque aqui todos têm médico de família.

A nossa oferta

Sobre este episódio

Será que a ciência e a fé se podem unir para explicar a beleza da nossa existência? Descubra como a complexidade do corpo humano revela um Criador.

Neste episódio do programa Médico de Família, recebemos a investigadora e biomédica Lani Soares para uma conversa profunda sobre a origem e o valor da vida. Ao olhar para o microscópio e estudar a fascinante sinalização celular e o ADN humano, esta cientista explica como a extraordinária organização do nosso organismo aponta para um design inteligente. Como afirma a convidada, quanto mais avançamos na ciência profunda, mais nos aproximamos de Deus. Conheça a perspetiva de grandes cientistas históricos e contemporâneos, como o Dr. Francis Collins, que liderou o projeto do genoma humano e acabou por descrever o nosso código genético como a linguagem de Deus. É um convite a olhar para cada célula como uma obra-prima planeada ao pormenor.

Para além de explorar a harmonia entre a ciência e o criacionismo, este episódio aborda o impacto prático que a espiritualidade e o sentido de propósito têm na nossa saúde física e mental. Vários estudos científicos recentes comprovam que viver com otimismo, resiliência e altruísmo melhora de forma significativa a resposta do nosso organismo e fortalece o sistema imunitário. Quando compreendemos que fomos criados com um propósito divino, assumimos uma responsabilidade muito maior no cuidado diário com a nossa alimentação, descanso e bem-estar geral. Cuidar de si é um ato de gratidão para com Aquele que lhe deu a vida.

Já alguma vez parou para pensar na complexidade perfeita de cada célula do seu corpo e em como isso reflete o amor de Deus por si? Partilhe connosco a sua opinião nos comentários e envie este vídeo a quem precisa de redescobrir o verdadeiro valor da vida.

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Série
Médico de Família · 72 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 68
Estreou
16 de Setembro de 2026
Categoria
Saúde
Apresentação
Daniel Galaio
Convidados
Lanny Soares