É uma alegria imensa estar de regresso aqui à sua companhia. Muito obrigado por se juntar a nós aqui na Novo Tempo ou na Rádio RCS. Onde quer que se encontre, chegou o tempo da Voz da Esperança. É isso mesmo, são estas duas palavras que definem este programa. Usamos a nossa voz, a minha Por enquanto, e aqui neste momento, a minha voz para transmitir-lhe uma palavra, uma mensagem e a esperança, porque é o centro deste programa, das histórias, das partilhas. A voz não é só a minha aqui neste programa, felizmente, porque também temos a música como uma parte muito especial da Voz da Esperança. Hoje vamos precisamente às vozes.
É o nosso quarteto, um quarteto feminino, Voz da Esperança, por isso hoje vamos ter as vozes da Flávia, da Joana, da Violeta e da Amália, sempre muito bem acompanhadas e dirigidas pelo nosso maestro, o diretor musical do quarteto Voz da Esperança, o André Santos. Vamos ouvi-los, vamos abrir este programa, como sempre, com música e com este refrão que se vai repetindo. Oh, que esperança! Esse é o nosso mote. E eu já volto, depois de os ouvirmos, para hoje descobrirmos mais uma história, também ela cheia de esperança. Deixe-se ficar connosco.
Vibra em nosso ser Pois aguardamos o Senhor Reconstruímos que Jesus nos dá E as promessas que O tempo logo vem E as ações daqui a lém Vai aberto ao cantar Aleluia, aleluia, aleluia Servos de Deus, a trombeta toca, breve Jesus voltará.
A todo mundo a mensagem levar, breve Jesus voltará. Jesus voltará O ombro está no mar, a canção em tua mão Jesus voltará Voltará Preveja-nos Voltará A esperança
Falamos de esperança. Este é o programa Voz da Esperança. Já sabe, a esperança é uma palavra tão importante para nós que hoje vou voltar aqui também a uma história de esperança. Este pequeno livro que tenho nas minhas mãos é um manual para estudar a vida de Jesus. É isso mesmo. São 15 histórias da vida de Jesus que podem ser uma fonte de inspiração para a sua própria vida. e por isso hoje esta oferta pode ser sua. Histórias de Esperança é um manual para conhecer melhor Jesus. Envie uma mensagem para nós a requisitar, a pedir este livro. É uma oferta, já sabe. Aqui, na Voz da Esperança e na Novo Tempo, estas ofertas não estão em nada agarrado, não é uma tentativa de depois lhes vender qualquer produto, que nós não temos produtos à venda aqui.
Estas ofertas são para o ajudar a ir mais longe nos temas que nós aqui partilhamos, porque é a nossa missão aqui na Novo Tempo, é partilhar a esperança. Aliás, o nosso motto é esse, somos o canal da esperança. Ora, aqui está, Histórias de Esperança, 933-939291 é o nosso contacto, envia uma mensagem, o WhatsApp normalmente é mais o padrão, que a maioria das pessoas usam, para ser rápido, nós entramos imediatamente em contacto direto consigo, para ter todos os dados e lhe podermos enviar Neste caso, este manual. Basta escrever isso mesmo. Histórias de esperança e ele vai ser seu. Nós temos estado aqui na Voz da Esperança a fazer uma grande viagem na vida de
Jesus e hoje vamos a mais um momento extraordinário. É isso, é uma história de esperança que vamos hoje tentar descobrir juntos. Há uma descida, se posso dizer assim, que poucos reparam. Depois da glória, que foi o momento da transfiguração, que nós, aliás, falámos aqui no nosso último programa. Se porventura não sabe de que é que eu estou a falar, então já fica esta nota também. Pode sempre pedir, ou melhor, pode sempre rever ou ir ver os episódios da Voz da Esperança que não viu até aqui, ou de qualquer outro programa, na verdade. Temos uma vastíssima lista de programas. Vá, por exemplo, ao canal YouTube da Novo Tempo Portugal e aí basta procurar nas playlists, por exemplo, e encontra a Voz da Esperança.
No último episódio eu falei-lhe aqui sobre esse grande momento da vida de Jesus, normalmente chamado a transfiguração. Ali foi um momento extraordinário de glória em que uma luz apareceu. Só que depois da nuvem luminosa que os discípulos viram, da voz do Pai que falou, Agora, Jesus e os três discípulos, claro, não ficaram lá para sempre. Desceram o monte. E quando desceram esse monte, imediatamente depararam-se com o contrário daquele tempo maravilhoso que tinham vivido lá no cimo do monte. Agora, vinha o mundo real, o caos em que esta vida tantas vezes se torna. Neste caso, um pai desesperado.
e um filho contorcido no chão sem que ninguém entendesse muito bem o que ele tinha. Esta história também inclui nove discípulos humilhados. Porquê? Porque se mostraram incapazes de fazer, de ter um poder que antes eles até já tinham demonstrado que eram capazes de usar esse poder. Então nós temos aqui, quando conectamos estas duas histórias, uma espécie de passagem da glória máxima para a derrota mais dolorosa em apenas poucas horas. Mas Jesus não se esquivou a esta realidade. Jesus não ficou no topo da montanha a desfrutar daquela comunhão celestial.
Não, Jesus desceu e veio para esse mundo real. Jesus veio para onde havia trabalho a fazer, lá embaixo, na planície, onde pessoas, almas sedentas, esperavam por Jesus. Ora, é a história de um pai de que lhe falo hoje. É uma história do Evangelho. Um pai que tinha trazido um filho aos discípulos. O que é que tinha este rapaz? Era um jovem atormentado, segundo o que a Bíblia diz, por um espírito mudo. Provavelmente ele deixou de se conseguir comunicar. Mas havia mais, havia convulsões, gritos e uma aparência que não parecia humana. algo de sobrenatural estava na vida daquele rapaz.
E os discípulos tentaram, fizeram o que puderam. Os discípulos tinham ordenado, podemos imaginar, em nome de Jesus, ou requisitando o poder do céu, só que nada aconteceu. Pois, e os escribas, inimigos de Jesus e dos seus discípulos, do seu ministério, aproveitaram, claro, o momento para até os ridicularizar. Isto seria, aliás, suficiente para que a multidão pudesse começar a ter ali a semente da dúvida. Por isso, para aquele grupo de discípulos era assim uma espécie de hora, uma hora mais baixa, uma hora de vergonha, de dúvida. E é neste contexto que Jesus aparece.
Nós já estamos habituados, quando lemos os Evangelhos, quando Jesus aparece, as cenas mudam. E este pai, aflito, abre agora caminho pela multidão e vem ali até aos pés do mestre. E vai clamar. E então vai dizer, nós temos isto registado no Evangelho de Marcos, no capítulo 9, e ele vai dizer, Senhor, eu trouxe-te o meu filho. E vai contar a história. E eu disse aos teus discípulos que expulsassem este mal e eles não puderam. Pois, há nestas palavras um misto de desespero, mas também um pouco de acusação.
É assim que eu leio esta história. Acusação porque os discípulos não puderam, não foram capazes. Jesus ouviu atentamente, olhou à sua volta. Ali estavam esses escribas, orgulhosos, sempre a tentar encontrar motivo para esturvar a obra de Jesus, mas também estavam os discípulos, meios confusos, talvez um pouco envergonhados, por estarem agora a ser expostos diante do Mestre, e uma multidão, sempre expectante, talvez agora um pouco mais incrédula. E Jesus vai reagir. Com palavras diretas, talvez um pouco duras. E Jesus disse o seguinte. Ó geração incrédula, até quando estarei convosco?
Nestas palavras nós não encontramos aqui raiva, ira da parte de Jesus. Talvez possamos identificar mais uma mágoa. Aquela mágoa de quem já tinha oferecido tanto e vê que isso não foi aproveitado. O rapaz então é trazido até à presença de Jesus. E logo que os olhos de Jesus poisaram sobre ele, o Evangelho conta que aquele demónio lança-o por terra e ele teve uma crise violenta. Dá para imaginar a multidão expectante a ver aquilo, quase a ter a respiração. E agora?
Os discípulos já tinham falhado. Será que Jesus também não vai ter poder agora? E temos este pai que está ali neste misto de esperança e terror diante daquele quadro e deixa quase que escapar por entre os seus lábios aquilo que estava no seu coração. E então diz, nesse clamor, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos. Estamos sempre no capítulo 9 de Marcos. Essa é a história que estamos a acompanhar. Mas veja a expressão que eu lhe disse aqui.
A expressão deste pai foi, se tu podes. Uma fé tão pequena que nem sei se se pode chamar isto fé. Porque nós temos aqui uma pergunta que está meia disfarçada de um pedido. Mas Jesus, sempre com a sua sabedoria, Jesus agarra precisamente nesta palavra. Se tu. E então Jesus vai responder da seguinte maneira. Se tu podes querer, tudo é possível ao que crê. Resposta maravilhosa de Jesus. O que está em causa aqui não é falta de poder da parte de Jesus, obviamente.
Isso nunca houve. Mas o que estava em causa e que Jesus tentou trazer para este momento era a fé deste Pai. E este homem vai perceber isso rapidamente. De que o problema não era o poder de Jesus, era a sua fé. Com lágrimas nos olhos, ele agora lança-se sobre a misericórdia de Jesus com um clamor, talvez um dos gritos mais honestos que encontramos em toda a Bíblia. Porque diante daquele meio que desafio de Jesus, ele vai dizer, eu creio o Senhor, mas ajuda-me na minha incredulidade. Percebe porquê eu digo que é um dos clamores mais honestos e genuinos?
Talvez esta seja a oração mais humana que nós podemos encontrar em toda a Bíblia. Porquê? Porquê que eu digo isto? Porque não é a oração de um herói espiritual. Aquele herói que está seguro, que tem tudo resolvido, que usa a sua oração quase como um instrumento para mostrar alguma coisa. É o contrário. É um anti-herói. É a oração de alguém que apenas tem fé suficiente para reconhecer e admitir que a sua fé é fraca. É muito fraca. E neste sentido, este pai talvez seja um bom exemplo para nós. Porque Jesus honrou esta oração, levou a sério esta exclamação de falta de fé.
E o que Jesus fez foi que ordenou àquele espírito demoníaco que saísse do corpo e da vida daquele jovem e o que aconteceu é isso mesmo que está à espera. O rapaz ficou totalmente livre. Pai e filho foram para casa naquele dia com uma história para contar, mas uma história daquelas que iria marcar todo o resto da sua própria vida. Só que a história não acaba aqui, no Evangelho. A história continua agora com outros agentes.
Quando Jesus fica a sós com os seus discípulos, eles estavam, eu imagino, quase a roer as unhas para terem finalmente a oportunidade de confrontar Jesus, se calhar eu devia dizer confrontarem-se a si próprios, com a pergunta mais importante de todas. Porque lembre-se do que é que aconteceu. Os discípulos não tinham conseguido expulsar aquele demónio, libertar aquele jovem, e Jesus, com uma palavra, exerceu esse poder. Ora, quando os discípulos então finalmente associaram-se com Jesus, vieram ter com ele e perguntaram-lhe, Mestre, porquê é que nós não podemos expulsá-lo? E Jesus vai responder, com a clareza habitual, mas com o objetivo claro de os fazer crescer e aprender, Jesus vai dizer diretamente, por causa da vossa pouca fé, Veja então que nesta simples resposta nós percebemos que não era falta de autoridade, o problema não era o método, o problema era fé.
A ausência de uma fé capaz de exercer este poder. Uma fé enfraquecida. E enfraquecida porque os discípulos, podemos entender, que estavam na sua vida a negligenciar a fonte de autoridade e de poder. A oração, o jejum, a intimidade com Deus. Há uma coisa que nós sabemos sobre os discípulos. Porque os Evangelhos, claro, contam muitas histórias, detalhes. Estes homens tinham ficado presos em coisas como estas. Repara, os ciúmes que tinham uns dos outros, as dúvidas que eles próprios levantavam entre eles sobre diversos temas, para alguns até sobre Jesus, e as opções que ele estava a tomar no seu ministério, outros nos seus desânimes pessoais.
E, por isso, quando chegou a hora do conflito espiritual, eles não tinham uma reserva espiritual de poder. É o mesmo que dizer estavam vazios. Por isso é que Jesus lhes disse, se tiveres fé como um grão de mostarda, podereis dizer a este monte, passa daqui para acolá, e ele há de passar, e nada vos será impossível. Uma frase célebre. Nota o seguinte, um grão de mostarda, uma pequena semente, quase invisível aos olhos, mas nós sabemos que esta, como qualquer outra semente, isto é uma metáfora, dentro daquele pedacinho, daquele grão, há vida, há um potencial de vida.
Há vida que quando é lançada na terra, quando é nutrida, ela cresce e torna-se uma planta, uma grande planta, de jardim, neste caso. E assim é a fé que é genuína. Nesta fé verdadeira não é o tamanho das obras, do que se faz, do que se vê, da aparência, mas é a autenticidade dessa ligação com Deus. Por isso é que pode ser chamada como uma fé pequena, mas que é real, uma ligação ao Deus Todo-Poderoso, que move aquilo que nenhum esforço humano consegue mover. E fica esta frase diante dos nossos olhos.
Nada vos será impossível. Estas palavras não as devemos ler como uma espécie de motivação. Autoajuda. Somos muito poderosos e podemos tudo. Não é disso que se trata. Estas palavras são a promessa do Filho de Deus. E esta cena é uma lição muito clara e objetiva dessa grande obra que Deus quer fazer. Jesus desceu da glória do Pai para salvar aquele mais desgraçado, o que está perdido. Neste momento, Jesus tinha descido do monte, esse tal monte, da transfiguração para aquela planície de sofrimento e dor. Jesus desce da comunhão com o céu para a realidade dos homens e as suas lutas.
Porque é assim que Deus opera. Deus não fica distante da nossa dor, Deus desce até ela e conhece-a. E os discípulos aprenderam naquele dia que a vida cristã não acontece sempre e todo o tempo no cimo do monte. Há momentos de glória, há momentos de visão, de experiência espiritual intensa, mas também há a planície. E nas planícies nós temos pais desesperados. Famílias em luta. Filhos cativos. Temos também pessoas à nossa volta céticas. É tudo isto. É a realidade da vida e da fé. E é precisamente na planície que a nossa fé precisa de ser mais forte e real.
Como é que se fortalece esta fé? Jesus, nesta mesma história, vai responder. Eu hoje não vou entrar em muito detalhe, talvez um dia mais tarde, um dia destes, podemos analisar isso com mais detalhe. Mas Jesus vai dizer é pela oração e pelo jejum. Ou seja, é com uma consagração profunda a Deus. A ideia de orar e jejuar é a ideia de esvaziar-se a si mesmo. e encher-se do Espírito de Deus. Por isso podemos dizer que não há atalhos na nossa vida espiritual. Não há métodos alternativos. É a simplicidade das coisas que funcionam. É a fé que enfrenta, se for preciso, o poder das trevas. Mas essa fé nasce do tempo que passamos com Deus e afastados de tudo o que nos pode retirar a presença de Deus.
Talvez hoje, Você esteja nesse momento de planície, quem sabe a olhar por uma situação que já tentou resolver, que já orou, já lutou, já chorou, mas ainda está sem resposta. Então, hoje, eu desafio a colocar-se na posição deste pai. Apenas a fé suficiente para ter a honestidade de reconhecer a sua fraqueza e fazer como este homem fez. Lançar-se aos pés de Jesus e dizer apenas isto. Senhor, ajuda-me na minha incredulidade. E pode crer que Jesus vai estar consigo. Convido-o agora a escutar esta melodia maravilhosa que lhe vai fazer um convite para que volte a casa e para que aceite o convite de Jesus a fazer parte da sua história.
Tanto tempo sem ver a luz que me trouxe aqui Tive medo de não saber mais por onde ir foi tão longe com sonhos nas mãos em busca de mais heranças banais de um mundo sem cor Jurei toda a mágoa de quem partiu Vi num espelho Olhos perdidos sem direção Foi no escuro que prostrava seus pés Clamei por perdão, seguro em suas mãos Cravadas por mim Dinheiro Nada faltava e ainda assim Quis o bom Sem olhar para trás Eu
vivi Que a vida sem Jesus nos seus braços volta a casa Sinto a briga em suas asas, a mão é longe de Deus eu tenho Nada me falta, estou livre em mim Vejo o mundo ao olhar para trás Eu vivo na ilusão de que a vida tem Jesus nos seus braços Sinto a briga em sua mão
A promessa de Jesus continua válida. Nada é impossível. Mas para isso precisamos de aceitar o convite e de voltar a casa. Deus e o seu abraço é essa casa. Nós estamos a chegar ao fim do nosso programa, deste episódio. Por hoje quero terminar relembrando-lhe que tenho hoje esta oferta especial para si. É o manual Histórias de Esperança, onde histórias como esta que acabámos hoje de partilhar aqui podem ser estudadas de uma maneira mais profunda. Envie uma mensagem para nós, para o 933-939291, e nós vamos poder oferecer-lhe este material. Está tudo dito por hoje. Agradeço-lhe muito a sua presença. Espero que este tempinho tenha sido frutífero na sua vida.
Se Deus quiser, o encontro fica marcado. Voltamos a estar juntos no próximo episódio. Até lá, se Deus quiser.
Sente que a sua fé está a ser testada e precisa de um milagre? Descubra como a entrega sincera a Deus pode tornar o impossível em realidade. ✨
Seja muito bem-vindo a mais um episódio do programa Voz da Esperança, na Novo Tempo Portugal. Neste encontro tão especial, somos embalados pelas vozes inspiradoras de Flávia, Joana, Violeta e Amália, que compõem o quarteto feminino Voz da Esperança, sob a direção musical do maestro André Santos. Através da música e de mensagens profundas, somos convidados a refletir sobre o verdadeiro poder da fé e sobre a promessa de que, para Deus, nada é impossível.
O apresentador guia-nos por uma reflexão essencial sobre como fortalecer a nossa vida espiritual. Perante as maiores dificuldades e momentos de dúvida, Jesus aponta-nos o caminho da oração e do jejum, uma consagração que nos esvazia de nós mesmos para nos encher do Espírito de Deus. Não existem atalhos ou fórmulas mágicas. Quando as respostas parecem tardar e as forças fraquejam, a atitude mais poderosa que podemos tomar é a deste pai da história bíblica que se lançou aos pés do Salvador e clamou, Senhor, ajuda-me na minha incredulidade.
Esta mensagem é um bálsamo para quem se encontra numa planície espiritual, a lutar contra situações que parecem não ter solução. Ao reconhecer as nossas fraquezas com honestidade, permitimos que o poder divino atue na nossa história. Deixe que esta reflexão e as belas melodias tragam paz ao seu coração e renovem a sua certeza de que a presença de Jesus está sempre ao seu lado, pronta para transformar a sua vida.
Já passou por algum momento em que teve de clamar pela ajuda de Deus na sua incredulidade e acabou por ver a sua fé fortalecida? Partilhe connosco a sua experiência nos comentários abaixo e envie este vídeo a alguém que precise de receber esta palavra de esperança hoje.
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