Abrimos mais um Fórum Bíblico. Seja muito bem-vindo. É com alegria que estamos perante um novo ano e que podemos continuar a contar com a sua companhia e a merecer a sua atenção aí desse lado, seja na televisão, na rádio ou em qualquer outra plataforma que esteja a utilizar para nos seguir em mais um episódio do Fórum Bíblico. Para toda a equipa de produção deste programa é um verdadeiro privilégio poder contar com a sua participação. Aproveito para agradecer a todos aqueles que durante o ano de 2025 nos enviaram as mais variadas perguntas sobre a Bíblia, mas se costuma acompanhar-nos e ainda não descreveu, e se por acaso tem alguma dúvida sobre algo que leu em algum texto bíblico, ou sobre um tema que não compreendeu totalmente, ou um assunto que gostaria de ver explorado com mais detalhe, então deixe-lhe o convite.
Um convite agora para 2026. Envie-nos a sua pergunta. Não hesite, porque a sua pergunta merece, sem dúvida, ser respondida. Este espaço, o Fórum Bíblico, existe precisamente para apoiar o estudo e a sua compreensão da Palavra de Deus. Por isso, façam-nos chegar às suas questões, pode ser por e-mail para programas arroba novotempo.pt ou então, de forma muito fácil, por mensagem para o número de telemóvel 933 939291. Nos últimos programas, se assistiu, percebeu que fomos respondendo a questões alusivas à época natalícia e hoje não será diferente, pois ainda temos algumas perguntas para responder, no caso, hoje, sobre os Reis Magos.
Ficou curioso? Então continuo por aí para conhecer já de seguida a primeira pergunta e a resposta que vai ser dada pelo nosso convidado residente deste programa, o teólogo Arturo Machado. Olá, Artur. Bem-vindo. Desejo-lhe hoje uns votos de um bom ano. Que o Senhor continue a capacitar, a inspirar e, se possível, a participar neste programa, ajudando-nos a responder às perguntas que são enviadas pelos nossos telespectadores, pelos nossos ouvintes, para ajudarmos a aprofundar o estudo deste livro maravilhoso, a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Vamos então conhecer a primeira pergunta sobre os Reis Magos, é esse o tema do programa de hoje, que é a seguinte, o Evangelho de Mateus fala de uns magos que vieram do Oriente para ver Jesus. O nosso ouvinte, o nosso telerespondedor pergunta, eu gostaria de saber se a Bíblia diz quantos eram, qual seria a sua origem exata e o que significavam, se é que tem algum significado, as prendas que trouxeram a Jesus.
Muito bem. O relato dos Evangelhos menciona justamente que uns magos chegaram do Oriente para ver Jesus, é isso que nos diz Mateus no capítulo 2, logo no versículo 1, tendo nascido Jesus em Belém da Judeia no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém e perguntaram onde está aquele que é nascido rei dos judeus, porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos a adorá-lo. Mais adiante, nos versículos 9 a 11, diz que, tendo eles ouvido o rei, partiram, e eis que a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles, até que chegando se teve sobre o lugar onde estava o menino, e vendo eles a estrela, alegraram-se muito, com grande júbilo, e entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe, e prostrando-se, o adoraram, e abriram os seus tesouros, e ofertaram-lhe dádivas, ouro, incenso e mirra.
Portanto, o relato bíblico prossegue depois dizendo que quando eles estavam para partir foram avisados por Deus em sonhos que não regressassem pelo mesmo caminho, isto é, que não fossem para Jerusalém, e eles foram-se embora justamente por outro caminho. Agora, concretamente no Evangelho, o que é que Mateus nos diz? Mateus não diz quantos são, nem diz concretamente de onde vêm. Ele usa a expressão oriente, que poderia fazer alusão justamente a várias localizações. Na época de Jesus, esta expressão, o oriente, era tudo o que ficava ao oriente do Rio Jordão. E, portanto, não sabemos concretamente a localização geográfica. Há alguns escritos dizem que eles viriam da Arábia, outros da Pérsia, outros inclusivamente da Etiópia, do Egito, da Índia e até da China.
O que é facto é que toda a tradição cristã vai desenvolver uma narrativa em quer uma narrativa escrita, quer uma narrativa iconográfica, à volta destes magos. E essa narrativa é tão extensa que eles vão acabar por tornar-se uma lenda. E essa narrativa até começa mais pela parte da arte iconográfica. E o retrato mais antigo existente destes magos, data do século III, ele aparece num arco acima, na Catacumba de Priscila, em Roma. Como quase todas as imagens iconográficas, esta não está muito visível, mas dá para distinguir que se trata de três homens idênticos em tamanho, portanto, idênticos também pelas vestes que trazem, isto é, não há ali discrepâncias de estatuto social, embora as cores dessas vestes sejam diferentes.
Cada um carrega um presente e é difícil discernir de que presente se trata nessa primeira pintura, mas geralmente um deles carrega uma coroa de flores e os outros carregam uma tigela, um jarro ou um objeto, portanto, em forma de caixa. Eles estão pintados vindo em fila, olham para a criança que está sentada no colo da mãe. Às vezes, em algumas imagens, os camelos, que são um meio de transporte no qual eles teriam feito transportar, porque é bom recordar, Mateus também não diz em que meio de transporte eles fizeram transportar.
E, portanto, estas são as imagens. Aparece a estrela também. É interessante notar também um outro detalhe importante, é que esta iconografia vai transitar das catacumbas para os sarcófagos e depois dos sarcófagos para os espaços mais públicos, que vão ser as basílicas. E, portanto, nós vamos assistir a essa evolução na arte. Às vezes, no século V, sobretudo, Esta evolução é a mais notória. Eu estava a dizer que, às vezes, até é bom relembrar que esta iconografia dos magos vai aparecer até muito anterior, às próprias cenas do nascimento de Jesus, portanto às próprias cenas da criança, por assim dizer.
Há um mosaico do século VI que aparece na igreja de Santa Polinária no Ovo, em Ravenna, Itália, onde eles aparecem como sendo trigémios, extravagantemente vestidos, levam os seus dons em vasos canelados, enquanto avançam e olham para a estrela. Diante dele está o menino Jesus, rodeado por Maria e ladeado também pelos anjos. Começa a haver depois umas distinções. Por exemplo, nesse mosaico de Ravenna, há um que tem longos cabelos, castanhos e barba, Há um que é jovem e que é barbeado e há um terceiro que é um homem idoso com cabelo grisalho. Por cima, também começam a aparecer os nomes.
Baltasar, Melchior e Gaspar. Às vezes também escrito Caspar. Mas, não deixa de ser importante notar que o Evangelho de Mateus, e isso é bom nós notarmos, o Evangelho de Mateus não fornece qualquer indicação sobre os seus nomes. E há um manuscrito na Biblioteca Nacional de Paris que lhe se chama Betisareia, Melchior e Gataspa. No século IX, eles já são conhecidos pelos nomes pelos quais nós os conhecemos hoje. Melchior, Gaspar e Baltasar começam a haver os detalhes físicos Melchior seria um idoso, encanecido de barba e cabelos compridos escuros, Gaspar um jovem em berbe ruivo e Baltazar seria negro e totalmente barbeado.
As suas nacionalidades também variam. Portanto, com a descrição que as pinturas e depois que a escrita lhes vai dando. E há um evangelho da infância de origem arménia, que data do século VI, que diz que Melcon era o rei da Pérsia, Caspar o rei da Índia e Baldassar seria o rei da Arábia. e ao lermos o Evangelho de Mateus, também é bom nós percebermos, verificamos igualmente que o seu número não é mencionado. Isto é estranho para Mateus, porque Mateus é republicano e números ele domina-los.
Aliás, no seu próprio Evangelho, logo no capítulo 1, o Mateus vai dividir a genealogia de Jesus em três séries de catorze gerações. E ele é muito correto a dar números. Por exemplo, ele menciona doze discípulos, dois homens processos, dois cegos, uma multiplicação de pães onde estiveram quatro mil homens, mas nunca atribui qualquer número a os magos que vieram ver Jesus. E este número presumido de três vem sem dúvida do facto de que eles vão entregar a Jesus três dons. Ouro, incenso, e Mirra. No entanto, isso não era dado como certo, porque há uma pintura mural na Catacumba Romana de Domitila que mostra quatro magos.
Há uma outra pintura na Catacumba de Pedro e Marcelino que mostra dois. E há uma variedade de documentos sírios que nomeia doze. E, portanto, nós não sabemos, no fundo, eram estes magos que vieram do Oriente. A tradição vai reduzi-los justamente a três, mas há que perceber que isso é uma tradição, que essa tradição não condiz com aquilo que é o relato dos Evangelhos. Portanto, é algo que vai ser aprofundado através da história, ao longo do tempo, baseado justamente nas pinturas iconográficas, carretam-se em.
Muita informação e acabam por criarem impressas imagens. Exato. Aquelas próprias são uma interpretação. Toda a iconografia que nós encontramos nas catacumbas e que depois vai passar primeiro para os túmulos dos cristãos e mais tarde. transitar para espaços mais públicos, como sejam as basílicas ou as igrejas, são interpretações daquilo que os evangelhos mencionavam ou daquilo que já era a tradição cristã Nessa altura, a tradição oral, ou até alguma tradição escrita, mas não refletem de maneira nenhuma aquilo que foi a realidade. Nós não sabemos quantos eram estes magos e nós desconhecemos completamente quais eram os seus nomes ou até qual era a sua origem.
Muito bem. No programa de hoje estamos a falar de magos, citados, portanto, no Evangelho de Mateus, que trouxeram presentes para Jesus e hoje no programa nós também temos um presente muito especial para si. Se por acaso tem vontade de aprofundar a sua fé e estudar a Palavra de Deus, como acreditamos que sim, mas ainda não possui uma Bíblia, então nós queremos hoje oferecer-lhe uma igual à que está aqui colocada no nosso estúdio. A Bíblia, a Palavra de Esperança. À semelhança de uma lanterna, tal como esta que temos aqui no estúdio, a palavra de Deus ilumina os nossos passos e pode dissipar as trevas do nosso caminho. Se não tem uma Bíblia, pode recebê-la sem qualquer custo.
Basta enviar-nos uma mensagem para o número 933 939291 e escrever o texto, tome nota, oferta, palavra de esperança. Não deixe escapar por isso esta oportunidade de ter a Bíblia, a palavra de Deus consigo e de experimentar a transformação e a paz que ela pode trazer à sua vida e à vida daqueles que estão ao seu redor. Antes de continuarmos com o programa, nós vamos fazer uma pequena pausa. Fique connosco porque nós voltamos já a seguir a um curtíssimo intervalo.
Damos. Início à segunda parte do programa Fórum Bíblico. Se acabou de se juntar a nós, fique por aqui porque o tema de hoje é muito interessante. No programa de hoje, nós estamos a falar acerca do relato do Evangelho de Mateus, que menciona a visita dos magos após o nascimento de Jesus. Estamos a ver as diferenças existentes entre o relato do Evangelho e os detalhes que nos são dados pela tradição posterior. Muito bem, Artur, na primeira parte nós já vimos que estes magos, que são citados por Mateus, não sabemos nem os seus nomes, nem quantos eram, nem qual era a localização de que eles eram provenientes.
No entanto, percebemos também que a tradição depois vai fixá-los meritariamente em três e, portanto, vamos saber também que eles trazeram presentes simbólicos. Vamos então avançar para a segunda pergunta, que nos vai permitir ainda explicar um pouco melhor aquilo que sabemos sobre estes homens. Portanto, para além da iconografia, os magos também aparecem em diversos textos cristãos. O que mais podemos aprender sobre eles na tradição? Ora bem, muito bem, o Evangelho de Mateus chama-nos de Magoi. Vamos ver já essa frase. Magoi, que é o plural da palavra grega magos. Mas é uma palavra que é de origem ariana. Desta palavra vem a palavra grega, por exemplo, megas, que significa grande, ou a palavra latina, magno.
que também significa grande. Vem também o sânscrito marra ou o persa mag. E, embora no Novo Testamento a palavra possa ter uma conotação negativa, nos escritos do Novo Testamento, com a magia, aqui no Evangelho de Mateus pensa-se que se trataria de pessoas sábias, pessoas ilustres, que poderiam inclusivamente estarem conotadas com o sacerdócio. o que não era incomum. Nós sabemos, por exemplo, no Antigo Testamento, quando o rei Esquias esteve doente e ele foi curado, ele pediu um sinal a Deus que o Sol retrocedesse no relógio de Acás e isso foi notado pelos astrónomos de Babilónia, que enviaram uma embaixada, digamos, ao rei de Judá.
Aqui, o fenómeno astronómico foi justamente o aparecimento de uma estrela que suscitou a curiosidade destas pessoas ilustres. Nós sabemos que elas eram ilustres por outra questão, é que eles vão a Jerusalém e vão se encontrar com o rei Herodes. Ora, nós já vimos aqui em programas anteriores que Herodes era uma pessoa tremendamente desconfiada. E Herodes não os tratou mal. Herodes não os colocou na prisão, não os mandou seguir. Ele reconheceu-lhes algum estatuto social. E, portanto, eram, portanto, pessoas ilustres. Ser reis, não me parece que seriam reis. Era o que eu ia dizer, pessoas sem reis, provavelmente, ele os convidaria, como fez, mas a palavra reis não vem.
Mencionada no texto bíblico. E isto também chama-nos a atenção para Mateus, porque Mateus também menciona com frequência estatutos sociais. Ele menciona centuriões, ele menciona soldados, ele menciona sacerdotes, ele menciona escribas, fariseus, governadores, reis. Ora, ele deveria ter feito o mesmo com os magos, mas ele usa apenas esta expressão, magos. Provavelmente, na época de Mateus, esta expressão não necessitaria qualquer explicação. Eles saberiam do que é que se trataria. Nós hoje não sabemos do que é que se trata concretamente. É tertuliano. um pai da igreja que morre no ano de 240, que no seu livro Adversos Marcioni contra Marcião nota que estas pessoas que vieram do Oriente que no Oriente se viam estas pessoas, estes magos, como homens sábios e como reis.
Tertuliano é que nota isto nessa sua obra contra Marcião. E há duas obras, também orientais, não canónicas, que são datadas do século VI, A Caverna dos Tesouros e o Evangelho Arménio da Infância, que também retratavam estes magos como sendo reis. No cristianismo ocidental, Cesário, que era bispo de Arles e que faleceu, portanto, no século VI, por volta do ano 542 da nossa era, prega um sermão onde assumiu claramente a realeza destes personagens. E no século X, as representações artísticas começaram a mostrar coroas nas cabeças dos magos. No Oriente, no ano 490, portanto no século V da nossa era, o imperador bizantino Zenão tinha afirmado que descobriu os restos mortais destes supostos reis, algures na Pérsia, e que os levou para Constantinopla.
O que é facto é que, durante a Idade Média, as Relíquias da Terra Santa transportavam-se normalmente para a Europa e elas vão chegar à cidade de Colónia por Frederico Barbarossa, no século XII, em 1164, e aí permanecem em Colónia, onde elas são conhecidas como os Três Reis de Colónia. Um outro facto interessante acerca destes magos é que os pais da igreja vão fazer interpretações sobre eles. Justino Mártir, que escreveu vários livros, um deles foi Dialogo com Trifão. Trifão era um judeu ao qual, no seu livro, Justino tenta chamá-lo à razão, convertê-lo, digamos, para o cristianismo.
E Justino, nesse livro, Diálogo com Trifão, ele vai interpretar estes magos como sendo o cumprimento de uma profecia do Antigo Testamento sobre a vinda do Messias. Ele cita uma profecia de Isaías, capítulo 8, versículo 4, que diz que antes que a criança saiba chamar pai ou mãe, a riqueza de Damasco e os espós de Samaria serão levados pelo rei da Assíria. Para Justino, estes magos são sacerdotes de um culto oriental, praticantes de magia e de astrologia, e a riqueza de Damasco e de Samaria simbolizariam ou feitiçaria o culto aos ídolos que os magos pagãos abandonaram. quando foram adorar a Jesus.
E, portanto, a visita dos magos a Jesus coincidiria com a sua conversão e o abandono de práticas idolátricas. Mas convém notar, uma vez mais, que isto é o que diz Justino Mártir. Na verdade, o Evangelho de Mateus não menciona qualquer profecia associada à visita destes magos. O Evangelho de Mateus menciona profecias acerca do nascimento de Jesus. Tenham cuidado, quando estes magos vão a Jerusalém, são os escribas que dizem, sim, Miqueias relata que o Messias nasceria em Belém. são os escribas, mas não há nenhuma profecia bíblica do Antigo Testamento associada à visita destes magos.
É-nos mostrado também que eles fazem ofertas. A primeira oferta é ouro. E o ouro era e continua a ser um metal valioso na altura, era uma oferta digna de um rei. O incenso e a mirra já são extratos de duas árvores que são resinas, digamos assim. Também eles têm significado. Nós sabemos que o incenso era caro naquela altura, era associado aos serviços do templo, também poderia ser utilizado como analgésico, é interessante, o mesmo acontecendo com a mirra. Alguns especialistas vão dar como significado destes presentes, A dádiva do incenso como ingrediente e, portanto, utilizado no serviço do santuário hebraico tipifica, segundo alguns especialistas, o ofício de sumo-sacerdote de Cristo, que é descrito no Novo Testamento, após a sua ascensão.
A mirra simbolizava o sacrifício supremo no Calvário. Há outros especialistas que salientam que estes elementos, o ouro, o incenso e a mirra, eram, portanto, caros, eram costosos, e que teriam servido a Jesus e à sua família para sobreviver no Egito depois de eles terem fugido de Belém, porque Herodes justamente procurou matar todas as crianças, vendo que tinha sido enganado pelos magos que regressaram à sua terra por outro caminho e que não lhe foram dizer a indicação onde estava justamente a criança que tinha nascido. Mas, como vemos, elaborou-se na tradição cristã, quer na iconografia, quer na escrita, e eu não fui exaustivo naquilo que apresentei, porque há muitos mais escritos e há também muito mais iconografia que poderia ser examinada, mas para mostrar que entre o relato de Mateus e aquilo que é a tradição cristã...
Há um fosso colossal. Tudo o que a tradição veio a dizer depois não condiz com os dados que nós temos de Mateus. É verdade que Jesus foi visitado por magos, não sabemos quantos eram, não sabemos a sua origem, não sabemos o seu nome, não sabemos o seu estatuto social. Tudo aquilo que nós temos no Ocidente é fruto de uma interpretação ou de uma imaginação em honra daquilo que aconteceu.
Muito bem. Poderíamos dizer que a semelhança do que aconteceu no programa passado, quando falámos sobre a data do nascimento de Jesus, que mais importante do que saber o dia era o significado do nascimento. Poderíamos dizer aqui que também é muito mais importante saber quantos eram os seus nomes, de onde vinham, é também perceber que homens estrangeiros vieram adorar o Salvador e que isso deixa um testemunho para nós, daquela que deve ser a nossa fé e a nossa obediência em relação a Jesus. Muito obrigado, Artur. Nosso tempo está, como sempre, a terminar. Muito mais haveria para dizer, mas eu quero ainda aproveitar os últimos instantes que nos restam para lhe lembrar a oportunidade muito especial que temos para si de receber um presente que, eventualmente, possa ainda não ter em sua casa. Estou a falar da Bíblia.
E esta é exatamente a ocasião perfeita para solicitar uma Bíblia, se ainda não têm, a Palavra de Esperança. Para receber uma Bíblia igual a esta, que tenho aqui nas minhas mãos, basta enviar-nos uma mensagem para o número 933-939291, escrevendo o texto, tome nota, oferta a Palavra de Esperança, para sabermos que está a pedir a Bíblia aqui no Programa Fórum Bíblico, e depois receberá em sua casa esta Bíblia totalmente gratuita, que a nossa equipa enviará para si. A leitura e o estudo da Bíblia são sempre uma fonte de luz e de inspiração para a nossa vida e por isso eu quero convidá-lo uma vez mais para continuar a estudar a Bíblia. Ficamos a aguardar pela sua mensagem. Fica também a promessa de continuarmos aqui semanalmente a responder às suas perguntas ao longo deste novo ano, porque no Fórum Bíblico, já sabe, cada pergunta tem sempre uma resposta.
Quanto a si continua a acompanhar este programa, seja na televisão, no canal 186 da MEU, seja online no YouTube da Novo Tempo Portugal ou então através da frequência 91.2 FM da Rádio Clube Sintra, não deixe de partilhar com os seus familiares e amigos este programa e o conteúdo que aqui é explicado e que aqui é apresentado todas as semanas. Por hoje é tudo. Muito obrigado por decidir fazer parte desta viagem de descoberta pelo fascinante mundo da Bíblia. Nós voltamos a marcar encontro na próxima semana para trazer neste fórum as respostas às suas perguntas. O encontro fica a ser marcado. Até lá. Fique bem. E que o Novo Ano lhe traga muitas bênçãos, alegrias e muitas realizações para si e para todos os seus.
Feliz Ano Novo!