Olá, muito bem-vindo a mais um episódio do Fórum Bíblico. Ao longo deste programa vamos, mais uma vez, responder a perguntas relacionadas com a Bíblia e perguntas essas que nos foram enviadas e que talvez também já tenha feito a si mesmo ou que hoje, quem sabe, podem trazer-lhe perspectivas que, porventura, nunca tenha considerado. Por isso, junte-se a nós. Se quiser e poder, tenha a sua Bíblia por perto ou algum suporte também para tomar notas. Pode ser um caderno, uma folha de papel, qualquer coisa. porque juntos vamos, como sempre, tentar compreender um pouco melhor e de forma mais profunda as Sagradas Escrituras. Conhecer este livro tão marcante na história e que muda a vida de tantas pessoas. Por isso mesmo, no programa de hoje vamos explorar uma das questões que mais fascinam e intrigam muitos crentes e estudiosos.
Será que o túmulo de Jesus estaria realmente vazio, como relatam os evangelhos na Bíblia, ou terão os arqueólogos descoberto algum vestígio dos seus ossos? Sem mais demora, vamos então conhecer a pergunta que nos chegou e, para nos
ajudar a esclarecer este assunto, contamos, como sempre, com a ajuda do teólogo Arturo Machado. Olá, Arthur. Olá, Marco. Bem-vindo uma vez mais. Hoje o tema promete e vai ser já introduzido pela pergunta que nos foi enviada. E a pergunta foi, afinal, o túmulo de Jesus ficou vazio quando ele ressuscitou ou as suas alçadas já foram estudadas? Essa é uma boa pergunta. Eu agradeço-lhe já pelo envio desta pergunta. Não é tão simples como parece, porque tem a sua complexidade, à luz, sobretudo, de alguns acontecimentos que vão ocorrendo. Como sabem, a questão da arqueologia na Palestina e no território de Israel está, muitas vezes, dependente de situações que parecem por acaso.
Às vezes, ao fazer uma escavação para uma construção ou para colocar uma canalização, vai-se acabar por encontrar qualquer coisa porque as sucessivas destruições de que Jerusalém foi alvo fizeram com que camadas sobre camadas de terra fossem sendo sobrepostas e, por vezes, as coisas acontecem assim. Mas é uma pergunta interessante porque, para podermos perceber, na Palestina nós temos mais ou menos três locais que são conhecidos como sendo o túmulo de Jesus. Há a Igreja do Santo Sepulcro, que está situada no bairro cristão da Cidade Velha de Jerusalém.
É o local mais conhecido. e considerado pelos arqueólogos como, talvez, com maior probabilidade de ter sido o túmulo de Jesus. Depois temos a igreja, temos o túmulo do Jardim, que é situado na porta da cidade velha de Jerusalém. Este túmulo ficou conhecido em 1883 quando um general do exército britânico, o general Charles Gordon, Sugeriu que este seria o local que corresponderia melhor à descrição bíblica do sepultamento de Jesus. E, finalmente, há um terceiro local, que é aquele em que nós hoje iremos passar mais tempo, porque se tornou talvez o mais sensacionalista nos últimos tempos, que é conhecido como o túmulo Talpiotis.
Este tumultual piote foi descoberto em Jerusalém e, portanto, ele tem sido o alvo, mais recentemente, de alguns programas documentários da televisão e tem suscitado, às vezes, alguma polêmica. Mas não há dúvida que os evangelhos dizem-nos que quando Jesus morreu houve um homem rico chamado José de Arimateia que foi ter com Póncio Pilatos, que era o governador na altura, o governador romano, e que reclamou o corpo de Jesus e terá colocado o corpo de Jesus num túmulo escavado na rocha. A Bíblia não nos diz que esse corpo continuou lá, porque o que a Bíblia nos diz é que esse corpo foi colocado no túmulo de José de Arimateia na sexta-feira à tarde e que no domingo de manhã Jesus já não estava lá.
Portanto, nós poderíamos até terminar o programa agora, neste preciso momento, porque os Evangelhos dizem sem qualquer equívoco que Jesus ressuscitou. No Evangelho de Mateus, no capítulo 28, nos versículos 5 a 7, é dito, o anjo de Idígenos às mulheres disse, não tomais, sei que buscais Jesus que foi crucificado, ele não está aqui, ressuscitou, como tinha dito, vindo ver onde ele jazia. E depois de pressa, dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galileia. Ali o vereis, é como vos digo. E, portanto, os evangelhos sinóticos são absolutamente coerentes e claros neste aspecto. O quarto evangelho salienta que as mulheres deram alerta de que o corpo de Jesus não estava no sepulcro, de que Pedro e João, quando elas regressaram e fizeram saber, alguém levou o corpo do Senhor, Pedro e João, correram ao sepulcro, mas João, que é mais novo, correu mais e correu mais depressa e, portanto, chegou mais rápido ao sepulcro, entrou, viu o lençol que tinha coberto o corpo de Jesus, viu também o lenço que tinha coberto o seu rosto, dobrado e posto à parte, e diz o evangelho de João que João acreditou.
E, portanto, uma característica do Santo Sepulcro, do túmulo que está perto do Jardim de Gethsemane e do túmulo de Talpiot é que eles são túmulos vazios. As ossadas de Jesus não se encontram em lado nenhum porque, pura e simplesmente, o corpo de Jesus não teve tempo de entrar em decomposição. Já iremos ver esta questão do túmulo Talpiot.
Este túmulo Talpiot é talvez, como eu disse, o mais polémico. Porquê? Porque ele vai ser descoberto a 28 de Março de 1980. quando uma equipa de construção, cá está, vão fazer uma escavação, provavelmente, para os fundamentos, as fundações de um complexo de apartamentos em Talpiet, que é uma localidade que fica a 5 quilómetros a sul de Jerusalém, e, de acordo com os registros, eles encontraram ali um túmulo Antigo. Imediatamente eles contactaram a Autoridade de Antiguidades de Israel para inspecionar o local. Esta autoridade vai inspecionar esse local, vai escavá-lo, vai encontrar ali dez caixas de calcário com ossários.
E segundo a prática judaica da época, nós sabemos isto, que terá rondado entre o ano 30 antes de Cristo e o ano 70 depois de Cristo, a prática era esta. Um corpo era colocado num túmulo, ao fim do ano esse corpo estava decomposto, e os ossos eram recuperados, colocados numa caixa e eram novamente sepultados, muitas vezes, num outro túmulo. E, portanto, dos dez ossários que foram recuperados deste túmulo de Talpiot, seis tinham as inscrições dos falecidos em hebraico, aramaico, ou grego.
Não era incomum que os familiares gravassem o nome da pessoa, até muitas vezes o local de origem, ou que pudessem fazer alguns desenhos geométricos. Três desses ossários que foram recuperados tinham realmente desenhos geométricos. Um ossário não tinha qualquer inscrição. Era simples. Portanto, recuperados estes dez ossários, vamos concentrar-nos agora nas seis inscrições. E é para lá que nós vamos. As seis inscrições foram traduzidas da seguinte forma. Uma tinha este nome, Mariamne e Mara, ou seja, poderia ser Miriam e Marta.
O segundo tinha Yehuda, Bar e Reashua, ou seja, Judá, filho de Jesus. O terceiro tinha o nome de Matia, que se pode perceber que seria Mateus, um quarto, um Eshua, filho de Ehosef, Jesus, filho de José, um quinto, Iosef, que seria a contração de Eosef ou de Jósef, e um sexto, que teria o nome de Maria. À primeira vista, estes nomes são todos familiares com os Evangelhos. Criaram, por isso, muita citação, especialmente o nome de Jesus, porque é um dos nomes mais conhecidos no Novo Testamento.
Mas há talvez algo que as pessoas não conhecem. É que estes nomes eram todos eles conhecidos no período ilenístico. Eram nomes comuns, não eram assim tão incomuns como isso. Estes ossários vão ser depositados no Museu Rockefeller. O décimo ossário, que não tem qualquer inscrição, foi colocado perto dos outros sarcófagos e foi ele que gerou depois uma determinada polémica. Vai haver várias publicações sobre esta descoberta. Josef Gaft fez uma publicação em 1981. Um estudo mais detalhado destes ossários vai ser publicado em 1994 por um dos principais especialistas, que é o Dr.
Levi Itzak Rahmani. E depois, em 1996, o professor Amos Kloner também vai fazer um artigo sobre esta descoberta. Mas é em 1996 que a BBC se lembra de fazer um primeiro documentário sobre esta descoberta. O documentário tem um título, e se Jesus não tivesse ressuscitado, passa o documentário, gera uma enorme crítica ao programa da parte de teólogos, da parte de especialistas, e a responsável por este programa, a senhora Joanne Backwell, ela vai acabar por dizer o seguinte. A verdade é que é altamente improvável que este seja o verdadeiro túmulo de Jesus e da sua família.
Certamente não há provas positivas de nada. Os nomes eram todos comuns na Palestina daquela época. Jesus pertencia a uma família pobre em Nazaré que dificilmente teria um túmulo rico em Jerusalém. E ela prossegue Outro túmulo, na verdade, perto da Igreja do Santo Sepulcro, tem uma reivindicação maior para ser o espaço oferecido por José de Arimateia. E, portanto, a própria produtora do programa da BBC vem tentar acalmar, como se costuma dizer, os ânimos. Estas reações negativas à produção da BBC não impediram um homem muito conhecido, James Cameron, um produtor bem sucedido e aclamado do filme Titanic, que se juntou a um outro cineasta israelita chamado Simcha Jacobovich e eles vão produzir para o canal Discovery um outro documentário com o título O Túmulo Perdido de Jesus.
E aqui é que vai surgir a grande polémica. Eles vão dizer que os ossos de Jesus tinham sido encontrados, porque vinha a tal combinação, Jesus, José, Maria. Alegavam que o ossário com o nome de Maria representava a mãe de Jesus, uma vez que tinha a forma latina com o nome hebraico. Sugeriram que o Matias era o Mateus, do Evangelho, e que o ossário com a inscrição Judá, filho de Jesus, provava que Jesus era casado com Maria Magdalena. E, portanto, é daqui que sai realmente o grande problema desse programa da
Discovery que vai gerar essa dúvida. Afinal de contas, será que Jesus o ressuscitou ou que se descobriram finalmente os seus ossos? E é isso que nós vamos continuar a tratar na segunda parte do nosso programa. Muito bem. Estamos agora a chegar ao fim da primeira parte, tem que ficar connosco para a segunda, mas antes eu quero partilhar consigo uma oferta que temos para si, já apresentei aqui em programas anteriores. Trata-se do Guia de Estudo da Bíblia, intitulado Evidências. Ele é da autoria do conhecido Dr. Rodrigo Silva e este manual responde a 14 perguntas essenciais que ajudam o leitor a compreender as nossas origens, o propósito da vida e muitos outros temas fundamentais para uma vida com sentido. Se quer receber esta oferta diretamente em sua casa, então pode fazê-lo de forma muito simples, já conhece certamente o processo.
Só precisa de nos enviar uma mensagem para o número 933-939291 a solicitar o Guia de Estudo e Evidências. E depois a nossa equipa, de uma forma muito pessoal, entrará em contato para lhe enviar gratuitamente para a morada que depois nos indicar. É o momento, então, como disse, para fazermos uma pequena pausa. Não desligue nem mude de canal. A seguir vamos desmistificar todo este documentário e as delegações que foram feitas. Fique connosco. Nós voltamos já a seguir. TV Novo Tempo. O canal da Bíblia. O canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do programa Fárum Bíblico. Na primeira parte falámos da descoberta do túmulo de Talpiot e das alegações que foram feitas num documentário que sugeriu que ali poderiam estar os ossos de Jesus e da sua família, contrariando o que a Bíblia afirma acerca da ressurreição de Cristo.
Mas será que essas alegações que foram feitas têm realmente fundamento histórico e arqueológico? É exatamente isso que vamos analisar agora, com a ajuda preciosa do Teólogo Arturo Machado, na resposta que vai dar à próxima pergunta, e que é a seguinte. O que podemos dizer sobre os ossos descobertos no Tumbo de Talpeate?
Então, as conclusões sensacionalistas do programa do canal Discovery foram acérrimamente criticadas por todos os especialistas. Quer teólogos cristãos, quer arqueólogos cristãos, judeus e, inclusivamente, aqueles que procederam à remoção dos ossários desse túmulo, todos eles foram unânimos em criticar as conclusões a que tinham chegado. os produtores, portanto, deste programa. Havia acontecido com a primeira versão da BBC. Exatamente. E, portanto, a crítica mais comum que foi salientada é que os nomes apresentados, ao contrário do que se fazia crer, eram realmente nomes vulgares na Palestina no tempo de Jesus.
O principal estudioso na recolha e compilação destes nomes é o professor Tal Ilan e no Léxico dos Nomes Judaicos na Antiguidade Tardia, que estuda os nomes que vão desde o ano 330 a.C. ao ano 200 d.C., portanto estamos a falar de um período de cinco séculos, ele publicou uma lista de 3193 indivíduos, onde provou que estes nomes eram absolutamente normais. Após este trabalho, Richard Baucom publicou 2625 nomes masculinos e 326 nomes femininos num livro mais recente chamado Jesus e as testemunhas oculares.
E Baucom, ele nota que todos os nomes encontrados no túmulo de Talpiot eram, na verdade, bastante comuns na época de Jesus. Para apenas termos uma ideia, dos 2.625 homens que são listados por Baucom, o nome Iosef era usado por 218. o nome Judá usado por 164, o nome Jesus por 99, o nome Mateus por 62. Portanto, no cálculo das probabilidades, poderia acontecer, como aconteceu, esse nome estar existente. Poderia acontecer, mas acontece que há um outro senhor, esse senhor chama-se Randy Ingermansen, e nós vamos ler justamente isso, um físico teórico, calculou o número de homens em Jerusalém entre o ano 20 a.C.
e o ano 70 d.C. que teriam sido chamados Jesus, filho de José. O número é de 1,26% entre 80 mil homens, o que equivale a 1.008 indivíduos. Portanto, há 1.008 indivíduos que teriam este nome, Jesus, filho de José. E, portanto, mais importante é a questão da probabilidade deste Jesus, filho de José, ser sepultado justamente com a combinação particular de duas mulheres e três homens neste túmulo de Talpiot. E os cálculos são engraçados. Cálcula-se que pelo menos onze homens com este mesmo nome, Jesus, filho de José, fossem enterrados com um grupo de outras pessoas exatamente com a mesma nomenclatura, o que deixa que isto não seja mais uma coincidência como o canal Discovery quis realmente fazer querer.
Em relação à alegação de que José era um nome raro, usado apenas para para o irmão de José, Boccam, observa que José não é um nome raro nos ossários. Não é tão raro como o outro conjunto de nomes que aparecem neste período. Mesmo se nós formos aos Evangelhos, em Marcos, no capítulo 6 e no versículo 3, nós notamos que um dos irmãos de Jesus, pela parte de José, tinha este nome. Notamos que um dos filhos de Maria, mãe de Tiago, o jovem, também tinha esse nome. Isso está no Evangelho de Marcos, capítulo 15, versículo 40. E em alguns manuscritos do Livro de Atos, do capítulo 4, versículo 36, diz-se que José era também um dos nomes de Barnabé.
Da mesma maneira, o canal Discovery tinha dito que a análise do ADN provava que Jesus e essa tal outra senhora chamada Maria, estes Jesus filhos de José e esta tal outra senhora chamada Maria, não tinham um ADN familiar e, portanto, seria provavelmente Maria Madalena. Ora, acontece que um dos especialistas forenses em ADN, o professor Carney Matheson, dizia o seguinte acerca destas análises de ADN. O que o relatório conclui? é que estes dois perfis diferentes não eram parentes maternos. É só. Ele não pode dizer que o outro ADN da outra senhora seria a Maria Magdalena.
O relatório não diz isso, portanto temos que ser muito objetivos em relação com esse relatório. E há uma outra especialista em ADN que dizia que os resultados de ADN são inválidos, muito provavelmente devido a técnicas de amostragem deficientes. Porque se esses ossos estivessem misturados com outros ossos já anteriores, as amostragens não poderiam ser, portanto, muito fidedignas. Ou seja, em resumo, o que nós podemos dizer é que praticamente não existem
arqueólogos ou estudiosos bíblicos de referência que considerem credíveis as alegações do Discovery Channel de que identificaram o túmulo real de Jesus de Nazaré. O que nos traz ao início da nossa resposta e, portanto, ou melhor dizendo, da nossa pergunta. Os ossos de Jesus nunca poderiam ter sido descobertos porque, pura e simplesmente, eles não existem como ossos de um cadáver. O Novo Testamento é unânimo. E esse é o cerne da fé cristã. O Novo Testamento é unânime a dizer que Jesus ressuscitou.
Se formos, por exemplo, ao livro dos Atos dos Apóstolos, já depois dos Evangelhos, este livro escrito por Lucas, no capítulo 10 e no versículo 40, ao falar de Jesus, diz a este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto. O apóstolo Paulo, quando escreve a sua primeira epístola aos Coríntios, no capítulo 6 e no versículo 14, vai dizer, Deus ressuscitou o Senhor e também nos ressuscitará a nós pelo seu poder. E o apóstolo João, quando escreve o livro de Apocalipse, no capítulo 1, versículos 17 e 18, relata a visão que teve de Jesus e diz, quando o vi, caí a seus pés como morto, porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo, não temas, Eu sou o primeiro e o último, aquele que vive.
Estive morto, mas vejo que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno. Portanto, nós podemos tranquilizar a pessoa que nos enviou esta pergunta ao dizer que os ossos que foram descobertos no túmulo de Talpiot não são os de Jesus, Filho de Deus. São os ossos de um homem que viveu, provavelmente, no mesmo tempo de Jesus, que teria o nome dele e que teria também o nome de Jesus, filho de José. porque, como acabámos de ver, havia cerca de 1.008 nomes naquela época que tinham esta mesma nomenclatura, Jesus, filho de José.
Como a Bíblia bem o menciona, Jesus é sepultado no túmulo de José de Arimateia, na sexta-feira, ao pôr do sol, ressuscita no domingo de madrugada e, como diz a fé cristã, continua vivo pelos séculos dos séculos, de onde virá para ressuscitar aqueles que morreram em Cristo, aqueles que acreditaram nele. E, portanto, este é o centro da fé cristã. É nisto que nós acreditamos, é nisto que nós confiamos e não houve até o momento qualquer descoberta arqueológica digna desse nome que pudesse dizer aqui está o túmulo de Jesus.
Mesmo o túmulo do Santo Sepulcro não tem ossos lá dentro. Jesus ressuscitou e esse é o grande eixo da fé cristã e a grande esperança bíblica para a humanidade. Muito bem, Arturo. Muito obrigado pela resposta, pela forma fundamentada como nos trouxe toda esta informação e tenho a certeza que o nosso ouvinte, a telespectadora, terá ficado mais esclarecida. E obrigado também por nos deixar esta mensagem que para os cristãos, para a fé cristã, a Refereição não é apenas um acontecimento no passado, mas é, acima de tudo, uma esperança para o presente e para o nosso futuro. E é com essa esperança que chegamos ao final do nosso programa, agradecendo a pergunta que nos foi enviada, a qual na realidade também espelha muitas das dúvidas que muitos têm sobre a veracidade da ressurreição de Jesus e que muitas vezes são lançadas por estes documentários mediáticos que tentam muitas vezes mostrar algo contrário à Bíblia.
E mesmo a propósito, eu quero chamar a sua atenção novamente para a oferta que temos para si no programa de hoje. é o Guia de Estudo da Bíblia e Evidências, escrito pelo arqueólogo Dr. Rodrigo Silva, e queria lhe dizer que na lição número 6 deste manual, ela tem por título, Ressurreição de Jesus, Mito ou Realidade? E ao estudar esta lição em particular, poderá explorar de forma muito detalhada várias evidências históricas e bíblicas que sustentam a Ressurreição de Jesus. Como vê, este poderá ser um conteúdo excelente para complementar o assunto que já abordámos aqui hoje. Por isso mesmo, se não tem este material, então não deixe passar esta oportunidade de o receber de forma totalmente gratuita em sua casa e, para isso, basta enviar-nos uma mensagem para o número que eu já tenho a certeza que decorou e que é o 933-939291, de forma muito simples, a pedir o Guia de Estudo e Evidências.
Envie-nos a sua mensagem agora mesmo e depois tenha esta possibilidade de examinar cada evidência e, dessa forma, continuar a fortalecer a sua fé neste acontecimento central, como dissemos aqui, da fé cristã. O Fórum Bíblico, já sabe, ganha vida todas as semanas com a sua participação, por isso queremos ouvir as suas dúvidas sobre a Bíblia. Pode enviá-las para o nosso programa, para o e-mail programas-arroba-novotempo.pt ou então, se preferir, por mensagem para o número que eu já referi, 933-939291. Uma vez mais quero agradecer pela sua companhia, quero agradecer também pela sua participação, enquanto nós estaremos de volta já na próxima semana prontos para explorar outros assuntos da Bíblia, os quais, já sabe, são escolhidos por si através das perguntas que nos enviar.
O convite está feito, participe connosco e fique bem.
Neste episódio do Fórum Bíblico, exploramos uma das questões que mais intrigam crentes e estudiosos: afinal, o túmulo de Jesus ficou vazio ou a arqueologia descobriu vestígios das Suas ossadas?
O apresentador Marco Figueiredo recebe o teólogo Artur Machado para desmistificar as alegações sensacionalistas de documentários que sugeriram a descoberta do túmulo da família de Jesus em Talpiot, Jerusalém. Durante o programa, analisamos:
• Os locais tradicionalmente apontados como o sepulcro de Cristo em Jerusalém. • A descoberta de 1980 e as polémicas geradas pelas produções da BBC e do Canal Discovery. • A análise estatística e histórica sobre a popularidade de nomes como "Jesus", "José" e "Maria" no primeiro século. • O que os especialistas e os testes de ADN realmente revelam sobre os ossários encontrados. • A harmonia entre os relatos bíblicos e as evidências arqueológicas.
Acompanhe esta conversa esclarecedora que une teologia, história e ciência para responder a dúvidas que desafiam a fé e a razão.
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