A Voz da Esperança está de regresso. Obrigado por estar aí desse lado e se juntar a nós para que a voz aqui deste lado seja ouvida aí em sua casa, no seu carro, onde estiver connosco. Vamos hoje voltar ao nosso tema que nos vai encaminhando aqui ao longo destes já muitos episódios. Mais um momento da vida de Jesus, neste caso, mais uma história extraordinária, cheia de ensinos e lições para a nossa vida. Seja bem-vindo à Novo Tempo Portugal ou à Rádio RCS, estes são os dois grandes canais onde a voz da esperança está presente semana após semana. É claro que hoje quero relembrar-lhe que no site novotempo.pt tem uma verdadeira plataforma de conteúdos onde este e tantos outros programas podem vê-los.
Estão ali como séries para ver, ouvi-los em formato podcast, podemos dizer assim, áudio, e claro que ali também tem muitos cursos, seja ofertas, cursos que pode pedir, e também alguns cursos que pode fazer online, ali mesmo no ambiente digital para conhecer melhor a Bíblia, a Arqueologia, a História, temas ligados também à família. Enfim, não faltam conteúdos nesta grande plataforma onde ali também pode juntar-se a mais este canal da Novo Tempo, novotempo.pt. Ok? Fica o convite. Tudo dito para a nossa abertura. Vamos ouvir cantar da esperança e já, já a seguir eu volto para abordar o tema deste nosso episódio.
Só que esperança Vibra em nosso ser Pois transguardamos o Senhor Fé possuímos Que Jesus nos dá Vejo que o tempo logo vem E as nações daqui além Bem alerta vão cantar Aleluia!
Aleluia! Aleluia! Servos de Deus da trombeta tocai, breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará.
Pontas e balas, o som e o coelho, breve Jesus voltará. Ondas do mar, a canção e o teu lar, breve Jesus voltará. Dê-me Jesus, vou ganhar Dê-me Jesus, vou ganhar
Hoje, ao falarmos sobre esperança, que esse é o tema permanente aqui do nosso programa, trago-lhe uma oferta, como sempre aqui fazemos. As nossas ofertas têm como objetivo ajudá-lo a ir um pouco mais longe ainda do que o que aqui conseguimos abordar nos nossos muitos programas, mas também uma forma de o ajudar autonomamente a estudar a Palavra de Deus, a encontrar esperança. Exatamente o que se passa aqui nesta revista é um guia de estudo céu ou inferno. Um tema que para os que são crentes está sempre de alguma maneira presente, está destinado a cada um o que Deus tem preparado. Podemos crer no inferno como um lugar onde as pessoas quando morrem vão sofrer ou a Bíblia tem uma versão totalmente diferente dessa que a tradição forjou É isso e tantos outros temas que pode encontrar aqui.
Se este tema lhe interessa, peça esta revista, basta escrever Céu ou Inferno e pedi-la, e faz isso, já sabe, para o número 933-939291.
Hoje, vou aproveitar aqui já para pegar a minha Bíblia, que está aqui comigo, e partilhar consigo um texto, um pequeno texto que nos serve, se quiser, de introdução É essencialmente a partir de uma história que Jesus contou, que hoje vamos tratar, mas tudo começou aqui. Eis que se levantou um certo doutor da lei. Personagens clássicos aqui nas histórias dos Evangelhos. Estamos no Evangelho de Lucas, no capítulo 10 e no versículo 25, para aqueles que gostam mais de anotar, saber exatamente onde estou a ler. Então, levantou-se um certo doutor da lei, tentando e dizendo, mestre, O que farei para herdar a vida eterna?
Uma pergunta que parece-se interessante, razoável, um bocadinho próxima aqui da revista que ainda agora lhe estava aqui a propor. Céu ou inferno? Senhor, como é que eu... Mestre, era a pergunta, como é que eu posso garantir que vou para o céu, se quisermos dizer assim? Só que há aqui este pequeno detalhe que diz que esta pergunta era uma forma de tentar Jesus. Vamos analisar isto com um pouco mais de cuidado. A verdade é que há perguntas que nós até podemos formular, mas nem sempre estamos a ser genuinos. É por isso que há perguntas retóricas, há perguntas que têm rasteira, como às vezes dizemos. Há perguntas que, no fundo, são uma tentativa de encontrar uma saída ou até uma justificação, mas nem sempre uma resposta.
E foi assim que este doutor da lei se aproximou de Jesus, com um objetivo que não era o de realmente questionar Jesus. o que farei para herdar a vida eterna? Mas é claro que a pergunta é interessante e pertinente. Podemos imaginar que aquele auditório, quando ouviu este homem, por cima de um doutor da lei, alguém respeitado, a perguntar isto, as pessoas até devem ter prendido a respiração. E agora o que é que vai sair daqui? Os sacerdotes e os fariseus, como sempre, já estavam ali à espera de ver se Jesus caía numa armadilha. Mas Jesus, como sempre, com a sua imensa sabedoria, não entrou ali num bate-boca, num debate. Devolveu a pergunta inicialmente, perguntando o seguinte...
O que é que está escrito na lei? Como é que lês? Veja que se tratava de um doutor da lei. Então ele pergunta-lhe sobre o que está escrito na lei e o que ele lê. O doutor respondeu bem. melhor do que os seus contemporâneos talvez até esperassem. Ele veio resumir toda a lei em duas frases. Amar a Deus com todo o coração e amar o próximo como a si mesmo. Isto foi a resposta que deu o doutor da lei. Até lhe pode surpreender, não é? Parece que seria a resposta de Jesus, mas não. De tal forma, Jesus concordou que lhe disse, respondeste bem. Faz isso e viverás. Interessante como Jesus conseguiu voltar, no fundo, e sair dessa armadilha.
Só que este doutor da lei sentiu, talvez, o peso daquelas palavras. Quase como se Jesus estivesse a sondar o coração dele, como se ele estivesse a ser visto por dentro. Porque esta resposta, aquele próprio Dera, era, no fundo, a sua acusação. Porquê? Porque ele sabia perfeitamente que não amava daquela maneira nem ao próximo, nem aos outros, nem a Deus. Por isso, em vez de, se calhar com sabedoria, render-se à convicção da resposta que ele próprio tinha dado, então ele foi tentar uma saída, pelo menos eu imagino assim, um pouco mais intelectual, ver se ainda conseguia enredar Jesus para um detalhar ali de ideias, e então não ficou por aqui. fez outra pergunta.
Bom, eu quase que diria ainda bem que a fez por causa da resposta que Jesus lhe deu, já vamos ver isso. Mas a pergunta que o doutor da lei ainda fez para puxar um pouco por Jesus foi, então e quem é o meu próximo? Estamos sempre em Lucas capítulo 10. É uma boa pergunta, não há dúvida, embora aqui a ideia era esquivar-se. A verdade é que os judeus neste tempo debatiam quase interminavelmente sobre este tema, porque a ideia para eles era, olha, os gentios, os que não são do do sangue judaico, a noção de mãe judia, aqueles que não conhecem a lei, esses eram os gentios, ficavam de fora. Os samaritanos também ficavam de fora e dentro do próprio povo havia classes, havia categorias e distinções.
Portanto, se conseguisse definir bem o que é o próximo, talvez descobrisse que já estava a cumprir o mandamento sem demasiado esforço.
Só que Jesus respondeu. E respondeu não com uma definição teórica, não a fazer categorias e listas, mas respondeu à boa maneira de Jesus. Com uma história. Conhece esta história? Talvez se eu lhe disser o nome. O célebre Bom Samaritano. Bom, como é que reza a história? Um homem descia de Jerusalém para Jericó. O caminho era perigoso, isso era conhecido por muitos. Havia barrancos abruptos, terreno deserto, infestado de ladrões muitas vezes. E nesta história que Jesus criou, o inevitável aconteceu. Aquele homem foi atacado, foi espancado, roubaram-no e deixaram-no meio morto à beira do caminho.
Entretanto, continua Jesus a contar. Estou agora aqui a parafrasear e a contar a história. Então a história diz E por aquele caminho, onde jazia ali aquele homem quase morto, passou um sacerdote. Um sacerdote, o grande líder espiritual do povo. E ele viu o homem, só que passou de largo. Seguiu como se nada tivesse visto. Depois passou um levita, aqueles que serviam no templo. Esse deteve-se um pouquinho para olhar. Talvez sentiu aquela convicção de que devia fazer alguma coisa, mas convenceu-se a si mesmo de que, no fundo, não era um assunto seu. e seguiu o caminho. Dois homens de Deus. Por isso Jesus trouxe estes dois exemplos, estes dois personagens, porque eles eram dois representantes da lei, podíamos dizer assim.
Dois homens que conheciam bem as Escrituras, o Antigo Testamento, conheciam-a de memória. Mas nenhum deles parou. Então Jesus continua. A seguir a eles dois passou um homem, um samaritano. Cá está, um daqueles de uma classe que os judeus desprezavam. Um homem a quem o ferido, se os papéis fossem invertidos, aquilo que estava ferido provavelmente cuspia-lhe no rosto. Mas o samaritano passou e viu um homem necessitado e comoveu-se com compaixão no seu coração. Não perguntou por nacionalidade, não calculou o risco de se demorar ali naquele lugar e haver até um risco para ele. Não pesou o quanto custaria a interrupção da sua viagem.
Ele viu naquele homem um filho de Deus, uma criatura humana que estava em sofrimento. E Jesus continuou e explicou. Este ameritano agiu, pegou naquele homem, cuidou dele, tratou-lhe as feridas com óleo, com vinho, colocou no seu animal, do qual ele teve que sair, caminhou devagar, para não aumentar a dor daquele homem ferido, e então levou-o a um lugar, a uma hospedaria, onde ele pudesse ser cuidado. E durante algum tempo ainda velou, cuidou dele noite e dia. Neste caso, naquela primeira noite. Só que na manhã seguinte, antes de partir, falou com o dono daquela hospedaria e pagou as despesas. E deixou uma instrução. A história diz que o samaritano disse àquele homem, cuida dele.
E tudo o que mais gastares, eu te pagarei quando voltar. Ou seja, a ideia era, eu deixo-te já aqui um adiantado, mas se não for suficiente para todo o tempo e os custos, eu volto e pago. Jesus terminou a história. Olhou para o doutor da lei, lembre-se que isto vem tudo de uma pergunta, quem é o meu próximo, e então agora Jesus devolve uma pergunta. Qual, pois, destes três, te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? Agora, aquele que veio para armadilhar e enganar era ele que estava armadilhado. O doutor da lei não conseguiu pronunciar o nome samaritano. Ele não disse foi o samaritano, só que também não podia mentir diante da realidade da história e respondeu com a verdade, mesmo sem dizer o nome.
Então respondeu. O próximo foi aquele que usou de misericórdia para com ele. Jesus agora podia ter metido a mão na ferida e atacado, mas não, disse-lhe apenas, então vai e faz da mesma maneira. É maravilhoso isto, não é? É por isso que esta se tornou uma das mais célebres parábolas de Jesus. Com uma história, Jesus respondeu à pergunta de uma forma praticamente definitiva, ao ponto de que nunca mais precisou de ser repetida esta pergunta. O próximo não é aquele que partilha a tua fé. O meu próximo não é aquele que tem a minha cor, a minha cultura. Que se identifica comigo. O teu próximo não é aquele que já te ajudou ou que tu sabes que te vai ajudar porque é amigo.
O próximo é qualquer pessoa que se encontra no teu caminho e precisa de ti. Ponto final. É este o ensino de Jesus. E este ensino é muito preciso, talvez até muito em especial para o tempo que vivemos. Mas Jesus não estava a contar uma história sobre um homem bondoso, é mais profundo do que isso. Jesus estava também a descrever-se a si mesmo e à sua obra. Porque podemos dizer o seguinte, se quisermos interpretar esta história de outra forma, nós somos o homem ferido ao meio do caminho. Nós fomos enganados, despojados, fomos deixados à morte por quem? Pelo nosso inimigo. É isso que a Bíblia conta.
A nossa condição é a de desamparo total, ali na beira do caminho. E Jesus, esse Jesus que aqueles homens da fé, da religião desprezavam, aquele que não correspondia às expectativas do mundo, ele foi o samaritano, porque ele foi aquele que parou que deixou a glória do céu para vir ao nosso encontro. Jesus foi aquele que curou as nossas feridas. Tudo isto é a linguagem que temos na Bíblia. Jesus cobriu-nos com as suas vestes. Jesus pagou a nossa dívida inteira. E Jesus também prometeu voltar. Tal como este homem disse lá na estalagem, eu voltarei. Aliás, esta frase, tudo o que gastares eu pagarei quando voltar", ela ressoa quase como uma promessa de uma segunda vinda.
Por isso, o bom samaritano é este exemplo com muitas formas de entendermos o seu significado. Este homem, o samaritano, não abandonou a vítima. confiou aos cuidados de alguém que podia dar-lhe segurança e depois prometeu regressar. E é isto que Jesus faz connosco, as duas coisas. Mas há também aqui uma segunda metade, podemos dizer, nesta mensagem que eu acho também importante e não podemos ignorá-la hoje. É que Jesus não disse apenas contempla o samaritano, Jesus não disse olha para esta história e vê como ela é maravilhosa.
Não, Jesus deixou, e este homem com quem debatia, um desafio real e prático. Vai e faz da mesma maneira. Isto mostra-nos o quê? Repara, a contemplação, a observação, sem ação concreta, não produz efeito, não transforma, nem dá fruto. Aquele, voltando à história, à parábola, o sacerdote e o levita também viram o homem ferido, mas a diferença foi que escolheram não agir. Por isso, a diferença entre eles e o samaritano não era o quanto conheciam sobre qualquer tema que fosse, especialmente na fé. A grande diferença era o que estava no coração e que os levava à ação.
Eu creio muito que hoje o mundo está cheio de homens e mulheres que podem ser bem comparados a esta história. Estão feridos ao meio do caminho. Há pessoas feridas pelo pecado, pela solidão, pela vergonha, muitos pelo desespero, feridos por perdas terríveis que vão tendo na vida, por dívidas que não conseguem pagar, sejam em dinheiro ou não, por vícios que não conseguem vencer. Todos estes exemplos que podem, acredito que alguns podem estar a ser vividos na sua própria vida. Estes exemplos são homens e mulheres que estão ali, estão no caminho. Estas pessoas estão nas ruas onde nós vivemos, estão nos prédios onde habitamos, nas nossas famílias, os nossos colegas de trabalho.
E a questão não é se os vês, se sabe que essas pessoas estão lá. A questão hoje que se coloca para mim e para si e desse lado é se será que nós passamos de largo. Por isso este tema fala-nos de um certo egoísmo e de uma frieza que muitas vezes marca tudo o que é formalidade religiosa. Ser religioso não significa estar a viver um amor cristão. Em muitos, na verdade, esse amor tem-se extinguido. Em muitos dos que professam ser de Cristo. Muitos são aqueles que, chamando-se cristãos, guardam doutrinas, cumprem rituais, vão à igreja, frequentam cultos.
Só que passam de largo o irmão que está ferido, o estranho que está em grande necessidade. Por isso, esta história é muito viva para nós hoje. E Jesus é quase como se nos dissesse hoje a nós. A menos que haja um sacrifício prático a bem de outros, no fundo, nós não somos cristãos, seja qual for a nossa profissão ou a nossa religião. Não há amor a Deus que não se manifeste em amor ao próximo. Este é um dos grandes princípios do Evangelho. O apóstolo João escreveu isto com, aliás, bastante clareza. Eu vou-lhe lembrar estas palavras. Ele dizia assim, se alguém diz, eu amo a Deus e aborrece o seu irmão, é mentiroso.
Pois quem não ama ao seu irmão, ao qual viu, no fundo, a quem conhece, como é que pode amar a Deus a quem não viu? É maravilhoso, cheio de sabedoria. Isto são palavras de 1ª de João, no capítulo 4 e no versículo 20. Então veja o seguinte, o espírito que nós manifestamos para com os outros, as pessoas à nossa volta, na verdade diz-nos qual é o espírito que nós temos para com Deus. Não é o que nós dizemos sobre Deus que diz o que nós realmente somos em relação a Deus, porque dizer coisas é muito fácil. Mas aquilo que nós fazemos, as escolhas da nossa vida, são a verdadeira demonstração de quem nós somos e de quando Jesus oprou alguma coisa no nosso coração.
Eu acredito que hoje talvez aí desse lado possa ouvir esta mensagem e ter o coração um pouco dividido. Tem uma parte que quer agir, mas outra que procura razões para não o fazer, para não ter aquela conversa com um colega de trabalho, para não buscar ajudar quem precisa. Uma convicção genuína, talvez. Só que ao lado dela está uma lista de argumentos para dizer vamos adiar, isto não é a minha responsabilidade, aquela pessoa também não merece, não presta para nada. Só que o samaritano não tinha essa lista. O samaritano tinha os olhos, os olhos que viram e um coração que se moveu. Por isso hoje eu digo-lhe, peça a Deus esse coração. Ora a Deus para que Ele lhe dê um coração que não passa de largo.
Um coração que para, que cura, que ajuda, que paga o preço. Este é o coração de Cristo, porque Jesus veio para servir. não para ser servido. E ele é o nosso maior exemplo. É por isso que hoje eu gostaria muito que pudesse quase que escutar as palavras de Jesus. Para si e para mim, que nos dizem, vai e faz o mesmo. Estou aqui Vejo a dor que te faz chorar meu amor
Então segura a minha mão, confie em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei Vem a mim, filho meu Andas longe do amor do teu pai Tenho os braços bem abertos Estou aqui Estou aqui Quando tu vais morar Sem que tu faças sofrer Ouço o grito no silêncio do coração Meu amor, consolar-te Amartei eternamente Então segura a
minha mão Confia em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei Contigo estou pra sempre O meu amor é pra sempre Nunca te deixarei Esteja a dor Nunca te deixerei Estou aqui. Nunca te deixarei.
Nos meus braços descanso a seguro.
É assim que terminamos o programa de hoje, com esta maravilhosa música que aqui partilhámos. E para fechar, lembro-lhe que temos esta revista para lhe oferecer hoje, Seu ou Inferno, se quer conhecer mais a fundo e fazer perguntas, um pouco como o doutor da lei, é mandar vir este material para poder estudá-lo, 933 939291, e envia-nos o nome desta revista e ela será sua com toda a certeza. Foi um gosto ter estado consigo. Obrigadíssimo pela sua preferência e por ter estado aqui na Novo Tempo. Continuo com a Novo Tempo, que a nossa programação vai continuar, ou por aí na rádio, se me está a ouvir. Mais do nosso encontro, se Deus quiser, com vida e saúde, se o Senhor nos der, cá estaremos na próxima semana. Que Deus o abençoe.
Quem é realmente o teu próximo? A parábola do Bom Samaritano revela um amor que não passa de largo diante de quem sofre.
Neste episódio de A Voz da Esperança, refletimos sobre uma das parábolas mais conhecidas de Jesus: o Bom Samaritano, relatada em Lucas 10. Perante a pergunta “quem é o meu próximo?”, Jesus não apresenta uma definição teórica — conta uma história que desafia a transformar fé em ação.
O sacerdote e o levita viram o homem ferido, mas seguiram caminho. O samaritano viu, teve compaixão e agiu. Esta mensagem recorda-nos que amar a Deus implica amar o próximo, independentemente da sua origem, cultura, condição ou relação connosco. Mais do que conhecer a Bíblia ou cumprir práticas religiosas, Jesus chama-nos a ter um coração que para, ajuda, cuida e está disposto a pagar o preço.
A parábola aponta também para o próprio Cristo: Jesus veio ao nosso encontro, cuidou das nossas feridas, pagou a nossa dívida e prometeu voltar. O desafio continua atual e pessoal: “Vai e faz da mesma maneira.”
E tu: há alguém no teu caminho de quem tens passado de largo? Partilha nos comentários a tua reflexão e envia este episódio a alguém que possa precisar desta mensagem.
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