Bem-vindo a mais um programa Ser Família. É mesmo um prazer enorme estar de volta à sua companhia. E nesta série de programas, já estamos mesmo na reta final, estamos a falar sobre barreiras que impedem o progresso e a alegria na vida do casal, na vida a dois. Como sempre, temos connosco o Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Muito obrigado. Estamos já mesmo na reta final desta série, que já está a ser bem cumprida. Significa que temos muitas barreiras, não é, infelizmente? Infelizmente. Qual foi a barreira ou qual é a barreira que tu tens preparada para hoje? Daniel, vamos falar sobre a retaliação.
Segundo o Jean Reguier, que é aquele autor desta linha de pensamento, esta é uma barreira que é um problema muito complexo na vida a dois e mais frequente do que por vezes nós imaginamos. Pedro, o apóstolo Pedro, em 1 Pedro 3, 9, ele utiliza esta expressão que não devemos pagar mal por mal, injúria por injúria. Estamos mesmo a ver do que é que se trata, não é? Segundo a Bíblia, há quatro maneiras de nós nos relacionarmos uns com os outros e de uma forma particular também no contexto da família, não é?
Uma das formas é pagar o mal com o mal. É aquilo que vamos falar neste programa, neste episódio. A Bíblia diz que, se o fizermos, Deus resiste àquele que o faz. É o texto, é o versículo 12 deste capítulo de 1 Pedro 3. Mas há uma outra forma de o fazer que ainda pode ser pior. é nós pagarmos o bem com o mal. Alguém que nos fez bem e nós pagarmos com o mal. Neste caso, Salomão, ele diz em Provérbios 17, 13, que o mal nunca se afastará dessa casa.
Isto é terrível, não é? Mas depois, sim, podemos pagar o mal com o bem. E se o fizermos, diz Pedro, no versículo 9, que Deus nos vai abençoar. E, finalmente, nós também podemos pagar o bem com o bem. Mas aí não há assim muita novidade, porque isto é o que todos fazem. O próprio Jesus disse que até os gentios, todas as pessoas, retribuem. Faz parte da etiqueta social, não é? Alguém me deu alguma coisa, eu retribuo. Não há assim muito mérito. Não vamos além daquilo que era expectável e quase que obrigatório, não é? Então, este conceito de não retribuir com o mal o mal é o grande desafio na prática, não é?
Paulo, em Romanos, ele diz que nós devemos vencer o mal com o bem, não é? Se quisermos ser competitivos, então é vencer o mal com o bem. E há uma querida amiga que, infelizmente, já descansa, já morreu, a doutora Mariana Ferreira. Ela, mais que uma vez, eu a ouvia contar uma história. de uma senhora que tinha a infelicidade de ter uma vizinha que, por alguma razão, era implicativa e criava problemas. Então, o que é que ela fazia? Vinha colocar à porta dela os dejetos dos animais que possuía.
Coisa fofa, não é? Exatamente. Quando a pessoa ia a sair, eu estou mesmo a imaginar, se não tivesse atenção, começava bastante mal o dia. Bem, o que esta senhora, que tinha esta filosofia, esta forma de estar, fazia, basicamente, era de uma forma sistemática, recolher os dejetos e utilizá-los como estrume na sua horta. e fazia-o regularmente, até que quando foi possível colher alguns vegetais, tomates, pimentos, alfaces, o que é que ela faz? Ela faz um cabache, vai à vizinha, bate-lhe à porta e diz, olha, eu tenho isto para lhe oferecer.
E obrigado por ter-me dado o estrume para poder fazer. Olha como eles são bonitos. O certo é que aquelas duas vizinhas deram-se muito bem a partir dali. É um exemplo clássico de, literalmente, vencer o mal com o bem, não é? Mas no nosso contexto do programa de hoje, e sobretudo no contexto A2, do casal e da família, como é que a retaliação na prática pode ser aplicada e pode vir a ser um problema no relacionamento? Nós poderíamos falar aqui, Daniel, duas formas. Uma forma óbvia, que é aquele ataque contínuo.
Fazes-me mal e eu faço-te mal e isto inclui uma agressividade verbal ou até talvez a outros níveis, infelizmente, que é muito comum. Não é? Portanto, há uma picardia constante entre as pessoas. E às vezes com escalada, não é? Com escalada e tudo isto. Agora, há formas mais subtis, que muitas vezes têm a ver com sentimentos que não se expressam, sobre os quais não se falam. Dou-te um exemplo, por exemplo. Ela pede ao marido alguma coisa, o marido reage dizendo que ele não se sente muito apreciado por aquilo que tem feito, não é?
Responde desta forma. Depois ela diz que não o elogia ou que não lhe mostra apreço porque ele também não fala com ela. Ele diz que não fala porque ela está sempre a queixar-se, a refilar, a criticar. Ela fica ferida, porque se sente agora julgada e criticada, e ambos se sentem rejeitados, feridos. e ficam basicamente alienados emocionalmente um do outro. Isto acontece sobretudo quando a comunicação não é muito regular, quando não se fala de uma forma mais profunda daquilo que se sente.
e depois algumas situaçõezinhas acabam por despertar este tipo de coisas. E também acontece porque falta-nos por vezes o domínio próprio, aquela capacidade de tolerância. Eu lembro-me de ter ouvido uma história contada numa palestra, não é? Tratava-se de um senhor que tinha estado fora de casa há algum tempo, estava a viajar, tinha enviado uma mensagem à esposa, tinha falado com ela a pedir se ela podia ir buscá-lo ao aeroporto, ou então à estação de comboio, já não me lembro. e tinha ficado... Só que, enfim, a coitadinha, na sua asáfima, distraiu-se ou então entendeu mal o horário e ele teve que estar ali à espera duas horas.
Bem, ele estava com uma grande saudade, um grande desejo de poder reencontrar a sua família, a sua esposa em particular, quem sabe até alguns pensamentos românticos, quem sabe ele também trazia alguma surpresa para ela, mas quando, cansado, vê-se na circunstância de ter que esperar duas horas pela esposa, e quando ela chega, a primeira coisa que lhe diz é, porquê que tu Demoraste tanto? O que é que se passa? Porque é que não vieste antes? E então aquele ambiente que seria à partida um ambiente de reencontro, um ambiente feliz, torna-se imediatamente num momento triste e ela se sente magoada.
e ela que também tinha tantas saudades, tanta vontade de poder abraçar o seu marido, o que acontece é que a partir daí ela fecha-se e pronto, olha, acabou o serão. Foi cada um para o seu lado, já não se viam há imenso tempo e então há este esta falta de contenção e depois uma reação negativa a suceder a esta atitude, muitas vezes instala um ambiente que não é o melhor. E é isto que se fala sobre retaliação. O apóstolo Paulo, ele diz assim, se vós, porém, ele usa um termo muito forte, vos mordeis uns aos outros, imagina Daniel, nós não somos canibais, mas ele usa esta expressão porque literalmente é isso que acontece.
não fisicamente, mas emocionalmente e, sobretudo, verbalmente, não é? Se vos mordeis uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos. Porque o que acontece é que este ambiente de retribuir com o mal O mal que o outro fez, a falha do outro, pode nos levar à destruição da relação, dos laços, do carinho, do afeto, da alegria. E Tiago, ele também diz na Bíblia, aliás, a Bíblia é um excelente manual sobre os relacionamentos, não é?
E Tiago, capítulo 3, versículo 16, diz onde há sentimento faccioso, que é este sentimento de retaliar, de ah, ninguém me vai pisar os calos. Ou seja, é mesmo de vingança, não é? De vingança. Ele diz, onde há este sentimento faccioso, aí há confusão. Mas, é verdade, quando nós falamos no contexto de hoje, estamos a falar do casal, mas mais alargado no contexto familiar, não só por se replicar os comportamentos de pai e mãe, mas o efeito dessa tensão que mencionaste no seio do casal, quer queremos, quer não, isso passa para os filhos e, de alguma forma, afetará os filhos.
Claro. Existe aquele fator espelho, no fundo. Nós aprendemos com os modelos que temos. Entre o casal, há esta discussão permanente, há esta crítica, há esta acusação. No fundo, é o modelo que eles aprendem. Não será de estranhar, nem de admirar, que depois Também este ambiente se instala envolvendo agora os filhos, que também passam a ser argumentativos, polémicos e contundentes também na sua relação e na sua comunicação, como eles vão depois levar isto para fora do seu lar.
Quando eles estabelecerem a sua própria família, este é o modelo. E é isso que eles vão fazer. Muito bem. Obrigado mais uma vez, Daniel. Vamos apenas fazer um pequenino intervalo. Já tenho em mãos uma oferta que lhe quero fazer e é mesmo mesmo já seguir.
Não perca. Ficamos a aguardar por si. TV Novo Tempo. O canal da família. O canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do nosso Ser Família de hoje e, como lhe disse, temos uma oferta muito especial para si. Mencionávamos, antes de irmos para o intervalo, que estes comportamentos afetam também os filhos e é precisamente preocupados com os filhos e tendo cuidado com os filhos que lhe oferecemos este guia de estudo. Pais preparados, filhos de caráter. É muito simples, é uma revista fina, muito pequenina, mas feita com muita intencionalidade e com muitos conceitos que certamente nos vão ajudar na educação dos nossos filhos.
E é totalmente gratuito, portanto não estamos a vender nada, estamos literalmente a oferecer. E o que é que pode fazer para receber gratuitamente este Guia de Estudo? É simples, basta enviar-nos um SMS, uma mensagem a dizer Pais Preparados para o 933 93 92 91. Depois nós mesmos entraremos em contato consigo para lhe fazer chegar pelo correio gratuitamente este Guia de Estudo. Lembre-se mais uma vez, Pais Preparados 933 93 92 91. Daniel, de volta a este assunto, enfim, são questões muito sensíveis.
Às vezes pode até não ser uma atitude usual, mas aqui ou acolá podemos cair neste erro ou para alguma questão tentar resolver o problema desta maneira. A pergunta que te posso fazer é talvez a mais importante no programa de hoje. Que passos ter? Que atitudes temos para evitar cair nestes comportamentos? Alguém dizia que as relações humanas são muito complexas e exigem muito cuidado, muita atenção. Então, eu não devo tomar as coisas por adquiridas e pensar que está tudo resolvido, vai ser sempre muito bom. Não. Eu devo ter a noção de que estas relações precisam de todo o cuidado.
Basicamente, eu não posso usando uma linguagem da aviação, eu não posso andar com o piloto automático. Eu devo ser muito consciente e perceber que qualquer coisa que eu faça ou que eu diga pode provocar situações desnecessárias de dor, de sofrimento. Por isso, eu tenho que ser muito cuidadoso com as palavras. Exercer muito domínio próprio. A própria Bíblia diz que aquele que não erra com as palavras e tal é perfeito, porque o mais fácil é dizermos alguma coisa que não devíamos dizer, mas depois de dizer já está dito, não é? Então, o primeiro passo é pensar bastante antes de falar, ser cuidadoso com as palavras, evitar fazer qualquer coisa que possa também agora não apenas as palavras, mas também os atos, não é?
Que possa magoar, possa ferir o outro, ou possa provocar o outro, não é? Aproveitar todas as oportunidades para fazer o bem. Porque é, se eu vejo alguma coisa que não está bem, usando aquilo que dissemos na primeira parte do programa, o mal vence-se com o bem. Não é porque ela fez ou ele fez que agora, olha, eu vou também fazer. Não, isto vai criar um... instalar um ambiente, o tal que nós estamos a dizer que é uma barreira. Portanto, se há algo que é mau, então eu vou fazer o que é bom, vou fazer o que é bem.
Se a minha atitude de bem não resolveu o problema, Certamente, pelo menos, eu não vou agravar o problema e vou evitar a escalada. Procurar a paz. A própria Bíblia diz, bem-aventurados os pacificadores, aqueles que amam a paz, aqueles que promovem a paz. A paz é um conceito que, na língua hebraica, vai além daquilo que nós temos na nossa língua. Porque, para nós, paz é não haver guerra. Mas paz é este sentimento de felicidade, de bem-estar, de realização.
E é isso que nós deveríamos procurar nas nossas relações, no ambiente. sermos, no fundo, promotores da paz. Estarmos bem, não é? E há algumas palavras, que são palavras chaves, que deviam estar sempre na nossa mente. Uma espécie de mote. Harmonia, empatia, amor, cortesia e este sentido de abençoar, de fazer bem, de querer sempre o melhor do outro. Tudo isto faz parte de atitudes, de uma mentalidade que favorece a felicidade a dois e que evita esta infelicidade permanente que é um ambiente de retaliação, não é?
Eu não sei se nós até punhamos uns violinos de fundo, à medida que tu estávamos a falar, porque estás a apresentar, eu diria, um cenário idílico. Só que o desafio é ter essas mesmas atitudes exatamente nos momentos em que nós queremos ter. Porque é disso que estamos a falar. Porque quando falamos de retaliação, é naqueles momentos em que sentimos raiva, sentimos injustiça, sentimos dor. Nós não queremos pagar o mal com o amor, não queremos pagar o mal com o bem. Esse é o desafio. Provavelmente também precisamos. Eu diria que o próprio Deus e o Espírito Santo, no meio do casal, possam fazer também esse trabalho. Eu diria que não é injusto da nossa parte, mas pode ser uma batalha perdida se contarmos apenas e só com aquilo que é a nossa vontade, com aquilo que é o nosso desejo, com aquilo que é o nosso sentimento na altura.
Falaste daqueles momentos, talvez de maior tensão, em que também não estamos bem, porque não dormimos bem. De facto, não há, muitas vezes, e tendo em conta o nosso próprio caráter, as nossas próprias tendências, não há como fazê-lo por nós próprios, não é? E depois há um outro aspecto, é que como possivelmente no nosso lar de origem isto era normal, nós achamos que está bem. a nossa mãe ou nosso pai aguentou viver nestes... Então, o nosso cônjuge, a nossa família também será natural viver assim.
Às vezes até é feito de forma didática ou supostamente com o pretexto de ser didático. Eu vou fazer-te igual que é para ver se tu aprendes. Ou seja, a verdade é que precisamos muito que Deus nos ajude a lidar com esta situação. E a pessoa aprende a fazer exatamente de forma retaliativa aquilo que recebeu, não é? Como detectar? Como é que no nosso relacionamento eu posso detectar os sinais, diria eu, o perigo de poder estar a entrar nesse tipo de atitudes ou com esse tipo de comportamentos? Porque, às vezes, lendo os sinais, ajuda-nos a ter atenção. Há aqui algo a rever. A nossa tendência humana, ao ouvir um programa e este tipo de diálogo, de conversa, é pensar, bem, o meu cônjuge tem realmente este problema.
Exato. É muito mais difícil nós nos vermos a nós próprios do que conseguirmos ver os outros, as atitudes dos outros. Por isso, para podermos ter este fator espelho, conseguirmos nos ver a nós próprios, provavelmente deveríamos perguntar à pessoa com quem nós vivemos, olha, como é que eu sou? Será que eu sou uma pessoa de paz? Ou sou uma pessoa belicosa, que estou muitas vezes... E termos a capacidade... Isso não é um risco? Daniel, isso não vai ser já em si mesmo um momento de tensão? Bem, repara, este ambiente não é para provocar uma discussão, mas se eu quero fazer uma autoanálise, porque eu nunca vou conseguir mudar nada se não sentir que há qualquer coisa que não está bem.
Então, eu preciso descobrir a verdade sobre mim próprio. E depois, como tu disseste, Jesus disse, olha, sem mim nada podeis fazer. Eu preciso perceber... E nesse diálogo a ter com... Eu devo perguntar, quando é que eu tenho este tipo de atitudes? Quando é que eu sou assim? Para eu perceber e ter como um carro que tem as suas luzinhas amarelas quando alguma coisa não está bem. E nesses momentos, quem sabe eu me agarrar mais ao Senhor, mais a Deus e pedir... Eu não quero transformar o meu lar no inferno. Eu não quero deixar um mau legado para os meus filhos.
Eu gostava de ser esse promotor de paz. Eu gostava de ter um relacionamento saudável. Ajuda-me, meu Deus. E vale a pena, não é? É isso. Vale a pena ter este tipo de atitude e fazer as alterações necessárias que ganha toda a família, não é? Sem dúvida. Repara, o resultado é enorme. Portanto, nós não apenas nos vamos sentir bem, porque a consciência de que eu estou a fazer a coisa certa É um sentimento fantástico, não é? Então, não apenas eu tenho esta sensação de bem-estar, sentir-me bem comigo próprio, por ter resistido a não dar uma palavrinha cortante, por ter animado o outro, como eu também vou produzir uma herança, vou fazer com que a próxima geração também tenha este tipo de atitude.
Há um ditado em inglês que diz, Se a mulher estiver feliz, eu também estou feliz. Resultado, se eu contribuir para a felicidade dos outros e do outro do meu lar, eu vou sentir uma grande felicidade também. A Bíblia fala que aquele que vive em paz verá bons dias. Ele vai desfrutar de prazer.
E Deus responderá às orações. Porque se eu estou continuamente em conflito, a Bíblia diz que as minhas orações não serão ouvidas. Há um texto que... Que é uma responsabilidade incrível. Exatamente. E sabes que eu penso que, a terminar, o segredo, a chave para tudo isto, é eu compreender como é que Deus me trata a mim nas minhas falhas. Se eu compreender que Deus me trata com graça e não me atira em rosto aquilo que eu fiz, cada coisa que eu fiz, trata-me de uma forma graciosa, eu terei continuamente mais chances de tratar os outros, não como me merecem, mas como eles precisam de ser tratados.
É isso mesmo. Obrigado, Daniel. Chegamos ao fim do nosso programa e terminamos exatamente mencionando que nas nossas falhas, como é que gostaríamos que Deus nos tratasse. Ao longo do programa de hoje falámos sobre retaliação e a oferta que tenho para si, o guia de estudo que tenho para si Pais Preparados Filhos de Caráter, tem um capítulo, um dos capítulos principais, que tem como título Castigo faz bem Descubra a resposta totalmente gratuito, porque esta é uma oferta especial para si. Basta fazer-nos investigar um SMS, uma mensagem escrita, para o 933 93 92 91, 933 93 92 91, e depois faremos chegar gratuitamente a sua casa pelo correio.
Para além deste assunto, claro, muitos outros assuntos muito pertinentes, no relacionamento entre pais e filhos. A terminar, dizer-lhe que estamos mesmo a chegar ao fim desta série das barreiras A2, mas todos os outros programas estão disponíveis em podcast, quer no site da Rádio, em radioxrs.pt, quer nas diferentes plataformas de podcast, mas também no YouTube da Novo Tempo Portugal. O nosso programa chega ao fim, mas dizer-lhe que para a semana temos o último episódio que fala sobre a barreira A2 e também partilhar consigo a oportunidade de que, se quiser, que neste programa se possa abordar qualquer assunto que seja uma preocupação, faça-nos chegar a sugestão. Quem sabe, num próximo programa, estaremos aqui a falar sobre esse assunto.
Mais uma vez, um grande abraço. Obrigado por ser estado desse lado dos 91.2, mas também da Novo Tempo Portugal.