O Ser Família está de volta com mais um programa e é um prazer enorme estar na sua companhia. Nesta série de programas em que temos estado a abordar algumas das barreiras do relacionamento da família a dois, hoje vamos já para o quinto programa. Quem está sempre connosco é, mais uma vez, Daniel Bastos. Daniel, bem-vindo. Obrigado. Daniel, já falámos nesta série destas barreiras de prioridades baralhadas, que foi o nosso primeiro episódio, e depois falámos da amargura, imoralidade, o orgulho. Hoje vais-nos trazer uma quinta barreira. Que barreira é essa? Antes, para fazer aqui um bocadinho de suspense. Ok. Antes, só explicar um pouco aqui esta ideia das barreiras, porque estamos a dedicar vários episódios a este tema.
Quando nós pensamos numa love story, numa história de amor, emocionamos-nos, identificamos-nos, inspiramos-nos, porque todos nós, no fundo, queremos isso mesmo. Queremos amar, queremos sentir que somos amados. Tudo isto faz parte da vida. E se pensarmos, os relacionamentos são a parte mais importante ou mais marcante e decisiva da vida, não é? Só que, se é assim, era de esperar que as coisas corressem sempre bem. E não é o que constatamos no dia-a-dia, na realidade, na história da vida de tantas pessoas.
Nós notamos que há problemas, que há dificuldades. A maior parte das vezes, se Podemos assim dizer, nós não encontramos esse tipo de fluidez nas relações com o amor como a nota tónica. Isto se dá porque existem as tais barreiras sobre as quais nós temos aqui falado. Muitas pessoas até se tornam cínicas e dizem, olha, isto de amor e de felicidade a dois, isto não existe, não é? Porque tiveram várias experiências negativas, não é? João Reguir, este orientador e terapeuta familiar de quem temos falado aqui algumas vezes, propôs exatamente esta ideia de que se nós identificarmos quais são essas barreiras e trabalharmos estas mesmas barreiras para que elas não estejam lá, para que elas não obstaculizem a fluidez de uma vida a dois do amor, Então as coisas vão correr mesmo bem, é a proposta ou é o postulado deste senhor.
E no fundo, para ilustrar melhor, imaginemos um rio, não é? por onde passa, deixa vida, cria vida, por exemplo, o rio Nilo, não é? Há toda uma vida à volta deste rio. Mas se nós fizermos uma barragem, não é? A água fica ali retida e se fizermos com que essa barragem seja mesmo eficaz e pelo menos possa reter a maior parte da água, o que vai ficar depois da barragem é uma coisinha quase sem expressão. E toda a vida que lá existia? Exatamente, e toda a vida começa a regredir e passa a ser muito mais marcante.
Portanto, é neste contexto que nós vamos trabalhar em mais este episódio, ou conversar, e também em mais alguns ainda, sobre as tais barreiras, porque é importante que nos apercebamos. O tema de hoje, a barreira de hoje, É um tema que não será consensual. Talvez alguns dos nossos telespectadores, ouvintes, não sei se vão concordar a 100%, porque há várias formas de encarar esta questão. Mas o tema é a rebelião. Porquê que a rebelião é um conceito que conhecemos e, à partida, é logo connotado negativamente?
Porquê que, na tua opinião, esse conceito pode ser controvérsio? Numa sociedade como a nossa, em que existem pontos de vista muito variados e correntes, quer na psicologia, quer na pedagogia, existem várias opiniões sobre o que é e o que não é rebelião. E para alguns, algo que pode ser rebelião, numa determinada corrente, não é rebelião, eu dou um exemplo. um estudo clássico que se fez, colocou numa sala de aula, não necessariamente uma sala de aula, mas uma sala, um grupo de crianças com alguns brinquedos. E estas crianças disseram, olha, podem brincar com todos os brinquedos, mas este brinquedo em particular não brinquem.
Estão a ouvir? Este brinquedo não é para brincar. Já estamos a perceber o desfecho, não é? Exatamente. Este brinquedo fica aqui à parte. Muito bem. Aquele grupo esteve ali um determinado período, uma hora, vamos dizer assim, saiu e entrou um segundo grupo. Novamente, crianças e agora a atitude dos monitores é um bocadinho diferente. Disseram, estão aqui, vocês vão passar aqui algum tempo, podem brincar com estes brinquedos, mas olha, evitem aquele. Mais nada, uma palavrinha muito leve. Evitem este. Pronto. Este grupo também brincou, saiu e finalmente entrou um terceiro grupo.
E com este terceiro grupo de crianças, disse-lhe, podem brincar. Não lhe disseram absolutamente nada sobre algum brinquedo proibido, não. Tudo foi filmado. Ou seja, deixa-me resumir. No primeiro grupo havia um brinquedo que era proibido, no segundo apenas um que não era aconselhado e o outro livre. O interessante, Daniel, é que foi tudo cuidadosamente filmado. Todas as interações e as brincadeiras registadas. E depois, quis-se, os investigadores, verificar qual tinha sido o grupo que mais tinha brincado com aquele brinquedo.
Tu vais saber a resposta, não é? Já acho que todos já adivinhámos, não é? Todos nós e quem está em casa já sabe. Foi no primeiro grupo. Foram estes os que mais brincaram com o brinquedo proibido. Exatamente. A tal noção do fruto proibido, não é? Exatamente. Agora, como é que nós olhamos para isto? Otto Rank, um psicanalista austríaco, foi ele o primeiro a criar um termo que se chama, em inglês, counter will. Esta já é a tradução, porque originalmente é no alemão. Counter will, que em português seria qualquer coisa contra a vontade. Mais tarde, um psicólogo de desenvolvimento do Canadá, Gordon Neufeld trabalhou intensamente este conceito e, segundo eles, esta contra-vontade ou counter-will é uma resistência instintiva do homem em face de qualquer forma de coação, controle ou pressão.
É um mecanismo humano designado para proteger a autonomia pessoal, a individualidade, através do estabelecimento de limites. É assim que eles, cientificamente, descrevem esta nossa tendência de fazer sempre aquilo que... Nos dizem que é para não fazer. Para não fazer. Ok. Nós vemos isto nas crianças, a partir de uma certa altura, quando elas começam, tu não mandas em mim! Ou então os adolescentes, quando eles começam a rejeitar as orientações dos pais em busca da sua própria identidade e aquela resistência não tão aberta, mais passiva dos adultos, quando o patrão diz, olha agora vamos fazer desta e desta maneira e a pessoa até não acha que deva ser assim, enfim.
Com o que eu estou a querer dizer, nós não podemos negar que é preciso resistir e mesmo desobedecer quando um ser humano está a ser vítima de abuso, de opressão. Pensemos, por exemplo, em regimes totalitários, não é? querem sujeitar as pessoas. É importante resistir a este tipo de abuso, opressão, não é? Também se reflete no sedo familiar, no contexto do casal. Nós temos casos de violência doméstica e diríamos que resistir ao abuso e à opressão é uma atitude saudável e recomendada. É o lado positivo da rebelião.
Exatamente, pronto. Vamos dizer que nós poderíamos dizer que isto Se a palavra rebelião tem uma conotação negativa, poderíamos dizer que isto não é rebelião, isto é, de facto, a tal contra-vontade, é a tal resistência. Agora, a questão é, será que isto explica todo o comportamento humano? Será que, no estudo citado, aquelas crianças do primeiro grupo foram vítimas de alguma coação, de alguma opressão? E se, de facto, os monitores apenas enfatizaram aquela questão sem necessariamente uma atitude de imposição arbitrária?
Se, por exemplo, quisermos pensar, e se o brinquedo, claro que não fariam isso num estudo, mas se o brinquedo em causa fosse um brinquedo perigoso, por exemplo, não é? E o único objetivo daquela imposição ou restrição fosse o bem das crianças. Compreendido por elas, não é? Exatamente. Iríamos nós continuar a ser, a querer sempre o fruto proibido? Justificaríamos nós que Adão e Eva comeram do fruto proibido como um mero mecanismo humano de proteção da sua individualidade? Estamos a chegar lá. A rebelião, de facto, é uma característica do ser humano e que, apesar da nossa sociedade que enfatiza muito a autonomia humana, aliás, desde muito cedo, em alguns países, as crianças muito pequeninas, Já se esperem, e elas são treinadas para ter essa autonomia em situações variadas, como ir para a escola, já com quatro, cinco anos.
Há países europeus que é assim que funciona, não é? Nós diríamos que, de facto, este conceito pode ficar aqui um bocado mesclado. Mas o facto é que a rebelião, aquela rejeição da autoridade, seja ela qual for, é uma tendência humana, mais ou menos sentida, depende também dos indivíduos e do seu próprio temperamento, não é? mas é algo que, quando está bastante enraizado, pode comprometer os relacionamentos. Temos muito ainda para falar sobre isso, até porque já me deixaste com algumas curiosidades, mas antes vamos fazer um pequeno intervalo, são apenas alguns
momentos, muito curto, e já a seguir voltamos para a segunda parte para continuarmos a desenvolver este assunto e também com uma oferta muito especial para si. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte, mas como prometido tem uma oferta muito especial para si. No nosso programa de hoje estamos a oferecer o Guia de Estudo, a revista Lar, Doce Lar. Um guia de estudo preparado por especialistas para nos ajudar precisamente a ultrapassar algumas destas barreiras que temos mencionado ao longo desta série. Coisas muito práticas, como nem com dicas muito práticas. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuito.
Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 939291 e depois nós mesmo entraremos em contacto consigo para fazer chegar gratuitamente esta revista a sua casa. Estávamos, precisamente, antes do intervalo, a falar, a tentar compreender este comportamento do ser humano e tu mencionaste ali, Odilev, a primeira rebelião, chamemos-nos assim, da atitude de Eva no Jardim do Éden. Portanto, mas por perspectiva também cristã dessa mesma realidade. Por isso eu faço já esta pergunta. O que é que a Bíblia nos diz sobre este assunto e sobre este tipo de comportamento do ser humano? De facto, Daniel, a Bíblia assume que este é um problema de raiz nosso.
Por isso, por exemplo, Paulo, em Efésios capítulo 5, 21, e num contexto familiar, ele diz, sujeitais-vos uns aos outros no tamor de Deus. Esta autora, Ellen White, que escreveu este livro tremendo, quase que um manual para a vida familiar, o livro Lar Cristão, ela diz assim, não procureis, falando aos cônjuges, não procureis obrigar o outro a proceder como desejais. Não podereis fazer isso e ao mesmo tempo conservar o amor mútuo. Manifestações de vontade própria destroem a paz e a felicidade do lar.
Não permitais que a vossa vida conjugal seja de contenda. Se o permitirdes, ambos sereis infelizes." Então, a Bíblia procura nos ajudar a compreender que não é pela imposição da nossa própria vontade rebelde que nós vamos conseguir construir relacionamentos felizes. Então dizemos isso. Mas, para ajudarmos-nos a perceber melhor também como nos defendermos desse tipo de comportamento ou como não agirmos dessa maneira, é se calhar interessante percebermos quais são as consequências. O que é que acontece nos relacionamentos quando alguém dentro do relacionamento tem este tipo de comportamento?
Recorrendo novamente à Bíblia, Daniel, eu penso que a Bíblia tenta nos demover a ir por esse caminho. Por exemplo, há um texto muito bonito, que é o Salmo 68, 6, que diz que Deus faz com que o solitário viva em família. Ele promete dar uma família a cada pessoa, porque todos precisamos dela. Mas repara, mas os rebeldes habitam em terra seca, ou seja, se eu permanecer na minha atitude obstinada e rebelde de querer fazer sempre a minha vontade, O que vai acontecer é que as minhas necessidades emocionais não vão ser satisfeitas.
Eu vou sentir-me como num deserto, completamente só. O resultado da rebelião é tremendo. Primeiro Samuel 15, 23 diz que a rebelião é como o pecado da feitiçaria. Nós vamos falar um pouco mais sobre este tema num outro programa, mas, no fundo, a feitiçaria tem a ver com o trabalho diabólico, não é? O rebelião. A rebelião, digo, acaba por me pôr no terreno de Satanás. Porque se nós estudarmos e conhecermos a história bíblica, ele foi o primeiro grande rebelde. Então, quando eu decidi por este caminho, eu não estou a fazer mais do que seguir-lhe os passos, alistar-me no seu exército, não é?
E a rebelião é muito prevalecente. Nós começamos a participar dela logo quando somos crianças, na atitude que temos para com os nossos pais. Se isto não for bem resolvido, vamos também demonstrar isso com os professores. Depois, com as autoridades, a polícia, o Estado em geral, não é? Com os nossos patrões, porque nós sempre vamos ter alguém que tem a missão de nos dar ordens, ou de orientar-nos, ou de dizer como é que são as coisas. E a pessoa, com este espírito de rebelião, muitas vezes tenta resistir e a rejeitar esta autoridade.
O que a Bíblia ensina é que a rebelião leva-me por outros caminhos que não vão ser favoráveis. Por exemplo, a rebelião, de acordo com Provérbios 17, 11, leva a pessoa para o campo da imoralidade, do egocentrismo. Leva a pessoa a afastar-se de Deus. E a rebelião, de acordo com provérbios, capítulo 1, versículos 24 e 25, leva a pessoa ao desastre, à calamidade. A questão é que nós usamos o mesmo termo para duas realidades que se contrapõem. A rebelião no sentido de eu ser rebelde, e depois a rebelião, de me rebeliar contra aquele que está a ser rebelde para comigo.
É a mesma palavra e entram aqui em contraponto.
O que significa que muitas vezes essa rebelião, a forma como ela se manifesta, pode ser pouco perceptível. Ou seja, posso não ter fruto da minha educação, repito um comportamento que eu vi o meu pai ter com a minha mãe, por exemplo, posso não perceber que eu estou a ser rebelde e, mais, por também achar natural, posso não ter noção, muitas vezes, acontece isso até nas mulheres, que muitas vezes começam a ser vítima de algum abuso e acham natural, porque também já viram isso nos pais. Como nós podemos perceber que estamos perante um comportamento de rebelião, quer seja o meu próprio comportamento, quer seja do outro para comigo.
Daniel, tu tocaste num ponto que é importante. Nós, muitas vezes, não nos apercebemos da nossa própria atitude. Não nos apercebemos que dentro de nós existe a semente da rebelião. O primeiro passo, sem dúvida, deveria ser perguntar-me-nos, será que eu também não sou rebelde? E eu posso ser rebelde de uma forma passiva ou ativa, não é? Normalmente quando sou rebelde de uma forma ativa é porque eu reajo e torno claro a minha oposição ou insubmissão. Mas passivamente, quando eu apenas interiormente abrigo este tipo de sentimentos. Eu posso tentar-me auto-analisar em alguns contextos, até por exemplo no trânsito, não é?
Existem regras, não é? Velocidade e etc. Como é que eu... Com que atitude eu acato as regras do trânsito? Ou estou sempre a procurar... Portanto, não há radares, a regra é aquela. Por que é que eu faço isso? O que é que está na base? Como é que eu lido com as questões até, olha, os impostos? Como é que era a minha atitude, ou é, com os meus pais, professores, patrões, líderes espirituais, com o próprio Deus? Temos a semente da rebelião desde o início da história da humanidade, mas uma forma de eu perceber que realmente eu tenho que resolver este problema de rebelião, porque isto compromete os meus relacionamentos, é, por exemplo, quando numa situação aparentemente tranquila, Daniel, uma coisa nada, eu tenho uma reação despropositada.
Porquê que isto acontece? Muitas vezes, é alguém que me diz uma coisa, não é? Nada de especial, mas esta pessoa vai tocar em alguma rebelião que está bem camuflada e eu vou reagir de uma forma forte. Isto ajuda-me a ter noção do meu problema, não é? Sendo que acontece também em termos de comportamento que uma determinada pessoa pode não ter habitualmente esse comportamento de rebelião e mais autoritário, de imposição de vontade, autoritário no sentido de imposição de vontade ao outro, mas num relacionamento em que um acaba por ser mais assertivo e outro mais submisso.
que esse outro, mesmo num contexto de trabalho, num contexto de amizades, não tenha essa atitude mais autoritária, num contexto familiar o possa ter. Porque o outro, por ser muito submisso, ao longo do tempo o outro vai ganhando alguma ascendência. Ou seja, mesmo no trânsito, mesmo no contexto de trabalho, outras pessoas... Quantas vezes nós, enfim, certamente tu tens mais do que eu, conheceste experiências de pessoas que soubesse que havia problemas domésticos e até casos de violência doméstica de pessoas que não esperarias. Porque num contexto fora dessa desigualdade em que um é bem mais submisso e o outro mais autoritário, mas essa segunda parte que tu estavas a dizer já nos mostra, ou seja, eu posso tentar perceber nos meus comportamentos há qualquer coisa aqui que eu deveria resolver.
Mas por outro lado, o que fazer então perante esses comportamentos?
Porque há o outro lado. Não nos vamos deixar sujeitar em contexto nenhum, mas aqui, claro, estamos a falar no relacionamento de hoje, deixar-nos sujeitar por aquilo que é um comportamento de rebeldia do outro, não é? Claro. O que eu preciso de analisar é, num contexto em que existe uma... em que existe autoridade legítima, adequada, correta, e eu, ainda assim, continuo a reagir contra ela, eu devo me perguntar realmente se não há aqui uma dificuldade. Então, o primeiro passo para resolver o meu problema de rebelião, que pode ser uma barreira para um relacionamento, será fazer uma análise pessoal.
Depois, identificar a causa. De onde é que isto vem? Quando é que isto começou? É da minha natureza caída? Ou surgiu num determinado contexto? E a forma de resolver é, de facto, confessar e renunciar a um espírito rebelde. Entregar a minha vida a Deus. Deixar que Deus controle a minha vida, não é? Tomar Jesus como o meu modelo. É interessante que Jesus diz assim, olha, aprendi de mim que sou manso e humilde. Nele não havia rebelião. Aliás, é o apóstolo Paulo que diz que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo.
Ele foi submisso, submisso até à morte de cruz. Portanto, dentro daquilo que é normal, correto, saudável, eu não tenho que ter problemas de ser submisso e de acatar a autoridade devidamente constituída. Quando assim faço, o resultado é desfrutar de mais paz no meu relacionamento com os outros e com o meu cônjuge de uma forma particular. Teríamos muito mais para falar. Obrigado, Daniel. Mas estamos mesmo a chegar ao final do programa. Lembrar a oferta que temos para si, Lar doce Lar. Aqui vai encontrar, precisamente, algumas dessas barreiras que temos estado a falar no programa de hoje. Também, depois, como lidar com o problema, como já está instalado.
E quem sabe, também, como lidar com o perdão. E é totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem a dizer LAR12LAR para o 933 939291. O programa chega ao fim. Dizer-lhe que estará disponível em podcast em Radio RCS.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. O nosso programa chega ao fim, esta foi a quinta barreira, mas ainda temos mais barreiras para lhe trazer, por isso esperamos por si no próximo programa. Até lá, se Deus quiser.
Será que a rebeldia está a afastar o amor do seu lar? Descubra como esta barreira silenciosa destrói os casamentos e aprenda a superá-la agora.