Bem-vindo a mais um episódio do Sol à Escritura, aqui na Novo Tempo Portugal. Neste programa, temos viajado pela história do Cristianismo para conhecer homens e mulheres que, à luz da Bíblia, ajudaram a redescobrir verdades esquecidas ao longo dos séculos. No episódio de hoje, vamos até o País de Gales, no início do século XX, para conhecer a história de Evan Roberts, um jovem simples, sem formação teológica formal, mas profundamente marcado por Deus. Através da sua vida, vamos falar sobre uma doutrina essencial para a fé cristã, a oração. Não como um ritual vazio, nem como uma fórmula repetida, mas como uma experiência viva de dependência total de Deus.
A história de Evan Roberts mostra-nos que a oração sincera pode transformar corações, igrejas e até uma nação inteira. Fique conosco neste episódio do Sol à Escritura aqui na Novo Tempo Portugal e descubra que a oração continua a ser um instrumento poderoso nas mãos de Deus ainda hoje.
Hoje viajamos até ao país de Galo, no final do século XIX e início do século XX, um período marcado por profundas transformações não só sociais, mas também espirituais, para nós compreendermos quem foi Evan Roberts e o impacto do reavivamento galês. Nós precisamos olhar para a sua juventude, para o ambiente simples em que cresceu e também para a forma como a oração, que é o tema do estudo de hoje, moldou a sua relação com Deus. Ruben, fala-nos das origens de Evan Roberts. Então, Tiago, Evan Roberts nasceu em 1878 numa pequena localidade do país de Galo, chamada Logor. Cresceu numa família simples, trabalhadora, profundamente ligada à igreja e à leitura da Bíblia. E desde muito cedo, a fé fazia parte do seu cotidiano lá em sua casa.
Ainda adolescente, Evans começou a trabalhar nas minas de carvão, como muitos jovens da sua geração. Esse trabalho era um trabalho duro, que marcou profundamente o seu caráter e deu-lhe uma sensibilidade especial para com o sofrimento humano. Um dos aspectos mais fortes da sua juventude foi a forma como a oração se tornou central na sua vida. Segundo o relato biográfico diz, desde muito novo, Evan Roberts desenvolveu o hábito de passar longos períodos em oração silenciosa, buscando conhecer a vontade de Deus para a sua vida. Olhando então para a juventude de Evan Roberts, nós percebemos que a oração já fazia parte da sua vida. O que é que aconteceu na sua vida que o levou a sentir esse chamamento tão forte para a oração e para a entrega total a Deus? houve um momento muito claro de viragem espiritual na vida de Evan Roberts.
Embora já fosse um jovem crente, ele começou a sentir uma profunda inquietação espiritual. Uma convicção de que Deus queria algo mais do que uma fé apenas formal. E esse despertar aconteceu de forma progressiva, mas tornou-se mais intenso quando Evan passou a orar com um pedido muito simples, mas também muito profundo. Que Deus o enchesse completamente com o seu espírito. Ele próprio descreveu este período dizendo que sentia um peso constante na alma, um desejo ardente de obedecer plenamente a Deus, custasse o que custasse. A oração deixou de ser apenas um hábito e passou a ser uma luta espiritual entre ele e Deus. Evan passava horas a orar, muitas vezes durante a noite, pedindo que a sua vida estivesse totalmente alinhada com a vontade de Deus.
Segundo o relato contemporâneo do reavivamento, Roberts estava convencido de que Deus só poderia usar plenamente uma vida que estivesse totalmente rendida, purificada e guiada pelo Espírito Santo.
Ruben, depois desse despertar espiritual profundo na vida de Evern Roberts, houve algo que começou a acontecer que ultrapassou a sua experiência pessoal. Como é que este movimento de oração começa a ganhar forma pública e como é que tiveram início as primeiras reuniões que deram origem ao chamado Ria Vivamente de Galeiros? O início do Horrivamento Galês foi marcado por uma grande simplicidade. Evan Roberts não começou com grandes campanhas, nem com grandes estratégias humanas. Tudo começou em pequenas reuniões locais, onde a oração era o centro de tudo. Nas primeiras reuniões em que participou, Evans não pregava sermões longos. Ele incentivava as pessoas a orar, a confessar os pecados, a reconciliarem-se umas com as outras e a obedecer imediatamente ao que Deus colocava no seu coração.
Um dos relatos da época descreve que as reuniões eram dominadas por oração espontânea, confissão sincera e um profundo senso da presença de Deus. Um aspecto muito marcante era a ausência de formalismo. Não havia programas rígidos, não havia uma duração fixa, as reuniões até poderiam durar horas, não porque alguém as controlava, mas porque as pessoas não queriam sair, não queriam ir embora. Segundo um testemunho registrado, muitos permaneciam em silêncio irreverente, outros oravam em voz alta e outros choravam profundamente conscientes da santidade de Deus. À medida que estas reuniões espalhavam por diferentes vilas e cidades, tornou-se claro que não se tratava apenas de entusiasmo humano. A oração tinha preparado os corações e Deus estava a agir de forma poderosa.
O que começou com um pequeno grupo, rapidamente se tornou num movimento espiritual que tocou todo o país de Gales. Ruben, uma das marcas mais fortes do revivimento galês foi a ênfase constante na oração, como já disseste. Como é que então Evan Roberts entendia, aliás, a oração e que papel concreto ele ocupava nas reuniões e nas mensagens que ele transmitia ao povo? Para ele, a oração não era um momento isolado dentro de uma reunião, era o próprio coração de todo o movimento. Ele acreditava que nada poderia acontecer sem que primeiro houvesse uma entrega profunda a Deus através da oração. Éveras ensinava que a oração verdadeira começa com a rendição do coração. Antes de pedir qualquer coisa a Deus, a pessoa precisa estar disposta a obedecer.
Num dos relatos biográficos é dito que Robert insistia que a oração eficaz exigia confissão, abandono do pecado e uma submissão completa à vontade de Deus. Evan acreditava que a oração não servia para convencer Deus a agir, mas para preparar o coração humano para receber aquilo que Deus já desejava fazer. Por isso, ele repetia muitas vezes que o maior obstáculo ao reavivamento não estava em Deus, mas na falta de rendição do coração humano. Até aqui nós falámos da vida de oração e da forma como as reuniões decorriam, mas um verdadeiro reavivamento não se mede apenas ou apenas e só por aquilo que acontece dentro da igreja. Cuban, que impacto concreto é que teve esse movimento de oração na vida espiritual das pessoas e também na sociedade galesa da época?
O impacto deste reavivamento galês foi profundo e visível, tanto a nível espiritual, mas também a nível social. Repara Tiago, a oração produziu frutos reais na vida das pessoas e isso rapidamente se refletiu no dia-a-dia das comunidades. Espiritualmente, milhares de pessoas foram levadas a um arrependimento sincero. As igrejas encheram-se, não por causa de campanhas publicitárias, mas porque os corações estavam a ser tocados. Um relato contemporâneo afirma que homens e mulheres eram dominados por um profundo senso do pecado e procuravam imediatamente reconciliação com Deus e com o próximo. Mas os efeitos não ficaram limitados à esfera religiosa. Houve mudanças claras no comportamento social.
Os crimes diminuíram. As tabernas fecharam por falta de clientes e as dívidas antigas começaram a ser pagas. Segundo um observador da época, o reavivamento alterou os hábitos da nação, trazendo uma moralidade renovada e um forte senso de responsabilidade pessoal. Um exemplo frequentemente referido é o das minas de caravão. Muitos mineiros converteram-se e a linguagem grosseira que eles normalmente usavam deixou de ser usada. Isso criou situações curiosas. Por exemplo, os cavalos já não obdeciam aos comandos antigos carregados de palavrões, mostrando como até os detalhes mais simples da vida foram afetados. Depois então desse impacto tão grande e de um período de intensa atividade espiritual, a vida de Evan Roberts toma um rumo diferente.
O que é que aconteceu com ele após este auge do reavivamento e como podemos
compreender este período de sofrimento e também de afastamento da vida pública? Então, após o auge do revivimento galês, o Evan Roberts enfrentou um desgaste profundo, tanto físico como emocional. A intensidade das reuniões, a pressão constante das multidões e as expectativas colocadas sobre ele tiveram um peso muito grande. Os relatos mostram que Evan nunca procurou protagonismo. Pelo contrário, ele sentia-se desconfortável com tanta atenção que era dada a ele. Ele achava aquilo uma atenção excessiva. Com o passar do tempo, tornou-se evidente que ele precisava de se afastar. Evan retirou-se progressivamente da vida pública e passou longos períodos em silêncio e recolhimento. Um testemunho da época refere que ele acreditava que a obra era de Deus e não sua, e que o servo não deveria ocupar o lugar do Senhor.
Este afastamento não foi um sinal de fracasso espiritual, pelo contrário, revela a humildade de um homem que compreendia os limites humanos. Evan Roberts continuou a viver uma fé sincera, marcada pela oração, mas longe dos holofotes. Ruben, olhando então para toda a vida de Evan Roberts, desde o revivimento até o seu afastamento da vida pública que acabaste de escrever, qual consideras ser o verdadeiro legado espiritual que ele deixou para a história do Cristianismo e também para nós hoje? Então, Tiago, o maior legado que eu considero que Evan Roberts deixou não foi um movimento organizado, nem uma nova denominação religiosa, nem mesmo escritos teológicos sistematizados. O seu legado foi uma vida que apontou de forma clara para a necessidade de oração sincera e de uma rendição total a Deus.
Evan mostrou que Deus pode usar pessoas simples quando estas estão dispostas a obedecer plenamente. Um dos relatos biográficos resume bem esta realidade ao afirmar que Roberts nunca se apresentou como líder de um movimento, mas como um instrumento nas mãos de Deus, chamando outros a uma vida de oração e santidade. Hoje, ao olharmos para a vida de Evan Roberts, somos desafiados a refletir se desejamos apenas ver Deus agir à nossa volta ou se estamos dispostos a permitir que Ele primeiro transforme o nosso próprio coração. A história de Evan lembra-nos que a oração não é um acessório da fé cristã. É o lugar onde Deus prepara pessoas comuns para realizar obras que só Ele pode explicar.
Ao longo deste episódio, nós vimos como a vida de oração de Evan Roberts esteve na base de um dos maiores reavivamentos espirituais da história moderna. Talvez esteja a perguntar-se como pode aprofundar este tema e estudar de forma bíblica a doutrina da oração na sua própria vida. Para o ajudar nesse caminho, nós queremos oferecer-lhe gratuitamente a revista O Grande Conflito, que corresponde a um curso bíblico completo. Esta revista contém vários estudos temáticos e um deles é precisamente dedicado ao tema que estamos a estudar hoje, a oração. O mesmo tema deste episódio do Sol da Escritura. Ao longo deste estudo bíblico, vai descobrir como a Bíblia apresenta a oração. Se deseja receber gratuitamente esta revista em sua casa, basta enviar uma mensagem por SMS ou para o WhatsApp para o número 933-939291.
Não perca esta oportunidade de aprofundar o seu conhecimento da Bíblia e fortalecer a sua vida espiritual através do estudo da Palavra de Deus. TV Novo Tempo, o canal da Bíblia, o canal da esperança. Nos primeiros tempos do Cristianismo, a oração ocupava um lugar central na vida da Igreja. Os discípulos compreenderam, desde o início, que a força da missão não estava na capacidade humana, mas na dependência total de Deus.
O Livro dos Atos mostra-nos uma Igreja que ora de forma constante e unida. A Bíblia diz que os crentes preservavam na doutrina dos apóstolos e na comunhão e no partido do pão e nas orações. A oração não era vista como um ritual ocasional, mas como parte do cotidiano espiritual, antes de decisões importantes. A igreja orava. Diante da perseguição, a igreja orava. Quando precisavam de direção e poder, a igreja orava. Jesus tinha ensinado aos seus discípulos que a oração era essencial para a vida espiritual. Ele próprio dava o exemplo, retirando-se frequentemente para orar, mostrando que a comunhão com o Pai era indispensável. Assim, a igrejas apostólica entendia a oração como um meio de comunhão, dependência e submissão à vontade de Deus.
Com o passar dos séculos, à medida que a Igreja se institucionalizou, a oração começou a perder o seu caráter simples e pessoal. Progressivamente, a oração foi sendo associada a rezas, fórmulas fixas, repetições mecânicas e rituais formais. Em muitos contextos, deixou de ser uma conversa sincera com Deus e passou a ser um dever religioso. Isso contribuiu para um distanciamento espiritual e para a perda da experiência pessoal com Deus. A Bíblia alerta para este perigo quando se fala de orações feitas apenas com os lábios, mas sem o envolvimento do coração. A doutrina da oração não foi negada, mas foi esvaziada do seu poder transformador. Durante a Reforma Protestante, houve um regresso claro à Bíblia como autoridade suprema de fé.
Isso levou também a uma redescoberta da oração simples, direta e pessoal. Os reformadores ensinaram que cada crente podia aproximar-se de Deus sem intermediários humanos. A oração voltou a ser entendida como um privilégio e não como um ritual imposto. Nos séculos seguintes, especialmente durante os grandes reavivamentos espirituais, a oração voltou a ocupar um lugar central. Homens e mulheres compreenderam que nenhum reavivamento verdadeiro acontece sem oração sincera. O reavivamento galês é um exemplo claro disso. A oração não foi consequência do reavivamento, foi a sua causa. Antes de qualquer mudança visível, houve corações rendidos à oração.
Hoje, a oração continua a estar presente na vida de muitos cristãos, mas nem sempre é compreendida à luz da Bíblia. Em vários contextos, ainda existem pessoas sinceras que confundem oração com rezas decoradas, repetições automáticas ou fórmulas aprendidas desde a infância. Oram, mas muitas vezes não sabem que podem falar com Deus de forma pessoal, aberta e consciente. A Bíblia mostra-nos que oração não é repetir palavras sem pensar, mas abrir o coração diante de Deus. Ao mesmo tempo, há muitos cristãos que nunca foram ensinados a orar como a Bíblia ensina. Sabem pedir coisas a Deus, mas não sabem ouvi-lo, não se sabem submeter à sua vontade ou permitir que ele transforme o seu caráter.
A história e a Escritura mostram-nos que a oração verdadeira não começa com palavras, mas com rendição. Não se trata de falar muito, mas de falar com sinceridade. A doutrina bíblica de oração convida-nos a redescobrir uma relação pessoal com Deus, onde não repetimos frases, mas partilhamos a vida. Onde não recitamos fórmulas, mas aprendemos a confiar. É este tipo de oração simples e sincera, que continua a transformar vidas hoje, tal como transformou corações no passado. Vamos então abrir a Bíblia e estudar juntos o que a Escritura ensina sobre oração e que princípios bíblicos podem transformar a nossa vida de oração hoje.
Chegamos agora ao momento do estudo bíblico. Vamos abrir as nossas Bíblias, vamos descobrir juntos o que a palavra de Deus nos ensina sobre a oração. Ruben, o que nos ensina a Bíblia sobre a importância da oração? Então vamos abrir a palavra de Deus, vamos começar no livro de Jeremias, no capítulo 33, versículo 3, que diz... Agora vamos para o apóstolo Paulo, na sua carta aos filipenses, capítulo 4, que nos diz... Antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas com a ação de graças e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.
E ainda vamos a Tiago 5,16 que diz, Ainda Mateus 26 nos diz, vigiai e orei, para que não entreis em tentação. Na verdade o Espírito está pronto, mas a carne é fraca. Nós vimos nestes versículos várias vertentes da oração. É certo que Deus convida-nos exatamente a isso, a ter uma vida de oração, uma vida em que nós possamos clamar a Ele, falar com Ele. A oração traz paz ao coração do crente. A oração tem poder e uma oração sincera tem esse poder acrescido. E a oração é também uma ferramenta para nos fortalecer espiritualmente.
Quando é que é a melhor altura do dia para orar? Isto é uma pergunta interessante, Tiago. Qual é a melhor altura do dia para orar? Vamos abrir a Palavra de Deus. Em Salmos 5 diz-nos, Senhor, de manhã ouvirás a minha voz. De manhã me apresentarei a ti e vigirei. Mas um diz, falando sobre Jesus e levantando-se de manhã muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu e foi para um lugar deserto e ali orava. E ainda Salmos 119, antecipei-me ao romper da alva e clamei. Esperei a tua palavra. Então, respondendo diretamente à tua pergunta, Tiago, qual é a melhor altura de dia para orar? É quando o dia começa. Começar o dia com Deus, com a oração, é a melhor escolha que nós podemos fazer.
Jesus é o nosso exemplo nisso. Ele diariamente tinha este momento. Ele queria começar o dia com Deus através da oração. Porquê? Porque nós diariamente nos consagramos ao Senhor. Se fizermos disso a primeira atividade de cada dia, nós podemos ter a certeza que Deus pode intervir no nosso dia. A orientação cérebro orientar aquele dia e também demonstra que nós temos uma prioridade espiritual, porque buscámos a Deus em primeiro lugar. A pergunta que tenho para te fazer agora, eu já sei a resposta e quem nos segue também sabe, mas faço ao mesmo até para vermos na Bíblia. Com que frequência nós devemos orar? Muito interessante. Então a palavra de Deus nos diz, vamos começar pela 1ª detecção no licenço 5. Orai sem cessar.
Logo temos aqui a resposta, não é Tiago? Mas em Lucas 18 também nos diz e contou-nos também uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer. Ainda em Salmos 55 nos diz de tarde e de manhã. E ao meio dia orarei. E clamarei e ele ouvirá a minha voz." Ainda em Daniel 6, 10, nos diz Daniel, pois quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e em cima no seu quarto. Tinha janelas abertas da banda de Jerusalém e três vezes no dia se punha de joelhos e orava, dava graças dentro de Deus, como também antes costumava fazer. Então, em primeiro lugar, e respondendo diretamente à pergunta, nós devemos viver uma vida constante de oração. Uma oração continuada ao longo do dia, Onde quer que nós estejamos, nós podemos estar em comunicação com Deus.
Mesmo a viajar, mesmo a conduzir, mesmo em qualquer situação, nós podemos ter esta oportunidade de comunicar com o Senhor. Por outro lado, a ideia de que a oração é algo diário. Devemos ter um tempo reservado cada dia para estar em comunhão com Deus. E então devemos definir momentos específicos de oração. Nós vimos o exemplo de Daniel, vimos o exemplo de David, que eles tinham três momentos específicos ao longo do dia para estar na sua oração pessoal com Deus. Nós devemos fazer o mesmo. Devemos ter alturas do dia em que criamos este hábito de estar com o Senhor. Porquê? Porque nós precisamos desenvolver uma dependência contínua de Deus. E essa dependência depende dos nossos momentos de oração. Ruben, o que ensinou Jesus sobre a oração?
Vamos ver, Mateus capítulo 6 diz... Ainda um pouco mais à frente, a partir do versículo 9 nos diz... Portanto, vós orareis assim. Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Pão nosso de cada dia, dá-nos hoje. E perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoámos aos nossos devedores. E não nos conduzes em tentação, mas livra-nos do mal. Porque teu é o reino, e o poder e a glória para sempre. Amém." Ainda em Lucas 22 nos diz, e quando chegou àquele lugar, disse-lhes, orai, para que não entreias em tentação.
E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra, e pondo-se de joelhos, orava. E ainda por último, em Fésios 6 nos diz, orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos. Então, nós vimos aqui nestes textos algo de interessante. Em primeiro lugar, a importância da oração pessoal e sincera. A importância da nossa submissão à vontade de Deus. E também que esta deve ser uma dependência diária e deve ser, a nossa oração deve resultar para uma melhor vigilância espiritual e para o desenvolvimento da nossa vida espiritual. Rouba, não existe alguma coisa que nós não nos devemos esquecer nas nossas orações?
Isto é uma pergunta interessante. O que é que nós não nos devemos esquecer numa oração? Vamos olhar para a Palavra de Deus. Temos vários textos. Salmos 103, por exemplo. E não te esqueças de nenhum dos seus benefícios. Em 1ª edição não licença, 5 dívios, em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. E ainda João 14 diz-nos, e em tudo quanto perdidos em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se perdizes alguma coisa em meu nome, eu o farei. Então, o que é que nós não nos devemos esquecer numa oração? Não nos devemos esquecer de dar louvor a Deus, de agradecer ao Senhor. Não nos devemos esquecer que também devemos orar em humildade e reconhecer as bênçãos que Deus dá à nossa vida.
E, em último lugar, não nos devemos esquecer de orar sempre em nome de Jesus. E como é que nós não devemos orar? Então, Tiago, uma excelente pergunta. Já vimos várias lições sobre oração, várias coisas que nós devemos fazer, mas agora, o que é que não devemos fazer ao orar? Vamos olhar para a Palavra de Deus. Mateus 6, 5 diz, E quando orares, não sejais como os hipócritas, pois comprasem a orar em pé, nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. E um pouco mais à frente nós vemos, e orando, não useis devais repetições como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles, porque o vosso Pai sabe o que é necessário antes de vós nos pedires.
Ainda em Eclesiastes 5.2 diz, não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apressa a pronunciar palavra alguma diante de Deus. Porque Deus está no céu e tu estás sobre a terra. Portanto, sejam poucas as tuas palavras. Então, neste versículo nós vimos várias coisas que nós não devemos fazer na oração. Primeiro, não devemos orar para impressionar, nem para nos exibirmos. Devemos também evitar repetições vazias. Oração não é algo que nós temos que repetir, não é um mantra. Oração é falar com Deus, é comunicar com Ele. Também devemos nos lembrar que nós somos criaturas e Deus é Deus. Devemos mostrar reverência diante dele e também devemos falar com Deus com sinceridade, porque Deus escuta um coração sincero.
Com este estudo bíblico terminamos a nossa reflexão sobre a oração, um tema essencial para a vida cristã. E agora, Ruben, podes deixar-nos um apelo final? Hoje, ao concluirmos com a vida de Evan Roberts e o tema de oração, lembramo-nos
de que todas as reformas espirituais começam num mesmo lugar, num coração rendido a Deus. A oração não é apenas um hábito religioso, é uma relação viva com Deus. Hoje, o convite é simples mas profundo. Redescobrir a oração como um estilo de vida. Não apenas falar com Deus, mas caminhar com ele todos os dias. Se deseja uma vida espiritual mais profunda, comece hoje. Comece onde tudo começa. Comece com uma oração sincera. Chegámos, assim, ao fim deste episódio e também ao final desta temporada do programa Sola Escritura, aqui no Novo Tempo Portugal. Ao longo desta temporada, viajámos pela história do Cristianismo para conhecer homens e mulheres que, guiados pela Palavra de Deus, ajudaram a redescobrir verdades bíblicas essenciais para a vida cristã.
Se acompanhou esta temporada connosco, esperamos que estes episódios não tenham sido apenas informação histórica, mas o convite pessoal a estudar a Bíblia, a fortalecer a fé e a aprofundar a sua relação com Deus. Relembramos que pode estudar e pode continuar a aprofundar estes temas através da revista O Grande Conflito, que corresponde ao curso bíblico gratuito. Para receber o seu exemplar, basta enviar uma mensagem por SMS ou WhatsApp para o número 933-939291. Que Deus o abençoe grandemente e fortaleça a sua fé e guie a sua caminhada diária com ele.
Descubra como a oração sincera transformou Evan Roberts e esteve no centro de um dos grandes reavivamentos espirituais da história.