Mais uma semana, mais um episódio da Voz da Esperança. Mais uma vez consigo ir desse lado e é uma alegria saber que podemos estar juntos para voltarmos a fazer aquilo que é realmente a especialidade aqui, a especialidade da casa aqui na Voz da Esperança. Abrirmos a Bíblia, olharmos para Jesus e buscarmos inspiração para os nossos dias. E essa inspiração para nós aqui é sempre esperança, fundo de esperança. E hoje, mais uma vez, tenho esperança para lhe apresentar. Vamos começar, precisamente, com esperança na forma de música para deleitar os nossos ouvidos, com a voz aqui do nosso quarteto.
Hoje voltamos a ter connosco a Amália, a Joana, a Flávia, a Violeta, que se juntam a nós, com a direção do André Santos. Vão cantar, ó que esperança, para encher os nossos dias e este momento de mais alegria E hoje vamos voltar a olhar para Jesus já a seguir. Oh, que esperança Vibra em nosso ser Pois aguardamos o Senhor.
Fervo possuímos que Jesus nos dá. Venha, prometa que nos vês. Eis que o tempo logo vem. As nações daqui além Bem alerta vão cantar Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Servos de Deus, a trombeta tocai, breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará. Ondas e balas, o som ecoa, breve Jesus voltará. Ondas do mar, a canção entoa, breve Jesus voltará.
Vem-me Jesus, voltei-a Vem-me Jesus, voltei-o
Na semana passada ofereci-lhe aqui uma revista muito especial sobre o livro do profeta Daniel, para o ajudar a entender melhor essas profecias. Hoje vamos dar um saltinho ao livro do profeta João, o chamado Apocalipse. O último livro da Bíblia com extraordinárias revelações, sempre um livro envolvido num certo misticismo, alguma incógnita. Mas é um livro, na verdade, maravilhoso. E, na verdade, um livro também que apresenta Jesus. sob muitas formas. Se quiser conhecer melhor o Apocalipse e esse grande tema, através deste guia de estudo, vai ser muito mais fácil, porque o vai ajudar quase versículo a versículo. Então, se quiser estudar o livro do Apocalipse connosco e aprofundá-lo por si mesmo, envie uma mensagem para nós.
É o 933-939291, é o nosso número. 933-939291. Basta enviar uma mensagem, basta dizer Apocalipse. depois vamos entrar em contacto consigo para termos toda a informação, para lhe fazermos chegar a sua casa de forma gratuita. É uma oferta que não tem nada escondido, não é para lhe vender nenhum produto, nem para o trazer a lugar nenhum, a não ser ajudá-lo a conhecer de maneira mais profunda a palavra de Deus. Na verdade é isso que estamos sempre a fazer aqui na Novo Tempo. Mesmo que com temas diversos, áreas diferentes da vida, que podem ir da família, ao estilo de vida, claro, à espiritualidade, tudo isso sempre guiados por este grande mote de sermos o canal da esperança para ajudar a encontrar também esperança na sua vida para os muitos desafios que também eles estão nestas diversas áreas da vida.
Fica esta oferta hoje. Por agora, vamos a mais uma história da vida de Jesus e as muitas lições que com
ela podemos aprender. Há pessoas que se chegam a Jesus mas, na verdade, saem sem nada da sua presença. Isto é uma coisa que nós compreendemos ao estudar, aliás, a vida de Jesus. E isto não aconteceu porque Jesus recusa, seja quem for, mas porque algumas pessoas recusam o preço que Jesus propõe. Há um preço. Será o quê? Será fazer ofertas? Será pagar para ter acesso ao Reino de Deus? Não, mas há um preço e Jesus falou dele. Hoje conto-lhe a história, a célebre história de um jovem príncipe, pode ser assim chamado, rico, influente, respeitado, que tinha observado Jesus, por exemplo, abençoar as crianças e alguma coisa tocou no coração deste jovem rico.
Podemos dizer que houve ali um desejo genuíno, uma atração por aquele homem, aquele mestre que ele não conseguiu ignorar. Tanto que quando Jesus se pôs a caminho, a história diz que ele até correu. Correu e ajoelhou-se aos pés de Jesus, ali mesmo na estrada, diante de toda a gente. E então vai fazer uma pergunta a Jesus com muito fervor. Bom mestre, o que farei para herdar a vida eterna? como tantas vezes. Aliás, os últimos episódios aqui temos estado sempre à volta de perguntas que pessoas fazem a Jesus. Umas mal intencionadas, umas mais genuínas, mas sempre estas perguntas geravam grandes momentos de ensino de Jesus.
Esta pergunta era sincera e Jesus viu isso. Por isso o texto até nos diz que Jesus, olhando para ele, o amou. Sim, Jesus teve muita compaixão por aquele jovem que ali estava e aquilo que ele buscou Não havia aqui nada de condescendente de Jesus em relação a este homem. Era o amor de alguém que via nele realmente um grande potencial. Se ele se entregasse a Deus e Jesus desejava ver esse potencial realizado, então Jesus começou a responder. E Jesus começou por onde? Pelos mandamentos. E disse-lhe, conhece os mandamentos? Guarda-os.
Bom, esta resposta de Jesus não foi talvez o que este jovem procurava, até porque ele disse, tudo isso tenho guardado desde a minha morcidade. Quase dizendo, bom, isso eu já sei, mas isso não está a trazer as respostas que eu estou à procura. Quase, sem se aperceber, quase numa espécie de confissão, ele vai dizer, o que é que me falta ainda? Ou seja, No meio de toda esta aparente perfeição, tudo certinho, havia uma grande inquietação, como uma lacuna que nem o cumprimento das leis religiosas, do cumprimento de rituais, mas nem mesmo os bens materiais, porque era um jovem rico, nada disso estava a preencher. Havia uma fome neste jovem, que a sua posição social não conseguia saciar.
Ele tinha tudo, o que humanamente se pode desejar, Mas sentia falta de alguma coisa mais profunda. Jesus olhou. Olhou com aquele olhar de quem lia os corações. Ou seja, de quem sabe o que está no mais profundo para além do que é dito pela boca. Então Jesus disse-lhe isto. Falta-te uma coisa. Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e traz um tesouro no céu. Então vem. Isso segue-me. Jesus ordenou-lhe uma coisa, não uma lista. Não um programa de reforma pessoal em dez passos.
Não. Uma coisa. Só que esta coisa levou ao centro da sua vida. Porque Jesus tinha lido o que estava escondido no fundo do coração deste rapaz. As riquezas ocupavam um lugar que devia pertencer a Deus. Isto não quer dizer que ser rico seja em si mesmo um problema. Agora, o problema acontece quando os bens materiais se tornam um ídolo. E aí, na vida deste homem, deste jovem, como também pode acontecer na nossa, quando a segurança, a identidade e o verdadeiro senhor da nossa vida tornam-se os bens materiai.
Jesus, com esta ternura tão própria, este amor que ele sentia, também por aquele jovem, recusou-se a deixá-lo partir com a ilusão de que ele estava bem. Só que a história, claro, diz que o jovem ficou triste, não ficou satisfeito com esta resposta. Porquê? Diz a história... Eu estou sempre a citar-lhe aqui Marcos, o Evangelho de Marcos, no capítulo 10. A história diz que ele possuía muitas propriedades em expressão e por isso saiu triste e foi embora. Creio que esta é uma das cenas bem dolorosas que nós encontramos em todo o Evangelho. Porque se trata de um homem que chegou a correr com uma ânsia de estar e de ouvir Jesus, mas saiu num passo lento, cabisbaixo, Este jovem tinha tudo o que o mundo podia oferecer, mas repara, recusou a única coisa que na verdade o mundo e os seus bens e oportunidades, a única coisa que o mundo não pode dar.
Estamos diante de um homem que criou o céu, porque foi disso que ele foi lá falar, criou o céu. Mas não estava disposto a pagar o preço de, de facto, pertencer a esse lugar. Por isso, Jesus deixou-o ir. Não correu atrás dele. Não modificou as condições para as tornar mais fáceis, como se isto fosse uma negociação. Jesus não lhe disse assim, pronto, vá, ok, vá, tudo não, mas dá só metade. Não é um negócio as coisas do Reino de Deus. O amor verdadeiro, ele não acomoda na sua vida, não pode acomodar aquilo que destrói. Ora, Jesus amava-o demais para lhe mentir.
Agora, pense no que este jovem perdeu. Jesus tinha lhe dito, segue-me. Essa que era a essência do apelo de Jesus. As mesmas palavras com que Jesus tinha chamado Pedro, André, Tiago ou João. No fundo, quando Jesus diz, vem e segue-me, Jesus o que estava a oferecer a este jovem era um lugar entre os seus discípulos. Estava a oferecer-lhe a convivência consigo, com o mestre dos mestres, o Filho de Deus. Estava a oferecer-lhe realmente a possibilidade de uma transformação total, de uma vida com propósito eterno, que foi isso que os discípulos ganharam quando largaram as redes de pesca. Jesus estava a propor a este jovem um tesouro que não há nenhum ladrão que possa roubar, nem há nenhuma crise que possa destruir, nenhuma crise económica.
Ora, ele trocou toda esta oferta de Jesus pelas propriedades que já tinha. E há aqui lições muitíssimo importantes. Porque eu creio que hoje esta cena, ela repete-se. Ela repete-se muitas vezes. Não tem forçosamente que ser com riquezas. Se calhar está aí desse lado a pensar, bom, isto não é para mim porque eu rico não tenho nada. Mas estas riquezas podem ser substituídas por muitas outras coisas. Pode ser uma carreira, uma reputação, simplesmente o conforto daquilo que já conhecemos, um relacionamento. que sabe que é errado ou que está a destruir a sua vida, mas não quer abrir mão dele.
Às vezes características próprias do nosso caráter, o orgulho, às vezes o medo de que outros vão pensar a pressão social. O ponto é este, seja o que for, há sempre uma coisa, ou seja, um centro de gravidade que é alternativo, que compete com Deus por esse lugar, esse primeiro lugar, esse trono. Ora, Jesus! Jesus, com o mesmo amor com que olhou para aquele jovem príncipe rico, tem uma certeza, que Jesus olha para cada um de nós, para si também. E Jesus pergunta, na tua vida, o que é que é essa coisa?
O que é que são essas propriedades? O que é que tu precisas de dar? A ideia de Jesus, obviamente, não é nem nos condenar, nem nos tornar mais pobres, nem nos retirar as alegrias da vida. Agora, há um propósito que Jesus tem, que é libertar. Isso ele sempre disse e explicou. A entrega do próprio eu, das coisas que nos agarram e escravizam, muitas vezes, não é uma perda. Na verdade, é a única porta de entrada para a vida que nós mais precisamos. Jesus, nesta frase, a este homem dizia, se queres ser perfeito. Ora, este perfeito de Jesus, obviamente que não é no sentido de sem falhas morais, porque senão tinha-lhe dito as coisas que ele devia e não devia fazer.
Mas é no sentido de perfeito enquanto um homem completo, um homem inteiro, realizado. E aí há uma coisa a fazer. Não é forçosamente vender literalmente as propriedades ou largar o trabalho, mas é render na nossa vida as coisas que estão a ocupar um lugar que devia ser do nosso Criador. Ora, esta é a essência, se calhar podemos dizer assim mesmo, a essência de todo o ensino de Cristo. Uma escolha por aquilo que é mais importante. Há uma célebre passagem lá no Antigo Testamento, palavras de Josué, que desafiava o povo, de quem ele já era um líder há muitos anos.
E ele dizia, escolhai hoje a quem servais. Este era o desafio que ele fazia ao povo. E disse, eu e a minha casa escolhemos servir ao Senhor. O desafio é hoje, não é amanhã. Não é um dia quando já estiveres na reforma ou quando os problemas da vida passarem. Esta ideia de hoje escolhe a quem queres servir, é a ideia de que, tal como se apresenta a tua vida neste momento, a escolha pertence sempre. Porque nós já sabemos, e esta história ilustra mais uma vez, que Jesus nunca força, nem sequer tenta convencer. Jesus pede, desafia e espera. Este jovem príncipe, ele foi embora.
E foi embora triste, como diz a história. Mas Jesus continuou a amá-lo e isso não estava em causa. Talvez mais tarde, quem sabe? Pelo menos eu faço essa indagação, sem querer especular, mas quase como que um desejo. Que um dia mais tarde, talvez a memória deste encontro, a memória daquele olhar de Jesus, daquelas palavras, tenha voltado a ecoar no coração, na memória deste jovem. Se calhar quando já era mais adulto, Nós não sabemos o fim da história deste rapaz, não sabemos, mas sabemos o fim da história de todos os que, ao contrário dele, disseram sim a Jesus. Pense mais uma vez, façamos a comparação.
Pense nos discípulos, que também deixaram tudo, mesmo que não fosse muito, porque não eram ricos, mas a sua vida, o seu futuro, o seu projeto de vida, E vejam o que eles ganharam, o horizonte que a sua vida trouxe. Jesus um dia disse aos discípulos, ninguém há que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou um campo, por amor de mim e do Evangelho, que não receba cem vezes mais. Está lá registado em Marcos 10, neste capítulo. Se pensar bem, não é uma troca assim tão má. É a melhor troca que existe. Porque a recompensa final não é apenas nesta terra.
É por isso que a fé e priorizar o Reino de Deus na nossa vida projeta-nos para um horizonte eterno. É saber que vamos ouvir, no fim da vida nesta terra, vamos ouvir estas palavras. Da boca de Jesus aquilo que ele disse. Bom está, bem está, bom e fiel servo. Agora entra na alegria do teu Senhor. Como Jesus contava na parábola em Mateus 25. Esta alegria de ver mudança, transformação. É a alegria de ter vivido uma vida que realmente teve significado, teve propósito. A alegria de ter seguido Jesus, mesmo quando isso pode ter custado alguma coisa, ou ter doído, ou se por um momento pareceu até que a perda era muito grande.
Mas hoje eu acredito firmemente que Jesus está a olhar para si. com o mesmo amor com que olhou para este jovem príncipe. E Jesus também pergunta, há alguma coisa que te falta? Ouça esta pergunta, não como se fosse eu a fazê-la hoje, mas o próprio Deus a dizê-la. Há alguma coisa que sentes que precisa de ser diferente na tua vida? Mais inteira, mais profunda? Esta inquietação que às vezes não conseguimos explicar, mas que nos toca como uma voz. Eu sei, a Bíblia explica.
É o Espírito Santo a trabalhar, porque o seu trabalho, a sua missão é chamar, é convencer, é oferecer aquilo que o mundo não pode dar. Por isso, diante de nós está um desafio. Não é preciso ir embora triste, como foi este jovem. Não é preciso ir triste porque nós podemos tomar uma decisão diferente da dele e dizer, sim, eu quero entregar agora tudo o que tenho ou que me parece ser meu, tudo o que sou, o que faz a minha identidade, e dizer a Jesus, é isto, Senhor, que eu quero. Entregar-te e seguir-te. E então descobrir que aquilo que às vezes pode parecer uma perda, na verdade, pode ser o início da coisa mais rica e abençoada que alguma vez vai ter na sua vida.
Não acha que vale a pena? Então, reflita profundamente e aceite o desafio, o convite que Jesus lhe faz.
Vem a mim, filho meu Andas longe do amor do teu pai Vem nos braços bem abertos Faz chorar Sei que estás a sofrer Ouço o grito No silêncio do coração Meu amor Então segura a minha mão, confie em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei
Tenho os braços bem abertos Estou aqui Estou aqui Guardo-te, faz-me orar Sem tu estás a sofrer Ouço o grito no silêncio do coração Meu amor, consolar-te Amartei eternamente Então segura a minha mão Confia em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei Contigo estou pra sempre O meu amor é pra sempre Nunca te deixarei
Estreijador Nunca te deixerei Estou aqui Nunca te deixerei Nos meus braços descansa seguro.
Chegamos ao fim deste episódio, deste tempinho que partilhámos aqui juntos. E mais uma vez foi uma benção. poder ter estado consigo e termos mergulhado em mais um momento tão extraordinário da vida de Jesus com tanto para nos ensinar. Eu olho para estas histórias, leio-as e releio-as tantas vezes e nunca deixam de inspirar a minha vida e de perceber como realmente vale a pena este investimento e esta abertura da nossa vida a Jesus.
Lá no início do programa eu ofereci-lhe este material, é um guia de estudo do livro do Apocalipse, que também é um livro essencialmente de Cristo, em que ele se revela e sobretudo mostra aquilo que vão ser os grandes acontecimentos no final desta Terra. Se quiser conhecer mais sobre este tema, porque é um tema que vale a pena, embora ele precise de tempo e dedicação, é por isso que este material vai fazer isto. Vai ajudá-lo nesse propósito, porque aqui vai praticamente capítulo a capítulo entender o que Deus deixou revelado no livro do Apocalipse. Basta enviar uma mensagenzinha, 933-939291, diga Apocalipse ou gostava, quero receber, por favor, a oferta do Guia Apocalipse e nós vamos fazer-lhe chegar gratuitamente, claro, à sua casa.
Bom, por hoje está tudo dito, o nosso encontro está completo. Todas estas coisas que aqui falámos e pensámos sejam uma benção na sua vida agora, todos os dias, e até à próxima semana, onde, se Deus quiser, cá estaremos juntos para mais um episódio. Fico bem guardado na paz do Senhor. Nós, se Deus quiser voltamos, então, na próxima semana. Até lá.