Olá, seja bem-vindo. Aqui estamos de novo para A Voz da Esperança e é um... com muita gratidão, na verdade, que o tenho aí desse lado a juntar-se mais uma vez a nós aqui na Novo Tempo, na rádio, onde quer que esteja nesta hora. E, se porventura é a primeira vez, quem sabe, hoje alguém está aí desse lado pela primeira vez a ver este programa, quem sabe a passar pela Novo Tempo, então fica um abraço muito especial. E o desafio para que explore aqui um pouco mais, seja na MEU, no canal 186, onde estamos na TV, ou em qualquer outro dos canais onde a Novo Tempo está presente, Novo Tempo Portugal, e, claro, a voz da esperança entre os muitos programas que temos na nossa grelha diariamente, muitos, feitos, produzidos aqui em Portugal.
Também muitos bons programas pela Novo Tempo no Brasil. Na verdade somos, obviamente, absolutamente parceiros. E é uma bênção poder trazer todo este conteúdo com esse grande objetivo de comunicar esperança à sua vida das mais variadas formas. Também para as várias dimensões da vida. É por isso que a Novo Tempo é o canal da esperança. E esta é a voz da esperança.
Viva em nosso ser Pois aguardamos o Senhor Repossuímos que Jesus nos dá que nos fez. Antes que o tempo logo venha as nações daqui além têm alerta a vão cantar Aleluia!
Aleluia! Servos de Deus, a trombeta tocai, breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará. Montes e balas o som encoai Trevas Jesus voltará Ondas do mar a canção encoai Trevas Jesus voltará Jesus voltará Prevê-te, Jesus Voltará, esperança
Há uma expectativa que o coração humano carrega, se calhar desde sempre. A expectativa de um reino visível, um reino poderoso, glorioso. A ideia de que, para resolver os problemas desta terra, deste mundo, alguém possa impor uma ordem que resolva, de uma vez por todas, os caos e os dilemas desta vida. A verdade é que esta é uma expectativa compreensível se pensarmos nos muitos problemas que, desde sempre, o mundo vai enfrentando. E é exatamente essa expectativa que já existia no tempo de Jesus e que ele veio corrigir. Pois é. Em certa ocasião, os fariseus aproximaram-se de Jesus com uma pergunta que, como sempre, tinha muito, sobretudo, tinha muito desafio.
E a pergunta era simples, muito importante e, claro, fazia sentido, como aliás quase todas estas perguntas. E a pergunta era quando virá o Reino de Deus? João Batista, que tinha tido o seu ministério antes de Jesus e a preparar até o caminho para Jesus, tinha anunciado já Pronto, mais de três anos, já tinham passado quase três anos, desde que João Batista anunciava precisamente o reino de Deus que estava para chegar. Depois Jesus veio e diz, os evangelhos dizem que ele começou a pregar o reino de Deus. Portanto, ele pregava-o por toda a parte. Logo, a pergunta era então, se vocês falam tanto do reino, onde é que está esse reino? No fundo, a pergunta era como se pudesse ser dita assim, onde é que está o trono?
Onde é que está o exército? Onde é que está a revolução? Onde é que está o poder? E Jesus respondeu com uma frase muito revolucionária, podemos dizer. Mesmo se ele não veio trazer nenhuma revolução terrena. E Jesus disse que o reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão ei-lo aqui ou ei-lo ali. Porque o reino de Deus está dentro de vós. Ui, já pensou na profundidade destas palavras. Hoje lêmo-las no Evangelho de Lucas, no capítulo 17, versículos 20 e 21. Qual foi a expressão de Jesus? Onde é que está o reino? Era a pergunta do fariseu. Dentro de vós.
Dentro. O reino de Deus não está nos palácios, nos tribunais, nas assembleias legislativas. O reino de Deus, tal como Jesus o veio ensinar, está dentro, no coração de cada ser humano. Obviamente que esta resposta desconcertou os fariseus. E eu atrevo-me a dizer que ainda continua hoje a desconcertar muitos. Porque, na verdade, o que nós desejamos é um reino que se veja. É uma coisa que impressiona, que força-se ou que vença. Às vezes pela estrutura, pelo poder. Mas o reino de Deus não funciona assim, nem nunca funcionou. Temos que lembrar que Jesus viveu debaixo de um dos regimes mais corruptos e opressivos que este mundo já conheceu em toda a sua história.
O Império Romano. Um império que esmagava os povos que ia conquistando debaixo do peso dos impostos, da violência, da injustiça. Só que depois também tínhamos o próprio sistema religioso, este em Israel. E esse sistema Talvez ainda fosse pior, porque este estava podre por dentro. Os sacerdotes vendiam favores. Os fariseus ostentavam muita piedade e religião, mas depois exploravam os mais fracos e eram pessoas, enfim, sem escrúpulos mesmo. Portanto, havia corrupção em todo lado. Por isso podemos entender, com uma certa naturalidade, que havia quem esperasse, que o Messias, que também era esperado e profetizado pelos perfetas, A ideia era que o Messias viesse para limpar tudo isto.
Talvez limpar mesmo com fogo e espada. Só que Jesus não o fez desta forma. Jesus não atacou nenhum abuso nacional, mesmo que fosse verdade que eles existiam. Jesus não organizou nenhuma revolta política. Jesus nem tentou tomar nenhum trono terreno. Aliás, quando o povo, em algumas ocasiões, quis fazê-lo rei, Jesus o que fez foi afastou-se. Mesmo quando Pilatos lhe perguntou no julgamento, antes da sua morte, se ele era o rei, Jesus respondeu, o meu reino não é deste mundo. Ora, Jesus não respondeu assim não porque fosse indiferente ao sofrimento humano e às necessidades desta terra.
Não. Precisamente porque Jesus não era indiferente. Ele sabia que os problemas desta terra não se resolvem com mudanças externas. Se não houver uma mudança profunda no coração, no interior, se tudo permanecer igual, No fundo, Jesus sabia que o remédio, seja qual for, para os problemas desta terra, tem de atingir o homem por dentro, regenerar o seu coração, transformar até a sua natureza. Tudo o resto são apenas rearranjos, mas a mobília é sempre a mesma. Uma casa que está a arder, que é o que este mundo está, de diferentes formas.
Jesus disse, então, uma coisa aos seus discípulos que devia tê-los feito parar. Jesus disse assim, dias virão em que desejareis ver um dos dias do Filho do Homem e não o vereis. E eles não compreendem. Quão grande é o privilégio de que eles tinham com eles ali, fisicamente, Deus feito homem, o Deus connosco, o Emmanuel. Infelizmente, nem os seus discípulos, a maior parte do tempo, percebiam a grandeza deste privilégio. Por isso, Jesus falava de dias que viriam em que eles olhariam para trás com muita saudade e poderiam ter perdido aquele momento.
Esta palavra, ela atravessa o tempo e hoje ela chega até cada um de nós, que é o que sempre fazemos aqui na Voz da Esperança, olhando para as histórias e exencias de Jesus para o trazermos para o nosso tempo e para a nossa vida. Porque também nós tendemos a não reconhecer aquilo que já temos, as bênçãos que recebemos, a graça que Deus já estendeu para nós, ou mesmo a presença do Espírito connosco. A palavra aberta, como podemos fazer aqui, o convite do Evangelho. Olha como aqui, à frente de uma TV, a ouvir na rádio, como é que livremente podemos fazer. E com muita frequência deixamos passar estas oportunidades, por distração, por adiamento, pela ideia às vezes de que talvez algum dia as condições então melhorem e eu tenha mais condições para entregar a minha vida a Deus.
Só que o Reino de Deus, ele nunca espera condições ideais. O Reino de Deus começa no coração, começa agora, exatamente como cada um de nós está. O Reino de Deus é para ser instalado na vida que nós vivemos. Não é para estarmos à espera de que um dia tenhamos outra vida. Os discípulos, por exemplo, ou melhor, eles são um bom exemplo de quem só compreendeu isto depois. Depois da Ressurreição, depois do Pentecostes e do Espírito Santo ir vindo sobre eles. E então, finalmente, quando eles compreenderam, no fundo ficaram espantados consigo próprios, desiludidos consigo próprios, sim. Porque eles tinham estado com Jesus, o Mestre, o Filho de Deus, durante três anos.
E, no fundo, nunca o tinham visto de verdade. Tinham ouvido as suas palavras, mas não as tinham entendido. E talvez se perguntaram uns aos outros como é que foi possível. Como é que foi possível que os nossos ouvidos estivessem tão pesados, que o nosso entendimento tenha sido tão pobre. Mas felizmente para eles houve tempo e oportunidade. O Espírito de Deus veio, as Escrituras para eles, a Bíblia tornou-se um livro novo, a Revelação, as palavras de Jesus que eles tinham ouvido diretamente quase que ressuscitaram para eles com um significado que eles nunca tinham conseguido dar e entender.
O que antes parecia uma derrota, por exemplo, a cruz, a humilhação, a morte, tudo isso acabou por tornar-se o centro de tudo, a glória da vida deles. O ponto onde o Reino de Deus entrou definitivamente no mundo foi esse momento. Não por força, claro, mas pelo amor de Deus. E foi com esta mensagem, um Cristo crucificado e que depois voltou à vida, que os apóstolos foram com grande poder para o mundo. Também eles levaram o Reino de Deus. O apóstolo Paulo, por exemplo, chegou a Corinto. uma das cidades mais corruptas do Mediterrâneo. Era uma cidade cheia de vícios, de idolatria, de imoralidade.
Ora, o apóstolo Paulo não levou um programa de reforma social ou política, não levou uma proposta legislativa. O apóstolo Paulo foi para esses lugares onde o caos, a corrupção e os problemas deste mundo, do reino deste mundo, que é o que estamos hoje a ver. E o que é que o apóstolo Paulo levou? Uma pessoa Na primeira carta aos Coríntios, lá no capítulo 2 e versículo 2, ele dizia, nada me pus saber entre vós a não ser Jesus Cristo e Jesus Cristo crucificado. Ora, qual foi o resultado? Muitos homens e mulheres que até ali tinham estado e viviam mergulhados nestes pecados, na imoralidade, no fundo neste mundo de corrupção, muitos deles foram transformados.
Por isso é que o apóstolo Paulo pôde escrever-lhes e dizer o quê? Haveis sido lavados, já fostes santificados, justificados em nome do Senhor Jesus e pelo Espírito de nosso Deus. Portanto, ele escreve-lhes dizendo-lhes, eu sei que há uma obra maravilhosa que Deus já operou na vossa vida. Isto obviamente não foi por decreto, não foi porque alguém disse que agora vai ser assim. Foi pela implantação dos valores do reino de Deus. E quando esses valores encontram lugar, espaço no coração humano, então eles começam a frutificar. E este é o reino que Jesus veio fundar. Portanto, não é um reino que vai forçar alguma coisa a acontecer de fora para dentro.
Por isso é que não pode haver nenhum político, nenhum presidente, nenhum rei, nenhum pastor, nenhum sacerdote que faça isto. É um reino que transforma de dentro para fora. Esta é a única esperança real para o mundo em que nós vivemos. Esta é a mensagem que eu tenho para lhe dar, aqui na Voz da Esperança. Não fica à espera de que seja um político.
Por mais talentoso que seja, por mais que concorde com as suas ideias, não esteja à espera de que seja um sistema político. Nós não estamos à espera de que os governos, os presidentes, acertem e resolvam todos os nossos problemas. Bom, nós esperamos que eles resolvam alguns. Só que o que nós precisamos individualmente de esperar mais, aquilo que nós devemos ser também instrumentos, é de uma transformação que começa no coração de cada pessoa. E isso implica também uma rendição, uma disponibilidade para compreender o Reino de O apóstolo Paulo, voltando a ele, ele escreveu, aliás, célebres palavras, já estou crucificado com Cristo e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim.
Gálatas 2.20, maravilhoso texto. E este é que é o milagre, o verdadeiro milagre do Reino de Deus. Logo, não é um milagre que pode esperar ver no telejornal. aí em casa. Não é um milagre que aconteça através de alguma habilidade, alguma obra que alguém faça. É um milagre que acontece. A maior parte das vezes sabe como é em silêncio, dentro da sua alma, da sua vida. Depois, então, sai para o mundo. Essa reforma, essa transformação. Porque aquele que é transformado pelo reino de Deus, esse vai como embaixador. O embaixador desse reino. Aliás, o apóstolo dizia assim, somos embaixadores da parte de Cristo.
Rogo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus. O apóstolo Paulo dizia isto, mais uma vez, aos Coríntios, já tínhamos falado. E essa ideia de sermos embaixadores. Ora, embaixadores porquê? Porque essa embaixada é o lugar ao qual nós pertencemos. Ela também pode chegar à sua vida. E, portanto, nunca estamos a falar de poder terreno, mas com um convite. O mesmo convite que Jesus, na verdade, hoje, nesta história que vimos, o convite que Jesus fez aos fariseus, que fez aos discípulos, e todas as multidões que o haviam. O reino de Deus é chegado a vós. O reino de Deus está dentro de vós.
O reino de Deus, portanto, está disponível. Se já estava no tempo de Jesus, está disponível hoje também. O Reino de Deus não é uma coisa que está no futuro, a alguns, o que dependa de condições externas. Em termos disto, o Reino de Deus pode estar agora, aqui, dentro de mim, na minha vida. E eu aqui, neste lugar, neste estúdio, ser o embaixador do Reino de Deus. Mas isto também pode acontecer precisamente aí em sua casa, na sua vida, junto à sua família. No momento em que abrir o coração e realmente disser sim a Cristo, acolher Cristo e dizer, Senhor, eu quero fazer parte do Teu reino e hoje eu quero deixar-lhe este convite, não deixe passar esta oportunidade.
Olharam para trás, muitas vezes com saudade, até com muita tristeza, por não terem aproveitado bem os dias em que Jesus tinha estado com eles. Porque não o reconheceram e não deixaram que o Reino de Deus brotasse, desse fruto na sua vida. Não cometam o mesmo erro. Jesus está aqui. O Reino de Deus está disponível na sua vida.
O convite é para si. Hoje quero selar este convite e quero fazê-lo como oferta. Vou deixar para este momento porque eu creio que... Hoje lhe proponho um pequeno livro chamado Parábolas de Jesus, que é precisamente, se pudesse dizer qual é o tema deste livro, é o Reino de Deus. Porque a maior parte das parábolas que Jesus contou eram ilustrações sobre o que é o Reino de Deus, como funciona o Reino de Deus. Por isso Jesus tantas vezes dizia que o Reino de Deus é comparado. Então hoje aqui está esta oferta, o livro Parábolas de Jesus. Se desejar receber este livro, para poder ler com calma, com profundidade e entender melhor o Reino de Deus, eu já sabe, faço-lhe esta sugestão, envio uma mensagem para nós, WhatsApp, por exemplo, 933-9392-91.
É o número para onde tenho que enviar uma mensagem e peço o livro Parábolas de Jesus. Ele vai ajudá-lo a conhecer melhor o Reino de Deus, porque essa é a sua grande necessidade. compreender os valores do reino e acolhê-lo na sua vida. Não esperar que o reino, um reino de perfeição e de paz, algum dia aconteça nesta terra, porque ela não caminha para melhor. Mas na sua vida, o reino de Deus pode habitar. E agora, ao escutarmos a música e a inspiração destas melodias, eu oro para que Deus o ajude a tomar esta decisão de acolher o reino na sua vida. Não devo a Deus em conta os tempos de ignorância Mas a vida a todos os homens que se arrependam do mal Não tenho prazer na morte Tu, pecador, disteus, mas sem prazer que o pecador te converta do mal e viva.
Ele ouviu o Seu Filho para nos ensinar a viver. Mais que isso, deu Cristo a vida para cobrir a separação entre um ser pecador e um Deus que é santo. Não veio Jesus para condenar Mas para oferecer salvação Quis a Jesus a juntar debaixo dos seus braços E chorou a contemplar aqueles que rejeitariam o seu amor Tenho-lhe feito convite incessantemente Cheio de compaixão, nos ama e garante nova vida, oh pequeno!
Um apelo a Jesus Que viria outra vez Nesse dia com toda glória Teremos o Salvador Finalmente tudo valerá a pena Mas as nossas mãos se darão E com ele nós sobreiremos Já posso eu imaginar Que o autor da vida adorará Não veio Jesus pra condenar Mas pra oferecer Salvação Falta pouco Perto está Em Senhor Jesus Falta pouco Perto está Ai, Senhor!
Ai, Senhor! Jesus! Ao descer com poder os justos ressuscitam Subiremos, já posso eu imaginar Que o autor da vida a dará de volta Não veio Jesus para condenar, mas para oferecer Foi tão bom hoje termos estado juntos.
Agradeço muito a sua presença aí desse lado. Sobretudo por este tema. É um tema tão fascinante. E eu gosto tanto de falar dele. O reino de Deus e os seus valores. que eles façam parte da sua vida, da sua história, que os reforce, se já é uma realidade na sua vida, ou que os aceite, que os acolha no seu dia-a-dia, nas suas decisões, nos seus relacionamentos, em toda a sua vida. Este convite está feito, mas há um outro que é que regresse connosco na próxima semana para mais um episódio aqui da Voz da Esperança. Eu aqui deste lado, quando sempre consigo, não consigo ver aí deste lado, mas sei que está aí, E o meu convite é que volte para estarmos juntos e descobrirmos mais razões para termos esperança.
Este é o canal da esperança, há novo tempo. Que Deus o abençoe e até para a semana, se Deus quiser.