e aí Olá, meu amigo, minha amiga. É um gosto enorme reencontrarnos. Se tem estado conosco nos programas anteriores, sabe que iniciamos há algumas semanas uma viagem através das palavras que traduzem em virtudes práticas o nosso dia a dia. Se chega agora, seja muito bem-vindo, muito bem-vinda ao Palavras e Virtudes. Eu sou o Jorge Machado e hoje damos mais um passo nesta caminhada explorando os valores que edificam a nossa vida espiritual.
Hoje vou falar-lhe de uma palavra que encerra no seu significado aquilo que mais precioso todos temos. A palavra que escolhi para a nossa reflexão é vida. O apóstolo Tiago, no penúltimo capítulo da sua pequena epístola, ele escreveu o que consideramos o que é óbvio. Dizia ele, digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã, porque o que é a vossa vida? É um vapor que aparece por pouco e depois desvanece. Hoje não estamos aqui apenas para falar sobre os dias que passam, mas sobre como escolhemos viver cada um deles.
Falar sobre a vida e o que é vida não é uma tarefa fácil e isso Acontece porque a vida não é uma ideia fixa ou imutável. Ela é um fluxo constante de contrastes. Pode ser a fragilidade de um sopro ou uma força de uma superação. Prepare o seu coração e fique connosco nesta caminhada que, semanalmente, fazemos juntos. Antes de prosseguir com o tema, quero apresentar-lhe a oferta que reservamos para si, a revista Esperança. De facto, não se trata simplesmente de qualquer revista, mas de um manual de estudo da Bíblia, com o título Eu Creio.
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Falávamos de vida. Quando nos referimos à vida, podemos estar a falar do período da nossa existência ou simplesmente a uma determinada fase desse período. Podemos ainda estar a referir-nos ao modo de viver, ou seja, a um tipo de comportamento, mas também podemos referir-nos a uma ocupação, à nossa profissão como um modo de vida. Pode-se ainda pensar em vida como a essência, fundamento ou causa. Podemos ir tão longe que a vida pode ser referida como uma biografia ou história de alguém. É verdade, não há muito a dizer sobre a origem da palavra vida.
O que sabemos é que essa palavra na língua portuguesa teve a sua origem no latim, aliás como a grande maioria das palavras que nós usamos. Há ainda quem afirme que a própria palavra latina vita nasceu de uma expressão indo-europeia. Bom, seja como for, não me vou deter sobre a análise etimológica da palavra. Vamos, sim, refletir em alguns aspectos sobre aquilo que consideramos de maior importância quando se fala de vida. Muito além dos conceitos ou teorias metafísicas acerca da origem da vida, Importa, sobretudo, considerar a razão da nossa existência como seres viventes, bem como o sentido que traçamos para essa vida.
Partindo do princípio criacionista acerca da vida humana, o qual está narrado de forma cronológica no livro de Génesis das Escrituras Sagradas, vamos constatar que a primeira dádiva de Deus ao homem foi a vida. De forma simples, ali é narrado o princípio da existência humana. A narrativa descreve o homem, ou aliás, o modo como Deus fez o homem. Refere que Deus o fez a partir do pó da terra, dando-lhe uma estrutura física. Depois Deus ofereceu-lhe o sopro de vida e o texto diz que Deus soprou nas narinas do homem.
O folgo de Deus foi o elemento divino que deu vida ao corpo. Ora, este ato de Deus soprar nas narinas do homem simboliza uma intimidade única que nos distingue das outras criaturas. O texto diz, e o homem passou a ser uma alma vivente. Desde o instante em que o sopro vital transformou a argila em consciência, o homem passou a ser uma alma vivente. Nesse despertar, firmou-se um pacto eterno. A vida e o tempo tornaram-se companheiros inseparáveis, caminhando lado a lado em uma jornada finita.
Viver, portanto, é a arte de fazer do tempo a nossa morada. A nossa existência não ocorre no vácuo, mas sim no desenrolar de cada segundo, na sucessão de amanheceres e no conjunto de dias que nos são concedidos. Cada batida do nosso coração é um segundo que passa, cada respiração uma parte da vida que se escoa no tempo. No percurso da vida, o tempo deixa de ser apenas medida e converte-se no espaço vital onde a nossa essência é verdadeiramente tecida. É verdade, é no tempo que amamos.
Criamos e deixamos marcas e isso é viver. Somos seres feitos de dias, moldados pela passagem das horas, celebrando a dádiva de ser uma alma vivente que, enquanto respira, faz do tempo o palco da vida e que é a sua maior obra. Eu lembro-me de ouvir falar sobre um professor que uma vez surpreendeu um dos seus alunos com uma pergunta desafiadora. Então ele perguntava, se a tua vida fosse um livro e tu estivesse na metade dele, o que o leitor sentiria ao virar a próxima página?
Medo? Entusiasmo ou tédio? Essa pergunta do professor não era apenas um exercício de criatividade, mas um espelho colocado diante da vida daquele aluno. O silêncio que se seguiu foi profundo. O aluno, que até então encarava a vida como uma sucessão de direitos e protestos, percebeu que se a sua vida fosse um livro encerrado naquele momento, o leitor encontraria apenas capítulos de reclamações sobre o que lhe faltava e quase nenhuma linha de gratidão pelo que já possuía. Naquele dia, a lição não foi sobre biologia.
mas sobre o privilégio de viver. Ele entendeu que a beleza da existência não está no que a vida nos deve, mas na forma como transformamos em dádiva a oportunidade de fazer parte da história.
O privilégio de viver. A grande bênção de Deus. Muitas vezes vivemos como se o amanhã fosse uma garantia. quando na verdade a vida é o único agora que possuímos. Há alguns anos eu aprendi uma lição que mudou a minha forma de olhar para a vida. Hoje compreendo perfeitamente que Deus não me deve nada, mas eu devo tudo a Deus. E o drama do homem é que nós não temos como pagar. Por vezes precisamos de um momento de perda para entender o valor real de cada minuto que a Deus nos concede para vivermos, fruto da sua infinita misericórdia.
Meu amigo, minha amiga, é no vazio deixado por quem nos deixou ou numa fase complicada da vida que algumas vezes a nossa visão torna-se nítida. A perda, a provação, embora dolorosas, funciona como um véu que se rasga revelando que a verdadeira riqueza não está no que possuímos, mas no tempo que nos é dado para amar, servir e simplesmente ser. Quando Deus se inclinou sobre o barro para dar forma à sua principal obra da criação, Ele não estava a desenhar uma engrenagem ou a programar um sistema de funções automáticas. Não. Deus não criou uma máquina.
Ele suprou a vida em toda a sua complexidade. No design divino, fomos dotados de três faculdades que nos distinguem de qualquer mecanismo. A capacidade de pensar, a profundidade de sentir e a coragem de agir com liberdade. Sim, cada batida do coração não é um processo apenas mecânico, mas um ato contínuo da Graça Divina. Quando compreendemos que cada segundo é uma extensão da Misericórdia de Deus, permitimos que nasça do íntimo da nossa mais natural e espontânea resposta ao Criador, a gratidão. O salmista do Antigo Testamento Elevava a Deus um cântico de gratidão ao refletir sobre o dom da vida.
E ele dizia, eu te louvarei porque de um modo assombroso e tão maravilhoso fui feito. Maravilhosas são as tuas obras e a minha alma o sabe muito bem. Enquanto refletimos sobre esta palavra que pode encontrar aqui na Bíblia, no Salmo 139, vamos fazer um breve intervalo e voltamos dentro de alguns momentos. TV Novo Tempo, o canal da educação, o canal da esperança. Estamos de volta à sua companhia e começo por falar-lhe do Guia de Estudo Eu Creio.
Se procura respostas profundas sobre diversos temas bíblicos, é com alegria que apresentamos o novo Guia de Estudo Bíblico Eu Creio, uma jornada prática e transformadora pelas verdades fundamentais da Palavra de Deus. Este material foi desenhado para quem deseja compreender melhor o plano divino para a sua vida de forma acessível. A melhor parte? Bom, a melhor parte é que o guia é totalmente gratuito.
Peça o seu exemplar, agora mesmo, através do telefone 933-939291. 933-939291. São muitos os escritores bíblicos que escreveram acerca da vida e alguns deles a relacionam com o tempo. A vida e o tempo correm juntos. Salomão, o grande sábio da Antiguidade, quando falava do tempo, falava também da vida. Em um dos seus mais conhecidos escritos, o Livro de Eclesiastas, ele diz, tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer e há tempo de morrer. Salomão, ao referir-se ao propósito da vida, ele fala, em primeiro lugar, dos dois extremos da existência humana. O tempo de nascer e o tempo de morrer. Entre estes dois extremos, existe uma linha de tempo que não é mais do que a nossa existência. O que fazer com esse tempo de existência? Bom, depende essencialmente das nossas escolhas e do sentido que damos à nossa vida. No fundo, o que o grande sábio nos quer ensinar é que aquele que nos deu o sopro de vida não irá escolher por nós, mas deu-nos os meios essenciais para fazermos as nossas escolhas.
Para além da dádiva suprema da vida, Deus criou-nos também suficientemente livres. Então, impõe-se como coerente a grande questão, qual o sentido da minha vida? É sem dúvida uma questão muito pessoal, mas que nenhum de nós está impedido de a fazer e que até é razoável e necessária. Saber por onde vamos será mais importante do que saber para onde vamos. É bom caminharmos com um objetivo quanto ao futuro, mas é essencial saber caminhar para o alcançar. Então, voltamos à sabedoria de Salomão.
Quando ele refletia sobre a existência como um caminhar no tempo, ele dizia, há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte. Imagine alguém que pensa que segue na direção correta, mas que em algum momento descobre que, afinal, precisa de mudar de direção. Pois é, quantos hoje seguem em sentido contrário numa autêntica contramão, em plena estrada da sua existência.
Mas, afinal, como saber se vou ou não na direção certa? Como descobrir o melhor sentido para a vida? Mais sábio do que Salomão é, sem dúvida, aquele que nos trouxe à existência, aquele que no princípio de todas as coisas era o verbo que estava com Deus e que era Deus, Jesus Cristo. Ele próprio nos indica o único caminho, mas não um qualquer caminho, o caminho para a vida plena. Ele diz, eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Vida em abundância é a dádiva de Jesus e é mais do que simplesmente o período ou dias da nossa existência terrena.
A vida em abundância da qual Cristo falou está ligada à sua suficiência no que diz respeito à nossa salvação. Sua obra é perfeita e indispensável em nossas vidas. Sim, Cristo aponta-nos como objetivo alcançar uma outra dimensão de vida quando afirmava, eu sou o caminho, a verdade e a vida, e ninguém vai ao Pai senão por mim. Neste texto do capítulo 14 do Evangelho segundo João, encontramos três significativas palavras, caminho, verdade e vida. Jesus, ao dizer, eu sou o caminho, não apresenta apenas uma direção ou um conjunto de regras, mas a sua própria pessoa como a ponte exclusiva entre o homem e Deus.
Num mundo de trilhos confusos, ele posiciona-se como o único caminho seguro que conduz à presença do Pai. Ao dizer eu sou a vida, ele liberta-nos das ilusões e das incertezas existenciais. Enquanto o mundo oferece verdades relativas e passageiras, Cristo apresenta-se como realidade imutável, o padrão pelo qual toda a vida deve ser medida. E esse padrão está revelado em sua palavra. Por fim, ao afirmar eu sou a vida, Jesus revela que a existência plena não se encontra em bens materiais ou conquistas temporais, mas na comunhão eterna com o Criador.
A vida do homem depende mais da vontade e da providência divina do que dos meios físicos de subsistência. Sim, Jesus é a fonte da vitalidade espiritual. Ele foi bem perentório quando respondeu ao tentador. Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Viver de toda a palavra significa que a nossa existência espiritual é sustentada pela obediência e confiança no que Deus revela. Quando Jesus enfatiza, ninguém vem ao Pai senão por mim, sublinha a exclusividade e a urgência deste convite.
A reconciliação com Deus não é fruto do esforço humano, mas a aceitação de quem Jesus é e do que Ele realizou e pode realizar por nós quando lhe entregamos a nossa vida. Cristo é o caminho para o Pai. porque ele é a verdade e a vida. Ele apresenta-se como o único mediador entre o homem e o Pai. Pela sua morte e ressurreição, garantiu-nos hoje a possibilidade de um dia podermos estar junto do Pai em seu reino celestial, desfrutando de uma nova vida, cujos dias são incontáveis, porque o tempo será eterno, assim como a vida será eterna.
Amigos, ouvimos hoje a verdade mais urgente das nossas vidas. Cristo é o caminho. Não há um dos caminhos, não é um dos caminhos, mas a única ponte, o único caminho, a única ponte capaz de atravessar o abismo que nos separava do Pai. Ele diz, eu sou o caminho. Neste exato momento, você e eu estamos diante daquele que é a verdade absoluta e a vida que nunca se apaga. Através da sua morte, ele pagou a nossa dívida. Através da sua ressurreição, ele abriu o portal para um reino onde o tempo não tem domínio e os dias são incontáveis.
Você e eu precisamos mais caminhar, não precisamos caminhar mais sem rumo ou tentar alcançar a Deus pelos nossos próprios méritos. O mediador já está aqui. Ele oferece hoje a garantia de que não temos apenas uma nova vida, mas que desfrutamos da eternidade ao lado do Criador. se sente que o seu caminho tem sido incerto, se busca uma verdade que não mude com o mundo ou se anseia por uma vida que a morte não possa tocar, apropie-se desta promessa agora.
Aceita hoje o sacrifício de Cristo. Deixe que o pão que desceu do céu nutra a sua alma para sempre. O Reino Celestial aguarda por si e o acesso é uma só pessoa, Jesus Cristo, o caminho, a verdade e a vida. Ao despedir-me de si, não o quero fazer sem antes voltar a oferecer-lhe a possibilidade de aprofundar estes e outros temas da Palavra de Deus. A nossa proposta para hoje é este belíssimo guia de estudo, Eu Creio. Faça o seu pedido hoje mesmo, através do telefone 933 93 92 91 e receba em sua casa, sem qualquer custo, o Guia de Estudo EuCreio.
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