O uso de vinho no Antigo Testamento

O uso de vinho no Antigo Testamento

26 de Fevereiro de 202625 min 57 s

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Olá, bem-vindo. Agradecemos por se juntar a nós em mais uma edição do Fórum Bíblico. É sempre um gosto tê-lo connosco, seja à espera da resposta a uma questão que nos tenha enviado, seja simplesmente a aproveitar este tempo para aprofundar o seu conhecimento da Palavra de Deus. O Fórum Bíblico é um programa que, mais do que perguntas e respostas sobre a Bíblia, tem como principal objetivo incentivar o estudo profundo da Palavra de Deus. É por essa razão que cada pergunta aqui partilhada abre a porta para uma compreensão mais profunda dos temas que acabamos por abordar aqui todas as semanas. E hoje não será diferente. No programa de hoje vamos investigar o que a Bíblia realmente ensina sobre o vinho no Antigo Testamento. Será que há uma mensagem clara de condenação, de moderação ou de aprovação?

Está connosco o teólogo Arthur Machado para responder às perguntas sobre este assunto em particular. Olá Arthur, muito obrigado pela sua presença. Hoje um novo tema, neste caso o vinho no Antigo Testamento. E o tema é nos lançado pela primeira pergunta.

Bebida forte

que eu passo a partilhar. Gostaria de saber o que a Bíblia diz no Antigo Testamento relativamente ao vinho. Há passagens que condenam o seu consumo e outras que o promovem. Será que no hebraico existiriam palavras diferentes para cada caso? Esta é uma boa pergunta, uma pergunta que nos pode ajudar a ver como é que a Bíblia, sobretudo no Antigo Testamento, vai tratar da questão do uso do vinho e das bebidas alcoólicas e das bebidas não fermentadas que poderiam ser consumidas e que vinham, por exemplo, também da vid. Nós vamos perceber que no hebraico há três palavras diferentes para cada caso e iremos verificar que os contextos ajudam-nos a compreender e até mesmo o uso destas mesmas palavras, inclusive às vezes por alguma parentalidade com outras culturas que utilizam também uma língua muito parecida ao hebraico, como é que era visto justamente estas bebidas.

Às vezes o nosso problema é que nós vemos que a Bíblia conta-nos que há pessoas que bebem álcool, na própria Bíblia, e as pessoas poderiam pensar que se elas bebem álcool então é permitido, mas poderíamos ver que a Bíblia vai sempre, em cada caso, mostrando um aspecto que nos ajuda a perceber verdadeiramente o que é que está realmente em causa. Por vezes aparece no português a palavra vinho, outras vezes aparece no português a bebida forte e nem sempre nós conseguimos fazer a distinção. Até porque para nós, na nossa cultura hoje, bebida forte tem uma determinada conotação que não era a mesma que existia nos tempos bíblicos.

E podemos justamente começar por aí. A expressão bebida forte em português traduz a palavra hebraica Shechar. E esta palavra hebraica que nós traduzimos por bebida forte não tem o mesmo sentido para nós. Por exemplo, um leitor poderia pensar bebida forte como sendo um licor destilado, mas esse não é o significado da palavra checar. O processo de destilação do álcool verdadeiramente só começa a ser mais tecnologicamente aperfeiçoados, a partir do século V da nossa era. Ora, nós estamos aqui há muito tempo antes.

E é por isso que nesta época as pessoas conseguiam fazer uma bebida forte, com 14% de álcool, enquanto que nós hoje conseguimos fazer uma bebida forte com muito mais percentagem de álcool, por isso não estamos a falar da mesma coisa. Nesse sentido, nós podemos perceber como é que a palavra xecar, ou seja, qual será o seu significado, a partir, por exemplo, do acádio. E nós verificaremos que há documentos escritos em tábuas de argila em escrita cuneiforme que nos informam que os babilónios tinham uma bebida alcoólica chamada xicaro.

Ora, notamos a semelhança entre esta palavra xicaro e a palavra hebraica shakar. e exatamente a mesma parentalidade, porque estamos a falar de uma língua semita. Estas tabletes de argila informam-nos como é que este chicaro era feito. Ele era feito a partir de grãos. Estamos, portanto, com alguma probabilidade de acertar, de que estaria a se tratar de cerveja. não se estaria a tratar de licor, não se estaria a tratar de vinho. Isto seria, digamos, o processo pelo qual se produzia a cerveja. Logo, quando nós vamos à palavra hebraica Shechar e verificamos que ela tem esta semelhança com a palavra acadia Shikaro, poderemos também concluir que quando a Bíblia fala de xecar, ela nos está a falar justamente de cerveja.

É esta conclusão que nós podemos realmente tirar desta parentalidade, nós podemos inferir que os textos bíblicos que usam a palavra xecar também se referem à cerveja. Portanto, seria a tal bebida forte. Que é traduzido muitas vezes nas nossas traduções por bebida forte, exatamente. Ora, isto pode alterar justamente aquilo que nós pensamos logo a partir desta palavra. Das 21 passagens bíblicas em que a palavra chacar aparece, 19 delas são negativas, ou seja, 19 delas são condenadas. As outras duas representam alguns casos excepcionais, nós iremos até falar deles. O Novo Testamento só utiliza uma única vez esta palavra, agora já no grego, claro, proibindo o seu uso no caso de João Batista, que foi o primo de Jesus.

Isabel não pode, é dito que ela não deve beber, e que a criança também não deve beber, bebida forte. O Antigo Testamento também proíbe este tipo de bebida a um sacerdote que exerça o seu ministério, da mesma forma os nazireus, No livro de juízes é contada a história do nascimento de Sansão. E nós verificamos que também a mãe de Samuel é dito que ela não deveria beber esta bebida durante a gravidez e, curiosamente, no livro de Deuteronômio, no capítulo 29, nos versículos 5 e 6, Deus diz ao povo de Israel que não lhes tinha fornecido esta bebida durante o período do deserto.

Nós conhecemos a história da mãe de Samuel, Ana, que vai ao templo. e ela está a orar a Deus, ela é infértil, está a orar a Deus por um filho e o sumo sacerdote ali não percebeu e pensou que esta mulher estava embriagada, porque provavelmente no santuário muitas mulheres iriam nesta situação. E a palavra hebraica que lá está é justamente Shechar. Significa que esta bebida era consumida normalmente, não porque Deus. A tiver-se indicado. Desse-se indicado, mas porque as pessoas o faziam. E como vemos, ela era condenada.

Os próprios profetas, no Antigo Testamento, sobretudo no século VIII, vão condenar sucessivamente esta bebida. Isaías assinala no capítulo 29 que ela causa cambaleio, que os falsos sacerdotes e profetas cambaleavam sob os seus efeitos. O profeta Miqueias Também vai dizer que o povo desejava precisamente este tipo de líder que aprovasse este consumo, mas eles condenavam realmente este consumo. O livro de Provérbios, no capítulo 20, vai dizer, Há, portanto, uma condenação generalizada desta própria palavra checar.

Há apenas uma passagem que, poderíamos dizer, tem um sentido positivo. E nós vamos vê-lo. Apresenta-se em Deuteronómio, no capítulo 14, dos versículos 22 a 28. O povo de Israel devia trazer os seus dízimos ao santuário, em tempo oportuno. Mas, por vezes, havia um dízimo que era um dízimo retardado, um dízimo atrasado, digamos assim. E há indicações muito precisas como é que a pessoa devia fazer quando se atrasava no seu dízimo. Ela podia trocar os seus produtos que deveria ter levado ao santuário por dinheiro e, uma vez chegado ao santuário, deveria trocar esse dinheiro por elementos que o santuário aceitasse.

Portanto, para o sacrifício, um animal ou uma oferta vegetal. E é interessante que nos diz aí que o sacrifício, no caso do dízimo atrasado, era mais caro. Enquanto que no outro lado a pessoa que trazia ao dízimo a tempo o seu sacrifício era uma ovelha, aqui não era um boi. E aparece checar, aparece então esta cerveja que poderia ser oferecida nesse dízimo atrasado. Consistia, portanto, em uma espécie de penalização da pessoa que se atrasava a trazer, digamos, os seus dízimos.

Logo, nós verificamos que ela vai aparecer neste sentido.

Sumo de uva

Também temos a palavra tirox. A palavra tirós, tal como nós estamos a ver, aparece 38 vezes no texto bíblico e não apresenta questões morais. Ela pode ser traduzida por sumo de uva. É uma das palavras utilizadas para descrever digamos, as bebidas, o vinho, mas neste caso o puro sumediúva. Não apresenta qualquer questão moral. Em 30, das 38 referências, ela vai aparecer, por exemplo, associada aos grãos, vai aparecer também associada ao azeite, vai aparecer associada aos produtos da colheita e que seriam aproveitáveis também para o dízimo, vai aparecer associada ao produto da uva.

Há quatro textos que a mencionam apenas por prensagem. Apenas um texto, que é o texto de Oseias, no capítulo 4 e no versículo 11, vai associar tirós à embriaguez. E isto é estranho, porque Tirox, normalmente, não tem nada a ver com a embriaguez. Pode ter acontecido que Oseias, no seu tempo, constatasse que se misturava este sumo de uva com vinho alcoolizado e, portanto, o consumo desta bebida provocasse fatalmente a embriaguez. Portanto, temos aqui duas palavras. A palavra xecar para cerveja, que é traduzida nas nossas traduções por bebida forte, que é condenável na Bíblia.

Temos a palavra tiróx, que é normalmente traduzida por sumo de uva e que não tem qualquer condenação na Bíblia. Muito bem, então ficam já essas duas palavras associadas ao vinho. Na segunda parte nós vamos conhecer uma terceira palavra. Será essa exatamente a pergunta que temos para lhe colocar. Antes, porém, de avançarmos para intervalo, eu quero chamar a sua atenção agora para a oferta especial que temos sempre em todos os programas do Fórum Bíblico. Se tem estado connosco nos últimos programas, já sabe do que é que eu estou a falar. É o Guia de Estudo, a origem de tudo. onde, neste manual, poderá encontrar respostas claras, todas elas muito bem fundamentadas e sempre com base na palavra de Deus, sobre temas tão importantes como a origem do universo, da vida, a própria autenticidade das escrituras e o propósito de existência humana.

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Vinho alcoolizado

Bem-vindo à segunda parte do programa Fórum Bíblico. As perguntas hoje estão relacionadas com o que a Bíblia refere em relação ao vinho no Antigo Testamento. Arturo, na primeira parte nós já analisámos duas palavras hebraicas que estão associadas ao vinho, portanto às bebidas no Antigo Testamento. Vamos agora então, como anunciámos na primeira parte, falar da outra terceira palavra e ela introduzida pela nossa segunda e última pergunta. Qual é então a terceira palavra para vinho no Antigo Testamento e qual o seu significado? Muito bem, então podemos também ver já no ecrã que a terceira palavra que aparece no Antigo Testamento associada ao vinho é a palavra hebraica iain. Ela aparece no relato bíblico 140 vezes e ela descreve o vinho alcoolizado.

Destas 140 vezes em que a palavra iain surge no Antigo Testamento, 60 delas têm verdadeiramente um significado, uma conotação negativa, reprovável. Outros 60 casos, a palavra é mencionada sem que haja qualquer juízo de valor. E há ainda 17 referências feitas a esta palavra iain, onde é dito algo de positivo. Portanto, contas feitas, a palavra iain tem bastantes conotações negativas no Antigo Testamento. No primeiro caso, nós podemos ver que ela aparece associada aos maus resultados que o vinho alcoolizado ou que o vinho fermentado produz.

Quase que não há qualquer exemplo positivo de um resultado digno de confiança nesta situação. Por exemplo, Nabal, que é o louco. aparece associado ao vinho. A primeira menção que a palavra eain tem na Bíblia é quando Noé fez vinho, portanto faz uma experiência, fez vinho e embriagou-se. Há outros casos, por exemplo, a festa que Absalão dá aos seus irmãos, onde ele lhes dá muito vinho porque Amnon, que era um dos irmãos que Absalão queria matar, Utilizam justamente o vinho para o embriagar e para depois o matar.

O banquete do rei Belshazzar, no capítulo 5 do livro de Daniel, são tudo histórias da Bíblia onde a palavra Iain aparece. Podemos lembrar ainda da festa de Assuero, onde depois de todos beberem muito vinho, Assuero tem a ideia de lhe apresentar, diante de todos aqueles homens, a Rainha Vasti, que era uma mulher muito bela. Os profetas, de uma maneira geral, Isaías, Jeremias, Oseias, Joel, Abacuque, falam dos efeitos nefastos, tanto físicos como morais, do vinho alcoolizado. Por exemplo, Isaías diz, também estes erram por causa do vinho e com a bebida forte, cá está a checar, se desencaminham até o sacerdote e o profeta, erram por causa da bebida forte, são absorvidos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte, andam errados na visão, tropeçam nos visos.

Aqui temos as duas palavras associadas, checar, que nós já vimos, e iain, para dizer que o sacerdote e o profeta No tempo de Isaías, que seriam aqueles que deveriam traduzir ao povo qual era a vontade de Deus, tropeçam. Isto não era apenas fisicamente, mas era também para mostrar que estas pessoas tinham um pouco de discernimento mental quando estavam embriagadas e não conseguiam, como era óbvio, não conseguiam, portanto, traduzir às pessoas aquela que era a vontade de Deus. Os profetas erravam na visão, diz o profeta Isaías, e tropeçavam nos visos. Logo, a implicação que Isaías traz e que as passagens trazem é clara. O vinho e as bebidas alcoólicas podem turvar a mente a ponto de tornar difícil ou impossível ouvir a voz de Deus.

Um outro trecho da Bíblia que descreve os efeitos nocivos e nefastos do vinho é o sábio Salomão, que no livro de Provérbios várias vezes vai mostrar não apenas os efeitos, físicos do vinho, como também os efeitos morais que ele acarreta. É por isso que Salomão, por exemplo, diz que o vinho provoca os olhos vermelhos, a visão turva, ele fala dos efeitos sociais provocados pelo álcool, as contendas. as feridas, as consequências a longo prazo, Salomão vai falar da aflição, da tristeza e vai sobretudo dizer uma coisa que já no tempo dele se constatava, o vinho era causa de pobreza e de violência.

Logo, nós percebemos que esta palavra tem uma carga extremamente negativa no Antigo Testamento, mas temos que ser honestos. A Bíblia não fala apenas negativamente do vinho, mas os textos que falam positivamente devem ser analisados em perspectiva. Há três passagens, o Salmo 104, versículo 15, Eclesiastos capítulo 9, versículo 7 e Eclesiastos capítulo 10, versículo 19. que assinalam que o vinho pode alegrar o coração e trazer júbilo. Isto significa que são os efeitos fisiológicos imediatos a seguir ao consumo de álcool. E é verdade, a pessoa fica, nós poderíamos dizer, mais desinibida.

Mas esconde-se nestas passagens os efeitos secundários, os nocivos, que as outras passagens da Bíblia logo nos assinalam. Logo, o que nós podemos perceber é que há um princípio na Bíblia que é o princípio Tota Scriptura. Nós devemos ver toda a Bíblia e toda a Bíblia esclarece-se, as passagens esclarecem-se umas às outras. Embora algumas passagens falem de uma maneira positiva, elas estão apenas a descrever aquilo que são os efeitos logo imediatos, a desinibição, etc. Mas as outras palavras acentuam realmente aquilo que é o problema do consumo do álcool.

a perda de discernimento, a violência que às vezes ele desencadeia, ou as situações de pobreza, porque quando uma pessoa se torna verdadeiramente dependente da bebida, ela vai perder logo o seu rendimento. E embora muitas vezes se possa dizer que as pessoas se alegram, o livro de Eclesiastes é muito concreto e ele diz que há só uma coisa que dá sentido à vida e essa não é o consumo do álcool. Diz ele, é o temor de Deus e a obediência aos seus mandamentos. Outras passagens que falam positivamente do vinho através da palavra yáín fazem-no por comparação.

Por exemplo, o Cântico dos Cânticos utiliza uma comparação com o vinho para realçar a beleza da pessoa amada. Nós podemos ainda dizer que o vinho portanto, pela palavra Iain, era também utilizado como oferta de bebida no serviço do templo, tal como a cerveja, como nós vimos, era utilizada na apresentação do dízimo em atraso. Mas estas ofertas de bebida eram derramadas junto ao altar. não eram consumidas pelos sacerdotes. Enquanto que os sacerdotes podiam consumir, por exemplo, alguma da carne que era oferecida em sacrifício, eles não consumiam estas bebidas justamente porque a Bíblia proibia o uso de qualquer bebida alcoolizada pelo sacerdote enquanto ele

Conclusão

estivesse em funções. E, logo, elas podiam ser oferecidas, mas derramadas, portanto, na base do altar. Em resumo, nós podemos dizer que o Antigo Testamento dá quatro queixas contra o consumo de vinho. Em primeiro lugar, fala dos seus efeitos adversos, depois do comportamento moral e ético que ele pode desencadear, identifica exemplos específicos e pessoas específicas como sendo reprováveis e proíbe, em quarto lugar, proíbe certo tipo de pessoas de consumir o vinho.

Logo, nós podemos ser coerentes e dizer assim, se a Bíblia realmente traduz estas ideias, ela não está a traduzir uma moderação, ela não está a dizer, você pode beber dois, três, quatro copos. Não ela está a me dizer para eu ter cuidado. Há coisas que eu não devo tocar porque nós nunca sabemos o que é que daí pode advir. E, portanto, devemos seguir estes exemplos que a Bíblia nos dá e perceber que há coisas que nós nos devemos abster de realizar. porque pensamos que às vezes temos o controle da situação quando afinal de contas é justamente destes elementos que passam a ter o nosso próprio controle das nossas decisões, da nossa vontade e do nosso ser.

Eu teria que acrescentar porque acima de tudo Deus procura e quer o nosso bem-estar. Exatamente, e Deus quer o nosso bem-estar. Seria contraditório nesse sentido. Sem dúvida. A lista de efeitos tão nocivos como o próprio Antigo Testamento os relata. O nosso tempo está mesmo a terminar e nós temos que ficar por aqui, mas antes, e nos últimos segundos que me restam, eu quero voltar só a falar-lhe da oferta que temos para si, que é o Guia de Estudo da Bíblia, a origem de tudo, e como pode ver na capa deste manual, ela tem por título de onde viemos. E eu queria lhe perguntar, gostaria de descobrir a resposta? Ou será que a gostaria de partilhar com alguém? Se for o caso, então peça um exemplar igual a este, ele não tem qualquer custo, bastando apenas enviar-nos uma mensagem para o número que já referi neste programa, 933 93 92 91.

O seu contributo, já sabe, é sempre muito essencial para enriquecer este fórum semanalmente. Por isso, se ao ler um texto bíblico se deparar com alguma dúvida ou se algum tema das escrituras lhe parecer difícil de entender, não hesite em partilhar as suas perguntas connosco. Estamos à disposição, o Teólogo Arturo Machado está disponível para o ajudar, mas para isso precisamos de receber as suas questões, que podem enviar, eu recordo, por e-mail para programas arroba novotempo.pt ou então para o número que eu já sei e tenho a certeza que memorizou, 933-939291. Conto consigo para o próximo episódio do Fórum Bíblico, que vai acontecer já na próxima semana. Continuaremos, já sabe, a explorar a Bíblia, os seus ensinamentos, as suas verdades e, claro, a responder às suas questões, porque todas elas são certamente importantes.

Até lá, fico ao convite e aproveito ao máximo o seu estudo da Bíblia.

Série
Fórum Bíblico · 69 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 45
Estreou
26 de Fevereiro de 2026
Categoria
Espiritualidade