E. Olá, seja bem-vindo, cá estamos de regresso aqui ao cenário da Voz da Esperança, aqui na sua Novo Tempo Portugal. Já ouviu talvez dizer, é um dos nossos motos principais, nós, Novo Tempo, somos o canal da esperança. E há razões para aí dizermos isso, não é apenas uma afirmação no vazio, mas nós queremos que a razão da nossa esperança encontre-se sobretudo em Jesus e na sua palavra. É por isso que aqui na Voz da Esperança é o programa onde por natureza queremos ajudá-lo a entender melhor como é que a esperança resulta e como é que ela opera na nossa vida para que também seja uma verdade na sua vida.
Por isso aqui estamos todas as semanas na Voz da Esperança. Cantamos sobre esperança, por isso temos sempre connosco o quarteto Voz da Esperança. Vamos ouvir as vozes das nossas meninas a cantar, também dirigidas e acompanhadas ao piano pelo nosso músico, o maestro André Santos. É assim que vamos, como sempre, dar início a esta Voz da Esperança, porque já a seguir vamos voltar nesta grande viagem que estamos a fazer na vida de Jesus e hoje vamos a uma cidade, um lugar em especial, onde Jesus ensinou, falou e viveu coisas muito especiais. Venham daí comigo, juntos à nossa equipa, vamos para mais um programa Voz da Esperança.
Vivem longe de você, pois te aguardamos, oh Senhor. Te possuímos que Jesus nos dá. Prometa-te que nos vês Vens que o tempo logo vem As nações daqui além Têm alerta a não cantar Aleluia!
Aleluia! Cervos de Deus, a trombeta tocai Prego Jesus, vou parar A todo mundo a mensagem levar breve Jesus voltará.
Montes e balas ao sul e coais, breve Jesus voltará. Agora que estão em tuais, brevemente Jesus voltará. Cresce tudo.
Que bom ouvirmos, como sempre, esta nossa abertura. Oh que esperança ela que reforça realmente esta profunda fé que temos no que Jesus prometeu. Que ele voltaria e que enquanto o aguardamos, por esse grande momento, esta esperança vai nos permitindo avançar. Mas como temos muitos desafios aqui nesta vida, isso todos sabemos, de muitas ordens, queremos sempre ser também para si um apoio, uma ajuda, não apenas com os programas e o conteúdo que aqui vamos partilhando, mas também com alguns conteúdos que podem chegar a sua casa. É o caso deste guia de estudo, desta revista, que se chama Mente Feliz. Trata-se de uma edição especial da nossa revista Esperança, também é assim que lhe chamamos.
Neste caso, Mente Feliz, obviamente, como o próprio nome indica, Tem um conjunto de capítulos que o vão ajudar a encontrar respostas, reflexões, pistas, para poder também olhar para alguns dos que são os problemas mais da nossa vida interior, da mente. Temas como saída para a ansiedade excessiva, ou porque estou tão triste assim. Mas aqui também falamos sobre perdoar e como o perdão pode ser uma cura, mas também problemas conjugais e familiares que afetam muito a nossa saúde mental. Enfim, e tantos outros temas. Mente Feliz é a nossa oferta hoje. Se porventura gostava de receber este conteúdo, que eu acredito que pode ser uma bênção para si, então envie uma mensagem para nós, já sabe.
É muito simples. Diga Mente Feliz para sabermos exatamente qual é a revista que deseja receber, uma vez que oferecemos também muitas outras por aqui na Novo Tempo, e envie a mensagem, já sabe, para o 933 939291, se está acompanhado na televisão, aí no seu ecrã, obviamente, está a aparecer também este número. Mas também há pessoas que estão a ouvir-nos, por outros meios, na rádio e no podcast, eu vou repetir o número para poder anotar aí, guarda até se quiser aí nos seus contactos, o número da Novo Tempo. 933-939291.
É a nossa oferta para hoje. E agora, vamos... Já lhe tinha prometido, vamos dar mais um passo em frente. Nós estamos a fazer uma autêntica biografia de Jesus. É uma temporada já longa e vai continuar, porque temos tantas histórias maravilhosas. E hoje vamos até uma cidade muito especial. Vou já dizer-lhe qual é. falo-lhe de Cafarnaum. Já ouviu falar? Nome talvez assim um pouco suigênero, para quem nunca ouviu, Cafarnaum tornou-se conhecida como a Cidade de Jesus. Ora, isto não foi porque alguém tivesse decretado isto ou que isto seja um título oficial. Foi um nome que inventei aqui para dizer que esta cidade está muito conectada com Jesus e a sua história, a sua vida, porque Jesus parava com frequência em Cafarnão.
Jesus ensinava ali, curava e, no fundo, como sempre Jesus fazia em todo o lado, este foi um lugar muito especial onde Jesus revelou o coração de Deus. Cafarnaum estava situado à beira-mar, o Mar da Galileia, claro, numa espécie de rota de passagem entre alguns grandes centros importantes naquela época, e Cafarnaum era um lugar, por causa disto, de muito movimento. Havia gente que chegava, gente que partia, era uma cidade muito ligada ao comércio, barcos, negócios, vozes, vida, uma vida intensa, no que, para a época, seria esta vida urbana, vamos chamar-lhe assim. Embora, obviamente, não fosse uma metrópole, mas uma cidade com muita vida.
Foi precisamente aqui, no meio desta vida real, onde as pessoas viviam, faziam a sua vida, trabalhavam, tinham as suas famílias. Neste lugar, Jesus escolheu estabelecer o que poderíamos chamar quase um centro do seu ministério. Eu acredito que nada disto aconteceu por acaso. Porque Cafarnaum ligava povos, ligava culturas, conectava até classes sociais. É por isso que eu acho que podemos dizer que Jesus encontrava ali em Cafarnaum uma riqueza e uma diversidade que eram muito importantes para o seu ministério. Ali estava o rico e o pobre, o instruído e o simples, o judeu muito rigoroso das suas práticas, mas também o estrangeiro, que estava de passagem.
E o que é que Jesus não fazia ali? Naturalmente que, ao fazer, ao curar, ao falar, as suas palavras e os seus gestos não ficavam, portanto, ali apenas, nas fronteiras de Cafernaum. Sim, podemos dizer que as palavras ditas por Jesus, por exemplo, naquela sinagoga, acabavam por viajar nos peregrinos que por ali passavam e, quem sabe, até cruzar desertos e mares e ir até outros lugares. A verdade é esta, Deus estava a colocar a luz num lugar onde ela pudesse irradiar até mais longe. Por isso, quando Jesus chegava à cidade de Cafarnaum, alguma coisa de especial acontecia.
Era como se houvesse até uma expectativa no ar. Eu acredito que os anjos também preparavam o caminho de Jesus iam à sua frente para despertar os corações, como se a atenção, mesmo a atenção do céu, se concentrasse naquele lugar tão comum e o transformasse quase num ponto de encontro entre o divino e o humano. Na verdade, isto é o que acontecia em qualquer lugar onde Jesus fosse. Mas como Jesus ia, em particular, a Cafarnaum, então este sim era um local onde esse encontro entre o céu e a terra acontecia com muito destaque. O filho de um nobre foi curado ali naquela cidade. E, portanto, era uma testemunha viva.
A fé daquela família, obviamente, falava mais alto do que qualquer discurso religioso. E quando Jesus fez este milagre, sobre o qual hoje lhe quero falar, quando se soube, mais uma vez, que o Mestre estava ali, então, a cidade inteira, obviamente, ficava numa expectativa. Ora, no sábado, a sinagoga, à história que hoje vamos focar a nossa atenção, a sinagoga encheu-se como nunca. Claro que muitos ficaram de fora, mas os que entraram neste dia específico na sinagoga saíram de lá marcados. O Evangelho de Lucas o que é que diz?
Que as pessoas admiravam a sua doutrina porque a sua palavra era com autoridade. Eu acredito que não fosse apenas uma questão de tom, o tom da voz, o tom do discurso, seguramente não era apenas uma questão de volume ou de timbre. O que tornava a palavra de Jesus tão impactante, ao ponto de as pessoas dizerem que havia ali uma autoridade, era a origem dessa palavra, a fonte. Jesus não falava sobre Deus como quem comenda uma ideia, como se fosse um filósofo a explorar conceitos. Jesus falava como aquele que vinha do Pai.
Por isso é que, ao contrário de tantas outras palavras religiosas que as pessoas estavam habituadas a ouvir, mesmo na sinagoga, Jesus não repetia tradições. Jesus não estava ali para fazer rezas e cumprir rituais. Jesus revelava verdades que eram vivas. Na verdade, a Escritura sempre foi revelada para isso mesmo. Mas quando Jesus pegava nas Escrituras, elas deixavam de ser um texto antigo e tornavam-se uma palavra presente. Os escribas que habitualmente liam Também as escrituras, diante do povo, os escribas falavam de uma maneira fria, com formalismo. Se calhar até algumas vezes com dúvida.
E por isso era tão evidente a diferença para Jesus. Sim. Porque Jesus, quando pegava na palavra e a lia e a explicava ou comentava, Jesus falava com clareza, com certeza, com uma absoluta consciência da verdade que estava a proferir. Para Jesus, a palavra de Deus não era tanto uma coisa para se discutir ou debater, ou apenas dizer repetidamente. A escritura era uma coisa para viver. E isto é que tocava às pessoas. Por isso é que Jesus encontrava as pessoas onde elas estavam. E as suas palavras alcançavam o cansado, o confuso, o aflito. Saber dizer uma boa palavra àquilo que precisa dela, não era uma teoria na vida de Jesus, era a sua prática diária.
Jesus tinha esta habilidade única do mestre, o verdadeiro mestre, que não é só de palavra, que é esta habilidade de tornar a verdade numa coisa bela, mas ao mesmo tempo simples e acessível. Sem ser superficial, com muita profundidade, mas de maneira a que todos pudessem entender. Por isso, claro, Jesus falava do céu e das coisas celestiais, podemos dizer assim, mas usava as imagens da terra. Eram as aves, as sementes, as flores, os pastores. E cada ilustração que Jesus usava ficava gravada na memória. Porquê? Porque apontava para algo maior. Jesus não vinha para bajular ninguém, não alimentava apenas as ilusões que as pessoas tinham, Mas uma pessoa que tivesse o coração aberto reconhecia que as palavras de Jesus ultrapassavam apenas a sabedoria humana, apenas a retórica.
E seguramente que a maneira como isto era percebido era no que as pessoas sentiam, até no seu coração. Uma paz profunda. Mesmo quando cercado de inimigos, Jesus, quando falava, carregava esta atmosfera de descanso, de alívio. Por isso é que as pessoas que chegavam àqueles lugares que estavam aflitos, de repente sentiam compreensão. Claro que muitos desejavam apenas ficar ali, no silêncio, para aproveitar a presença de Jesus. E Jesus fazia o quê? Observava. Nós temos muitas evidências, muitos pequenos detalhes na Escritura que nos dizem isto.
Jesus observava. Olhava as pessoas. Às vezes até fazia perguntas e estava atento às conversas. E claro, Jesus, podemos imaginar que ele alegrava-se ao ver os rostos daqueles que estavam ali para comer desta palavra. E Jesus, em cada pessoa, elevia os futuros cidadãos do seu reino. Porque esta era a sua missão. Nós, nesta viagem que estamos a fazer, ainda estamos no início do seu ministério. Jesus tinha anunciado ao que vinha. Anunciar o reino de Deus. Porque ele estava ali. E, ao mesmo tempo, quando Jesus, obviamente, percebia que em muitos corações também havia resistência, muitos até mesmo rejeição, especialmente entre os líderes religiosos, É claro que isto também trazia tristeza à alma de Jesus.
E, seguramente, Jesus sentia muitas vezes esta dor de ver a luz da Palavra de
Deus ser recusada. Ora, veja, foi precisamente num ambiente destes, enquanto Jesus ensinava sobre o Reino de Deus, que apareceu um grito que cortou o silêncio. Que grito foi este? Um homem possesso que avançou, dominado por um espírito maligno, e este homem deu um grito. Bem sei quem és, o santo de Deus, disse ele. Na verdade, não era este homem, foi Satanás. E Satanás e os seus demónios, que possuíam a vida deste homem, tentaram interromper aquela obra maravilhosa de Deus, criar confusão, desviar a atenção.
Mas o que é que Jesus fez? Não debateu com o inimigo, não tentou negociar. Jesus apenas falou exatamente com aquela autoridade que eu lhe li há pouco, há pouco que todos reconheciam. E Jesus com essa autoridade disse, cala-te e sai dele. E o poder do mal Este mesmo poder que tinha vencido Satanás no deserto, agora voltou a vencê-lo, a derrotá-lo totalmente ali, precisamente no meio daquela congregação. E este homem foi liberto. Aquela mente que antes estava completamente agarrada em trevas, agora clareou.
Mas também fisicamente, o corpo deste homem possuído, que antes estava totalmente dominado nos seus tecidos, de repente é um homem livre. Ora, claro, todo este povo que eu há pouco estava aqui a descrever, que está ali à volta a ver Jesus, e com espanto vão fazer o quê? Reconhecer o que é que estava ali. E o texto diz que com autoridade ele ordena aos espíritos imundos e eles lhe obedecem. Esta libertação que nós testemunhamos aqui não foi apenas um milagre isolado, foi um sinal, como dizia, aliás, João, o apóstolo João. O reino de Deus, é este o sinal. O reino de Deus estava a invadir o território das trevas.
Só que a história deste homem também serve como um aviso. Um aviso de que o domínio de Satanás começa com escolhas, às vezes escolhas que são aparentemente inocentes, podem ser prazeres que vão sendo tolerados, limites que vão sendo ultrapassados, pouco a pouco. E o fim dessas fronteiras passadas é a escravidão. Este é o caminho do pecado, sempre. Começa com encanto, prazer e termina. em destruição. Mas a mensagem não termina aí, porque o que esta história nos mostra é que nenhum Estado, mesmo uma possessão demoníaca, nenhum Estado é irrecuperável.
Nenhuma alma, ou seja, nenhuma pessoa está fora do alcance deste poder que Jesus tem e manifestou. Este homem não conseguiu sequer formular uma oração. Ele não pôde chegar ali e dizer, Senhor, ajuda-me. Só que o apelo, o apelo silencioso e profundo, foi ouvido na mesma. É exatamente isto que acontece hoje connosco. Creiem nisto. Jesus disse o seguinte, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Já ouviu estas palavras? Estas palavras são válidas hoje. A vitória de Cristo continua a mesma. O poder é o mesmo. A palavra é o mesmo instrumento de libertação. Depois da sinagoga, Jesus entrou na casa de Pedro, o apóstolo, e ali, novamente, aconteceu uma libertação.
Uma febre fugiu de uma mulher, a sogra de Pedro, diante da sua palavra. E esta cura gerou o quê? Claro, serviço. Esta mulher levantou-se e imediatamente começou a servir. Que é um sinal também, um sinal de que onde Jesus cura, essa libertação produce como fruto esta disposição para servir. Finalmente o sábado terminou. Esta cidade estava naquele movimento que acontecia quando Jesus estava. Doentes, aflitos, feridos, todos vieram. Por horas a fio, Jesus curou, Jesus libertou, Jesus restaurou e Ele não parou ali naquele dia enquanto houvesse alguém que estivesse a sofrer.
Acredite e confie nisto. O céu tem alegria. E neste momento vimos esta alegria acontecer naquela cidade, quando Deus está presente. Quando a noite caiu, o silêncio voltou. E então Jesus fez algo muito importante e revelador até. Levantou-se de madrugada e foi orar. O mesmo Jesus, que tinha o poder para expulsar demónios, para curar multidões, sabia que a força para continuar essa obra vinha de onde? Da sua comunhão com o Pai. E era daqui que vinha o poder para a sua obra. Um poder visível que vinha da oração para poder agir na vida das pessoas.
Que a Fernão I estava pronta para aclamá-lo.
Mas Jesus disse-lhes que é necessário que eu anuncie o Evangelho a outras cidades, porque para isso fui enviado. E assim nós sabemos que Jesus não buscava aplausos, mas corações transformados. E hoje Jesus também pode operar essa transformação na sua vida. Quer vive-la, quer aproveitar esse poder, este momento pode ser um momento de decisão e escolha também na sua vida. Não devo a Deus em conta os tempos de ignorância Mas a vida a todos os homens que se arrependam do mal Não tenho prazer na morte Do pecador diz Deus, mas sem prazer que o pecador se converta do mal e viva.
Ele ouve ao Seu Filho, para não se ignorar a viver. Mais que isso, deu Cristo a vida, para cobrir a separação entre o pecador e um Deus que é santo. Não veio Jesus para condenar, mas para oferecer salvação.
Quis ver Jesus a juntar-te abaixo dos teus braços E chorou a contemplar aqueles que rejeitariam o seu amor Tenho a fé do convite e de sentimente Cheio de compaixão nos chama e garante nova vida ao pecador Um apelo a Jesus Que viria outra vez Neste dia com toda glória Teremos o Salvador Finalmente tudo valerá a pena Os maços se unirão E com ele nós subiremos Já posso eu imaginar Que o autor da vida adorará Não veio Jesus pra condenar Mas pra oferecer Salvação Falta pouco,
perto está Rei, Senhor, Jesus Falta pouco, perto está Vem, Senhor! Vem, Senhor! Vem, Senhor! Vem, Senhor! Jesus! Ao descer com poder, os justos ressuscitarão.
Já posso eu imaginar Que o autor da vida A dará de volta Não veio Jesus para condenar Mas para oferecer Salvação.
Jesus fez coisas maravilhosas em Cafarnaum, mas acredito que ele também as faz aqui, em Lisboa, no Porto, em Coimbra, em Braga, em Fargo ou em Bragança, na Madeira ou nos Açores. Jesus se transforma onde houver corações sensíveis. Se quiser receber a revista Momento Feliz, para o ajudar também nesse caminho, então já sabe, faça o seu pedido. Nós, se Deus quiser, voltaremos a estar juntos no nosso próximo episódio. Voltaremos para abrir a palavra de Deus, sobretudo olhar para Jesus e continuar a fazer dele a voz da esperança. Fica um encontro marcado. Conto consigo. Que Deus o abençoe.