Grandes pequenos almoços pela saúde

Grandes pequenos almoços pela saúde

23 de Setembro de 202625 min 5 s

Capítulos

Transcrição

Gerada automaticamente

Abertura

Volvida mais uma semana, cá estamos com mais um médico de família, porque aqui na Rádio RSS e também no Novo Tempo todos têm médico de família. E hoje quem vai dirigir a nossa consulta é o doutor Viriato Ferreira. Mais uma vez, doutor Viriato, bem-vindo. Muito obrigado, Daniela, por existir aqui. Hoje escolheu falar de um tema que quase aqui neste consultório, aqui nesta mesa, neste estúdio, é falado a quase todos os programas, seja qual for o tema, que tem a ver com a alimentação saudável. E hoje escolheu, dentro da alimentação saudável, uma muito particular. Grandes pequenos almoços. Apesar do próprio título já ser sugestivo, Começo por perguntar-lhe porquê que escolheu esta noção bastante intencional de chamar grandes pequenos almoços.

Foi intencional, Daniel, porque um bom pequeno almoço é importante para a saúde. Portanto, um bom pequeno almoço. E, para mim, é a melhor refeição do dia. É aquela que eu como com o maior prazer. É o pequeno almoço. Para algumas pessoas, não. Algumas pessoas chegam de manhã e não têm fome. Portanto, só vão comer aí por volta das 10 porque não têm fome de manhã. Mas já podemos falar um bocadinho sobre isso. Portanto, eu escolhi porque realmente tem um impacto na saúde. e na saúde a vários níveis, tanto no próprio peso da pessoa, uma pessoa que toma um bom pequeno almoço tem a tendência, quem tem um bom pequeno almoço tem menos risco de sofrer de excesso de peso.

Por exemplo, há até benefícios a nível intelectual de desempenho, tanto em crianças como adultos, quem toma um bom pequeno almoço, e já vamos falar o que é um bom pequeno almoço, Portanto, há aqui várias direções que nós podemos tomar

Ritmo de vida

nesta conversa para falar sobre os benefícios desse pequeno almoço e o que é que é um bom pequeno almoço. É um assunto que não é novidade. Eu diria que é quase lapalice. Nós já ouvimos dos nossos pais, dos nossos avós, aquela lenga-lenga de pequeno almoço de rei, almoço de príncipe e jantar de pobre. A verdade é que grande parte da população hoje em dia continua a não valorizar o pequeno almoço. Eu diria que é quase uma lapalice, mas depois na prática ninguém faz. E por isso programas como o de hoje são bastante importantes. para reforçar essa importância. Mesmo na medicina preventiva, na área dos centros de saúde, já se trabalha muito isto. Tenta-se mudar hábitos, mas é muito difícil.

Na sua opinião, na prática clínica, porquê é que isto é tão difícil? Eu creio que é pelo ritmo de vida que as pessoas têm hoje. Estamos a falar, por exemplo, há 60 anos atrás, 60, 70 anos atrás, as pessoas tomavam um bom bocadinho de almoço, havia um pouco mais de calma, não havia menos estresse, não era isso, mas a vida tinha menos, menos distrações. Então havia mais tempo. Mais tempo para nos sentarmos e tomarmos um bom pequeno almoço. E até pós-prepararmos. E até pós-prepararmos, portanto.

E depende de onde estamos no mundo, essa era uma realidade. Hoje... Oh Daniel, qual é a vida típica de uma família? É... Vamos começar aqui O ciclo não vai começar no início do dia. Vamos começar aqui no final do dia, em que as pessoas chegam a casa. Os filhos chegam a casa por volta das seis. Seis horas, entre as seis e as sete, vêm da escola. Os miúdos vão ser... Portanto, estão na creche, estão na escola, estão no ATL à tarde, e os pais vão jogá-los aí por volta das cinco, seis. Chegam a casa às seis e meia... E se já não tiverem as atividades extracurriculares, que hoje são cada vez mais curiosas? Vão até às sete, oito, às vezes nove. Eu vejo famílias com futebol, por exemplo, os miúdos que querem jogar futebol, é ótimo, vão jogar futebol.

Mas chegam a casa às nove da noite. Depois, o que é? Os pais hoje são os gestores. Logística. Não é aquele sentar, filho, como é que foi e tal, e conta-me as tuas histórias. Não. É. Vai fazer os trabalhos de casa. Já fizeste o trabalho de casa, põe o telemóvel de lado, para com o telemóvel, vem para a mesa, na mesa, para com o telemóvel, e depois vai tomar banho, para com o telemóvel, vai tomar banho. Já te disse três vezes, vai tomar banho, para com o telemóvel, e por fim vão para a cama aí por volta das dez horas, nove e meia, dez. No dia seguinte, Quem é que... Ah, e outra coisa. E o jantar foi tarde e foi um jantar... ...grande. Substancial. Substancial.

Exatamente. Substancial. Depois, acordam de manhã, os filhos ensonados, os pais ensonados... A primeira coisa que muitos deles bebem é um café para acordar. Já te disse para levantar. Vai, estamos atrasados. E o pequeno almoço. O pequeno almoço não acontece. Muitas vezes são aqueles cereais super doces, cheios de açúcar, com um bocado de leite e pronto, vai para o bucho e vai. Peço desculpa interrompê-lo. Eu percebo e acompanho a sua indignação. Só lhe vou pedir que não bata tanto na mesa porque vai ser... Ah, está bem, está bem. Peço desculpa. Mas acompanha a sua indignação. Mas isto não é culpa dos pais. Porque a sociedade está feita para isto acontecer.

Quando os dois precisam de trabalhar. E com todo respeito por aquelas pessoas que desejam ficar em casa, procuram ficar em casa por cuidar dos filhos e tudo isso. Eu tive uma mãe que ficou em casa, pronto, e cuidou de nós. Mas a sociedade está feita de tal maneira em que os preços dos apartamentos, tudo isso, são tão elevados que os dois têm de trabalhar. e para desenvolvimento pessoal tem que trabalhar o dia inteiro e que deixa muito pouco tempo para as crianças estarem, serem crianças, conversarem com os pais e então isto começa a ter implicações depois no dia a dia, na alimentação, as crianças vão para a escola com um bocadito e depois a meio da manhã vão comer qualquer coisa e depois chegam ao almoço, não têm muita fome, não comem muito e depois um bocadinho à noite, à tarde, e depois à noite, lá vem o jantar, o jantar grande.

É certo que às vezes os pais, enquanto as crianças muitas vezes até têm um almoço à sua disposição, no contexto escolar os pais muitas vezes comem qualquer coisa, uma comida que levaram, um fast food qualquer rápido ali, e depois para os próprios pais a alimentação à noite é mais substancial. O que faz com que aquela refeição que deveria regular o apetite, que deveria ser o pequeno almoço, passe a ser o jantar. O jantar é que regula o apetite de todo o resto do dia, não é? Exatamente. E esse jantar, muitas vezes, não tem os nutrientes que o pequeno almoço deveria ter. Está a perceber? Está aqui uma troca. Não é o efeito. Não é o efeito. Portanto, vai para a cama e vai para a cama com o alimento ainda no estômago, não é?

E muitas vezes acorda no dia seguinte e não tem fome. Não tem fome. Não come. Vai comer a primeira refeição à meia-da-manhã? que é um copo de leite que se for com um queque, ou com um bolito, e pronto, e depois já dá até o almoço, o almoço ali com alguma coisa, e depois pronto. É a realidade, não é a culpa das pessoas, não é necessariamente a culpa das pessoas. É o ritmo de vida que nós temos hoje. Mas é modificável. É modificável. E até esse apetite, aquelas pessoas que genuinamente dizem, eu não como de manhã porque não tenho fome. É modificar-se, pode-se educar, não é? Não é a parte dos casos, é. Porque há pessoas que realmente, mesmo comendo pouco à noite, ou não comendo quase nada mesmo, chegam de manhã e não têm fome.

E dormiram bem, e dormiram as 7 ou 8 horas e não têm fome. Essa é uma minoria. E nessas pessoas temos que nos ajudar também, pronto, comer um bocadinho mais, mas temos que nos ajustar. Mas a grande maioria das pessoas não tem esse problema. Não come de manhã porque comeu bastante à noite e não tem tempo para comer de manhã. Então, porque depois queremos também criar algumas estratégias para tentar mudar estes maus hábitos para bons hábitos, precisamos também de saber o que é que podemos fazer.

O bom pequeno almoço

Para saber o que é que precisamos saber, temos que saber o que é o bom pequeno almoço para saber depois onde nos podemos ajustar. Um bom pequeno almoço. Um bom pequeno almoço depende de onde estiver no mundo, quer dizer, e qual foi a sua cultura. Se eu, por exemplo, tivesse nascido na Índia, se calhar, uma Índia tradicional, o meu pequeno almoço bom era um prato, por exemplo, de lentilhas com pecaril e com arroz, e com umas hortaliças lá, não percebia isso. Hoje, se me disserem, olha, isso é o teu pequeno almoço, o meu estômago fica revoltado. Se tivesse nascido no México, possivelmente eram uns feijões com um bocado de carne, com umas tortilhas, etc.

Tem que ser uma refeição grande, completa, e que tem hidratos de carbono, Pode ser na forma de arroz. A minha filha, se estiver a ouvir este programa, ela, pequeno almoço, disto tradicional assim, com estes cereais e tudo, nada. Dê-lhe um prato de sopa, um prato de sopa, e ela fica satisfeita, não é? Pode ser, uma refeição. em que haja uma fonte de hidratos de carbono, pode ser cereais, pode ser trigo, centeio, aveia, cereais, depois uma fonte proteica, normalmente os cereais têm um bocadinho de proteína já, mas oleaginosas têm um bocadinho mais, e uma bebida, normalmente nós aqui em Portugal e no mundo ocidental temos esta bebida que tipicamente é o leite, não tem que ser o leite de vaca.

De facto, hoje começa a haver uma alternativa ao leite de vaca muito parecida em termos nutricionais. que é a bebida de soja, especialmente a biológica, que não tem pesticidas, não tem herbicidas, não tem alimentos, portanto, geneticamente modificados. Portanto, a bebida de soja, que é muito parecida em termos proteicos. Há outras bebidas, mas não recomendo. A bebida de arroz, a bebida de aveia, a bebida da amêndoa. Porquê? São muito pobres em proteína. Portanto, se vamos beber estas bebidas... Para tentar substituir. Não tem. A única coisa que tem em comum é a cor. e a aparência de leite, mas aquilo eu chamo de água cara. É água cara porque realmente aquilo é tão diluído.

Pronto. A vida de soja. Para quem possa beber vida de soja, claro que há pessoas que podem ser alérgicas a isso, mas há outros dias para tudo. Isto não quer dizer que seja mal. E depois, fruta. Muito importante ter a fruta. a fruta, uma ou duas peças de fruta, e depois ter umas oleaginosas. Podem ser amêndoas, nozes, cajus, etc. Este, para mim, é um bom pequeno almoço. Os cereais podem ser na forma assim de cereais de pacote, como pode ser pão. O pão é um cereal. Se for o pão, é um pão mais integral. Não é preciso ter um pão daqueles para construir casas. Aqueles pães muito grossos. Não, um pão leve, mas um pão mais escuro e com fibra.

Que essa cor escura seja por causa da fibra. Muito bem. Para quem está a assistir-nos em televisão, já reparou que temos em cima da nossa mesa uma decoração diferente com uns saquinhos de granola. Já vamos falar sobre eles na segunda parte. Para quem nos escuta na rádio, fica a saber então agora porque descrevi, mas também daqui a nada vamos lhe dizer porque é que temos estes saquinhos aqui em cima da mesa. Vamos fazer um bocadinho de intervalo, mas já a seguir também uma oferta muito especial para si. TV Novo Tempo, o canal da saúde, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do nosso Médico de Família de hoje.

Estamos a falar de grandes e pequenos almoços e como essa refeição deveria ser a nossa principal refeição do dia. E como lhe disse, tenho uma oferta muito especial para si, o guia de estudo A Máquina Humana. E precisamente neste guia de estudo vai encontrar muitas dicas como preparar uma refeição saudável. Não só como escolher os alimentos saudáveis, mas também como os preparar. igualmente importante. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuito. O que tenho para fazer é apenas enviar-vos uma mensagem, uma mensagem escrita para o 933 93 92 91. Neste guia de estudo vai encontrar também um conjunto de textos bíblicos que mostram a vontade de Deus para nós, para o nosso estilo de vida e para a nossa alimentação.

Ele, que como ninguém conhece esta máquina, que chamamos máquina humana, porque foi Ele que a criou. Doutor Viriato, estávamos precisamente a falar de uma alimentação desaltável, o que é que era um bom pequeno almoço e, quer queiramos, quer não, eu diria que os cereais passam a ser, daqueles que ainda fazem algum pequeno almoço, o primeiro foco de grande parte dos portugueses. E aquilo que nos trouxe como proposta é um pouquinho bastante diferente e mais completo. Pareceu-me que é possível, mesmo para aquelas pessoas que têm dificuldade em tomar um pequeno almoço, que fazem, às vezes, a meio da manhã, uma outra refeição, que podem, por exemplo, dividir. Por exemplo, não tomaram a peça de fruta de manhã, mas podem levar a peça de fruta para o seu local de trabalho, e se calhar, na altura em que comiam o pastelinho de nata, ou o bolo, ou outra coisa qualquer, o que é que mencionou, aí já podem comer as duas peças de fruta.

Ou seja, é possível, dividindo no espaço, ser considerado também pequeno almoço. É possível. Em termos de digestão... Não é ideal. Por exemplo, um almoço. O tempo de digestão desse almoço não é menos de 4 ou 5 horas do almoço. Em condições ideais. Aquela ideia do... Olha, não vais para a água porque ainda sofre duas horas ou três horas. A digestão do almoço demora muito mais. Se for um almoço tradicional, um almoço típico, demora... de 4 a 5 horas, até o estômago esvaziar completamente. Portanto, alguém que... Vamos concentrar aqui na minoria das pessoas que não têm fome de manhã e, portanto, saem à pressa, não têm fome.

Quando estas pessoas chegam ao trabalho, passada aí uma hora, estas pessoas têm fome. Já começam a ter fome. E nessa altura seria melhor para estas pessoas levarem qualquer coisa de casa. Poderá ser um bocadinho de cereal, uma fruta, etc. E aí, por volta das 8, 9, comer, mas não terem o tal grande pequeno almoço. Porquê? A não ser que possam ajustar o tempo do almoço. Porque se não conseguirem, se a hora fixa para irem almoçar é ao meio-dia, ao meio dia e meia, então este pequeno almoço já não pode ser o tal grande pequeno almoço. Seria um pequeno almoço mais ajustado. Um cereal, um bocadinho de bebida proteica, porque aqui a fonte proteica é importante, e depois uma fruta e pronto.

Isso já ia dar um tempo de gestão de cerca de três, três horas e meia, E pronto, e chegava o almoço já com o estômago vazio, preparado para receber a próxima refeição. Temos que ajustar. Se não, seria o tal pequeno, grande pequeno almoço aí por volta de 7h30, 8h. e depois o tal tempo de gestão que levava até aí uma meia-dia e meia, uma hora, para fazerem o almoço. Muito bem. Então, escolheu trazer para nós aqui estas granolas que estão em cima da mesa porque mesmo um pequeno almoço de cereais não é exatamente igual comermos um

Alternativas saudáveis

cereal extremamente açucarado ou escolhermos um cereal que nos traz uma alimentação mais completa. É cereal, é verdade, mas também temos que escolher se queremos ser um estilo de vida saudável, não é? Exatamente. Os cereais hoje são caracterizados, essencialmente, por uma grande concentração de açúcar. São doces. Doces porque são agradáveis. Os miúdos gostam doces. E muitos deles estão pobres em nutrientes, por exemplo, como a fibra. são pobres em proteína. O cereal em si não é um alimento rico em proteína, mas isso ainda tem em menos. Portanto, quando nós... Por exemplo, trouxe aqui esta granola. Esta é uma granola completamente natural, em que tem é baseado na aveia, na aveia integral, só esmagado mesmo, na aveia, e está cheio de outros ingredientes que são ricos em nutrientes importantes para a saúde e que, se consumidos em moderação também, são excelentes alternativas para o pequeno almoço.

quando diz alternativas, são alternativas que não substituem o tal grande almoço como proposta, ou seja, alternativa que normalmente agora as pessoas fazem, ou está a dizer que uma refeição destas, com a dose depois indicada certa, efetivamente seria um grande pequeno almoço. Sim, sim, sim. Quando eu digo alternativas, talvez a palavra certa não seja alternativa, mas uma opção. Isto é uma boa opção para um pequeno almoço, ok? Por exemplo, temos aqui esta granola. Já agora, esta granola é produzida por nós, Na Associação Promotora de Medicina Preventiva. É um projeto novo, foi lançado há dois meses só. E trouxe aqui porque realmente é... Eu sou suspeito aqui porque isto tem uma história muito interessante, esta granola, que é... A nossa chefe de cozinha, que é a Blessy de Oronha, ela é estrangeira, casada com um português.

Tiveram uma filhinha que é a Eden. A Eden hoje tem 15 anos. E então, para poderem financiar os estudos da Eden, a mãe começou a fazer granola para as amigas, para os amigos, etc. E aquilo começou a crescer e crescer. Ou seja, isto é produção caseira. É produção caseira. Nós agora, como é que ela já não aguentava com a produção, não é? Nós então construímos uma fábrica e estamos a fazer mesmo a granola lá no centro Vitasalos e tem o nome da filha, que é a granola dela, quer provar um bocadinho? com certeza. Isto não tem fins lucrativos, é uma granola, claro, tem que pagar as despesas e tem que ajudar a... Então, olha, vou... Está aqui à frente das camas. Eu peço desculpa a todos aqueles que nos veem, mas faço questão de provar-se.

Isto é para comer a seco? Não, isto pode ser comida a seco, mas tipicamente estes cereais Lá está, é uma opção para o pequeno almoço. Tipicamente os cereais são cobertos de uma bebida, que tipicamente é o leite, mas que em termos nutricionais muito parecido tem a bebida de soja que tem o mesmo valor, quase o mesmo valor proteico e é uma boa fonte de proteína. Portanto, gosta? A questão que eu queria perguntar é... Nós percebemos que não é, passando a redundância, as marcas, os choque-a-picos da vida, que é totalmente açúcar. Percebemos que não tem essa dose de açúcar, mas há um doce aqui. Eu sinto um doce. O que é que faz o doce aqui na granola? Esta granola não tem açúcar nenhum adicionado.

Como é que isto ficou doce? Porque a nossa chefe de cozinha, ela tritura maçãs, maçãs Fuji, tritura maçãs com umas tâmaras descabeçadas e tritura, e faz uma pasta. E esta pasta, depois que ela... Envolve a aveia que dá este paladar, que é muito gostoso. As pessoas dizem, olha, nem tem demais, nem tem amêndoas. Tem a quantidade desejada. Eu saberia logo à partida que não teria açúcar. Por isso é que a pergunta cá está estranha, porque ela realmente é boa. Nós não conseguimos perceber a ausência do açúcar, por isso é a minha pergunta. Qual seria a doce recomendada? A semana passada até fiz isto.

Pus no prato cereal a dose que normalmente se come e anda à volta das 70 gramas. E só para lhe dar uma ideia, tenho aqui os meus óculos. Essas 70 gramas de granola... Vamos ver aqui. 70 gramas de granola tem... Vou tirar esta aqui. Se fossem 100 gramas, têm 13 gramas de proteína, 70 gramas andava por volta das 10 gramas. Vamos arrondar. 10 gramas. Se tivermos aqui, por exemplo, um copo de leite, 200 mililitros de leite, que tem à volta dos 7 gramas, ou então de bebida de soja, que anda mais ou menos pelo mesmo, temos aqui só nisto Não contando com as oleaginosas que possamos comer à parte, isto teria à volta 17, 18 gramas de granola só naquele pratinho.

Com mais umas oleaginosas à parte, que possamos para complementar isto, chegamos ali à volta dos 20 gramas de proteína. Depois ainda temos a fruta, que tem pouquíssimo, tem uma grama, duas peças de fruta, duas gramas. Temos ali há quantos? 20, 23 gramas de proteína, que é a grande preocupação das pessoas. Mas é rica em fibra. é excelente, é rica em fibra, em vitaminas, sais minerais, e não tem absolutamente nenhum açúcar adicionado, não tem... tipicamente hoje coloca-se nas granolas o óleo de coco, não tem nada disso, não tem um adoçante que está a ser muito usado hoje, que é o óleo igualfrutose, que há estudos que dizem que é muito saudável, etc, mas eu penso que é uma tendência, mais uns anos vamos...

vamos descobrir que realmente não era tão bom assim. Não tem nada disso. Portanto, é natural. Completamente natural. E, como eu lhe digo, acho que é a melhor granola do mundo. Mas eu sou surpreso porque... Mas já tenho que lhe fazer esta pergunta, estamos mesmo a terminar. Para quem nos vê, mas também para quem nos ouve, que não nos sabe ver neste momento, através da rádio, o que é possível fazer para adquirir, sendo uma coisa

Encerramento

de produto caseiro? Vendemos online, granoladeaden.com. Tem o site próprio? Tem o site próprio, granoladeaden.com, e a pessoa faz a sua encomenda, é facílimo, e é entregue em casa. Muito bem. Quero agradecer desde já mais uma vez a sua participação no programa. Para si que está desse lado, quero lembrar-lhe que temos uma oferta muito especial para si, o guia de estudo A Máquina Humana. Sim, este guia de estudo não fala da granola Eden, mas fala de alimentação saudável e como, com a informação correta, pode fazer também as suas escolhas. E sabemos que muitas vezes mudanças são muito difíceis. e às vezes um membro da família quer fazer uma mudança, mas implica que toda a família possa fazer essa mudança.

Sabendo disso, este guia de estudo também lhe fala sobre refeições e como confeccionar algumas refeições de transição, para não ser tudo ao mesmo tempo. Tem tudo explicado e o melhor de tudo é que é mesmo totalmente gratuito. É uma oferta para si. e pode fazê-lo por mensagem escrita através do 933 939291. A fechar, dizer-lhe que este programa está disponível em podcast em Radioaccess.pt e também no Youtube da Novo Tempo Portugal. E dizer-lhe também que se não teve oportunidade de ouvir tudo, se ficou com alguma dúvida, gostaria de fazer alguma pergunta, Entre em contacto connosco, faça a sua sugestão, faça a sua pergunta que, oportunamente, quem sabe aqui no Médico de Família, ou de outra forma, fazemos chegar a resposta até si.

Foi um prazer, marcamos encontro no nosso próximo Médico de Familia.

A nossa oferta

Sobre este episódio

Sabia que o seu pequeno-almoço pode transformar a sua saúde e o seu rendimento diário? Descubra como mudar a sua rotina com o Dr. Viriato Ferreira.

Neste episódio do programa Médico de Família, a apresentadora Daniela recebe o Dr. Viriato Ferreira para uma conversa essencial sobre a importância de tomarmos grandes pequenos-almoços. Num mundo onde o ritmo de vida acelerado nos leva a jantares tardios e pesados, acabamos por acordar sem apetite e a ignorar a refeição que deveria regular todo o nosso dia. O doutor explica de forma clara que quem toma um bom pequeno-almoço tem menos risco de sofrer de excesso de peso e beneficia de um melhor desempenho intelectual, tanto na infância como na idade adulta.

Mas afinal, o que constitui uma primeira refeição verdadeiramente equilibrada? O Dr. Viriato partilha orientações práticas para compor um prato completo com hidratos de carbono complexos, fruta fresca, oleaginosas e fontes de proteína de qualidade, alertando ainda para as armadilhas dos cereais açucarados de supermercado e de certas bebidas vegetais. Como bem lembra o médico, o nosso corpo é uma máquina humana incrível criada por Deus, e cuidar da nossa alimentação é também uma forma de gratidão e de preservação da saúde que Ele nos concedeu.

Durante a consulta, conhecemos também uma alternativa natural e deliciosa, a granola da Eden, adoçada apenas com fruta e sem açúcares adicionados, mostrando que é possível comer bem com prazer. Mudar hábitos pode parecer difícil no início, mas com pequenos ajustes diários e a atitude certa, toda a família pode usufruir de mais energia e bem-estar espiritual e físico.

Como é a rotina do pequeno-almoço na sua casa e que mudanças gostaria de começar a fazer hoje? Deixe o seu comentário abaixo e partilhe este vídeo com quem precisa de mais saúde na sua vida.

📌 Inscreva-se no canal e ative o sino 🔔 para receber novos episódios todas as semanas! 📺 Veja também a programação da Novo Tempo Portugal: 📡 No canal 186 da MEO 📱 Ou aqui mesmo no YouTube 🌐 Site oficial: https://www.novotempo.pt 👍 Facebook: https://facebook.com/novotempo.pt 📸 Instagram: https://instagram.com/novotempo.pt 📲 App: Novo Tempo Portugal — disponível para smartphone e tablet 📧 Email: geral@novotempo.pt 📞 Telefone / SMS / WhatsApp: 933 93 92 91

Série
Médico de Família · 72 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 69
Estreou
23 de Setembro de 2026
Categoria
Saúde
Convidados
Viriato