E É com o coração cheio de alegria que abrimos as portas do nosso programa Palavras e Virtudes. O seu espaço de pausa, reflexão e inspiração para aí enfrentar com outra perspectiva o que ainda falta desta semana. Hoje o nosso programa gira em torno de uma palavra simples que representa o gesto mais natural, aquele que nada custa, mas que enriquece.
enriquece profundamente quem o recebe. Hoje vamos falar sobre sorriso. Mais do que uma expressão no rosto, pode-se atribuir ao sorriso o estatuto de virtude. A virtude que cura, que aproxima e que desarma qualquer barreira. Daqui a pouco vamos descobrir como um sorriso genuíno pode ser uma ferramenta de fé, um ato de amor ao próximo e o primeiro passo para transformar o dia de alguém. Sente-se connosco, descontraia, sorria e deixe que a paz e a alegria invadam o seu lar.
Obrigado pela sua companhia. O Palavras e Virtudes começa agora e começa, claro, com um sorriso. Permita-me, antes de prosseguirmos, que lhe apresente este utilíssimo manual. Trata-se do Guia de Estudo Mente Feliz. Se procura equilíbrio, um novo ânimo, um novo sorriso e estratégias para uma vida mentalmente saudável, esta leitura é indispensável. Não tem qualquer custo, é totalmente gratuito. Para o receber, pode ligar agora, ou quando desejar, para o 933 93 92 91.
933 93 92 91. A Novo Tempo Portugal faz questão de oferecer este recurso que sem que tenha de despender qualquer custo, pois o Guia de Estudo Mente Feliz é inteiramente gratuito. Queremos estar ao seu lado em cada passo, apoiando o seu bem-estar em todos os
momentos. Ele aparece por vezes inibido, outras vezes sedutor. Também pode ser franco ou disfarçado. Por vezes vêmo-lo cativante e até deslumbrante. De quem estarei a falar? Pois é, é isso mesmo, estou a falar-lhe do Sr. Sorriso. Mas vamos começar com o nome, com a palavra. A palavra sorriso tem a sua origem no latim e foi formada a partir do prefixo sub, que significa abaixo, mais o termo riso. o qual advém do verbo latino ridere.
Assim nasceu o nosso substantivo masculino, sorriso. Por isso, na sua essência etimológica, o sorriso é literalmente um pequeno riso ou o riso atenuado, ou seja, um riso leve que fica logo abaixo de uma gargalhada. Ora, neste contexto etimológico, sorriso surge como o ato de rir de forma discreta, sem ruído ou silenciosamente. É verdade, o sorriso nem sempre o temos. Mas quase sempre o vemos e de quando em quando aparece nos nossos lábios como uma forma amável de nos comunicarmos.
É um gesto facial, mas não é um gesto qualquer, pois possui um enorme poder de transformação. É capaz de atrair olhares, desimpedir barreiras e abrir novos rumos. no dia-a-dia ajuda e facilita as habituais rotinas, criando uma atmosfera saudável no trabalho, na escola ou até nos negócios. Não tenha dúvida, o sorriso é o melhor cartão de visita que alguém pode possuir. Não é de agora, desde há muito tempo que se vem falando das vantagens que o sorriso nos traz em termos psíquicos e até físicos, promovendo o bem-estar, a vitalidade e muito daquilo que nos ajuda a manter o equilíbrio emocional.
Um simples sorriso pode transformar-se numa descontraída e salutar gargalhada que, segundo os entendidos, contribuirá em grande medida para a boa saúde. Talvez por essa razão se diz que rir, pois é, é o melhor remédio. O filósofo e sociólogo alemão Helmut Plesner, reconhecido na década de 80 como um dos fundadores da antropologia filosófica contemporânea, dedicou a sua obra a compreender a natureza única do ser humano e a diferenciá-lo dos restantes animais através da biologia e da filosofia.
Ao refletir sobre as diversificadas expressões do rosto, a que chamou diversidade de tons afetivos, foi parametório ao afirmar que o sorriso é a expressão facial do nosso ítimo e que possui um misterioso poder contagiante. Na verdade, assim é. Quem resistirá a um sorriso franco ou amável que não retribua com outro sorriso? Quase ninguém compreende. Quase ninguém compreende verdadeiramente o poder que um sorriso contém. Na azáfama dos dias modernos, ele é frequentemente negligenciado, reduzindo a um mero gesto social ou a um reflexo automático de cortesia.
No entanto, o sorriso, que parte de um coração sincero, é uma das forças mais transformadoras e subestimadas da experiência humana, possuindo a capacidade única de alterar realidades instantaneamente e de projetar os seus efeitos por caminhos que desafiam o próprio tempo. Em primeiro lugar, um sorriso tem o poder de desarmar. É isso, ele funciona como uma ponte invisível construída sobre o abismo do isolamento ou da hostilidade. Quando sorrimos para alguém, quebramos defesas psicológicas sem pronunciar uma única palavra. Num ambiente de trabalho, nas ruas movimentadas ou no silêncio pesado de um hospital, esse gesto sincero de sorrir altera o ambiente de um espaço, um sorriso pode transformar um estranho num amigo e o medo em segurança.
Mas, de facto, o que o sorriso muda, em primeiro lugar, é a nossa percepção imediata do mundo e a forma como o mundo escolhe responder-nos. Contudo, a verdadeira magia do sorriso reside no mistério de até onde os seus efeitos se perpetuam.
Um sorriso quase sempre nunca termina em si mesmo. Ele é o primeiro elo de uma reação em cadeia invisível. A história em versos que vos vou contar vem a reforçar esta inquestionável verdade acerca dos efeitos duradouros do sorriso. Foi escrita por um jovem estudante que, em versos, conta a história de alguém que decidiu semear sorrisos. Por essa razão, o poema tem o título O Semeador de Sorrisos. Vamos lá. Na vila cinzenta de Passos Tristes, onde o tempo teimava em não passar, as pessoas viviam em dias cinzentos, com os olhos no chão, sem saber sonhar.
Até que um dia, de malas na mão, chegou o Sr. Gabriel, com o seu olhar. Não trazia enxada, nem terra, nem grão, mas dizia que vinha para semear. Que plantas tu ou que plantas tu trazes? O povo inquiriu, olhando o casaco de linha invulgar. Gabriel, com doçura, apenas sorriu. Sementes de afeto que vão brotar. A Dona Maria, com dores pesadas, deixou uma palavra de puro louvor. As mágoas da velhinha ficaram curadas e a cara fechada abriu-se em flor. ao pequeno que tanto chorava sentado no banco do velho jardim, de um pássaro de papel que voava e um riso bruto onde o choro era o fim.
Ah, de gesto em gesto, de praça em praça, o vento levou o que ele plantou. A vila perdeu a rotina sem graça e o riso de um ao outro contagiou. E quando a primavera as ruas cobriu, o banco do jardim acordou deserto. O bom semeador no horizonte sumiu, mas deixou o seu fruto bem vivo e perto. Ah, já não havia mais passos tristes. A vila aprendeu a lição do carinho. Quem planta sorrisos acolhe primaveras e nunca mais caminha sozinho. Esta é apenas uma pequena história, mas que ilustra de alguma forma o poder do simples e sincero gesto de sorrir, fazendo-nos perceber que cada um de nós pode também ser um semeador de sorrisos.
E é assim que vamos sorrindo, ou que sorrindo vamos fazer uma pequena pausa para voltarmos depois do intervalo, mas para falar-lhe de algo mais sério. Vamos falar do sorriso de Jesus. Até já!
É com o coração cheio de alegria que abrimos as portas do nosso programa Palavras e Virtudes. O seu espaço de pausa, reflexão e inspiração para enfrentar com outra perspectiva o que ainda falta desta semana. Hoje, o nosso programa gira em torno de uma palavra simples que representa o gesto mais natural, aquele que nada custa, mas que enriquece. enriquece profundamente quem o recebe. Hoje vamos falar sobre sorriso. Mais do que uma expressão no rosto, pode-se atribuir ao sorriso o estatuto de virtude.
A virtude que cura, que aproxima e que desarma qualquer barreira. Daqui a pouco vamos descobrir como um sorriso genuíno pode ser uma ferramenta de fé, um ato de amor ao próximo e o primeiro passo para transformar o dia de alguém. Sente-se connosco, descontraia, sorria e deixe que a paz e a alegria invadam o seu lar. Obrigado pela sua companhia. O Palavras e Virtudes começa agora e começa, claro, com um sorriso. Permita-me, antes de prosseguirmos, que lhe apresente este utilíssimo manual.
Trata-se do Guia de Estudo Mente Feliz. Se procura equilíbrio, um novo ânimo, um novo sorriso e estratégias para uma vida mentalmente saudável, esta leitura é indispensável. Não tem qualquer custo, é totalmente gratuito. Para o receber, pode ligar agora, ou quando desejar, para o 933 93 92 91. 933 93 92 91. A Novo Tempo Portugal faz questão de oferecer este recurso que sem que tenha de despender qualquer custo, pois o Guia de Estudo Mente Feliz é inteiramente gratuito.
Queremos estar ao seu lado em cada passo, apoiando o seu bem-estar em todos os momentos. Ele aparece por vezes inibido, outras vezes sedutor. Também pode ser franco ou disfarçado. Por vezes, vêmo-lo cativante e até deslumbrante. De quem estarei a falar? Pois é, é isso mesmo, estou a falar-lhe do Sr. Sorriso. Mas vamos começar com o nome, com a palavra. A palavra sorriso tem a sua origem no latim e foi formada a partir do prefixo sub, que significa abaixo, mais o termo riso.
o qual advém do verbo latino ridere. Assim nasceu o nosso substantivo masculino, sorriso. Por isso, na sua essência etimológica, o sorriso é literalmente um pequeno riso ou o riso atenuado, ou seja, um riso leve que fica logo abaixo de uma gargalhada. Ora, neste contexto etimológico, sorriso surge como o ato de rir de forma discreta, sem ruído ou silenciosamente. É verdade, o sorriso nem sempre o temos.
Mas quase sempre o vemos e de quando em quando aparece nos nossos lábios como uma forma amável de nos comunicarmos. É um gesto facial, mas não é um gesto qualquer, pois possui um enorme poder de transformação. É capaz de atrair olhares, desimpedir barreiras e abrir novos rumos. no dia-a-dia ajuda e facilita as habituais rotinas, criando uma atmosfera saudável no trabalho, na escola ou até nos negócios. Não tenha dúvida, o sorriso é o melhor cartão de visita que alguém pode possuir. Não é de agora, desde há muito tempo que se vem falando das vantagens que o sorriso nos traz em termos psíquicos e até físicos, promovendo o bem-estar, a vitalidade e muito daquilo que nos ajuda a manter o equilíbrio emocional.
Um simples sorriso pode transformar-se numa descontraída e salutar gargalhada que, segundo os entendidos, contribuirá em grande medida para a boa saúde. Talvez por essa razão se diz que rir, pois é, é o melhor remédio. O filósofo e sociólogo alemão Helmut Plesner, reconhecido na década de 80 como um dos fundadores da antropologia filosófica contemporânea, dedicou a sua obra a compreender a natureza única do ser humano e a diferenciá-lo dos restantes animais através da biologia e da filosofia.
Ao refletir sobre as diversificadas expressões do rosto, a que chamou diversidade de tons afetivos, foi parametório ao afirmar que o sorriso é a expressão facial do nosso ítimo e que possui um misterioso poder contagiante. Na verdade, assim é. Quem resistirá a um sorriso franco, amável, que não retribua com outro sorriso? Quase ninguém compreende. Quase ninguém compreende verdadeiramente o poder que um sorriso contém. Na azáfama dos dias modernos, ele é frequentemente negligenciado, reduzindo a um mero gesto social ou a um reflexo automático de cortesia.
No entanto, o sorriso, que parte de um coração sincero, é uma das forças mais transformadoras e subestimadas da experiência humana, possuindo a capacidade única de alterar realidades instantaneamente e de projetar os seus efeitos por caminhos que desafiam o próprio tempo. Em primeiro lugar, um sorriso tem o poder de desarmar. É isso, ele funciona como uma ponte invisível construída sobre o abismo do isolamento ou da hostilidade. Quando sorrimos para alguém, quebramos defesas psicológicas sem pronunciar uma única palavra. Num ambiente de trabalho, nas ruas movimentadas ou no silêncio pesado de um hospital, esse gesto sincero de sorrir altera o ambiente de um espaço, um sorriso pode transformar um estranho num amigo e o medo em segurança.
Mas, de facto, o que o sorriso muda, em primeiro lugar, é a nossa percepção imediata do mundo e a forma como o mundo escolhe responder-nos. Contudo, a verdadeira magia do sorriso reside no mistério de até onde os seus efeitos se perpetuam. Um sorriso quase sempre nunca termina em si mesmo. Ele é o primeiro elo de uma reação em cadeia invisível. A história, em versos que vos vou contar, vem a reforçar esta inquestionável verdade acerca dos efeitos duradouros do sorriso. Foi escrita por um jovem estudante que, em versos, conta a história de alguém que decidiu semear sorrisos.
Por essa razão, o poema tem o título O Semeador de Sorrisos. Vamos lá. Na vila cinzenta de Passos Tristes, onde o tempo teimava em não passar, as pessoas viviam em dias cinzentos, com os olhos no chão, sem saber sonhar. Até que um dia, de malas na mão, chegou o Sr. Gabriel, com o seu olhar. Não trazia enxada, nem terra, nem grão, mas dizia que vinha para semear. Que plantas tu ou que plantas tu trazes? O povo inquiriu, olhando o casaco de linha invulgar. Gabriel, com doçura, apenas sorriu.
Sementes de afeto que vão brotar. A Dona Maria, com dores pesadas, deixou uma palavra de puro louvor. As mágoas da velhinha ficaram curadas e a cara fechada abriu-se em flor. ao pequeno que tanto chorava sentado no banco do velho jardim, de um pássaro de papel que voava e um riso bruto onde o choro era o fim. De gesto em gesto, de praça em praça, o vento levou o que ele plantou. A vila perdeu a rotina sem graça e o riso de um ao outro contagia. E quando a primavera as ruas cobriu, o banco do jardim acordou deserto.
O bom sameador no horizonte sumiu, mas deixou o seu fruto bem vivo e perto. Ah, já não havia mais passos tristes. A vila aprendeu a lição do carinho. Quem planta sorrisos acolhe primaveras e nunca mais caminha sozinho. Esta é apenas uma pequena história, mas que ilustra de alguma forma o poder do simples e sincero gesto de sorrir, fazendo-nos perceber que cada um de nós pode também ser um semeador de sorrisos. E é assim que vamos sorrindo, ou que sorrindo vamos fazer uma pequena pausa para voltarmos depois do intervalo, mas para falar-lhe de algo mais sério.
Vamos falar do sorriso de Jesus. Até já!
Estamos de regresso para continuar a nossa reflexão sobre o sorriso. Mais do que uma expressão facial, o sorriso é o aponte, um abraço sem palavras e a prova de que nunca precisamos de caminhar sozinhos. Continuemos juntos a desvendar a força deste remédio universal. Porém, ao retomarmos a nossa emissão, quero oferecer-lhe uma oportunidade imperdível de adquirir totalmente grátis este guia de estudo. Pode já solicitar o guia de estudo Mente Feliz, uma ferramenta essencial para quem procura entender a fundo o equilíbrio entre o corpo e a mente.
O objetivo é inspirar confiança em Deus e resiliência mental para enfrentar os desafios da vida. Por isso, não hesite. Contacte-nos desde agora, pois será com muito, muito prazer que lhe enviaremos gratuitamente este exemplar do Guia Mente Feliz. Contacte-nos pelo telefone 933-9392. e 9-1.
Vou repetir 9-3-3, 9-3, 9 2, 9 1. Estamos aqui onde o seu coração encontra companhia. Um dia fui surpreendido por uma criança que me perguntou, alguma vez Jesus sorriu? A minha resposta foi, tenho quase a certeza que sim. Porém, não encontramos nos Evangelhos algum trecho que nos indique que Jesus sorriu. Ao contrário, pelo menos por duas vezes os Evangelhos relatam que Jesus chorou. Chorou junto à sepultura do seu amigo Lázaro, sentindo a dor da separação.
Chorou ao contemplar a cidade de Jerusalém, sentindo a dor da rejeição. Mas tenho a certeza de que Jesus não se negou a essa experiência humana de contentamento e felicidade que é o sorriso. E tenho razões suficientes para isso. A razão porque acredito que Jesus sorriu está nas entrelinhas dos Evangelhos. Embora neles não haja alguma referência ao sorriso de Jesus, a verdade é que, lendo algumas narrativas, somos levados a entrever o seu afável sorriso. Jesus sorriu, provavelmente, nas bodas de Caná, quando o transformou a água em vinho, desfazendo o constrangimento de um jovem casal.
Jesus também terá sorrido ao devolver com vida a uma mãe, na cidade de Nain, o seu único amparo, o seu filho ressuscitado. Jesus sorriu ainda quando, tendo ao seu colo uma criança, dizia, deixem vir a mim os pequeninos e não os impeçam, pois o reino dos céus pertence aos que são semelhantes a eles. Sim, meu amigo, é muito provável que Cristo tenha sorrido pouco antes da sua morte ao declarar uma das suas mais importantes promessas, anunciando o seu reencontro com a humanidade. Não se turbe o vosso coração, dizia Jesus.
Credes em Deus? Crede também em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas. Vou preparar-vos lugar. Virei outra vez e vos levarei para mim mesmo. Ah, não é difícil perceber, através dos Evangelhos, que Jesus não era alguém de fisionomia pálida e melancólica, sem qualquer brilho ou lampejo de felicidade. Não. O seu semblante inspirava confiança, por isso estava sempre rodeado de pessoas, das quais algumas eram crianças, que por ele se sentiam atraídas. Jesus revelou o seu sorriso no mais autêntico da sua vida.
Através dos Evangelhos podemos contemplá-lo e ao fazê-lo encontramos tudo aquilo que nos despoja das falsas seguranças e nos conduz pelo caminho da simplicidade e da gratidão. É lendo os Evangelhos que ali com Cristo vamos encontrar incomparáveis motivos para também sorrir. Trata-se de uma alegria profunda que as ilusões deste mundo não conseguem dar nem tirar. Ao contemplar a mansidão de Jesus, o coração aquieta-se e ganha a certeza de que a sua misericórdia é o remédio perfeito para todas as nossas aflições.
Um sorriso que desarma qualquer orgulho e nos devolve a leveza ao compreendermos que somos profundamente amados por Deus. No capítulo 16 do Evangelho de João, ali capta-se um dos momentos mais íntimos e tensos da caminhada dos discípulos com Jesus. Perante a iminência da crucificação, o Salvador pronunciou palavras que misturam
o mistério da despedida com a certeza do reencontro. dois versículos em particular delimitam a fronteira entre a dor humana e a esperança divina. Eu gostaria de chamar a sua atenção para os versículos 16 do capítulo 22, do Evangelho de João. No versículo 16, Jesus declara, Era uma despedida. Jesus queria dizer-lhes que estava a chegar a hora de voltar para o Pai.
Ao ouvirem isto, os discípulos ficaram perplexos ou até angustiados. E a reação deles é descrita nos versículos seguintes, e foi de total incompreensão. No texto, lemos que os discípulos cochichavam entre si e diziam uns aos outros. O que é isto que ele nos quer dizer? para homens que tinham deixado tudo para seguir o Messias, que esperavam que governasse com poder, a ideia de uma partida iminente e de um ciclo incompreensível de ver e não ver, gerava medo, ansiedade e um profundo sentimento de abandono. E o sorriso desapareceu dos rostos daqueles homens.
Jesus faz essa afirmação intencionalmente para preparar o coração dos discípulos para o choque da crucificação. Ele sabia que a fé deles seria severamente testada nas horas seguintes. Ao antecipar o luto da sua morte e a vitória e da ressurreição, Cristo deu-lhes uma firme certeza a sua ausência não seria uma derrota definitiva, mas uma transição necessária, pois o seu regresso ao Pai abriria o caminho para o Espírito Santo e para uma comunhão ainda mais profunda. Compreendendo a aflição que pairava na sala, Jesus não os deixa no desespero.
No versículo 22, ele reafirma a sua promessa e ele diz, assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza, mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vula tirará. Esta afirmação foi o bálsamo que terá devolvido o sorriso e a paz aos discípulos, ao garantir outra vez vos verem. Jesus, desta forma, transformou a perspectiva da dor futura. O sorriso deles não voltaria por uma ilusão, mas pela certeza de que a morte seria vencida.
A promessa de um reencontro físico e espiritual pós-ressurreição mudou tudo. A tristeza que os dominava era apenas temporária. semelhantemente às dores de um parto que dão lugar a uma nova vida. A conexão entre estes dois momentos revela uma promessa de estabilidade. A alegria que lhes devolveu o sorriso não dependia das circunstâncias, mas da vitória de Cristo sobre a morte. Por estar fundamentada na realidade da ressurreição, tornou-se uma alegria
permanente. um património da alma que o mundo nunca mais conseguiria roubar. Quantas vezes, meu querido amigo, minha querida amiga, deixamos de sorrir quando perdemos alguém que muito amamos e que agora não temos mais junto a nós? Mas saiba que esse sorriso foi apagado pela dor da perda e ele será devolvido no grande dia da ressurreição por aquele que prometeu. Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza, mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria vula tirará.
Essa promessa convida-nos a olhar para além da saudade do dia a dia. A dor da perda é real e tem o seu tempo, mas não será o capítulo final da nossa história. Saber que existe um reencontro prometido traz uma paz silenciosa ao coração, permitindo-nos guardar as boas memórias com gratidão e serenidade. Por isso, vivamos o nosso momento com esperança, sabendo que o nosso sorriso não se perdeu para sempre. Ele está guardado na certeza de um amanhã seguro, firmado por aquele que cumpre o que prometeu. Que essa certeza lhe vie qualquer dia triste que possa existir em sua vida e lhe
traga o descanso que a sua alma hoje necessita. O nosso tempo está mesmo a terminar. No entanto, ainda restam alguns pouquíssimos minutos para lembrá-lo que tem ao seu dispor este Guia de Estudo Procura Equilíbrio, Paz e Resiliência para os Desafios do Dia-a-Dia. O canal Novo Tempo Portugal preparou para si o Guia de Estudo Mente Feliz, uma ferramenta essencial para fortalecer a sua mente e renovar a sua confiança em Deus. Queremos oferecer-lhe este presente, por isso entre em contacto conosco agora mesmo e peça o seu exemplar gratuito.
Ligue para o 933-939291. Novo Tempo Portugal, mais perto de Deus, mais perto de si. E é assim que hoje me despeço de si. Não sei quantas vezes sorriu ou não enquanto olhava esta noite para o ecrã que tem diante de si, mas acredite que foi com um sorriso no coração que hoje lhe falei da importância de sorrir e, sobretudo, do sorriso de Jesus. E é também com um sorriso que me despeço e que o convido a voltar a estar conosco na próxima semana para mais uma edição do Palavras e Virtudes.
Em nome de toda a equipa que produziu e realizou este programa, nós agradecemos.