Olá, damos início a mais um programa do Fórum Bíblico com a esperança de que este momento seja realmente útil para aprofundar o conhecimento da Bíblia e das verdades que ela apresenta. Uma dessas verdades é a promessa da segunda vinda de Jesus. A Bíblia afirma que ele virá em breve, mas alguns dizem que essa vinda está atrasada, outros defendem que já deveria ter acontecido há muito e ainda há quem duvide que venha a ocorrer. No programa de hoje, vamos refletir sobre alguns tópicos que têm inquietado crentes e céticos a respeito de se haverá realmente demora na segunda vinda de Jesus ou se os desígnios de Deus podem mudar. Pois bem, já percebeu o que o tema de hoje promete? Por isso, fique na nossa companhia para ouvir e conhecer os esclarecimentos que nos serão dados pelo nosso convidado, o Teólogo Arturo Machado.
Olá, Artur. Olá, Marco. Obrigado, uma vez mais, por estar entre nós para dar resposta a mais duas questões que hoje temos para partilhar. No programa passado, no episódio anterior, falámos sobre a segunda vinda. Vimos que ela é um evento que vai ser repentino, vai ser visível, vai marcar uma decisão. Hoje vamos voltar a falar da segunda vinda e, aparentemente, sobre, eventualmente, se ela está ou não atrasada, como a pergunta nos vai introduzir. E a pergunta que nos foi enviada é a seguinte. Embora tenha lido na Bíblia que Jesus virá em breve, também já verifiquei que há quem afirme que a segunda vinda de Cristo está atrasada. Gostava que me explicasse se isso é possível. Será que os desígnios de Deus podem ser alterados? Esta é realmente uma excelente pergunta, porque a vinda de Jesus Cristo é a maior esperança de toda a Bíblia e toda a Bíblia, do Antigo ao Novo Testamento, falam realmente dessa promessa e dessa esperança.
Porém, é interessante que nós verificamos que a maneira como o ser humano percepciona essa vinda tem-se alterado ao longo da história humana e isso tem contribuído para que alguns tenham falado justamente detrás, e é isso que nós iremos ver. O livro de Apocalipse termina justamente com essa esperança. João, em Apocalipse capítulo 22, versículo 20, ele escreve Aquilo que dá testemunho destas coisas diz, certamente venho sem demora, e há esta expressão, amen, ou seja, seja assim, vem Senhor Jesus. A pregação da igreja tem sido coerente com esta esperança, porque mesmo no credo católico é dito que Cristo virá para julgar os vivos e os mortos.
Mas também não deixa de ser verdade que, ao longo da história humana, esta promessa foi vista de diferentes perspectivas. Se nós analisássemos bem como é que os cristãos, ao longo dos séculos, têm vivido esta promessa, eu lembro-me de ter lido, certa vez, algo sobre o Papa Gregório Magno, que, no século VI, ele já esperava a vinda de Jesus Cristo como iminente no seu tempo. Martinho Lutero, na sua época, dizia que a Terra não duraria mais de 100 anos. Portanto, entre o século XV e o século XVI, a Terra não duraria mais de 100 anos. E porquê? Isto prende-se justamente com a nossa própria forma de ver.
Nós temos uma vida curta, nós como seres humanos. E, portanto, todos nós gostaríamos de assistir em vida à segunda vinda de Jesus. Mas foi sobretudo no século XIX com o aumento do número de ateus e diagnósticos, que esta ideia da vinda de Jesus veio a esbater e realmente o agnosticismo e o ateísmo provocaram uma ilusão. na promessa e na esperança escatológica da Igreja. O iluminismo, o desenvolvimento da ciência acabaram por fazer crer nessa altura que vinha aí uma época de prosperidade, uma época de paz.
O ser humano iria realmente fazer com que a vida, a existência no nosso planeta fosse completamente modificada e nós próprios poderíamos realmente aceder a sociedades mais equilibradas, mais justas, prósperas. E isto fez realmente, como eu dizia, a sua moça. De maneira que nós podemos dizer que é justamente a partir do século XIX que várias ideias alternativas acerca da segunda vinda de Cristo começaram a surgir. Albert Schweitzer foi o primeiro teólogo que nesta altura falou de um atraso. E por que é que Albert Schweitzer falava de um atraso? Para ele Jesus Cristo tinha se enganado.
Ao morrer na cruz, ele pensava, dizia Albert Schweitzer, que Jesus Cristo daria início à escatologia, à segunda vinda. E, portanto, ele enganou-se. Outros teólogos foram falando da crise que atingiu a Igreja quando, presumivelmente, a iminência da vinda de Jesus Cristo não se concretizou. E houve até quem viesse falar de razões para esse atraso. Essas razões estariam na má compreensão da Igreja, das palavras de Jesus Cristo, da crença errónea propagada de que Jesus Cristo também voltaria.
Outros falaram da negação da veracidade do acontecimento perdido, ou de uma reinterpretação dessa segunda vinda, houve até quem viesse dizer que, à medida que os problemas humanos se forem resolvendo, a vinda de Jesus concretiza-se. Ou seja, não é preciso que Ele regresse, o ser humano encarrega-se de concretizar, na sociedade e na Terra, alguns dos objetivos do reino de Deus, a paz, a prosperidade, o bem-estar, cada vez mais uma vida mais longa, o combate às doenças. E houve até cristãos que viram a vinda de Jesus Cristo como um tempo atemporal, se me permitem o plionasmo.
Ou seja, não haveria um fim dramático da história, tal como está mencionado em Mateus 24 e em outras passagens da Bíblia, mas cada pessoa iria tomar a sua decisão de maneira poder ela própria concretizar no seu imediato, na sua família, nos seus contactos, aquilo que são os objetivos da segunda vinda. E, portanto, temos aqui uma panóplia de perspectivas para justificar este tempo entre o discurso de Jesus e o nosso momento presente. Nós poderíamos dizer isso. Aliás, o próprio uso da palavra atraso para qualificar a passagem de tempo relativamente à segunda vinda de Cristo é uma ideia negativa.
Ela pressupõe que Deus terá de ter feito algum ajuste imprevisto nos seus planos ou que calculou mal todas as variáveis envolvidas, portanto, neste acontecimento. Na perspectiva humana, a palavra atraso também pode significar alguma relutância. Deus ter alguma relutância em, finalmente, produzir o acontecimento. Ora, face a esta ideia de atraso, também houve contrarrespostas. Também houve teólogos que falaram para reagir a esta ideia. E foram feitas algumas propostas. Uma delas é uma proposta determinista, que prevê uma passagem inexorável do tempo até que chegue o momento da segunda vinda.
Ou seja, nada impede a vinda de Cristo, segundo este ponto de vista, em sentido cronológico. Ele vai ser exatamente cumprido sem que o ser humano tenha algo a dizer. Com esta proposta quer-se fazer sobressair a soberania de Deus, mas a não intervenção do ser humano, o que de alguma maneira contraria aquilo que a Bíblia nos mostra ao longo das suas páginas. Deus faz algo, sem dúvida alguma, mas Deus, quando faz qualquer coisa, Ele procura sempre que os seres humanos sejam envolvidos nesse mesmo projeto. Nesta ideia não há qualquer envolvimento, qualquer intervenção humana.
Há uma segunda proposta que consiste numa visão centrada em acontecimentos que coloca, portanto, a sua vinda numa linha temporal. Ou seja, os acontecimentos vão-se sucedendo, uma espécie de perspectiva mecânica, não é? Numa ordem correta, prevista, seguida, sem que. Nada, portanto, se possa alterar. Ou seja, o que mostraria é que bastaria apenas estar atento aos acontecimentos. A segunda vinda ocorreria. Isto contraria também algumas perspectivas que a Bíblia nos fala em certos acontecimentos cataclísmicos, como o dilúvio.
É verdade que Noé pregou sobre o dilúvio, mas o dilúvio foi imprevisto. não houve uma série de acontecimentos cronológicos que chegassem ao dilúvio. De alguma medida, quando Jesus fala de sinais, não é isto que Ele nos está a dizer. Ele está a dizer que vai haver terremotos, vai haver guerras, vai haver fomos, vai haver sinais no mundo político, no mundo económico, na natureza. Mas não há uma sucessão. Porquê? Porque nós já vimos que na história aconteceram coisas que foram imprevistas. A queda do muro de Berlim, por exemplo, a própria queda do bloco soviético, não houve ninguém que previsse esses acontecimentos. O próprio nascimento de Jesus Cristo foi um acontecimento imprevisível.
Sabia-se que o acontecimento iria dar-se, mas quando os magos chegaram a Herodes em Jerusalém, ele nasceu em Belém e toda a gente ficou boquiaberta. Como é que foi? Portanto, eles não sabiam. E a Bíblia fala-nos disso. Portanto, Deus também não pode ser feito nesta perspectiva mecânica. E, finalmente, nós temos uma terceira proposta, que consiste em considerar a promessa da segunda vinda como uma profecia condicional e em perceber que as condições para o seu cumprimento ainda não foram cumpridas. É verdade que há profecias condicionais, não é o caso da segunda vinda. Porquê? Porque aqui Deus estaria dependente completamente do ser humano. E se o ser humano nunca cumprir as condições, a profecia nunca se vai cumprir.
E, portanto, aqui nós vemos que isto são propostas que os seres humanos tentam fazer para tentar compreender o atraso. Mas quando nós lemos a Bíblia, e é aqui que eu quero chegar, verificamos que várias promessas de Deus se cumpriram, mas nem sempre. no tempo esperado pelos seres humanos. Eu acabei de falar da primeira vinda de Jesus, portanto, do nascimento de Jesus. Abraão e Sara foi-lhes prometido um filho quando Abraão tinha 75 anos, o filho só nasce quando ele tem 100. É dito a Abraão que ele vai dar origem a um povo, a uma nação, mas que essa nação vai ficar 400 anos no Egito até que os que estão em Quénaen tenham esse tempo de oportunidade para se arrependerem dos seus atos.
E, portanto, a Bíblia tem muitas vezes esta ideia de que Deus faz uma promessa, mas essa promessa não vai ser cumprida logo, no imediato. Aliás, o problema de Abraão foi esse. Ele fez-lhe a promessa de um filho. Abraão viu que a coisa nunca mais acontecia. E resolveu ele antecipar a questão com problemas que daí vieram quer para ele, quer para até mesmo o mundo atual. E, portanto, a promessa de Deus é confiável num tempo em que o próprio Deus possa realmente designar. E nós temos a certeza que ele vai designá-lo. Aliás, Jesus Cristo disse, aquele dia e a hora ninguém sabe. Portanto, há um dia e há uma hora.
Nós é que pensamos que está atrasado. Muito bem, já vamos continuar a aprofundar na segunda parte este tema, mas antes de continuarmos, eu queria agora chamar a sua atenção para a oferta que temos para si, semanalmente neste programa, provavelmente já conhece, mas se não está a ver pela primeira vez, talvez não, é o Guia de Estudo da Bíblia, a Origem de Tudo, onde poderá descobrir respostas confiáveis, através do estudo, Na Palavra de Deus, sobre temas tão vastos e tão importantes como a origem do universo, a origem da vida, a autenticidade das Sagradas Escrituras e o propósito da existência humana. No final de cada capítulo, e são oito capítulos, vai poder encontrar um código QR e se pegar no seu telemóvel e ler esse código QR, terá acesso a uma videoaula com o autor deste guia, o Dr.
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Hoje estamos a responder a perguntas relacionadas com a segunda vinda de Cristo e a expectativa do seu cumprimento. Na primeira parte já abordámos esta questão da demora, que muitas vezes é atribuída à segunda vinda, mas também percebemos que ela muitas vezes reflete a percepção humana relativamente ao tempo e não uma alteração dos planos de Deus. A próxima pergunta... É esta. Que passagens da Bíblia podemos examinar para verificar que as promessas de Deus não conhecem atraso, como é o caso da promessa da segunda vinda? Ora bem, o apóstolo São Pedro vai justamente falar desta questão. Na sua segunda epístola, no capítulo 3, nos versículos 3 e 4, ele vai dizer, tenham em conta, tenham em consideração isto, nos últimos dias surgirão escarnecedores andando segundo as suas próprias paixões e dizendo onde é que está a promessa da sua vinda.
Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. a Terra continua inalteravelmente o seu processo. E o apóstolo Pedro aproveita e nos versículos seguintes, no versículo 5 e 6, ele diz que deliberadamente esquecem que de longo tempo houve céus, bem como a Terra, a qual surgiu através da água e pela palavra de Deus, pela qual veio aparecer o mundo daquele tempo afogado em água. Ou seja, Pedro diz que há uma história. A Terra foi criada, da água, como diz o relato de Génesis, e no mesmo relato de Génesis a Terra veio a ser submersa pela água. E essa história diz que houve um dilúvio.
E é verdade. Toda a Bíblia, e nós podemos ver isso, toda a Bíblia ensina que existe uma história da salvação, na qual Deus age em favor da humanidade. As profecias bíblicas refletem essa história da salvação. E, portanto, essa história da salvação indica-nos que Deus tem em consideração os movimentos da história, que Deus tem uma cronologia para os acontecimentos. O próprio profeta Daniel foi levado ao reino a buco do Nosor a mostrar-lhe a sucessão de impérios, no capítulo 2 de Daniel, em que dizia, olha, rei, tu és a cabeça de ouro, mas não vais durar para sempre. Tirou o sonho da estátua, não é?
Exatamente, o sonho da estátua de Daniel. E Daniel diz, depois de ti vai vir um império, Medo Persa, depois vai vir outro império. E os capítulos 7, o capítulo 9, vão continuar justamente nesta linha. O escárnio dos contemporâneos de Pedro refletia, portanto, uma filosofia falsa da história. E Pedro diz, Pedro corrige, há uma história da salvação. E no versículo 9, nessa segunda epístola de Pedro, capítulo 3, versículo 9, ele diz, o Senhor não retarda a sua promessa, como alguns a julgam demorada, mas é longânime para convosco. A palavra que Pedro utiliza aqui, macrotumeo, ou seja, Deus tem uma paciência imensa, tem uma longa paciência, não querendo que nenhum pareça, senão que todos cheguem ao arrependimento.
Pedro diz, não é que ele esteja atrasado, ele quer é que vocês se salvem. E, portanto, poderemos também dizer que a continuidade do tempo... Vamos ver no nosso ecrã, muito bem. Nunca é evidência de falsa profecia. Os crentes podem aguardar o regresso de Cristo com toda a seriedade e diligência, pois as promessas divinas são certas." E Pedro vai mostrar algo que é fundamental e que nós não devemos esquecer. Nesse segundo da Epístola de Pedro, no capítulo 13 e no versículo 8, ele vai dizer Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer. Para o Senhor, um dia é como mil anos e mil anos como um dia.
E o que Pedro aqui está a dizer é que nós contamos o tempo de maneira diferente, o ser humano e Deus. O ser humano só tem como tempo limite da sua existência um dia. Cada dia. E que é isso em comparação com a eternidade na qual Deus vive. E se virmos na criação, cada ser criado conta o tempo de maneira diferente. A mosca, por exemplo, vive até à idade avançada de três semanas, se não for esmagada antes. Os gatos podem viver 15 anos. E a tradição judaica falava de uma coisa engraçada. A tradição judaica dizia que, muitas vezes, o projeto que se passa na nossa retina, a retina recebe uma imagem invertida daquilo que é visto.
para nos lembrar que nós não recebemos a imagem completa. E, portanto, nós temos uma percepção errada do tempo, é a nossa. Nós vivemos neste dia, 24 horas, e, portanto, em relação com o tempo, nós corremos o risco de querer medir tudo por estas 24 horas. Jesus Cristo disse daquele dia e hora, portanto, Ninguém sabe. Ele avisou aí de vir um momento em que não o esperariam. E se há um dia e hora, então nós não estamos a falar de atraso. Nós só estamos a dizer é que não conhecemos o dia e a hora, mas não podemos dizer que há um atraso.
Aliás, o apóstolo Pedro, nesse capítulo 3, utiliza justamente a palavra atraso para dizer que não há atraso. Deus não está atrasado. E o apóstolo Paulo, na primeira epístola aos Deceloniscenses, no capítulo 5, E no versículo 47, no versículo 4, perdão, 1ª edição do Iniciantes, capítulo 5, versículo 4, vai dizer, Vós, irmãos, não estáis em trevas para que aquele dia vos apanhe de surpresa. Eu não sei qual é o dia, mas Paulo dizia aos seus crentes, vocês não estão em trevas, vocês têm o conhecimento suficiente, vocês têm as orientações necessárias para que esse dia surja. E, portanto, a ênfase dada por Jesus quanto à sua vinda, não está no tempo.
Ela está na atitude a desenvolver por cada pessoa. Daí que Jesus apela-se continuamente à vigilância e à prudência, procurando perceber como o curso da história anuncia que o momento dessa vinda se aproxima. Nós é que estamos fixados no tempo. Mas todo o discurso de Jesus Cristo tem a ver com a atitude. E nós podemos ver que até mesmo na própria Bíblia havia às vezes desejos. O apóstolo Paulo escreve aos de Salonicenses, quando fala da segunda vinda de Jesus Cristo, dizendo, depois nós os que ficarmos vivos. O nós incluiu a ele, é o seu desejo. porque a 1ª epístola aos 3º licenciantes é uma das primeiras epístolas que Paulo escreve.
Mas, a um determinado momento, já no final da sua vida, quando Paulo está preso e sabe que vai morrer, ele vai dizer a Timóteo, o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, e o apóstolo Paulo tem essa certeza, desde agora, a coroa da justiça me está reservada, a qual o Sr. Justus me dará naquele dia. naquele dia. E, portanto, ele percebe que já não vai lá chegar. Ele vai morrer antes. E o que vai acontecer é que ele não vai perder o seu galardão. Jesus Cristo vai mudar. E, portanto, nós temos que sempre ver, uma coisa é o meu desejo, aquilo que eu gostaria, e realmente eu gostaria, de ver Jesus Cristo vir em vida.
Porque eu não quero morrer. Não há ninguém que queira morrer. Nós amamos a vida, isso é bom, é um bom sinal. Porém, mesmo para aqueles que morrem... A promessa realmente subsiste. Ela não fica alterada, nem perde validade, porque a Bíblia fala justamente por isso de uma ressurreição. E permitam-me invocar aqui, nos segundos que restam, o profeta Daniel. O profeta Daniel viu no seu tempo os acontecimentos que ultrapassavam em muito o seu tempo de vida. Esses acontecimentos, muitos deles, prendiam-se com a segunda vinda de Jesus Cristo. O capítulo 2 da estátua termina, no final, com uma pedra que é lançada sem mãos, que parte toda a estátua, vai substituir todos os impérios que existiram e que enche toda a Terra.
Isso é a segunda vinda de Jesus Cristo. E o profeta Daniel sabe que não está lá. No capítulo 12 é-lhe dito, vai Daniel, vai descansar. Ou por outras palavras, tu vais morrer. Mas estarás em sorte no teu tempo. E Daniel foi fiel a Deus durante o seu tempo presente de vida. E isto é justamente a nossa atitude. O cristão deve ser fiel em todas as circunstâncias, no seu momento presente de vida, e aguardar serena e confiantemente que essa segunda vinda aconteça. Ela não está atrasada, como dizia um artigo do livro Raízes, que contava a
história dos escravos norte-americanos, o Senhor pode vir quando menos o esperamos. Mas ele vem sempre a tempo. E essa é realmente a esperança da Bíblia. Jesus vem sempre a tempo. E muito bem. E fechamos assim com o chave do ouro e de facto, que essa sensação muitas vezes de atraso, porque gostávamos todos que acontecesse a nossa vida, também não leva a esmorcer essa esperança e a mantê-lo vivo. Porque lá está, como Paulo lhe dizia muito bem, o mais importante é o guardão e a certeza da salvação quando ele vier. Muito bem, o nosso tempo está mesmo a terminar, mas antes de concluirmos, eu queria aproveitar os últimos segundos que nos restam para falar novamente do Guia de Estudo da Bíblia, a origem de tudo, que nós temos para lhe oferecer e que eu gostaria muito que pudesse receber em sua casa. Se ainda não pediu este material, então aproveita agora esta oportunidade para recebê-lo em sua casa através de uma mensagem que pode enviar para o nosso número, e o número é 933 93 92 91.
Para este mesmo número, também já sabe que pode enviar as suas perguntas sobre a Bíblia, sobre as suas dificuldades de compreensão ou de entendimento sobre alguma passagem, ou algum tópico, ou algum assunto, e pode enviá-las para este número que já referi, ou então, se preferir por e-mail, para programas arroba novotempo.pt Continue também a acompanhar o Fórum Bíblico nos diferentes canais que temos ao seu dispor, lembrando-lhe que pode assistir no canal 186 da MEU ou no YouTube de Novo Tempo Portugal, ou então pode ouvir na emissão da Rádio RCS, sintonizando os 91.2 FM na região da Grande Lisboa. Chegamos, assim, ao fim de mais um programa do Fórum Bíblico, mas continuamos disponíveis para receber as suas questões, pois aqui, já sabe, cada pergunta pode ser uma porta aberta para novas importantes descobertas.
Na próxima semana estamos, então, de volta para abrir mais um Fórum Bíblico e talvez a sua dúvida seja uma daquelas que será esclarecida. Fique bem e até ao próximo encontro.