Tempo

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01 de Setembro de 202625 min 33 s

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A dádiva do tempo

e aí Seja muito bem-vindo, muito bem-vinda ao Palavras e Virtudes. É um privilégio ter a sua companhia aqui na Novo Tempo Portugal. Eu sou o Jorge Machado e hoje vamos explorar reflexões que alimentam a alma e elevam os nossos valores. Fique conosco. No programa de hoje vamos refletir sobre um dos recursos mais preciosos da humanidade.

o tempo, como o usamos, como o valorizamos e que virtude existe em saber esperar. A palavra que hoje escolhi é exatamente aquela que define o que todos possuímos por igual e na justa medida. A palavra escolhida para hoje é tempo. E para nos ajudar a navegar por este vasto oceano que é o tempo, tenho o prazer de apresentar-lhe uma ferramenta indispensável. Trata-se do Guia de Estudo Bíblia Fácil sobre as profecias de Daniel, a história através do tempo.

Este não é apenas um manual de história antiga, mas um mapa profético que nos mostra como a mão de Deus conduziu o destino das nações e como continua a guiar o nosso presente. Peça hoje mesmo o Guia de Estudo, Profecias de Daniel. Sabe quanto tem de pagar por este Guia de Estudo? Não tem que pagar nada. Ele chegará às suas mãos inteiramente grátis. Pode pedi-lo através do telefone 933 93 92 91. 933 93 92 91. Este é um presente exclusivo do canal Novo Tempo Portugal.

Não há poeta ou escritor que não cite, não há filósofo que sobre ele não argumente. Também não há político que não utilize em suas promessas, nem pregador que o dispense em seus sermões. Não há namorado que não pense que ele voa e não há um único ser humano que não sinta a sua passagem. É isso mesmo, o tempo. Hoje estou aqui para refletirmos sobre tempo. Muito se fala sobre o tempo, que cada coisa tem o seu tempo, que não podemos apressar o tempo, que dispomos de todo o tempo do mundo, que o tempo tudo cura e que o tempo passado foi o melhor tempo.

O tempo, essa dádiva de Deus que nos é oferecida em grande medida e que dele dispomos livremente. Mas vamos começar pela palavra, a palavra tempo. Em latim diz-se tempus, teve origem, provável, no indo-europeu, e pronunciava-se tempos, que significava esticado ou alongado, traduzindo a ideia de algo que se prolongava invariavelmente. Já os antigos gregos? usavam duas palavras para tempo, crónos e cairós.

Crónos era usado como referência ao tempo quantitativo ou sequencial, o qual pode ser medido foi desse étimo, crónos, que surgiu a palavra que dá nome ao aparelho que é muito usado nas competições desportivas, o cronómetro. Por sua vez, Kairós era usado como referência ao tempo qualitativo, um momento indeterminado no tempo em que algo excepcional acontece. Todos sabemos que, comumente, tempo é a maneira como dividimos ou contamos os momentos, sejam em segundos, minutos, horas, dias, semanas, séculos ou até milénios.

No nosso dia-a-dia, o tempo tem uma importância primordial, pois o usamos para todas as nossas atividades, no planear, no organizar ou também para marcar acontecimentos futuros ou mesmo para refletir sobre o passado. Dependemos em tudo do tempo. Porém, ele flui uniformemente, sem qualquer mudança. O tempo é dado a todos na mesma medida. Todos temos a mesma quantidade de tempo num dia, mas nem todos usamos o tempo da mesma maneira. Eu gosto de ilustrar isto da seguinte forma.

Imagine um banco, ou que um banco deposita na sua conta todos os dias, exatamente 86.400 euros. Mas há duas regras rígidas. A primeira regra, tudo o que não gastar durante o dia é apagado. Não pode acumular saldo para o amanhã. Segunda regra, o banco pode fechar a sua conta a qualquer momento sem aviso prévio. Então vamos pensar assim, esse banco é o tempo. Todos os dias recebemos 86.400 segundos.

Não importa se você é um chefe executivo ou um estudante, ninguém recebe um segundo a mais. O que diferencia as pessoas não é o depósito, mas como decidem investir esse montante antes que o dia acabe. O tempo é uma dádiva de Deus, mas deve ser utilizado com sabedoria. É no tempo que somos moldados e é por ele que podemos criar memórias enquanto refletimos sobre a transitoriedade da vida. Aliás, a vida e o tempo entrelaçam, são interdependentes. Não é possível separá-los, pois quando não temos um, deixamos de ter o outro.

A origem do tempo e da vida são coincidentes. Embora se achem escondidos no mistério, sabemos de onde vieram. Ambos vieram num tempo onde o tempo não existia, porque só o Deus Eterno existia, independente do tempo. Esta ideia convida-nos a olhar para a nossa vida não apenas como uma sucessão de minutos que se esgotam, mas como um presente concedido por alguém que habita fora da linha do tempo. Alguém que não teve princípio, nem terá fim.

Por isso, é eterno. Se a vida nasceu do Deus eterno, que é independente do tempo, Então, cada

O tempo determinado

momento do nosso viver é um eco dessa eternidade. O rei Salomão, conhecido como um dos mais sábios entre os humanos, quando falava do tempo, falava também da vida ou da nossa existência. No seu livro de Eclesiastes, no terceiro capítulo, ele discorria da seguinte maneira. Tudo tem o seu tempo determinado. E há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer e tempo de morrer. Tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou. Tempo de matar e tempo de curar.

Tempo de derribar e tempo de edificar. Tempo de chorar e tempo de rir. Tempo de prantear e tempo de saltar. Tempo de espalhar pedras e tempo de juntar pedras. Tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar. Tempo de buscar e tempo de perder. Tempo de guardar e tempo de deitar fora. Tempo de rasgar e tempo de cozer. Tempo de estar calado. e tempo de falar, tempo de amar e tempo de aborrecer, tempo de guerra e tempo de paz. Encontramos este texto em Eclesiastes, capítulo 3, versículos de 1 a 8.

Este célebre texto de Eclesiastes convida-nos a uma reflexão profunda sobre a paciência e a aceitação no tempo que corre sem cessar. No mundo que exige pressa, o texto recorda-nos que a vida prossegue dia a dia numa sucessão de ciclos inevitáveis. Tal como as estações do ano, a nossa existência alterna entre o plantar e o colher, o chorar e o rir. Compreender que existe um tempo determinado retira-nos o peso de querer controlar aquilo que é incontrolável. A concessão de tempo na Bíblia não é tanto uma entidade abstrata ou simplesmente quantitativa, medida por anos, dias, horas, minutos e segundos, dentro do qual tudo se acomoda e tudo acontece.

É claro que, no princípio, Deus dividiu o tempo quando fez cada dia com uma tarde e uma manhã e quando estabeleceu um ciclo semanal desde o primeiro ao sétimo dia, no qual descansou, abençoou e santificou. Mas a ideia bíblica de tempo é algo mais profundo e qualitativo, que integra o homem criado por Deus e que assinalava eventos significativos. Quando reconhecemos que a nossa origem não está no acaso, mas em Deus, percebemos que o tempo que dispomos para viver é um dom de Deus, um empréstimo sagrado.

Nós não criamos o nosso tempo, recebêmo-lo como espaço onde a vida acontece. Um exemplo dessa compreensão acerca do tempo como uma dádiva divina, encontramos numa declaração de Davi, o autor do livro de Salmos, ao falar com Deus, ele dizia no seu Salmo 31, nas tuas mãos estão os meus tempos. Essas mãos que sustentam o universo e existem antes da criação do próprio tempo são o lugar mais seguro onde podemos depositar a nossa vida. Quando o fazemos, o tempo deixa de ser um inimigo que foge e passa a ser o cenário onde a vontade divina se manifesta.

Confiar que os nossos dias estão guardados por ele é encontrar descanso no agora, sabendo que o amanhã está nas mãos de quem nos ama. Que essa tranquilidade de confiar os seus dias nas mãos de Deus seja um presente neste momento, enquanto fazemos uma pequena pausa. Permaneça connosco, pois daqui a pouco retomaremos, no tempo certo, o Palavras e Virtudes. Até já! TV Novo Tempo, o canal da música, o canal da esperança. É bom estar de regresso e contar com a sua presença até ao final deste nosso encontro.

A palavra que escolhemos para o tema de hoje é tempo. Temos vindo a falar de tempo como uma dádiva de Deus que a todos dá em igual medida. Antes de prosseguirmos pelo tempo onde as palavras e virtudes se encontram, quero apresentar-lhe uma vez mais o nosso Guia de Estudo Bíblia Fácil, uma edição com base nas profecias de Daniel. Este não é apenas um relato do passado, mas um mapa profético do agir de Deus no tempo e na história, no presente e no futuro. O Guia de Estudo sobre Profecias Daniel está à sua disposição, inteiramente gratuito.

Basta entrar em contacto com o canal Novo Tempo Portugal, através do nosso número de telefone, tome nota, 933-93-9291.

A plenitude dos tempos

933-939291. Deus habita a eternidade e a eternidade é um estado de ser onde tudo é presente simultaneamente. Não foi por acaso que quando questionado por Moisés acerca de como deveria apresentá-lo diante do rei do Egito, Deus lhe disse, dirás ao faraó, eu sou o meu enviou. Deus revela a sua existência e diz que não é uma sucessão de momentos, mas uma presença absoluta. O tempo está ligado de forma constante ao ser e ao acontecer de tudo o que existe.

Na verdade, cada segundo está preenchido pela presença de Deus, que trabalha de forma incessante pela nossa salvação. O apóstolo Paulo, quando escrevia aos Gálatas, falava do tempo de Deus e da plenitude do tempo da salvação. Ouça o que ele disse na sua carta aos Gálatas no capítulo 14. Todavia, quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher, nascido também debaixo da autoridade da lei. Em primeiro lugar, o apóstolo fala da plenitude dos tempos, revela que Deus não tem pressa, mas tem o seu tempo determinado.

Ele deixou que o tempo corresse até o momento apropriado para que a vinda de Cristo tivesse o impacto necessário. Em segundo lugar, ao dizer nascido de mulher, enfatiza a encarnação de Jesus. Jesus não veio ao mundo como anjo. Ele nasceu de uma mulher. Com isso, o apóstolo está a querer dizer que ele assumiu a nossa natureza humana, as nossas limitações para poder ser o nosso substituto perfeito. Ele tornou-se um de nós para que nós pudéssemos ser contados como filhos de Deus.

Eu gosto de refletir num texto bíblico que considero um dos que, de forma mais clara, expressa a motivação de Deus ao enviar o Seu Filho ao mundo, na plenitude do tempo. Gostaria de partilhar esse texto consigo. Se tiver a sua Bíblia por perto, leia o que está escrito em 2 Coríntios, capítulo 8 e versículo 9. Ouça. porque já sabéis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza enriquecêsseis. A riqueza de Cristo mencionada por Paulo não se refere a bens materiais, mas à plenitude da glória divina.

Jesus habitava a eternidade cercado pela adoração celestial e em perfeita comunhão com o Pai. No entanto, por um ato de amor voluntário, ele escolheu o esvaziamento. Ao fazer-se pobre, ele não apenas assumiu a condição humana, mas escolheu habitar o limiar da dignidade humana. nasceu em uma estravaria, viveu como um carpinteiro e morreu como um criminoso na cruz. Ele abraçou as nossas limitações, as nossas dores e a nossa própria finitude.

O nascimento de Cristo não só dividiu a história em antes e depois, mas também marcou o tempo da nossa salvação. o tempo de reconciliação entre Deus e os homens a quem concede a sua graça e o seu favor. Este tempo, anunciado por anjos em cânticos de alegria e louvor, convida-nos hoje a fixar o olhar num momento em que Cristo se fez pobre para nos enriquecer. Há a justiça de Cristo que cobre os nossos pecados, é aquela que nos pode enriquecer.

Que maior riqueza pode existir do que a da salvação, a da salvação eterna? Sim, estimado amigo, estimada amiga, esse tempo anunciado convida-nos a fixar o nosso olhar no momento em que Cristo pendendo da cruz, se entregava em agonia e dor, levando consigo o pesado fardo das nossas culpas e ofensas. Aquele tempo de sofrimento, de dor e de profunda agonia foi o tempo da plenitude, o tempo da nossa reconciliação com Deus, o tempo da justiça de Deus, E esse, meus amigos, é o único que temos, aquele que hoje nos é oferecido por Cristo.

Mais uma vez, eu convido a prestar atenção ao que diz Deus na sua palavra.

O tempo da salvação

Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação. Eis aqui agora o tempo aceitável. Eis aqui agora, o dia da salvação. Esta palavra pode ler em 2 Coríntios, no capítulo 6 e no versículo 2. O texto começa com uma promessa de acolhimento. Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação. Isso revela que existe um alinhamento entre a nossa necessidade e a prontidão de Deus. Jesus nunca chega a ser demais, nem tarde demais à nossa vida. Ele vem no tempo oportuno, quando a sua graça pode produzir o fruto perfeito em nós.

Essa confiança no tempo de Deus, o tal Kairós, sugere que a espera não é um vazio, mas um período de preparação. Enquanto o tempo humano, o tal Cronos, se apressa, a Graça Divina atua como um agricultor que não colhe o fruto verde nem permite que ele apodreça no pé. Se reparou? O texto que citei, a palavra é agora. E essa palavra agora é repetida e está no centro do apelo de Jesus a cada um de nós. Eis aqui agora o tempo aceitável. Eis aqui agora, o dia da salvação.

Vivemos muitas vezes presos aos erros do passado ou ansiosos pelas incertezas do futuro. No entanto, a salvação e o encontro com Cristo acontecem no presente, agora, eis aqui agora, o dia aceitável, eis aqui agora, o tempo da salvação. O amanhã é uma promessa que não nos pertence, o ontem é uma página que já foi escrita, o agora é o único lugar onde podemos tomar uma decisão, mudar de rumo e aceitar o estender da mão de Deus. Meu amigo, minha amiga, a palavra de Deus é clara.

O relógio da eternidade marca o tempo e o tempo é agora. Deus não está à procura de quem você foi, nem espera por quem você pretende ser. Ele estende a mão para quem você é neste momento. Este é o tempo aceitável. Se sente que Deus tocou o seu coração, se o seu coração anseia por uma mudança de rumo, oh, meu amigo, não espere pelo amanhã ou pelo depois. A salvação é um encontro que acontece no presente. Receba agora a bênção de Deus e a certeza da sua maravilhosa graça, a graça de Cristo.

E porque o tempo passou, o nosso encontro de hoje está a chegar ao fim. Quero agradecer a sua presença. e aproveitar os escassos minutos que dispomos para lembrar que tenho ao seu dispor este guia de estudo sobre as profecias de Daniel. É inteiramente grátis e pode solicitá-lo pelo telefone 933-939291. Não hesite. Peça-o hoje mesmo, irá recebê-lo sem qualquer custo em sua casa.

Por fim, ainda lhe deixo uma última palavra. O relógio de Deus não é o nosso. Ele conhece o tempo como nós não conhecemos, porque Ele o criou. Enquanto nós vivemos dentro do tempo, limitados pela sucessão de segundos e pela ansiedade do futuro, Deus habita a eternidade, observando o início, o meio e o fim, como um quadro único, completo. Por isso, aceitemos hoje o convite de Deus para irmos a Cristo agora. Foi assim que, com muito prazer, uma vez mais lhe trouxe palavras e virtudes. Falamos-lhe de tempo, do tempo aceitável, do dia da salvação.

E agora é o tempo. Abra o coração à esperança e permita que Jesus, à luz do mundo, ilumine a sua vida. Eu sou o Jorge Machado e foi uma benção poder estar consigo ou tê-lo conosco. Em nome de toda a equipa Novo Tempo Portugal, o nosso muito obrigado e até a próxima semana.

Sobre este episódio

O tempo de Deus não se atrasa nem se adianta. E a Bíblia deixa um convite claro: o tempo da salvação é agora.

Série
Palavras e Virtudes · 21 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 15
Estreou
01 de Setembro de 2026
Categoria
Outros