4:20Seja muito bem-vindo. Estamos de regresso e estamos juntos para mais um programa em busca da verdade. Os próximos minutos vão ser, acredite, em volta da Palavra de Deus. Já sabe que este é o horizonte do nosso programa. Descobrir, abrir e descobrir grandes verdades que a Palavra de Deus nos revela. Para isso convido-o então a orar, como fazemos também sempre no início do nosso programa. Vamos numa prece breve pedir a Deus que esteja aqui connosco ao fazermos este estudo juntos. Vamos falar com o nosso Deus. Nosso Pai Eterno e Senhor, te agradecemos muito porque nos dás vida, folgo físico e espiritual para nesta hora termos a oportunidade e o desejo de conhecermos um pouquinho mais do que tu deixaste revelado na tua palavra.
Vamos, ó Senhor, abrir os Evangelhos, descobrir Jesus mais uma vez e por isso queremos pedir-te que o Seu Espírito esteja connosco e que haja bênção e luz
Neste momento que estudamos a Tua Palavra, que Tu estejas connosco, em nome de Jesus te pedimos. Amém. Ora, hoje vamos explorar a história de um homem, um pequeno homem, aliás já está a perceber de quem se trata, o homem que foi convidado por Jesus a descer e a descer depressa. Por isso é este o modo para o nosso programa. Ora, como é que nós vamos fazer? Vamos então descobrir, nesta primeira parte, vamos focar-nos no texto dos Evangelhos, o texto no qual esta história, a história do encontro de Jesus com E depois vamos fazer alguns comentários ou tomar algumas notas que este texto nos evoca para depois então abrirmos um leque um pouco mais da palavra de Deus à procura de temas que esta história acaba por nos instruir.
Vamos então à leitura, Lucas no capítulo 19, os primeiros 10 versículos, a história de Jesus e Zaqueu. E tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando e eis que havia ali um homem chamado Zaqueu. E era este um chefe dos publicanos e era rico e procurava ver quem era Jesus e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura. E, correndo adiante, subiu a uma figueira brava para o ver, porque havia de passar por ali. E, quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe, Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa. E, apressando-se, desceu e recebeu com júbilo.
E vendo tudo isso murmuravam, dizendo que entrara para ser hóspede de um homem pecador. E levantando-se, Ezequiel disse ao Senhor, Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens, e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadriplicado. E disse-lhe, disse-lhe Jesus, hoje veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão, porque o filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. História extraordinária, tantos detalhes interessantes que aqui se abrem e também como um quadro que nos é traçado sobre Jesus e a sua relação com os
homens. Vamos olhar alguns detalhes. A história começa por nos dizer que Jesus entrou em Jericó. Cidade, aliás, muito conhecida na Bíblia, que tem um relevo importante desde a história antiga de Israel. Jericó era uma cidade rodeada por montes, por isso é uma verdadeira fortaleza natural. É também uma cidade com uma abundante vegetação à sua volta. Jericó é uma cidade também conhecida por ter um bom abastecimento de água. É por isso que as terras ali são férteis, o clima é favorável e está localizada quase no que poderia ser dito um verdadeiro oásis. em Vadiquelte, no Vale do Jordão. É uma cidade que está 7km a oeste do Rio Jordão, 10km ao norte do Mar Morto e a 30km leste de Jerusalém.
Para ficar aqui com uma ideia de uma referência em relação a vários pontos importantes. Por isso é uma cidade que está estrategicamente localizada. E porquê? Porque fornece acesso ao coração de Canaã. Por isso é que, na história de Israel, sabemos bem que Jericó foi o primeiro alvo a ser conquistado e, neste caso, conquistada pelo poder de Deus, depois daqueles 40 anos de peregrinação no deserto, como encontramos no livro de Josué. Atualmente é conhecida, aliás, como o Jardim de Deus ou a Cidade das Palmeiras. Outra curiosidade interessante é que Jericó foi edificada a 250 metros abaixo do nível do mar.
É por isso que é considerada como a cidade a menor altitude no mundo. Também é hoje vista como uma das mais antigas cidades habitadas. Ou seja, ela permanece habitada desde a sua construção com vários milhares de anos. No tempo de Jesus, importa-nos também ter um olhar específico sobre Jericó no tempo de Jesus, porque isso ajuda-nos a entender um pouco melhor alguns detalhes, aliás, desta história com Ezequiel. Eu dizia que no tempo de Jesus Jericó era um lugar de passagem para muitas caravanas que iam a caminho de Jerusalém e por causa disso era um grande centro de comércio. Existia, aliás, um pólo importante na produção de palmeiras e bosques de bálsamo, uma substância muito conhecida na época.
Por causa disto, o que é que acontecia em Jericó não é difícil de adivinhar. Era uma fonte muito importante de impostos. Jericó era uma das três principais coletorias de impostos da Palestina. Impostos que eram, essencialmente, coletados para os romanos.
O Império de Roma, claro, dominava naquela geografia. O que é que a história nos diz no Evangelho que Ezequiel era um dos principais responsáveis, precisamente, por toda esta área, por esta arrecadação de impostos. Por isso é que no versículo 2 nós lemos que ele era um chefe dos publicanos. Quem são os publicanos? judeus, portanto judeus de nascença, mas os publicanos eram membros da nação de Israel, de sangue, mas aos olhos, especialmente dos líderes escribas, dos fariseus então, que eram no fundo a elite da nação, os publicanos eram vistos como traidores, mesmo considerados como gentios e pecadores. e não era tanto por eles roubarem ou serem, enfim, não serem justos no exercício das suas funções.
Isto muitos dos líderes religiosos em Jerusalém e entre os judeus também eram injustos, enfim, e ladrões muitas vezes no desempenho das suas funções. Mas essencialmente os publicanos, o grande problema neste contexto judaico era porque eles cobravam taxas tributos e impostos a favor da nação dominadora. E por isso é que eles eram odiados por todos os judeus, ao ponto de as pessoas evitarem contacto com os publicanos, precisamente porque esta lógica de contaminação, aliás que é uma lógica muito própria da experiência do povo de Israel, havia esta ideia de que eles contaminavam-se no contacto com estes homens.
o povo considerava-os, claro, como corruptos, como ladrões, sem dúvida. Especialmente porque ao povo eles praticavam aquilo que hoje nós poderíamos dizer extorsão autêntica. Porque eles cobravam das pessoas mais do que era de direito e que deveria ser coletado, segundo as leis que os romanos estabeleciam. E por isso é que eles enriqueciam, aliás, aqui o texto diz que era muito rico e eles enriqueciam ilicitamente a maior parte das vezes. e por isso é que nós podemos entender até, outra curiosidade interessante, que Jesus a certa altura nos Evangelhos, não neste texto, estou a citar Lucas no capítulo 3, por exemplo, em que Jesus dá uma instrução direta aos publicanos e em que ele diz não sais mais do que o que vos está ordenado.
Lá está, porque essa era a sua prática. Portanto, não é difícil de imaginar este ódio contra os publicanos que também se estendia às suas famílias. Porque juntamente com os publicanos Elas, as suas famílias, também eram impedidas pelos judeus e os líderes, especialmente, eram proibidos de participar no templo e eram mesmo às vezes expulsos das sinagogas. Portanto, o que estamos a ver com este quadro é que os publicanos e as suas famílias eram julgados como os mais desprezíveis dos pecadores que por isso eram vistos mesmo como pessoas imercedoras da salvação. Mas esta história depois de nos situar então geograficamente, Zaqueu e a sua profissão, diz-nos realmente que havia um homem chamado Zaqueu, como qualquer bom judeu, não é difícil imaginar que judeu, Zaqueu, era um homem circuncidado, que teria sido ensinado de acordo com os preceitos da Torah, dos profetas, da Escritura.
Quem sabe mesmo, podemos dizer, que teria sido um homem que ao longo da sua vida tinha sido cumpridor da lei, a lei de Moisés, dos profetas. Aliás, era um homem com um nome hebraico com muito significado. Zaqueu significa puro ou justo. com certeza que este tinha sido o plano, o sonho dos seus pais para a sua vida. Mas a verdade é que Zaqueu agora encontrava-se na realidade de viver uma vida que não tinha nada a ver com o seu nome, ao contrário. E pior do que isso é que ele era o líder desses homens, desses publicanos da cidade de Jericó e por isso ele era alvo, podemos bem ter agora esta perceção de que era um alvo de um ódio ainda maior por parte das pessoas.
É porque, direta ou indiretamente, uma vez que ele era chefe dos publicanos, ele acabava por ser responsável pela cobrança dos impostos a favor da Roma a todas as pessoas. Ora, Esaqueu até podia desculpar-se, eventualmente, com a hipocrisia dos friseus, por exemplo. Ele podia referir-se a isso, podia desculpar-se com os ensinos destes homens, que muitas vezes eram mais corruptos do que ele e seguramente ainda mais hipócritas do que ele. Mas ainda que o fizesse, Justiça alguma viria sobre um homem que tinha este tipo de práticas. Ora, apesar de tudo isto que acabamos aqui de descrever, para compreender um pouco melhor o contexto desta história, a verdade é uma.
E é a grande verdade, aliás, desta história. Jesus entrou na casa daquele homem. Isto mostra-nos que, apesar deste contexto tão particular, Zaqueu não tinha o coração fechado a quê? À influência do Espírito Santo, que é quem chama, quem convence. Ora, na Bíblia, nós vamos agora à procura de encontrar conhecimento e revelação verdadeira que nos ajude a entender algo que vai para lá da história de Zaqueu, mas a história de Zaqueu é o ponto de partida. Vamos pensar naquela figueira. Certeza que muitas pessoas já tinham passado debaixo daquela figueira brava e se calhar muitas nem se aperceberam naquele dia que Zaqueu estava ali.
Mas o que é certo é que Jesus parou. Jesus parou debaixo da figueira, Jesus olhou para cima e viu Zaqueu. Nós que conhecemos Jesus através dos Evangelhos, temos todas as razões para acreditar piamente que Jesus não parou por acaso, Jesus não o viu por sorte, levantou o olhar e viu aquele homem pequeno ali. Jesus ter passado naquele lugar, Jesus ter visto e falado com Ezequiel, foi providência. Não aquela providência no sentido de simplesmente qualquer coisa mágica. Deixe-me dizer-lhe da seguinte maneira, foi a providência do amor divino. Aliás, Jesus na sua vida tantas vezes percorreu caminhos e foi ao encontro de pessoas realmente orientado por esta providência de amor para levar salvação a pessoas que precisavam dela.
Jesus conhecias aquele. Apesar da sua baixa estatura, Jesus poderia tê-lo visto mesmo que ele tivesse ficado no meio da multidão. Na impossibilidade de ver Jesus, no entanto, Zaqueu o que é que fez? Subiu à árvore. Ele não desistiu. Havia qualquer coisa que impedia realmente Zaqueu para querer ver com os seus próprios olhos. Eu, quando penso nesta história, acho interessante que esta atitude de um homem da sociedade, um chefe dos publicanos, um homem rico, parece muito inusitada esta atitude de subir a uma árvore, um homem com este estatuto social, ficar ali meio pendurado.
Percebe-se aqui que havia como uma centelha de esperança neste homem, uma centelha de fé em Jesus, mesmo se ele não sabia totalmente quem ele era e o que ele queria fazer por ele.
Mas a história de Zaqueu, deste coração, desta vida difícil e da transformação que ele viveu, Na verdade, é um convite a refletirmos num tema mais profundo e que nos alcança a todos nós. Vamos começar a refletir sobre esse tema, aliás, com esta primeira pergunta. Quão difícil podemos dizer que é para o ser humano mudar, corrigir a sua trajetória, corrigir o seu coração ou a sua conduta? Será que a Bíblia nos diz alguma coisa sobre isto? Diz. E diz que é muito difícil isto acontecer. Basta pensar nas palavras do profeta Germias. No capítulo 13, vamos ler o versículo 23, e no capítulo 17, o versículo 9, vamos ler em conjunto estas duas passagens. Diz então o profeta, pode acaso o etíope mudar a sua pele ou o leopardo as suas manchas?
Então, quer dizer, se isso fosse possível, poderias fazer o bem estando acostumados a fazer o mal. E mais à frente, então, no capítulo 17, diz-nos que enganoso é o coração mais do que todas as coisas e perverso quem o conhecerá. Estas expressões do profeta Germês são muito evidentes a mostrar esta realidade que o coração do homem é muito enganoso. O nosso coração é facilmente permeável a influências de maldade, sobretudo. As tendências naturais e carnais, como a Bíblia também lhes chama, chamam-nos muitas vezes para caminhos perversos.
Homens como Zaqueu, claro, naquele contexto, naquele tempo, era um exemplo exatamente disto. Por isso é que podemos dizer que mudar a inclinação do coração é uma tarefa muito difícil. O profeta, por isso, vai quase numa metáfora, ele vai mostrar ou comparar esta possibilidade de mudança à possibilidade de alguém mudar a cor ou a característica da sua pele ou um animal, as propriedades que o tornam único. Sim, é muito difícil. No entanto, a história de Ezequiel não é a história de um homem que foi impossível mudar. Daí a pergunta, como é que então, apesar do que nos é dito, que o coração do homem é enganoso, como é que nós podemos explicar a profunda mudança que aconteceu na vida de Zaqueu?
Basta lembrarmos as palavras do texto que lemos há pouco, vamos reforçar aqui no versículo 8 e 9 de Lucas 19, que levantando-se de Zaqueu, disse ao Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens, e se alguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo em quadriplicado. Por isso Jesus diz-lhe, hoje veio a salvação a esta casa. Portanto, a resposta a esta pergunta, como é que se pode explicar na vida de Ezequiel uma mudança deste tipo, a explicação encontra-se, na verdade, nas palavras de Jesus, palavras que ele disse poucos dias antes. É que poucos dias antes Jesus tinha falado com os discípulos a propósito de um outro acontecimento ou um outro encontro, também muito conhecido na Bíblia.
Às vezes chamamos-lhe mesmo a história do jovem rico. O jovem rico também era um jovem abastado na vida e foi um jovem a quem Jesus, nessa conversa particular, também lançou um convite. No entanto, sabemos isto, o jovem rico não aceitou o convite ou o desafio que Jesus lhe fez, acabou por partir e, claro, nessa conversa Jesus teve uma frase que espantou muito os discípulos. Talvez se recorde, nessa frase Jesus disse, é mais difícil a um rico entrar no reino dos céus. Ora, foi nessa conversa que Jesus afirmou que as coisas que são impossíveis ao homem são possíveis a Deus.
Eu quero que guarde estas palavras em mente. Agora, Jesus entra na casa de Zaqueu e o que é que ele faz? Traz um convite de salvação. Aquele homem que era um homem mau, claro, que era um homem de caminhos perversos. Zaqueu, este Zaqueu que tinha sido ignorado tantas vezes, até desprezado, por causa dos seus pecados, das suas falhas, ele descobriu neste encontro com Jesus que essas falhas, que com certeza ele estava bem consciente, não o colocavam fora da possibilidade do amor de Jesus e do seu chamado. Agora quero que se lembre outra vez das palavras e da história que eu acabei de contar, esse contexto do jovem rico.
Nesse contexto Jesus disse o que é impossível aos homens é possível a Deus. Porque o mesmo Jesus que tinha dito que era muito difícil um rico entrar no reino dos céus, Agora, e repare que esta história do jovem rico acontece em Lucas no capítulo 18, ou está registada em Lucas capítulo 18. E nós estamos a ler onde? Em Lucas no capítulo 19. Por isso é que a história de Zaqueu, na verdade, ela surge quase como que uma resposta à dúvida que foi levantada no capítulo 18. Como é que é possível um rico entrar no reino dos céus? Zaqueu é a prova de que não apenas um rico, como um rico pecador, como um rico considerado fora da aliança de Deus, a salvação chegou a sua casa.
Porque o que é impossível aos olhos humanos, o que é impossível ao coração do homem, é possível a Deus. Ora, neste sentido, nós encontramos então esta pergunta que nos desafia. Porquê que Jesus não faz este trabalho no coração de todas as pessoas? Bom, se então É possível a Deus transformar e mudar todas as pessoas, então porquê é que Ele não o faz? Porquê é que simplesmente as pessoas, todos os zaqueus desta vida, e agora poderíamos pensar em todos os homens e mulheres, ricos ou não, mas que enganaram, que traíram, que prejudicaram muitos. Vamos responder a esta pergunta com as palavras que estão registadas nas escrituras.
Vamos ao Antigo Testamento, vamos a Zacarias no capítulo 4 e no versículo 6, um texto muito, muito importante, e também a Josué, este é um texto muito conhecido, Josué 24, 15. Vamos ler em conjunto estes textos. Eles dizem o seguinte, não por força, nem por violência, mas pelo meu espírito, diz o Senhor dos Exércitos. E Josué foi ele mesmo que disse, porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhai hoje a quem sirvais. O que é que estes textos nos dizem? Nem mesmo Jesus, na infinita dimensão do seu amor, nem ele se impõe na vida, seja de quem for. Repare nisto, o que é que a Bíblia nos diz?
Que nem mesmo o Deus Todo-Poderoso, Deus Criador, força aos seus filhos qualquer vontade. Deus não força os seus filhos a caminharem na sua presença, a escolherem a sua vontade. o trabalho de mudança e transformação, Jesus pode operá-lo através do Espírito Santo, mas essa obra nasce sempre de uma decisão pessoal, de uma decisão livre. Ora, o que é que Jesus fez naquela ocasião? Ele entra na casa de Ezaqueu para lhe dar essa possibilidade. Ezaqueu podia tê-la rejeitado? Podia. Mas naquela hora ele não a rejeitou. E foi aí que nasceu a mudança na sua vida.
Ora, que promessa então é que nos é assegurada pela Bíblia? Uma promessa muito importante para nós e que nós podemos dizer que foi perfeitamente cumprida na vida de Ezequiel. São palavras profundas, muito belas. Profeta Ezequiel no capítulo 36 e no versículo 26. Ouça ou leia estas palavras como se Deus estivesse a dizê-las assim, porque está através da sua palavra. Eu vos darei um coração novo e purei dentro de vós um espírito novo e tirarei o coração de pedra da vossa carne e vos darei um coração de carne. Prezado amigo, prezado amiga, noto sim, na contemplação de Cristo, contemplação significa no tempo que passamos com ele, nós somos transformados, na proximidade, na relação.
Foi assim que Zaqueu manifestou uma vida diferente, ou uma escolha totalmente inversa à que era a escolha da sua vida, sabemos lá quantos anos. Foi quando Jesus entrou na sua casa, foi na intimidade do encontro, foi no olhar de Jesus, no tom das suas palavras. Isso é o que nós podemos designar por contemplação. É claro que hoje Jesus não pode fisicamente bater à nossa porta ou chamar-nos para entrar na nossa casa. Ele tem muitas formas de o fazer. Permita-me até dizer-lhe, quem sabe se ele não está a fazê-lo hoje através da minha voz, através da Novo Tempo que está a chegar até si, de alguma maneira. De um convite que alguém enviou, de um link que carregou no seu WhatsApp.
De alguma maneira chegou ao contato, neste momento, a esta mensagem. Deus tem muitas formas de fazer chegar o poder transformador de Jesus à vida das pessoas. A história de Ezequiel mostra precisamente isto, que Jesus pode levar vida e um espírito novo onde havia morte. Jesus pode transformar a vida até da pessoa mais odiada. Por isso o apóstolo Paulo dizia, aquele que está em Cristo, nova criatura é. Ora, segundo as palavras do próprio Jesus, nós podemos dizer que a presença de Jesus em nós, ela realiza alguma coisa na nossa vida. O que é que ela realiza?
Segunda de Coríntios, capítulo 13, versículo 18. E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando como por espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito. A nossa mente, o nosso coração, são este campo onde o grande conflito se desenrola, quer dizer, onde as grandes decisões são tomadas. Então, tal como dois objetos não podem ocupar o mesmo tempo e o mesmo espaço, ou bem, na nossa mente e no nosso coração está Cristo ou está a contrafação, o inimigo de Cristo. Por isso é que pela contemplação, pelo tempo que passamos de proximidade e intimidade com um ou com o outro, nós seremos transformados.
E é desta forma que o nosso coração pode conhecer transformação. Para sermos vencedores, Nós temos que escolher Cristo e viver com Ele. Logo, isto implica-nos a nós, de muitas maneiras. Jesus sabia quem eras aquele. Jesus sabia perfeitamente que se tratava de um homem desonesto, corrupto, sem coração, porque explorava pessoas pobres. Portanto, era um homem que estava num caminho de perdição total. Mas conhecia também... Jesus conhecia no coração daquele homem o que ninguém conseguia ver. que ali se encontrava alguém que estava ansioso, na verdade, por conhecer um caminho, uma nova oportunidade de uma nova vida, de mudança.
Por isso é que Ezequiel, tão depressa, se mostrou sensível ao amor de Jesus e à salvação que ele levou. Ezequiel sabia perfeitamente que não merecia. Ele estava bem consciente da realidade da sua vida. Mas ele mostrou-se o quê naquele dia? Mostrou-se disponível para dar o que fosse preciso. Pelo perdão, pela misericórdia, pela graça de uma nova vida com Cristo, ele disposto a fazer e a dar o que fosse preciso. Não é difícil imaginar que Sezaquiel tão depressa se tornou sensível à oferta de Jesus. Eu dizia que não é difícil imaginar que este homem já tinha lutado e lutado sem sucesso por uma mudança na sua vida. mas com certeza até aquele momento não tinha sido possível.
Por isso, Zaqueu vai finalmente descobrir uma lição de vida que é tão importante ainda hoje para nós e que se tornou real na vida dele. Zaqueu com Cristo era infinitamente melhor do que Zaqueu sem Cristo. É por isso que nesta história, entre o primeiro versículo e o último que lemos, encontra-se um Zaqueu sem Cristo e um Zaqueu com Cristo. Porquê? Em Cristo há poder, há um poder para operar mudança. Essa mudança que Cristo pode operar em nós, ela pode ocorrer no que nós sentimos, nas emoções, no que nós fazemos, que são as nossas ações e a nossa conduta. Essa mudança pode mesmo acontecer no mais profundo de nós, nas nossas
inclinações, no que nós somos, na nossa identidade. O que se trata aqui é de um poder que está ao nosso alcance e que pode permitir uma completa transformação. Na verdade, ainda olhando para a história de Zaqueu, uma coisa nós podemos concluir. Nós podemos colocar-nos em duas posições. Eu quero chamar-lhe a atenção para esta leitura, se quiser, do texto. Nós podemos estar na posição da multidão. Aquela multidão cheia de gente na qual Zaqueu nem conseguia ver. Essa multidão, em certa medida, representa pessoas cheias da sua justiça própria que acabam por ser o empecilho para muitos dos que querem buscar Jesus.
Nós podemos, por vezes, encontrar-nos nessa posição. Mas, claro, nós também podemos estar na posição de Zaqueu. É a posição de quem olha para as suas falhas, de quem reconhece a sua indignidade. Talvez a surpresa do que eu lhe quero dizer sobre estas duas opções é que, num ou noutro caso, não estamos perdidos. Nós estamos perdidos se formos aquelas pessoas que são um empecilho para outras e nós estamos perdidos se simplesmente ficarmos na contemplação e na observação das nossas falhas, do nosso pecado ou da nossa fraqueza. Mas também, num ou noutro caso, Jesus é a solução. Por isso é que nós podemos perguntar e ter uma resposta na Bíblia sobre qual é o segredo, então, para uma vida renovada e transformada.
E Jesus deixou isto tão claro. Palavras bem conhecidas. Evangelho de João, capítulo 14, versículos 4 e 5. Noto bem para o que Jesus disse. Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, Se não permanecer na videira, assim nem vós o podeis dar, se não permaneceres em mim. Eu sou a videira, vós os ramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer." Não lhe parece claro? Jesus em nós e nós nele.
Assim como Jesus era um com o Pai, e Ele afirmava constantemente esse tipo de ligação, nós podemos viver nessa ligação profunda com Ele. A promessa que nos é feita, então, E a única razão, na verdade, porque muitos não querem experimentar, é porque são poucos os que estão disponíveis para verdadeiramente buscar essa mudança. Porque aqueles que buscam, encontram-na. Encontram porque esta possibilidade de permanecer em Cristo e Ele permanecer em nós é uma experiência real. Não é apenas uma coisa do domínio das ideias, dos conceitos.
Não é uma filosofia. Eu proponho-lhe ainda lermos um texto da Bíblia do profeta Isaías que nos ajude a perceber esta ideia de permanecer. É uma experiência que não é transitória. Por isso, os verbos que são usados na Bíblia para descrever este tipo de relação não são verbos de coisas rápidas e transitórias. Têm a ver com permanecer, com ficar. Quero ver o que é que diz o texto de Isaías no capítulo 57. Vamos ler o versículo 15. Porque assim diz o alto, o sublime, o que habita na eternidade, o qual tem o nome de santo, Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos." Notou os primeiros adjetivos que são aqui dados que qualificam Deus?
Quais são? O alto, o sublime, o santo. Estas palavras indicam, claro, um Deus que está longe, parece mesmo inatingível pela grandeza, pela santidade. No fundo, um Deus que parece que não tem nada em comum connosco, porque nós estamos completamente fora deste quadro de grandeza. Só que o alto e o sublime, aquele que habita na eternidade, o que é que o texto revela? Que ele está disposto a fazer morada no coração daquele que é o contrário disto, Aquilo que é abatido, que é contrito, que é pequeno, que é fraco. Então, este é o meio através do qual Jesus pode dar-nos a nova vida.
Mais uma vez, eu considero que a palavra chave numa leitura atenta deste versículo é uma palavra que pode passar um pouco despercebida. Uma vez que Deus é descrito aqui numa linguagem tremenda, essa palavra chave, que é na verdade, permita-me já dizer-lhe antes de revelar qual é, essa palavra é o segredo para a vida cristã e que está em total alinhamento com o que Jesus disse que nós lemos há pouco, é a palavra habitar. Deus deseja habitar. Ele habita, neste momento, Deus habita num lugar que é santo. Esse lugar é o trono de Deus. Não é, para quem crê em Deus, não é difícil imaginar, que ele está realmente num lugar e que habita nesse lugar.
Só que o texto diz que ele também habita com o contrito e o abatido. Então, isto quer dizer o quê? Que Deus deseja habitar em nós. Que implicações tem a ideia de que Jesus habita? Deus faz morada. O propósito e o projeto de vida para nós é que sejamos uma casa onde Deus se instala. O que é que nós fazemos numa casa em que nos instalamos? Sabe, eu na minha vida já mudei de casa em umas, não sei, agora teria que fazer aqui as contas para não me enganar, mas em umas 7, 7, 8 vezes que já mudei de casa. Em todas essas casas o que me aconteceu foi chegar e instalar-me, porque em todas mudei-me para ficar durante um tempo.
Portanto, quando nós chegamos a uma casa onde nos instalamos para habitar, o que é que nós fazemos? Começamos a criar raízes ali. Criamos essas raízes fazendo coisas como decorando a casa, colocando os nossos objetos mais importantes, colocando objetos também necessários à nossa vida. Tudo isso nós fazemos num lugar que vamos habitar. Ao fim de algum tempo, uma casa que nós habitamos começa a ter o nosso cheiro, começa a ter a nossa identidade. O contrário disto, são lugares, existem muitos lugares onde nós não criamos raízes, onde não habitamos. São lugares de transição. Por exemplo, um quarto de hotel. Numas férias ou numa viagem de trabalho.
Um lugar onde nós passamos uma noite. Nós chegamos àquele lugar, nós não alteramos nada no que se passa lá. Nós não alteramos a decoração, não tiramos os objetos do sítio, nós simplesmente aproveitamos a passagem e aproveitamos o que nos é dado. Nós não criamos raízes, não nos tornamos dali, não ficamos com saudades daquele lugar. Ele é transitório. Ora, Deus deseja habitar na sua vida. Deus não quer estar de passagem. Deus não quer visitá-lo de vez em quando para saber como é que está. Deus também não nos convida para o que muitas vezes acontece, que é nós chamarmos a Deus quando precisamos. Semos uma espécie de uma casa de férias. Quando precisamos de descanso, então convidamos a que Ele venha.
Deus quer habitar. E habitar em nós é permitir que Deus e, portanto, a sua palavra, o seu ensino, os seus valores, cresçam, tomem raízes, sejam a sua morada.
Deixa-me ainda explorar este tema com a seguinte pergunta. Se o amor de Cristo, então, é certo até ao maior pecador, se ele pode habitar em qualquer pessoa, portanto, se até na casa de Ezaquiel ele pode habitar, então, qual é o perigo que, na verdade, merece muita atenção da nossa parte? Eu uso a palavra perigo para que ela nos alerte, porque trata-se de uma advertência. E essa advertência é nos dada pelas palavras de Jesus mais uma vez. Mateus no capítulo 6, e vamos ler os versículos 21 e 24. Porque onde está o teu tesouro, aí está também o teu coração. Ninguém pode servir a dois senhores, porque o há de aborrecer-se de um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro.
Não podeis servir a Deus e às riquezas. Por mais pecador que seja, Tal como com os publicanos, é o que acontece com cada um de nós. Jesus nunca rejeitou ninguém que o quisesse seguir. Nós isso sabemos bem. Jesus via que eram pessoas que precisavam muito da salvação. Aliás, é isso que diz o texto que nós lemos hoje, a história de Zaqueu. Jesus veio a salvar os que estão perdidos. Por isso é que não é de espantar, mesmo se muitos dos líderes religiosos do seu tempo não entendiam e não gostavam, mas por isso é que Jesus fazia amizade com essas pessoas. visitava as suas casas, comia com elas. Isto quer dizer o quê? Jesus não aprovava a sua conduta.
Jesus não veio com licenciosidade. Jesus veio com santidade. Mas Jesus aproximava-se destas pessoas para oferecer perdão e poder para mudarem de vida. No entanto, ainda que quantidade nenhuma de pecado na nossa vida possa afastar o amor de Deus de nós, Se nós optarmos por escolher a Cristo, então o resultado será essa transformação. Mas se não fizermos essa escolha, então o que vai acontecer é que o nosso amor ao pecado vai acabar por manifestar-se e afastar-nos de Cristo. Por isso é que quando nós Por vezes tentamos conciliar uma vontade de sermos cristãos, de sermos crentes, de conhecer a sua palavra.
Mas vamos tentando conciliar isso com a nossa devoção às riquezas, que no fundo são as coisas terrenas. Nós estamos em grande risco, que é o risco de não permitirmos que essa
transformação aconteça. Por isso é que hoje deixo com alguma coisa de concreto no final deste estudo? Que passos concretos é que nós devemos ou podemos dar para que o novo nascimento, e o novo nascimento é um termo bíblico para falar desta nova experiência de vida, como a que Zaqueu viveu, o que é que nós podemos fazer para que esta experiência seja real na nossa vida? Eu vou conduzi-lo, para respondermos a isto no final do nosso estudo, ao livro de atos Vamos ler um versículo no capítulo 3 e outro no versículo 2. São palavras do apóstolo Pedro que nos ajudam a ter este quadro completo. Dizia o apóstolo, arrependei-vos pois e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados.
Depois o capítulo 2. Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados e recebereis o Espírito Santo. Note que nós olhamos para este quadro que nos é traçado por estes versículos e vemos que existem aqui alguns passos. E que podemos até fazer uma sequência nesses passos. Veja. Primeiro, o que é que é preciso? Nos dois textos isso fica claro. Arrependei-vos. Arrependei-vos. O arrependimento é a consciência do pecado. É a consciência do afastamento de Deus, que tantas vezes se manifesta na nossa vida. O arrependimento é a tristeza que nós sentimos por causa dessa realidade, dessa separação.
Por isso, o arrependimento implica uma decisão de mudança. Ezaquiel viveu ou não esta experiência? Claro que viveu. Mas a seguir ao arrependimento, o que é que vem? Vem conversão. Vem aquilo que nós podemos designar como uma mudança de rumo. Porque se o arrependimento se passa num nível interior, esse arrependimento tem que tomar uma forma, uma manifestação. Por isso, a conversão é uma palavra bíblica para aquilo que podemos chamar uma mudança de rumo, de direção. Uma demonstração externa da regeneração interior que Jesus oprou em nós. e que vai fazer o quê? Afetar o nosso viver em todas as dimensões. Por isso, Zaqueu com certeza começou imediatamente a restituir tudo o que tinha roubado, a ajudar os mais necessitados.
No texto de Atos, então, vem uma fase prática que o apóstolo vai dizer que cada um de vós seja batizado. O batismo aparece como um elemento central neste esforço de mudança. Porquê? Porque o batismo é uma manifestação pública e simbólica de um desejo profundo que acontece na nossa vida. E esse desejo profundo é o quê? É morrer para o passado para nascer para uma nova vida. Por isso é que Jesus se batizou, por isso é que todos os seus discípulos se batizaram, por isso é que o batismo é selado pela imersão na água. Porque quando uma pessoa é mergulhada na água, ela ressurge de uma morte para uma vida.
E essa nova vida é uma vida de uma pessoa regenerada. A pessoa regenerada, o que é que ela tem? Novas inclinações. Não mais ela tem os mesmos desejos que tinha anteriormente. Finalmente, vem aquilo que o apóstolo chama o dom do Espírito Santo. O dom do Espírito Santo é uma graça que nos é dada, que vem do alto, para fazer o quê na nossa vida? Para nos capacitar para vivermos todos os dias de acordo com a vontade do Pai, que está expressa na Bíblia, e que pode ser dito de outra forma. Dizer a vontade do Pai pode ser dito de uma forma que é um sinónimo, que é seguindo o exemplo de Jesus.
É isso que o batismo do Espírito Santo faz em nós. Ora, a experiência de cada um destes passos, arrependimento, conversão, batismo, Descida do Espírito Santo, estas experiências trazem, sabe o quê? Um novo sentido, um novo propósito à vida. Esta experiência permite que na nossa vida se tornem reais as promessas de Jesus, quando ele dizia assim, eu vim para que tenhais vida e vida em abundância. aos seus discípulos, a certa altura, ele dizia, eu deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. É esta experiência que acontece na nossa vida.
E eu desafio, na verdade, neste dia, não apenas a tomar estas decisões, a escolher este caminho também para a sua vida, mas a elevar a Deus uma prece. E vamos terminar com essa prece, essa oração que nunca fica sem resposta. Foi a oração de Davi, o Rei Davi, o servo do Senhor, no momento em que ele precisava, e de que maneira, de novo nascimento, de transformação total. E ele orava. Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto. Não quer fazer esta oração também, neste momento? Não deseja colocar-se na presença de Deus e dizer-lhe, Senhor, faz esta mudança em mim, cria em mim este novo coração.
Quando eu penso em Ezequiel, na sua história, reconheço que esta visita foi a última que Jesus fez a Jericó antes da sua morte no Calvário. Ezequiel era apenas um cobrador de impostos, visto pela multidão como um inimigo, um homem sem amor pela pátria, um homem sem espiritualidade. Mas, aos olhos de Jesus, Aquele pequeno homem montado numa árvore era como uma ovelha desgarrada do seu aprisco, mas uma ovelha que estava carento de um pastor. Quem diria que por trás de um homem de tão má fama, tão ganancioso, mesmo até sem escrúpulos, se encontrava uma alma sedenta de Cristo.
Hoje também há muitos que não reconhecem a tremenda necessidade que tem de Jesus. É uma tristeza. Tantos que não sabem que estão perdidos, não por serem maus necessariamente, mas por estarem muito necessitados de transformação. E por isso é que há pessoas que estão perdidos porque andam sem propósito. Às vezes, aliás, fazendo experiências à esquerda e à direita com coisas que destroem a sua vida porque estão sem rumo. Mas não tem que ser assim, nem consigo, nem comigo. Porque nós temos todos os meios à nossa disposição para esta magnífica experiência de um novo nascimento ou de uma vida transformada. Assim Jesus tem espaço para entrar na sua casa e habitar.
Abrir as malas e instalar-se na sua casa, na sua vida. Se ele o fizer, ele vai trazer o que prometeu. Salvação, mudança, transformação. Não quero aceitar esse convite a essa mudança. Hoje, se se sentir como Zaqueu, deixa de pressa e deixe que Jesus more e habite consigo e transforme a sua vida. Que Deus o abençoe e muito obrigado por ter estado connosco hoje neste estudo. Já sabe, se quiser receber este estudo, poder ler estes textos, pode fazer o seu pedido através do nosso site novetempo.pt barra em busca da verdade. E se precisar que oremos por si ou quiser um acompanhamento, mesmo quem sabe um instrutor bíblico até ou alguém que o possa ajudar neste caminho, entre em contacto com o Novo Tempo.
Que Deus o abençoe e o conduza até o nosso próximo programa já para a semana, se Deus quiser, até lá.