Olá, seja muito bem-vindo. É um prazer estar consigo aqui na Voz da Esperança, sempre aqui na Novo Tempo Portugal, mas também alguns com certeza poderão estar na RCS. Aliás, hoje tenho aqui uma mensagenzinha curta, muito rápida, mas especialmente para si que me está a ouvir na RCS. Aliás, onde este programa, na verdade, está há bem mais tempo do que na Novo Tempo. Mas hoje o meu convite para si qual é? É que se porventura ainda só nos escuta aqui na rádio que venha descobrir-nos e ver-nos, assim vai poder ver o rosto que está por trás desta voz, bem como das vozes na música que aqui nos acompanham. Como é que pode fazer isso? Muito simples. Se tem MEU, como o seu operador de televisão, o canal é o 186.
Muito simples. 186 tem toda a programação da Novo Tempo, 24 horas por dia, são dezenas e dezenas de programas diferentes, muitos produzidos aqui por nós, em Portugal, também muita boa programação pelos nossos parceiros, a Novo Tempo Brasil, e pode assistir a toda essa programação, mas, claro, pode sempre assistir, precisamente, aqui à Voz das Pranças. Agora fica uma pequena nota. Eu acho que até nunca disse aqui que a Voz da Esperança, se quiser ver mesmo em direto, ou seja, no momento em que passa na televisão, é todas as segundas-feiras às 21h30, portanto 9h30 da noite, assim ao final do diazinho, pode descansar um pouco, sentar-se no seu sofá e assistir à Voz da Esperança. Ficou em contramarcado, é claro, só temos a Mel, por enquanto, pelo menos, é nesse lugar que nos pode encontrar, canal 186.
O convite hoje está feito, em especial para quem está a ouvir-nos na rádio, mas seja onde for que está connosco nesta hora, é um prazer tê-lo desse lado. Venha daí, vamos falar de esperança, também cantar sobre esperança e descobrir, mais uma vez, verdades extraordinárias na vida de Jesus. Venha connosco para mais um episódio da Voz da Esperança.
Oh, que esperança Vibra em nosso ser Pois bem guardamos o Senhor Fé possuímos Que Jesus nos dá Vês? Vês que o tempo logo vem E as nações daqui além Bem alerta vão cantar Aleluia!
Aleluia! Servos de Deus na trombeta tocai, breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levar, breve Jesus voltará. Montes, rivalas, o som ecoai, breve Jesus voltará.
Onde a calma e a canção entoar, breve Jesus voltará. Breve virá, breve virá, breve virá, breve Jesus voltará. Vem-me, Jesus Voltei a te esperança
A verdade é que nós vivemos hoje um tempo, deixe-me falar-lhe sobre a realidade, que provavelmente é a sua, a minha é de certeza. Vivemos dias de grande intensidade, muita atividade que nos chama constantemente para os muitos desafios e responsabilidades. Nós produzimos, nós corremos, nós realizamos, nós servimos até à nossa volta também. E muitas vezes, no meio desta correria, destas responsabilidades, nós acabamos por fazer todas estas coisas até à exaustão. No entanto, hoje queria falar-lhe sobre um facto muito importante. Mesmo Jesus, no auge do seu ministério, ele fez um convite que é para nós hoje, mas que no dia, no momento em que foi feito, talvez para os seus discípulos foi um convite um pouco surpreendente.
Qual foi? Parar. É isto. Só isto. O convite de Jesus foi que os discípulos parassem, se retirassem, descansassem um pouco. O capítulo que hoje nos guia aqui na palavra de Deus, nos Evangelhos, revela um princípio muito importante para todos os que trabalham, seja os que trabalham dedicando-se, por exemplo, a Deus, à missão, ao serviço, mas também no nosso trabalho, na nossa família, enfim, nos vários projetos que temos na vida. E essa mensagem é esta. O descanso é tão importante que, às vezes, parar não é abandonar a missão. Às vezes descansar, na verdade, é a parte mais importante da missão.
E eu queria convidá-lo a irmos até à Bíblia para descobrirmos aqui nos Evangelhos esta mensagem de forma muito importante. Eu vou dar aqui um saltinho mesmo, buscar a minha Bíblia e vou partilhá-la consigo aqui em Marcos, no capítulo 6. Eu tenho aqui já preparada a minha leitura, estou no Evangelho de Marcos e queria-me centrar hoje aqui em dois pequenos versículos. em que Jesus vai falar sobre o tema que eu ainda agora lhe dizia. Então, veja comigo. 6.30 diz o seguinte. Os apóstolos juntaram-se a Jesus e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado. E Jesus disse-lhes, vim de vós aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco, porque havia muitos que iam e vinham e nem tinham tempo para comer.
Agora veja, os discípulos, neste momento, estão a regressar da sua primeira missão, ou seja, a primeira vez que eles vão de forma autónoma, enviados por Jesus. Eles estão entusiasmados, eles têm histórias para contar, milagres que foram realizados, eles ensinaram. Enfim, claro que também viveram, com certeza, alguns fracassos, algumas lutas, dificuldades, Se calhar até tiveram dúvidas em algum momento, mas fazem uma coisa fundamental. E é o que nos diz esta pequenina história que lemos aqui. Depois de tudo isso, eles vão contar tudo a Jesus. E este talvez seja aqui um grande princípio espiritual que nós aprendemos já nesta porçãozinha da história.
É isto. As nossas obras, as nossas conquistas, sucessos, o trabalho que realizamos, são tudo coisas boas e saudáveis, mas, para serem saudáveis, elas têm que permanecer num lugar que nos permita continuar uma comunhão íntima com Deus. Cuidar da nossa vida espiritual. Os discípulos não se tornaram independentes depois do sucesso. Ou seja, eles foram para a missão, para a sua vida, tiveram sucesso e depois voltaram. Mas voltaram onde? À fonte do poder. Voltaram a Jesus, o Mestre. E Jesus, ao ouvi-los e os seus relatos, percebeu duas coisas. Em primeiro lugar, percebeu que eles estavam cansados.
Claro, nem comer tinham tido tempo. E, segundo lugar, percebeu que, de alguma forma, eles estavam também em risco. Ou seja, estavam cansados fisicamente, porque não tinham tempo para comer, mas também num risco espiritual. Porquê? Porque o sucesso às vezes pode gerar em nós autoconfiança. Essa é a nossa tendência. Então, em resposta a esta realidade, Jesus não lhes disse assim, então vá, força, voltem e trabalhem mais. Não. Jesus, na verdade, diz-lhes, venham à parte. Vamos parar. Sabe? Jesus nunca exige nada que sirva para destruir aqueles que o servem, que estão a fazer a sua vontade.
Se quer um exemplo disto, é pensarmos no sábado. Esse velho tema na Bíblia, que está cá desde o princípio. Deus, o mesmo Deus que ordenou o sábado como dia de repouso, é esse Deus que continua a valorizar a importância de um descanso que é sagrado. Porquê? Porque Deus sabe que sem pausa A nossa alma pode até definhar. Mas há aqui um contexto soleno, muito soleno, porque isto acontece num período em que tinha chegado a notícia da morte de João Batista. Os Evangelhos revelam-nos que Herodes, por exemplo, o rei terrível, o rei Herodes, ele tinha uma preocupação, uma inquietação, porque ele respeitava João Batista e agora começava a ver a obra de Jesus E o Evangelho de Mateus, por exemplo, diz que Herodes chegou a dizer que este é João Batista que ressuscitou dentre os mortos, quase com medo que Jesus fosse uma reencarnação de João Batista.
Sabe o que é que isto nos diz? Que o clima político estava a começar a tornar-se tenso. Nós sabemos que a perseguição aproximava-se. As nuvens daquilo que vinha a ser conhecido como o Calvário começavam a formar-se no horizonte. Portanto, Jesus sabia uma coisa, que o seu Ministério Público ali na Galileia talvez não pudesse continuar durante muito tempo. E antes que viessem essas grandes provas, Jesus sabia que era preciso fortalecer os discípulos na sua comunhão íntima. Aliás, deixe-me fazer aqui uma pequena pausa, porque eu hoje preparei aqui uma oferta muito especial para si, que tem tudo a ver com isto.
Eu tenho comigo aqui uma pequena revista, é um guia de estudo, um autêntico guia de estudo, que vai capítulo a capítulo, mas do livro do profeta Daniel. E pensem nele agora em partilhá-lo consigo, precisamente porque eu estava a dizer-lhe que Jesus sabia que estavam a chegar momentos de tensão de aperto para ele, para os discípulos. E a verdade é que o livro de Daniel, o profeta Daniel, também revela momentos extraordinários, especialmente para os tempos proféticos, como o tempo do fim. Eu acredito que este estudo pode ser muito importante para si. Já sabe, é muito simples aqui na Novo Tempo. Envie uma mensagem para o número 933 939291. Ok? 933 939291.
E peça, basta dizer Daniel, ou diga mesmo, gostava de receber a revista ou o guia de estudo sobre o profeta Daniel. Nós teríamos muito prazer em partilhar consigo esta revista. Ora, voltamos ao nosso tema.
Como lhe dizia, Jesus começava a perceber os momentos importantes, também aos proféticos, aliás, que se aproximavam. Então Jesus desejou partir, ir com os discípulos para um lugar solitário, perto de um lugar chamado Bethsaida. Mas sabe que este movimento de Jesus não era para ter férias espirituais, era um retiro. Não se tratava de uma fuga da responsabilidade. Sobretudo, o que Jesus tinha em mente era um tempo de preparação. Ali, longe da pressão das multidões, longe daquela hostilidade constante dos fariseus, Jesus queria abrir os tesouros da verdade ainda com mais profundidade aos seus discípulos, corrigir-lhes os erros, ajustar os seus sentimentos e motivações e relembrá-los que o poder nunca estaria neles.
Mesmo que eles fossem, expulsassem demónios, fizessem milagres, coisas incríveis, era o poder de Deus. Por outro lado, este retiro também seria, eu acredito mesmo nisto, seria uma forma de os alertar contra um perigo que ainda hoje está muito presente para nós. É o perigo do ativismo. O que é que eu quero dizer com isto? O ativismo, ele afeta muitas vezes a nossa vida, nas suas várias dimensões, mas também na vida espiritual. É esta ideia de que quanto mais fizermos, melhor é, porque mais produzimos. Mas sabe, Mateus registou as seguintes palavras de Jesus que eu queria partilhar consigo. Estão no capítulo 9 do Evangelho de Mateus, a partir do versículo 37.
Dizem que a Ceara realmente é grande, mas poucos são os ceifeiros, dizia Jesus. Qual é a solução? Jesus apresenta a solução. Ele continua. Orem, o peçam, pois há o Senhor da Ceara que mande ceifeiros para a sua Ceara. Jesus não disse assim, a Ceará é grande, estão a faltar ceifeiros, então os que existem trabalhem até não poder mais. Não. Jesus disse, orem, peçam a Deus, peçam que Deus envie mais obreiros. E nós percebemos aqui que a obra de Deus seja numa comunidade, seja na sua vida, a obra de Deus nunca vai se cumprir através da exaustão ou do esforço humano até toda a gente não poder mais.
A obra de Deus avança pela dependência divina. É por isso que aqui temos uma advertência solena e importante, talvez especialmente para o nosso tempo. À medida que a atividade aumenta, que os resultados aparecem, começa a surgir uma tentação. que é de confiarmos nos nossos métodos, nas nossas estratégias, na capacidade humana. E o que é que pode resultar disto? Começamos a orar menos, a buscar menos a Deus. A comunhão começa a tornar-se mais superficial, nem sequer há tempo. É por isso que o exemplo de Jesus confronta-nos com uma realidade. Uma realidade da qual Jesus era o maior exemplo. Vou-lhe dar aqui dois exemplos.
O Evangelho de Marcos, logo no primeiro capítulo, tem um texto que diz assim. Agora vou ao Evangelho de Lucas. O que é que diz lá? Aconteceu que naqueles dias, acho que não lhe disse, não é? Lucas capítulo 6, versículo 12. Naqueles dias Jesus subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus. Agora, penses comigo. Se o Filho de Deus precisava de oração constante, Jesus, o Mestre, quanto mais nós Jesus retirava-se à parte porque sabia que a força para ele poder servir e ter poder e realizar a sua obra, essa força vinha de um lugar secreto.
É o lugar oculto da oração, da comunhão com Deus. Era ali que Jesus recebia a renovação. Era ali, nesse espaço, nesse encontro, que ele ia buscar o conforto, a direção, a bênção de Deus. Por isso é que o convite de Deus repete-se para nós hoje ainda. vim de vós aqui à parte. Isto faz-me pensar também num apelo muito bonito que nós temos no Salmo 46, em que é o próprio Deus, através do salmista, que diz o seguinte, ora ouça, como se fosse para si pessoalmente, aquietai-vos e sabei que eu sou Deus. Meu querido amigo, pesado amigo, anote, o verdadeiro descanso que Deus quer e que você precisa, e eu também, não é apenas físico.
É um descanso global para a nossa vida, por isso ele é muito um descanso espiritual. E esse descanso que é espiritual implica, muitas vezes, silenciar as vozes do mundo que estão à nossa volta para conseguirmos discernir e escutar melhor a voz de Deus. Por isso, precisamos de permitir que o Espírito de Deus venha, que Ele reajuste as nossas motivações, mas também as nossas ações. Isto implica também lembrarmo-nos que nós não somos os salvadores. Isto não depende de nós. Nós somos os instrumentos. Por isso é que precisamos de pausa. E esta pausa, este descanso sagrado, é que pode tornar a nossa vida, pode fazê-la ter sentido. Porque senão, então, é um peso que pode fazer a ansiedade crescer na nossa vida.
A alegria, até de servir, pode começar a desaparecer. E muitas vezes o resultado qual é? A nossa fé enfraquece. E agora dou um salto ao apóstolo Tiago, que ele tem uma promessa, talvez já a tenha ouvido, muito conhecida, muito bela. E a promessa que Jesus deixou através do apóstolo Tiago é esta. Se algum de vós tem falta de sabedoria, o que é que precisa de fazer? Peça a Deus que a todos dá de forma liberal. Para pedir a Deus que nos dê sabedoria temos que parar. Para ouvir Às vezes temos que nos aquietar e é isso que hoje encontramos aqui em Jesus. O descanso que Cristo oferece prepara-nos para servirmos melhor.
Hoje eu acredito e estou a tentar transmitir-lhe que Jesus quer dirigir-nos o mesmo apelo. Vem à parte, descansa, repousa um Não sei se está aí a escutar-me neste momento. Talvez esteja cansado. Talvez esteja muito ativo na vida, com tantos projetos, mas espiritualmente esgotado. Talvez até possa, quem sabe, trabalhar para Deus, dedicar-se às coisas de Deus, mas tem negligenciado o tempo de comunhão e de intimidade com o Nosso Senhor. Por isso, eu hoje quero dizer-lhe, não ignore este convite de Jesus. Eu só estou aqui a reforçá-lo.
Pense comigo, se Jesus, no meio da maior obra que a história já conheceu, escolheu retirar-se tantas vezes, parar, orar, nós então é que não podemos viver sem este tempo, sem esta comunhão. Por isso é que o meu convite hoje para si é que reserve um tempo profundo, intencional, para estar a sós com Jesus. Desliga o ruído à sua volta. Abra a palavra de Deus, fale com o seu Criador, fale das coisas em que tem falhado, fale dos seus sonhos, dos seus medos e lutas e permita que Jesus opere na sua vida o que Ele quer fazer, instruir, corrigir, fortalecer. Só quem aprende a repousar em Deus é que depois tem poder para ser vivo realmente como deve ser.
Só quem se aquieta diante de Deus é que pode depois revelar ao mundo esta fragrância da sua presença. E por isso Deus hoje faz-lhe este apelo. Para. Vem. Vem a mim. Para teres tempo para nos encontrarmos. Vem a mim, filho meu Andas longe do amor do teu pai Tenho os braços bem abertos
Se faz chorar Sei que estás a sofrer Ouço o grito No silêncio do coração Meu amor Então segura a minha mão, confie em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei Vem a mim, filho meu Andas longe do amor do teu pai Tenho os braços bem abertos Estou aqui Estou aqui Faz o adeus, faz o abraço, o rei que está a sofrer Põe seu
grito no silêncio do coração Consolar-te, amar-te eternamente Então segura a minha mão Confia em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei O meu amor é pra sempre Nunca te deixarás Vejo a dor Nunca te deixarás Estou aqui Nunca te deixarei Nos meus braços descanso, asseguro
Que maravilha podermos escutar esta mensagem através das vozes do quarteto Voz da Esperança e termos renovado esta ideia de que Jesus está a fazer-nos um convite e este convite, acredito, é para si também. Hoje, ao terminar, quero só relembrar-lhe que lhe estou a oferecer hoje um guia de estudo muito especial que lhe permite fazer um estudo aprofundado do profeta Daniel. São as profecias de Daniel aqui apresentadas e estudadas com detalhe, capítulo a capítulo, com revelações muitíssimo importantes que encontramos neste livro extraordinário. Peça para si, é uma oferta que estamos a fazer, como sempre aqui, 933 939291 é o nosso número.
Envie uma mensagem e peça, então, esta oferta, as profecias de Daniel. Para a minha parte, foi um prazer ter estado consigo, ter-nos encontrado, como sempre aqui, semana após semana, na Voz da Esperança, mas o encontro fica marcado. Se Deus quiser, convida e saúde, se a tivermos, cá estaremos para a semana. Fico ao convite para regressar connosco. Até lá, que Deus o abençoe.
Neste episódio da Voz da Esperança, somos convidados a redescobrir uma verdade simples, mas profundamente necessária, parar também faz parte da missão.
Num tempo marcado pela pressa, responsabilidades, trabalho, serviço e cansaço, Jesus continua a dizer-nos: “Vinde vós aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco.” Marcos 6:31.
Através da experiência dos discípulos, este episódio lembra-nos que o descanso não é abandono, é preparação. A comunhão com Deus fortalece a fé, renova a alma e ajuda-nos a servir com mais equilíbrio, sabedoria e dependência do Senhor.
Descubra como o exemplo de Jesus nos ensina a silenciar o ruído, voltar à fonte do poder e encontrar verdadeiro descanso na presença de Deus.
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