Olá, muito obrigado por se juntar a nós. O Fórum Bíblico é um espaço, antes de mais, de partilha, de reflexão e de conhecimento. E é com esse propósito que aqui estamos, para ajudá-la a aprofundar a sua compreensão sobre as verdades reveladas na Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. No programa de hoje, vamos descobrir como a Bíblia descreve a consciência, essa voz interior que nos guia entre o certo e errado, e este será então o assunto que vai guiar a nossa conversa hoje aqui no Fórum Bíblico. Para nos ajudar a explorar este tema e a responder às perguntas que temos hoje para partilhar consigo, está connosco, como sempre, o teólogo Arturo Machado, que, semanalmente, nos vai acompanhando nestas reflexões, nestas explicações, para nos ajudar a compreender melhor os ensinamentos que nos são revelados na Bíblia.
Olá, Artur. Olá, Marco. Bem-vindo. Muito obrigado pela sua presença uma vez mais. E vamos avançar já para a primeira pergunta que vai introduzir então, a temática do papel da consciência na vida humana. E a pergunta é, como é que a Bíblia fala do papel da consciência na vida humana?
Muito bem. É, sem dúvida alguma, um tópico muito interessante e nós vamos ver que a forma como a Bíblia fala da consciência humana, por vezes, toca alguns dos conceitos que nós já tínhamos connosco próprios, outras vezes ela afasta-se. Isso porquê? Porque nós próprios, ao longo do conhecimento, da história do conhecimento humano, nós fomos sendo influenciados na maneira como nós vemos a consciência e o papel que ela tem na nossa vida, de uma forma que foi influenciada pela filosofia grega. A consciência, já os gregos lhes chamavam Sunnaidesis. Sunnaidesis significa conhecer com ou com conhecimento.
A consciência, portanto, é aquela qualidade que distingue os seres humanos do resto dos seres vivos. Para a teologia clássica, que foi formulada, por exemplo, por Tomás de Aquino, a consciência é a capacidade que o ser humano tem de realizar juízes morais. E esses juízes morais são efetuados, portanto, na nossa mente. E nisto ele estava baseado justamente em Aristóteles. Tomás de Aquino era muito fundamentado na filosofia de Aristóteles. A consciência, neste caso, conduz a minha razão poder ir ao encontro daquilo que são as minhas ações e as minhas decisões morais.
E Immanuel Kant, que também teve um papel muito determinante na filosofia, chamava à consciência o imperativo categórico. E o imperativo categórico porquê? Porque é um impulso interior que nós temos para fazer aquilo que deve ser feito de maneira real e também ele dizia que era a razão humana que era a fonte da moralidade, e tanto a moralidade como a consciência no pensamento kantiano são ambos autónomos. A consciência para Kant não é algo que nós adquirimos. Também Sigmund Freud, que influenciou muito do pensamento ocidental, vai definir a consciência como o superego, ou seja, algo que se vai desenvolvendo na pessoa, na criança, e que ela vai interiorizando em resultado das proibições que lhe são impostas, portanto, pelos seus educadores.
Nesse caso, a consciência seria uma espécie de uma força repressiva que regulamenta, de alguma maneira, os impulsos ou as poluções que o ser humano tem. E, portanto, ao longo da história, do pensamento, do conhecimento humano, a consciência vai ou trazer o melhor que há do ser humano ou, justamente, reprimir aquilo que o ser humano tem de mais mau. O Antigo Testamento não tem uma palavra para a consciência. Ele utiliza uma outra palavra que nós vamos ver, que é a palavra LEB, coração, que vai muitas vezes veicular esta ideia de consciência.
Por exemplo, no primeiro livro de Samuel, no capítulo 24 e no versículo 5, quando Davi, ao ser perseguido por Saúl, Saúl está a dormir e ele vai lá sorrateiramente e, com uma espada, corta-lhe a orla do manto, significando que ele poderia tê-lo morto facilmente. Ou seja, a guarda do rei Saúl não era a melhor para o proteger. E diz-nos esse texto. Sucedeu, porém, que depois sentiu Davi bater-lhe o coração. por ter cortado a orla do manto de Saúl. E, portanto, esta expressão, bater-lhe o coração, quer dizer que David sentiu profundamente em si, dizendo que não devia ter feito isso.
A tradução do livro, que é uma tradução mais dinâmica, traduz esta passagem da seguinte maneira. Há outras passagens do Antigo Testamento que descrevem experiências como o remorso ou a tristeza por uma falha que é cometida, o que mostra que o ser humano tem esta consciência ativa. E o Salmo 51 é um bom exemplo, que é o Salmo ao homem de David, depois de ter sido exortado por Natan quando ele cometeu o adultério e o homicídio contra Urias, no caso de Bate-Seba.
Nesse salmo, David pede perdão a Deus por ter sido confrontado pelo profeta Natan. E só aí é que David sentiu profundamente o que é que ele tinha realmente cometido. Não admira, por isso, que no Salmo 32 ele diga, e ele vai dizer assim, O que significa isto? É uma linguagem poética, sem dúvida alguma, mas mostra que o ser humano que reprime a sua própria consciência sofre com isso.
E esse sofrimento pode-se traduzir até mesmo num aspecto físico. Daí que nós muitas vezes temos os chamados problemas ou doenças psicosomáticas, que resultam justamente de coisas interiorizadas em nós que vão trabalhando, trabalhando, trabalhando. Sentimentos de culpa, por exemplo. Sentimentos de culpa ou até mesmo remorsos. por faltas cometidas e daí que isso vai se refletir na nossa própria saúde. E nesse Salmo 32, David vai dizer, confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei e disse-te que confessarei ao Senhor as minhas transgressões e tu perdoaste-te a iniquidade do meu pecado. E, portanto, estas passagens do Antigo Testamento Embora não tenham lá a palavra consciência, mostram que existe essa função na nossa vida que é dada pela palavra LEB, portanto pela palavra coração.
No Novo Testamento temos então essa palavrinha grega, a palavra que nós já mencionámos, soneidesis, que vai ocorrer 30 vezes no texto bíblico e que vai servir para marcar a perspectiva da consciência. O apóstolo Paulo vai, por exemplo, dizer na Epístola aos Romanos, no capítulo 2 e nos versículos 14 e 15, Quando, pois, os gentios que não têm lei procedem por natureza em conformidade com a lei, e ele está a se referir à lei, à Torá, à lei dos mandamentos e à revelação de Deus, eles não têm lei, mas procedem por natureza de conformidade com ela, servem de lei para si mesmos. E diz o apóstolo Paulo, estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-os ou defendendo-os.
Ou seja, o que o apóstolo Paulo está a dizer é, enquanto que os judeus, no seu caso, tinham uma regra moral bem elaborada, uma revelação, pela qual eles pautavam o seu comportamento e o seu modo de agir, os gentios, não tendo essa mesma revelação, não eram, por isso, desprovidos de uma consciência moral. E, portanto, a maneira pela qual eles agiam em relação com a sua consciência era similar à maneira pela qual os judeus reagiam em relação com a revelação que eles tinham. De tal maneira que, portanto, quando nós vamos à Bíblia, é notório que existe este meio pelo qual Deus pode justamente, e é por isso que na Bíblia existe uma noção de julgamento, a noção de julgamento só pode existir se uma pessoa tem consciência de uma perspectiva para com um padrão de moralidade.
ou o seu padrão da sua cultura, ou o seu padrão da sua religião, da sua religiosidade. Para perceber o certo e o errado. Para perceber o certo e o errado e para fazer as decisões corretas. E, portanto, para Paulo, a consciência não é tanto produto da educação, do ambiente, do treino, embora possa ser afetada por estes elementos. No pensamento bíblico, a consciência tem várias funções e nós vamos ver no nosso ecrã essas funções. A primeira função é que ela ajuda a escolher de antemão o certo em vez do errado. Sem dúvida alguma essa é a primeira função. A segunda função da consciência é que ela compele-nos a fazer o que é certo ou restringe-nos de fazer o que é errado. duplo movimento, compele-me a fazer o que é bem, eu sinto-me bem com o bem que faço, ou ela restringe-me, ela vai-me limitando e eu tenho que lutar contra a minha consciência para fazer aquilo que é errado.
Terceira, terceiro aspecto, ela capacita-nos a avaliar as nossas ações passadas. É por isso que eu tenho um pensamento crítico e um pensamento de juízo. E, finalmente, o quarto ponto, Ela causa uma inquietação profunda e remorso enquanto não consentimos em fazer as coisas corretamente. Portanto, Paulo vê a função da consciência mais avaliadora do que diretiva e normativa, embora ela seja realmente anterior à ação. Ela não é apenas uma autoridade que nos guia, isto para o pensamento de Paulino, Ela é também uma autoridade crítica. Ela é uma autoridade avaliadora. Ela tem critérios para julgar aquilo que eu faço.
É por isso que o apóstolo Paulo pode dizer todas as coisas me são lícitas. Ele vai dizer isso na primeira Epístola aos Coríntios, no capítulo 6, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícites, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. E, um pouco mais longe, ele diz, nada me ergue a consciência, contudo nem por isso me dou por justificado, pois quem me julga é o Senhor. Ou seja, por outras palavras, a consciência julga os nossos pensamentos e as nossas ações, mas ela não é infalível. Ela vai, ela precisa de uma norma para ser afinada, de uma revelação. A consciência é útil, ela é boa, todos os seres humanos a têm, mas ela não é um guia infalível, a menos que ela própria seja guiada por uma revelação que lhe é transcendente, por uma revelação que lhe é superior.
Muito bem. Na segunda parte, nós vamos avançar ainda mais na explicação e perceber exatamente esse papel da consciência na Bíblia. Antes de avançarmos, quero agora chamar a sua atenção para a oferta muito especial que temos para si. É o Guia de Estudo à Origem de Tudo, no qual poderá encontrar respostas seguras, com base na Palavra de Deus, sobre tanto os temas como a origem do Universo, a origem da vida, a veracidade das Sagradas Escrituras, bem como o propósito da existência do ser humano. Se ainda não tem este guia, então tem agora uma excelente oportunidade para o solicitar, porque ele é totalmente gratuito. Para isso, basta enviar-nos uma mensagem para o número 933 939291 a pedir o guia à origem do todo. Chegamos agora ao fim da primeira parte do Fórum Bíblico. Vamos avançar para um breve intervalo.
Fique desse lado. Nós regressamos dentro de momentos com mais perguntas. TV Novo Tempo, o canal da Bíblia, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do programa Fórum Bíblico. Hoje estamos a responder a perguntas relacionadas com o papel da consciência na
vida humana, segundo a Bíblia. Vamos, então, conhecer a segunda pergunta. Ela decorre do que já tínhamos falado na primeira parte, quando estávamos a ver, portanto, a visão de Paulo e os escritos de Paulo. E a pergunta é que outros exemplos do exercício da consciência se podem encontrar nos escritos de Paulo. Ora bem, porque uma pessoa tem consciência, justamente o apóstolo Paulo é muito concreto. Ele vai, muitas vezes, dizer nos seus escritos que não cumpriu ninguém a aceitar as suas propostas, ou seja, ninguém deve manipular o outro para o fazer estar de acordo com a sua perspectiva e também não deve marginalizar o outro porque ele tem uma perspectiva diferente. E Paulo vai dar alguns exemplos concretos, por exemplo, na Epístola aos Coríntios, nos capítulos 8 a 10, esta questão da liberdade humana vai ser posta à prova através de um exemplo que era a comida de determinados elementos.
Havia na cidade de Corinto pessoas que iam ao talho público comprar carne. Essa carne tinha sido oferecida aos ídolos. E havia outras pessoas dentro da própria comunidade cristã que achavam que não se podia comer dessa carne. Havia, portanto, um debate. Uns diziam que não há ídolos, Portanto, se os ídolos não existem, a carne, no fundo, é oferecida a ninguém e eu posso comer. Mas havia quem dissesse, não, não, embora os ídolos não existam, estas pessoas acreditam que eles existem. Portanto, eles são sacrificados a uma outra entidade que não é Deus. E o apóstolo Paulo dá, digamos, orientações específicas dentro da comunidade, porque havia pessoas cuja consciência era afetada por aquilo que uns faziam.
E o apóstolo, por exemplo, nessa primeira Epístola aos Coríntios, no capítulo 10 e no versículo 27, ele vai dizer, se algum dentre os incrédulos vos convidar, e quiser dizer, comei de tudo o que for posto diante de vós, sem nada perguntar-lhe por motivo de consciência." Ou seja, se vocês têm escrúpulos, então não perguntem. Quem não sabe, não sofre. Pelo menos esta era a perspectiva do apóstolo. Porém, ele diz, se alguém vos disser, isto é coisa sacrificada ao ídolo, não comeis, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência. Digo, não a tua propriamente, engraçado Paulo diz assim, tu até podes não ter problema nenhum com isso, para ti está tudo ok, mas diz Paulo, a do outro.
A daquele que sabendo que tu comestes isto, vai sofrer por causa disso. Vai se sentir incomodado. Vai se sentir incomodado. Porque há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia, dizia o apóstolo Paulo. E, portanto, para Paulo, uma pessoa mais sensível não deve restringir o irmão mais forte no seu comportamento, é um facto, mas aqueles que são mais fortes e, portanto, mais fortes do ponto de vista moral, talvez, do ponto de vista doutrinário também, estes mais fortes também devem ter em consideração aquelas pessoas que ainda estão num patamar primordial da sua fé.
e que ainda não aprofundaram determinadas questões e que não são capazes, por exemplo, de compreender determinados comportamentos. Logo, aquilo que o apóstolo Paulo solicita aos crentes da Igreja de Corinto é uma maneira de ser e de agir que tenha em consideração o outro na sua abordagem, no seu crescimento e no seu desenvolvimento cristão. E, portanto, o ponto em questão é não violar a sensibilidade da consciência uns dos outros. nós podemos verificar que esta perspectiva de Paulo mostra-nos que a consciência, sendo um dom de Deus à humanidade, desenvolve-se de acordo com cada sensibilidade e à medida que nós vamos crescendo em Cristo.
E nós devemos ter sempre presente que, apesar de haver uma estabilidade e de haver uma firmeza em cada módulo de crescimento, A consciência também é vulnerável, é maleável, é impressionável. E, portanto, independentemente de nós termos uma consciência mais forte ou mais fraca, uma consciência mais ou menos aguçada, nós podemos sempre afetá-la pelos nossos próprios comportamentos morais. Daí que a Bíblia seja unânime, de que uma boa consciência vai se desenvolver em relação com uma referência a Deus. Isto é, à medida que eu vou ficando em conformidade com aquilo que eu vou conhecendo da sua vontade, no envolvimento completo com Deus, no agir corretamente em todas as coisas.
É aí que a consciência se vai purificando. Ou seja, ela poderá ser tanto mais fiável quanto mais sujeita ela estiver àquela que for a vontade divina. Àquela que for a vontade de Deus e à medida que eu vou crescendo e que me vou aprimorando nesse próprio conhecimento. A consciência vai se desenvolvendo, vai acompanhando o meu desenvolvimento no conhecimento cristão e no conhecimento da vontade de Deus. Muito bem. A terceira e última pergunta traz-nos um tópico que muitas vezes fala quando
abordamos a temática da consciência e é sobre a cauterização da consciência, falamos muitas vezes nisso, e o que é que diz a Bíblia sobre a cauterização da consciência, se é que a Bíblia fala disso. Exato. Paulo fala disso, por exemplo, na primeira epístola a Timóteo, no capítulo 4, nos versículos 1 e 2, ele vai dizendo, o Espírito afirma expressamente que nos últimos tempos alguns apostatarão da fé por obtecerem espíritos enganadores e ensinos de demónios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e têm cá autorizada a própria consciência. Ou seja, se a consciência é realmente o ponteiro que nos diz aquilo que é certo e aquilo que é errado, se eu não tenho, se eu não ligo à voz da minha consciência, se eu sistematicamente vou perturbar a minha consciência por um comportamento que é errado e errático, a minha consciência vai deixar de funcionar como um assalário moral.
Ou seja, eu vou abafando essa voz. A cauterização da consciência é justamente o abafar. É eu saber o que devo fazer, mas eu não vou fazer. E, para isso, a Bíblia diz muito concretamente que muitas vezes a hipocrisia é algo que cauteriza a consciência. É o eu saber como é que devo agir, mas agir de uma outra maneira. Felizmente que o Evangelho nos dá uma esperança. E isto é, apesar de muitas vezes eu agir desta maneira, eu agir contra a minha consciência, portanto ela acusar-me do mal que eu faço, e se eu persistir nesta tendência. Aí, na Epístola aos Hebreus, o autor da Epístola aos Hebreus, no capítulo 9 e no versículo 18, diz que o sangue de Cristo, que pelo Espírito Eterno a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência das obras mortas para servirmos ao Deus vivo.
No fundo, o que a Bíblia está a dizer é que não há nada que Deus não possa curar. E isso inclui a consciência humana com as suas fragilidades, com as suas deficiências, com as suas cauterizações. Deus criou-nos como seres conscientes e, portanto, como seres capazes de discernir entre o certo e o errado. Quando a consciência nos acusa, e essa consciência está nivelada pela vontade de Deus, por aquilo que Deus deseja, nós o que podemos fazer é arrepender-nos. e pedirmos perdão por termos feito o mal e procurarmos harmonizar então a nossa consciência da maneira que a Palavra de Deus nos indica com o comportamento, com a adequação que a Palavra de Deus nos indica.
E perceber que às vezes também da nossa cultura existem elementos que já formaram a nossa consciência que também eles não estão em harmonia com a Palavra de Deus. E nesse sentido é preciso harmonizá-los, é preciso fazer esse esforço de compreender que nem sempre o que a minha cultura tem como errado, a Bíblia tem como errado, e nem sempre o que a Bíblia diz que é certo, eu tenho na minha cultura como sendo certo. Tem que haver essa harmonização entre aquilo que Deus deseja e aquilo com que a minha consciência se formou para que eu possa então ter uma consciência mais esclarecida e mais capaz de ter um juízo moral. Exato, e que talvez também se reflita num comportamento mais honesto e também mais íntegro. O nosso tempo terminou, não temos tempo para mais, mas eu não queria terminar o programa de hoje sem falar novamente na oferta que temos para si neste programa.
Se nos está a acompanhar desde o início, já sabe do que é que eu estou a falar. É sobre o Guia de Estudo da Bíblia, a origem de tudo. E, na capa, nós podemos ler logo uma pergunta destaque. De onde viemos? Quer conhecer a resposta? Então peça este guia, sem qualquer custo, enviando-nos uma mensagem para o número 933 939291. Ficamos, desde já, ansiosos por receber a sua mensagem. O seu contributo é, como sempre, fundamental para enriquecer este fórum. Assim, se ao ler um texto bíblico se sentir alguma dificuldade na sua interpretação ou se algum tema das escrituras lhe parece complexo, não guarde para si as suas dúvidas. Partilhe connosco, envie-nos as suas perguntas, as quais também ficamos ansiosos por receber, seja numa mensagem que pode enviar para o nosso e-mail, que é programas arroba novotempo.pt ou então, de forma muito cómoda, para o nosso número 933 939291.
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