Barreiras na Família a Dois VIII - Hipocrisia
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Barreiras na Família a Dois VIII - Hipocrisia

Novo19 de Outubro de 202627 min 11 s

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Abertura do programa

É com alegria que recebemos mais uma vez para mais um Ser Família. Temos estado numa série que já nos leva ao longo de oito programas, oito episódios, onde estamos a falar das barreiras a dois, aquilo que impede que um relacionamento, o amor entre o casal, possa ser vivido de forma plena. Hoje temos mais uma vez connosco Daniel Bastos.

Origem da hipocrisia

Mais uma vez, Daniel, bem-vindo. Obrigado. Hoje escolheste como barreira, ou uma das barreiras que vamos falar no programa de hoje, porque ainda fazendo em confidência, ainda temos mais dois programas sobre este assunto, com mais duas barreiras, falar em hipocrisia. Mas não seria muito hipócrita nós dizermos que não existe um bocadinho de hipocrisia em cada um de nós. É, nós reagimos sempre à hipocrisia dos outros, não é? Talvez seria bom descobrir se nós também não somos um bocadinho hipócritas. Agora, a palavra tem uma conotação negativa enorme, não é? E é preciso ir um bocadinho à origem da palavra para perceber do que é que estamos a falar, não é?

A palavra surge de um termo grego que era utilizado para os atores de teatro. Ou seja, o Hipócrita, na língua grega, era um ator. É o que faz de conta. É o que faz de conta, exatamente. Ele, portanto, eles... não havia aqui qualquer sentido prejurativo ou negativo, era o nome de uma profissão. Ator. Era um ator. Eles usavam umas máscaras para representar um outro personagem que não era ele próprio, não é? Com o passar do tempo, e adotado depois na língua latina também, passou a representar pessoas que usam máscaras sociais, é assim que os dicionários dizem, para fingir sentimentos, crenças ou virtudes que não possuem, na verdade, não é?

Em termos práticos, é quando nós queremos mostrar aquilo que não somos. Aquilo que somos interiormente é distinto ou diferente daquilo que nós estamos a mostrar de forma no nosso exterior. Mas partindo do princípio, sem querer ser muito profundo no assunto, que todos nós acabamos por criar uma imagem daquilo que nós somos, que sabemos que somos, mas daquilo que nós queremos que os outros vejam em nós, De alguma forma, todos nós colocamos uma máscara. E é interessante, porque em diferentes contextos nós usamos até máscaras específicas. Tenho a minha máscara que levo para a igreja, é um contexto profissional, e se calhar em casa, mesmo assim, em algum momento ainda uso alguma máscara.

Mas depois sabemos que, enfim, certamente existirá diferentes tipos de

Hipocrisia nos relacionamentos

hipocrisia e níveis de hipocrisia, sei lá se posso dizer desta maneira, ou como permitimos que a hipocrisia afete os nossos relacionamentos. Por isso a pergunta é quase óbvia. Como é que os relacionamentos podem ser afetados com estes tipos de hipocrisia? O fator determinante e muito vital é a questão da confiança, não é? A confiança entre duas pessoas na medida que elas se conhecem, não é? Agora, se eu estou a representar, se eu estou apresentar uma coisa que eu não sou, nem penso intimamente, então a confiança que Com quem é que eu estou, de facto, a me relacionar?

Com a pessoa que eu estou a ver ou com outra pessoa que ela imagina que ela é ou que ela quer fazer transparecer? A fase do namoro não é um pouquinho isso, Daniel? Pois, pois. E então temos aí o problema da hipocrisia no namoro, que depois se estenda a tantos outros relacionamentos, não é? Portanto, basicamente o que se diz é que a hipocrisia destrói o relacionamento entre as pessoas, não é? E também a nossa relação com Deus. É muito frequente nós depararmo-nos com comportamentos que nós criticamos, mas que muitas vezes também utilizamos.

Somos nós próprios, não é? Temos que fazer aqui uma crítica, uma autocrítica, não é? Por exemplo, quando estamos a julgar os outros, não é? É muito fácil ver defeitos nos outros. Mas como nós paramos pouco para pensar, fazer uma profunda reflexão sobre nós próprios, nós podemos estar a acusar os outros de uma coisa que nós próprios Também fazemos. Também fazemos! Ora, isto é uma hipocrisia, não é? Claro! E mais, tendemos a ver a hipocrisia nos outros e achar que os outros não veem a hipocrisia em nós, não é? Pois, pois! Outra situação em que nós podemos potencialmente estar a ser hipócritas, quando nós dizemos uma coisa, mas cá no fundo nós acreditamos outra.

Porque é que dizemos uma coisa diferente daquilo que pensamos? Provavelmente porque não queremos ser colocados numa situação difícil. Temos que ser politicamente corretos. Então, estamos a dizer uma coisa quando no fundo, no fundo, no fundo, Não nos queremos, talvez, expor. A nossa crença, a nossa forma de pensar é distinta. Ora, nesse sentido, estamos a fazer o papel de um ator. Estamos a recitar umas frases muito bonitas, mas que não correspondem. Já há algum tempo atrás falamos sobre submissão e sobre rebelião. Aqui também se revela muito a questão da hipocrisia, não é?

Porque nós, por exemplo, num contexto laboral, vamos dizer, o nosso chefe diz-nos, faz isto, E nós dizemos, sim, com certeza, claro que sim, olha que boa ideia, não é? Mas, na realidade, nós até vamos comentar com um colega que aquilo é uma coisa, uma tragédia, como é que ele foi ter esta ideia, não é. Só que nós não queremos ser despedidos, não queremos arranjar um problema com o nosso chefe. E também não temos a coragem de o confrontar com uma ideia diferente. Talvez ele não seja uma pessoa que a gente sabe por experiência que vai ser aberto a uma ideia diferente.

Então nós fazemos ali um teatro, não é? Nós, enfim, ali em público, mas não poderemos dizer que isto fuja também daquilo que é a definição clássica do que se chama hipocrisia, não é? Na parte espiritual, nós podemos ser muito, muito hipócritas, porque podemos professar muito amor a Deus e o nosso coração, o próprio Jesus disse, não é vocês? As vossas palavras são excelentes, mas o vosso coração está longe, está longe de Deus. E eu ainda há pouco tempo, Daniel, ouvia isto.

Na relação entre um casal, por exemplo, a tendência natural é o afastamento. Imediatamente depois de sairmos do altar começa um processo de afastamento, a menos que haja intencionalidade para manter essa relação, haja contínuo investimento e então a relação potencialmente até será muito mais forte do que aquela daquele momento em que houve o sim. Com Deus é exatamente a mesma coisa. Se nós não tivermos, se não formos proativos em buscar a Deus com o nosso coração, nós que somos cristãos, a prática é que com o nosso dia-a-dia nós podemos estar tão longe de Deus como...

Eu quase atrevo-me a dizer aqui uma blasfémia, não é? Mas podemos estar tão longe de Deus como uma pessoa que é descrente e que não quer saber de Deus para nada. Esse é o pior afastamento, não é? é quando nós estamos afastados, mas fingimos que não estamos. Estás a lembrar aquela história do publicano, do Fariseu? Já vamos falar sobre isso. Isso aqui é extremamente... Sobretudo quando nós construímos uma imagem de uma pessoa muito crente, de uma pessoa religiosa. Mas temos que admitir que há momentos que nós estamos simplesmente afastados de Deus. Porque nós não tivemos aquele tempo de comunhão com Ele. Então o que é que nós andamos a fazer?

Obviamente, não vamos proclamar que estamos afastados de Deus, não é? Então, nós vivemos uma hipocrisia, porque se tivermos que falar com alguém ao telefone, nós vamos dizer, olha, irmão, mas... ou um amigo, olha, eu estou a orar por si. Nós nem por nós estamos a orar e estamos a dizer que vamos orar pelo outro, não é? Então, é muito fácil, é muito comum nós incorrermos nestas situações onde claramente somos hipócritas, não é? É também muito comum nós pretendermos que estamos bem, quando na realidade não estamos, não é? Como é que tu estás? Ah, está tudo bem, está ótimo, não é?

E então, nas redes sociais, o que nós mais fazemos, aqueles que utilizam, é mostrar que está tudo bem, não é? Se o mundo fosse exatamente conforme ele aparece no Facebook, que paraíso o nosso? Estávamos sempre em festas de anos, estávamos sempre de férias, estávamos sempre com amigos, com um sorriso. Portanto, mostramos algo que não corresponde à realidade, não é? Outra área em que a hipocrisia se manifesta muitas vezes é quando nos relacionamentos, quando nós pretendemos que estamos em profunda lealdade, quando na realidade temos pensamentos às vezes impuros.

Também acontece ou quando condenamos mesmo comportamentos como, por exemplo, o adultério, e a própria pessoa que está a fazê-lo está a viver uma relação extraconjugal. Aliás, há um psiquiatra suíço, Paul Tournier, que falava muito sobre a projeção, não é? E ele dizia que aquilo que mais nos irrita nos outros são os nossos próprios defeitos e as nossas próprias falhas com as quais nós ainda não lidamos e sobretudo que não resolvemos.

Portanto, se eu estou a cometer um determinado erro, Eu vou ser intolerante, vou ser cáustico com alguém que esteja a ter este comportamento. Ora, isto é uma tremenda hipocrisia. Nós lutamos com esse problema e como lutamos com ele, não o toleramos em nós, apesar de ele ainda estar a existir, então muito menos vamos tolerar no outro. Vamos já, na segunda parte, continuar a falar sobre diferentes tipos de hipocrisia, mas para já vamos fazer apenas um pequenino intervalo e voltamos já a seguir com uma oferta muito especial para si. Até já.

TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte e, como disse, com uma oferta muito

Guia de estudo

especial para si. Como já temos mencionado em programas anteriores, têm a oportunidade de acompanhar, se não, fica a conhecer este Guia de Estudo Lar, Doce Lar, um Guia de Estudo preparado, precisamente, para nos alertar para algumas destas barreiras que temos vindo a falar nesta série e como podemos evitá-las e, se elas já estiverem instaladas, como podemos lidar com elas e resolvê-las. São vários assuntos que vai encontrar na revista, todos eles muito pertinentes e que certamente são uma ajuda para todas as nossas famílias. Totalmente gratuita, Basta enviar uma mensagem para o 933 93 92 91, 933 93 92 91, com a mensagem LAR 12 LAR, depois nós mesmos entraremos em contacto consigo para lhe fazer chegar este guia de estudo.

gratuitamente a sua casa pelo correio. Daniel, peço desculpa ter-te interrompido, estávamos a falar precisamente de algumas barreiras, neste caso já mais pormenorizadas no assunto de hoje, por

Autenticidade e perdão

isso peço-te que possas continuar com aquilo que era o teu raciocínio. Falamos então sobre formas que são absolutamente comuns no dia-a-dia sermos hipócritas. Uma outra forma de ser hipócrita é quando, por exemplo, nós estamos a conversar com alguém e contamos a essa pessoa apenas aquilo que nós queremos que ela saiba sobre um determinado assunto ou ideia. Nós até sabemos que a ideia que estamos a defender tem alguns pontos mais fracos. Mas como queremos entusiasmar outra pessoa? Mas nós omitimos isto porque queremos apresentar uma determinada situação, queremos convencer a pessoa a ir numa determinada direção, e então nós omitimos uma determinada parte.

Fabiano de Abreu escreve sobre este assunto, diz que hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa, na verdade, não possui. frequentemente exigindo que os outros se comportem dentro de certos parâmetros de conduta moral que a própria pessoa não exerce. Portanto, quando eu exijo de outros aquilo que eu próprio não faço, não é? Eu estou de forma muito clara a ser hipócrita, não é? Também existe uma atitude, é quando eu pretendo que estou a agir em favor do bem de alguém, quando na realidade eu até estou a ganhar com isto, não é?

faz isto, vai ser muito bom, mas eu tenho um conflito de interesse, eu tenho aqui um benefício. Mas com segundas intenções. Exatamente. Então, este Fabiano de Abreu, ele menciona, por exemplo, que durante a Segunda Guerra Mundial, alguns países demoraram a entrar, a envolver-se na guerra, sob o pretexto de salvar vidas. O problema é que, omitindo-se daquela situação bélica, eles permitiram que muito mais pessoas morreram. Portanto, no fundo, politicamente não lhes convinha envolverem-se naquele conflito, não é? Portanto, a hipocrisia é transversal ao comportamento humano, na medida que nós somos egoístas.

e queremos estar, proteger, vamos dizer, o nosso próprio interesse ou reputação. Eu gostava, se me permisses, de falar do outro assunto que pode estar presente e é relacionado com este, que é quando nós defendemos porque não queremos ser hipócritas, que nos damos o direito de dizer tudo o que queremos e o que nos apetece em relação aos outros e fazer todo o tipo de comentários. Eu cá não sou hipócrita. Então a seguir vem um rol de comentários, ou seja, porque há aqui uma relação entre não se ser hipócrita, mas também o respeito para o outro.

Porque eu não posso dizer tudo o que penso. Porque dizer tudo o que penso, vou ofender a outra pessoa. Há aqui, às vezes, uma linha que pode ser muito tenue. e também não nos podemos, em nome de não sermos hipócritas, e o programa de hoje está-nos a mostrar uma quantidade de áreas onde podemos ser hipócritas em nome de não sermos hipócritas sermos totalmente desagradáveis e desrespeitosos para com os outros. Claro, a falta de controle, domínio próprio, nas minhas próprias emoções, no meu... Portanto, a ira e a falta de domínio próprio não é antítese aqui da hipocrisia, não é? Portanto, tem muito mais que ver com eu não querer vender uma imagem diferente daquilo que na realidade corresponde à realidade, não é?

O que é que a Bíblia nos ensina sobre este assunto? A Bíblia condena a hipocrisia porque não deixa de ser uma falsidade. Uma mentira. Uma mentira, não é? Sobre nós próprios, que nós transmitimos. Mas a Bíblia tem esta história que tu há um bocadinho mencionaste, que é do publicano e do fariseu, não é? Este texto, portanto, basicamente para aquele telespectador ou ouvinte que não conhece a história, O fariseu, ele vai agradecer e glorificar-se, vai ao templo para dizer que... agradecer por não ser como aqueles desgraçados. Enquanto que o publicano, ele vai lá para reconhecer as suas faltas.

Ele assume aquilo que ele é, não é? Então, basicamente, O fariseu, ele não via as suas fraquezas, enganava-se a si próprio, era hipócrita e talvez até de forma inconsciente, porque muitas vezes nós estamos cegos para os nossos próprios erros, não é? Ele exalta-se e por isso Jesus condena, ele diz que Deus o condena e este homem sai da igreja ou do templo condenado. Por outro lado, o publicano, ele sabe que ele era, pela sua profissão, era a prática, ele era um enganador, ele roubava, ele mentia, ele via-se e admitiu aquilo que ele verdadeiramente era.

Logo, ele humilha-se e Jesus diz que ele sai dali justificado e perdoado. Há um texto na Bíblia que é muito importante, que é Provérbios 28, 13, que diz, aquele quem cobra suas transgressões nunca prospera, mas o que as confessa e deixa alcança misericórdia. Há aqui uma outra realidade, que é quando a pessoa tem um desvio de realidade de si mesma, ou seja, quando realmente a pessoa se vê como melhor que os outros. De uma forma real, ou seja, sem ser hipócrita, a ver se entendes o que estou a dizer, continua a ser uma mentira, continua a ser uma hipocrisia, mas há também aqui um desfazamento da realidade, ou seja, quando...

Estavas a mencionar precisamente esta nossa atitude para com os outros, mas pode haver aqui uma hipocrisia mais patológica, percebes o que eu estou a querer dizer? Que também implica ajuda externa. Exato. É interessante que Jesus cura muitos cegos, mas depois chama outros de cegos que não eram cegos. Exato. E, por exemplo, nas palavras à Igreja de Laodiceia, ele diz, tu pensas que és isto, isto e isto. Olha, eu vou-te dizer na realidade que não és isto, isto, isto. Não és tão rico nem bom. Na realidade és pobre, cego e nu. Portanto, porquê? Porque aquele laodiceano, ele estava cego à sua realidade. E é verdade, Daniel. Muitas vezes o problema começa lá atrás. É que nós nem nos damos conta da nossa realidade.

Por outro lado, se muitas vezes podemos cair no risco da hipocrisia, se a nossa atitude de ser ser honesto e verdadeiro... Será que nós estamos a dar o primeiro passo para resolvermos o problema da hipocrisia natural no ser humano, chamemos-lhe assim? É muito importante num relacionamento que haja autenticidade. Se eu hei de ter intimidade emocional, eu nunca vou poder ser hipócrita, eu tenho que ser verdadeiro e genuíno. Por isso a Bíblia diz, deixai toda a malícia, todo o engano e todo o fingimento. Até porque aquilo que acontece em segredo, o que eu penso que está escondido cá dentro, um dia vai vir ao de cima.

Lucas 12, 2 e 3 diz que não há nada encoberto que um dia não vai ser descoberto, nem oculto que não haja de ser sabido. As revistas e os jornais estão cheios de histórias, de escândalos. de coisas que alguém pensou que ia poder manter escondido por toda a sua vida, até que alguém descobriu e colocou lá. Manchete de um jornal, manchete de uma revista. Portanto, eu não quero dizer que nós vamos ter que nos expor agora diante de qualquer pessoa, em qualquer momento ou em qualquer lugar, mas estamos a falar de relações próximas e com as pessoas com quem temos estes relacionamentos, é absolutamente fundamental que nós sejamos verdadeiros, autênticos.

Nas relações em geral também. Lembro-me que há uns anos eu estava a fazer um trabalho sobre dependências e eu fui aqui a um encontro dos alcoólicos anónimos aqui em Lisboa. E as pessoas falavam de uma forma completamente aberta sobre os seus problemas. Eu também senti que eu devia fazer, mas eu nunca tinha bebido álcool, portanto não sabia o que dizer. Mas depois falei sobre outro tipo de dificuldades que eu tinha. E no final, nós nos abraçamos, eu senti uma proximidade muito, muito grande com aquelas pessoas, apesar de serem estranhos. E eu percebi ali que esta autenticidade, esta verdade, aproxima as pessoas.

Ainda há muito pouco tempo eu tive a coragem de falar de forma aberta com um grupo de colegas e o resultado foi que eles também começaram a falar dos seus problemas. E saímos dali todos muito, muito próximos. Nenhum de nós é perfeito. Vivemos num mundo imperfeito. E se havemos de ter uma intimidade, uma relação próxima, onde o amor possa fluir, nós temos que deixar toda a hipocrisia e sermos verdadeiros e autênticos. E quando temos esta mesma atitude para com Deus, somos assim verdadeiros para com Deus, expondo as nossas dificuldades e as nossas fraquedas, é a verdadeira confissão.

É o verdadeiro espírito de confissão. Muito bem, chegámos ao fim de mais um programa. Ainda temos mais dois programas sobre esta mesma série, barreiras no relacionamento a dois, por isso convido a que possa estar connosco e assistir a toda esta série. Lembrar a oferta que temos feito para si ao longo do programa de hoje e de toda a série, Lar, Doce Lar, uma revista, um guia de estudo preparado por especialistas precisamente para trabalhar as diferentes barreiras, as dificuldades que vão surgindo no relacionamento. Aqui também vai encontrar vários textos bíblicos onde mostra precisamente a vontade de Deus para o nosso lar, para os nossos relacionamentos.

É totalmente gratuito, basta enviar a mensagem e dizer Lardo ou Celar para 933 939 291. Dizer-lhe também que quer este programa, quer toda a série estar disponível em podcast, enfim, nas várias plataformas de podcast, através da Rádio RCS e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Mais uma vez, um grande abraço. Obrigado por ter estado desse lado. Desejamos muito que o seu lar, a sua família e os seus relacionamentos possam ser relacionamentos saudáveis à imagem e semelhança de Deus. Mais uma vez, um grande abraço e até ao próximo programa, se Deus quiser.

Série
Ser Família · 67 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 67
Estreou
19 de Outubro de 2026
Categoria
Família