Questões éticas relacionadas com o dinheiro e doenças
Ser FamíliaT1 · E44

Questões éticas relacionadas com o dinheiro e doenças

30 de Março de 202626 min 37 s

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Apresentação do tema

Estamos de volta. Este Ser Família de hoje é o último de uma série de oito programas onde estivemos a abordar alguns assuntos que acabam por afetar as famílias contemporâneas. Falámos de filhos, Falámos de ter filhos, de não ter filhos, falámos de adoção, entre muitos outros assuntos, e certamente teríamos muitos assuntos para falar ainda, porque são vários os aspectos que a continuam a afetar as famílias de hoje. Mas, Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Tu hoje, porque não vamos poder nunca falar de tudo, senão o nosso programa seria só sobre isto, escolheste, eu diria, dentre estes assuntos todos que ainda falta por falar, mais duas áreas específicas.

Explica-me porquê é que escolheste estas duas áreas. Nós, nesta série de programas, abordamos algumas questões que têm constituído temas de debate na praça pública e nos mídias. São temas bastante públicos, com muitas opiniões, muita gente, mas há assuntos que afetam a família e não são menos recorrentes, aliás, até são mais frequentes do que alguns dos outros temas, mas sobre os quais não se fala muito. São assuntos que ficam restritos à existência da família.

Parece que a sociedade não se preocupa tanto, não fala tanto sobre eles, não é? As famílias ficam entregues a si mesmas para resolver estas questões? Exatamente. E então, vamos falar sobre dois assuntos, aparentemente não estão relacionados entre si, mas depois até vamos ver questão. Uma questão será a questão das doenças crónicas, quando surge uma doença grave, uma doença crónica, não é? Que questões é que isto levanta? E vamos também falar sobre a questão do dinheiro. quem gere, como gere, como é que a família encara esta questão do dinheiro. Nós fizemos já há algum tempo, há alguns meses, um programa que tivemos aqui, um convidado especial, que fez-nos o favor de contar a sua experiência, precisamente com a sua esposa, que de repente tinha uma doença grave em mãos, e ele teve que ser o suporte, fazer tudo em casa, e foi emocionante mesmo.

Quem não teve a oportunidade de ver esse programa é procurar no nosso podcast.

O impacto da doença

Daniel, isto levanta várias questões, mas, de uma forma sintética, quais são as primeiras questões que as famílias enfrentam perante uma doença, muitas vezes incapacitante, para um dos engregados familiares? é de facto alguma coisa que nós nunca esperamos nem queremos que aconteça, mas sabemos que poderá acontecer a qualquer pessoa e afetar qualquer família. Pode ser um acidente, pode ser uma doença que é diagnosticada, uma doença degenerativa, e poderíamos falar tantas, mas esclerose múltipla, uma demência, Alzheimer, um AVC, que depois incapacita a pessoa, algo que tenha uma conotação irreversível e que pode alterar para sempre a capacidade de colaboração, de envolvimento e de contribuição daquele conjo que é afetado nas lides da família, que vai pôr em causa, por exemplo, a vida romântica, a vida afetiva e muitas vezes até íntima do casal, que vai condicionar as finanças, por exemplo, daquela família em decorrência disso, não é?

E algumas questões que vão se colocar e que se colocam às famílias, por exemplo, quando uma destas questões surge, não é? Uma questão inicial é, imagine que Como é que eu vou contar isto ao outro? Como é que eu vou transmitir isto? Ou então, se é o outro, o não atingido, que sabe primeiro, como é que vou transmitir à pessoa afetada, que tem uma doença degenerativa, uma doença que vai ter repercussões muito sérias na qualidade de vida pessoal e da família? E quando isto acontece, até mesmo antes do casamento, conto, não conto, até porque agora está tudo normal, não é?

Mas saber que eu sou, tenho uma doença, fui diagnosticado com uma doença, que mais à frente vai trazer, portanto, qual é a atitude ética correta, obviamente que é contar. Mas até que ponto isto depois não vai hipotecar Todo sonho de uma vida, não é? Quando as coisas acontecem, como adaptar-se a esta nova realidade? Que cuidados ter com o outro? E quando, por exemplo, uma situação nova, como das que estivemos a descrever, vai exigir um investimento da família, quem sabe vai consumir as reservas financeiras da família para dar qualidade de vida ao outro?

mas vai sê-lo em prejuízo dos restantes membros da família. Eu penso que todos tu conheces e certamente quem nos ouve também já ouviu falar alguma vez sobre um grande piloto de Fórmula 1, Michael Schumacher. e que aparece nas fotografias quando se faz uma busca no Google, por exemplo, com um aspecto jovem, sorridente, confiante, não é? E se se for fazer uma pesquisa mais mais específica, até podemos ter a sorte de encontrá-lo ao lado da sua esposa, Corina, os dois bastante jovens, provavelmente pouco depois de terem se casado.

Agora, o que aconteceu nesta família foi que, no dia 29 de dezembro de 2013, a praticar ski, não é? Numa zona perigosa. O Michael vai ter um acidente. que o vai incapacitar, não se sabe muita coisa, porque a família, e sobretudo esta Corina, vai ter uma atitude de total entrega à família e ao seu marido. E vai protegê-lo. Não existem fotografias, nem muita informação sobre o que se passa com o Michael Schumacher desde lá. Conseguiu-se saber apenas que ele esteve em coma durante seis meses.

supostamente tetraplégico, nem isto se sabe exatamente com segurança. Houve um jornal que publicou a informação de que a família estava a gastar 7 milhões de euros por ano com tratamentos, na assistência ao Michael. Certamente não era ainda um grande problema, porque estávamos a falar de uma família que, com o sucesso que tinha feito na sua vida profissional e desportiva, tinha como responder a isto. Mas o certo é que, neste caso, a Corina não só protegeu o seu marido da exposição pública e, pelo que se sabe, dedica-se inteiramente ao cuidado dele, sendo ainda bastante jovem, não é?

mas ela não é mais vista também publicamente. Acabaram os restaurantes, acabaram a exposição pública. O que é que eu faria o que é que alguém faria numa situação daquelas, não é? É uma questão que se põe, não é? É muito complicado. Eu não sei se já partilhei essa história em alguns dos nossos programas, mas uma vez ouvi uma história, ou li uma história, já não consigo precisar, que nunca mais me esqueci, de um senhor já idoso, que visitava diariamente a sua esposa no hospital, Ela estava num estado tão avançado de doença que já nem o reconhecia, já nem sabia quem era ele.

E ele continuava a visitar. E os próprios médicos, vendo o esforço daquele senhor idoso a diariamente ir ao hospital, para o confortar, e até que reconhecendo a situação da esposa, disseram-lhe, não precisa de vir todos os dias. Sabe, ela já nem sabe quem o senhor é. E aquele senhor idoso virou-se para o médico, mesmo compreendendo o gesto, disse, pois é, mas eu sei quem ela é. Eu venho porque eu sei quem ela é. É um gesto que, enfim, só me lembrar me emociona. porque significa dar-se verdadeiramente ao outro. É algo bastante altruísta que muitas vezes não conseguimos compreender até racionalmente, pode não fazer sentido, mas cada um sabe o que fez, os votos que fez na altura do casamento.

é algo que assumimos, não é? Faz parte dos votos para o bem e para o mal, sendo que tem muitas implicações, como tu disseste, e cada caso é um caso. Cada pessoa tem que saber gerir até as suas próprias circunstâncias, a sua própria resiliência, porque muitas vezes é tremendamente desgastante. Existem, enfim, na saúde muitos cuidados até do próprio cuidador, porque é reconhecido que às vezes é um esforço sub-humano que é pedido a um dos cônjuges, não é? Exatamente. E quando alguém tem a compreensão de tudo o que está implicado aqui e verdadeiramente só conhece quem muitas vezes está nessa situação, não é?

Abdicar de uma vida muito prazer, de muita exposição, uma pessoa jovem e de repente fica cingida a um quarto, a uma casa, para cuidar das necessidades mais básicas de uma pessoa que está, por vezes, inconsciente, que já nem sequer reconhece, já nem sequer tem noção de quem é, nem de quem é o outro e o que o

Ética e compromisso

outro está a fazer por si. Muito bem, vamos fazer um pequenino intervalo, são apenas alguns segundos, e voltamos já a seguir para lhe trazer a segunda parte do programa de hoje, com uma oferta muito especial para si. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do nosso Ser Família de hoje e, como prometido, tenho uma oferta especial para si. O Guia de Estudo Mente Feliz. Como o próprio nome indica, é um guia de estudo com várias dicas e conselhos práticos para uma saúde mental saudável, mas também feliz e com uma parte muito específica dedicada à família, por isso também oferecemos esta revista, este guia de estudo neste programa, onde ajuda as famílias em várias áreas nos desafios da família, como enfrentá-los e como superá-los.

E, como sempre, é totalmente gratuito, basta enviar-nos uma mensagem para o 933 9-3-9-2-9-1. 9-3-3-9-3-9-2-9-1. Não se esqueça então de, na mensagem, colocar Mente Feliz para sabermos que é este guia de estudo a que se refere. Daniel, estávamos a falar na primeira parte do programa de hoje de questões de doença, incapacidade e os desafios que isso traz muitas vezes para famílias, para os seus sonhos, para as suas expectativas. Como agir? Que abordagens devemos ter em casos como estes? Contavas esta história fantástica deste senhor, que tinha uma esposa com Alzheimer, demente, já não sabia quem era o marido.

Pois, este homem certamente que tinha determinados pressupostos, referências, que o norteavam na sua forma de agir, não é? Princípios. Mas hoje a sociedade, e tem sido este o nosso tema desde nesta série, houve pressupostos, houve linhas de pensamento, conceitos diferentes que foram introduzidos na mente e na existência da humanidade. E eu vou citar aqui um caso muito parecido com este, mas para mostrar o outro lado da questão. Um homem, exatamente, com uma esposa com Alzheimer, Ela já não o conhece e agora ele, relativamente jovem ainda, ele começa a sentir-se muito tentado a desenvolver uma amizade, um relacionamento.

com outra pessoa, uma terceira pessoa, inclusivamente sexual. Mas ele não tem a certeza se ele está a agir bem. E então, nesta dúvida, ele vai questionar duas pessoas, que para ele têm uma certa autoridade, é o seu líder espiritual, e também o seu psicólogo, uma pessoa que numa determinada altura já lhe foi de valia e agora ele vai ouvir estas duas pessoas. Bem, o líder espiritual vai começar por enaltecer a honestidade e franqueza, abertura também, vai dizer que, de facto, isto são valores absolutamente atemporais, são muito importantes, e vai valorizar isto mais, inclusivamente, do que a questão ética do certo e do errado.

Depois, vai-o ajudar a entender que, quando a Bíblia diz, até que a morte o separe, ele vai dizer, bem, ela está viva, mas, na realidade, é só o corpo, porque a pessoa já morreu. porque ela já não tem conhecimento. vai ele, este líder espiritual, vai o incentivar de alguma forma ou vai validá-lo naquilo que é a sua opção de ter um caso extraconjugal, neste caso, uma vez que a esposa ainda está viva. Vai ao psicólogo. E agora, o psicólogo, também baseado nas suas premissas e nas suas...

vai-lhe dizer qualquer coisa como isto. Para ele, para o psicólogo, o bem máximo é o bem-estar do ser humano. E se uma coisa te faz feliz, logo esta coisa é moralmente correta. Não é? A ênfase está na felicidade do cuidador. Então, vale dizer qualquer coisa como ele tem e deve ser feliz, é importante que ele seja feliz, e se essa experiência extraconjugal o faz feliz, portanto, essa é uma experiência moralmente correta. E, entretanto, importante para que ele continue a cuidar da sua esposa, com Alzheimer, da melhor maneira possível.

Vê o paradoxo que se cria aqui. é dizer que qualquer um destes dois conselheiros recorreu à ética situacional, ou seja, as normas éticas variam, segundo os defensores desta ética, de acordo com o contexto. A decisão é tomada considerando as circunstâncias. Uma coisa pode ser certa e pode deixar de ser certa mediante as circunstâncias. Portanto, os atenuantes, não é? E isto é algo hoje muito presente na nossa sociedade. Então como é que fica a noção de até que a morte nos separe?

É mesmo assim? É circunstancial? Como é que fica? Bem, se nós compararmos esta postura, esta abordagem, com aquilo que nós encontramos na Bíblia, por exemplo, Jesus. Jesus vai até à morte e morte de cruz. Isto certamente não era colocar o seu bem-estar em primeiro lugar. Portanto, temos aqui uma questão, não é? Alguma coisa parece não bater certo. A fidelidade de Deus no Antigo Testamento, mesmo com uma esposa, que neste caso é o povo de Israel, na sua infidelidade. Então, onde é que está o bem-estar de Deus?

Se Deus tivesse agido por essa premissa, o que é que havia de ser de nós? Eu acho que ele podia reclamar junto do pai um divórcio com justa causa, não é? Exatamente. João 13.1 diz que Jesus, naquela cena da Santa Ceia, amou os seus discípulos até ao fim. E estamos a falar de Judas, estamos a falar dos errantes Pedro e etc. e companhia, não é? O que dizer da atitude dos mártires? que se mantiveram fiéis até às últimas condições, circunstâncias, e se sacrificaram pela sua fé, fé cristã. A Bíblia diz ser fiel até à morte, e quando fala morte se está a falar mesmo da morte física e mental, de tudo o que isto representa, não é?

Romanos 8 também deixa-nos uma premissa, nada me separará do amor de Deus. nem a morte, nem a fome, nem circunstâncias algumas. Portanto, este texto deita por terra a ética situacional, não há uma circunstância que vá alterar este amor-princípio que é o amor de Deus e que deveria caracterizar as relações humanas. Temos, por exemplo, histórias como esta. Lembro-me de ter lido sobre um homem que era presidente de uma universidade e quando a sua esposa também fica demente por causa de Alzheimer, ele vai abandonar a sua função para se dedicar à exclusividade.

à sua esposa. Ele poderia ter feito de outra forma, poderia ter contratado cuidadores, ele tinha condições para o fazer, mas ele, por amor àquela mulher e pelo que ela representou na vida dele, ele sabia que ele cuidaria bem dela. E isto a nós inspira e toca. porque realmente é fora do comum. Mas nós devemos pensar é porquê que estas pessoas agiram desta forma, não é? Sem dúvida, se considerarmos todos estes exemplos, vamos perceber que há qualquer coisa de errado no conselho daquele psicólogo e daquele líder espiritual.

Gestão financeira familiar

Estamos mesmo a avançar para o final do nosso programa e tínhamos prometido ainda falar das questões financeiras e muito mais haveria a falar sobre este assunto. Por isso, eu te peço que salte já, por favor, para o próximo assunto e mesmo assim temos muito pouco tempo. Claro. Quando entramos na questão financeira, a sociedade evoluiu, não é? E hoje põem-se questões no dia-a-dia prático das famílias como, por exemplo, a esposa fica em casa ou vai trabalhar? A sociedade obriga, as condições socioeconómicas muitas vezes obrigam, mas depois quem cuida dos filhos? São questões éticas, o que é que é certo, o que é que é errado fazer, que uma família vai ter que tomar também uma decisão.

Quando os dois ganham, há uma conta bancária só ou às duas, quem é que paga as contas? Sou eu, és tu ou somos nós? Como é que se gasta? Quem é que decide? Há uma série de números, não vamos ter certamente, e já falamos um pouco sobre este assunto das finanças, mas há questões éticas que se colocam nesta nova forma de estar, que chamamos de contemporânea, e que levantam também grandes problemas e disputas dentro da família. E que deveriam ser faladas e negociadas antes de se avançar para o casamento, não é? Claro, claro.

Pensando nestas questões práticas do dia-a-dia, que pode ser, por exemplo, uma questão de uma doença, ou que podem ser as questões do dia-a-dia que envolvem, por exemplo, o dinheiro e as questões financeiras. É preciso ter na família algo de sólido e de profundo. E este é o problema da nossa sociedade. É tudo muito superficial, é tudo muito pela rama. E quando chegamos depois às questões práticas do dia-a-dia, e algumas que são

Princípios para a família

dramáticas e drásticas, então aí nós não sabemos onde ir buscar. Eu gostava de deixar aqui cinco princípios que deveriam ser considerados quando temos que formar uma família ou quando pensamos em ser família. A primeira é que o conceito de uma só carne implica em reciprocidade, implica em algo comum e tudo deve ser comum. O que te acontece a ti, eu tenho que estar ali para ti porque também pode acontecer a mim. e o que te acontece a mim, aconteceu a mim também. Portanto, nós estamos juntos e isto é que é um casamento sólido.

Depois, um segundo princípio importante é um dos pilares também da reforma, soli, dio, gloria. Deus fez tudo para dotar o ser humano com tudo aquilo que ele precisa. Porque não reconhecer e reconhecer que, de facto, é Deus quem deve e merece receber a sua, toda a honra, baseado no facto de que nós o reconhecemos como provedor. depois diferenciar necessidades de desejos. Necessidades é aquilo que eu preciso para a minha sobrevivência. E muitas vezes o marketing convence-me que desejos são necessidades. Mas as famílias que sabem-se pautar pelas necessidades são mais bem-sucedidas.

Um quarto princípio é aceitar e reconhecer que Deus me criou para o prazer e descanso. Deixar que Deus possa, segundo as suas riquezas, dar-me no tempo certo aquilo que eu preciso para o meu descanso e para o meu prazer. E um último. compreender que cada pessoa foi criada com um propósito e cumprir o propósito pelo qual eu fui criado é a razão de ser da minha existência. Obrigado, Daniel. Realmente muito mais havia a dizer, mas o tempo está a esgotar-se e antes mesmo que ele chegue ao fim, Quero lembrar a oferta que temos para si, o Guia de Estudo Mente Feliz, exatamente um guia de estudo que fala sobre a ansiedade, depressão e muito mais, stress, entre outros assuntos, e que tem também um capítulo, o quarto capítulo, especificamente dedicado aos desafios que encontramos no seio familiar.

E é totalmente gratuito, basta enviar uma mensagem, um SMS para 1-933-939291. Dizer-lhe, antes de terminar, que este programa e toda a série, a série termina hoje, mas o Ser Família continua, e a série está toda disponível em radioercess.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Marcamos encontro no próximo programa. Dizê-lhe que também, se tem uma sugestão, gostaria que abordássemos algum tema específico aqui no programa. Estamos à sua disposição. Pode usar o mesmo número de telefone e envie-nos a sua sugestão. Marcamos encontro no próximo programa. Até lá, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Neste episódio de Ser Família, chegamos ao final de uma série especial que abordou os desafios reais das famílias contemporâneas. Hoje, olhamos para dois temas muitas vezes silenciosos, mas profundamente impactantes, a doença crónica e a gestão financeira no seio familiar.

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 44
Estreou
30 de Março de 2026
Categoria
Família