Olá, bem-vindo ao programa Mensagem. Imagine que alguém lhe oferece uma caixa muito bonita. O papel foi escolhido com cuidado, o laço está impecável e tudo indica que há ali um presente especial. Abra a caixa com expectativa, mas lá dentro não há nada. O problema não estava no papel, estava na distância entre aquilo que a embalagem prometia e aquilo que realmente oferecia. Esta experiência ajuda-nos a pensar numa questão muito humana, a diferença entre parecer e ser. Todos sabemos cuidar da imagem que apresentamos. Escolhemos a fotografia, pensamos nas palavras, procuramos mostrar o nosso melhor lado. Isso por si só não é errado. A dificuldade começa quando nós gastamos mais energia a construir uma imagem do que a cuidar da vida que está por trás dessa imagem.
Podemos parecer tranquilos e estar cheios de ressentimento. Podemos falar de família e nunca ter tempo para ouvir quem vive connosco. Podemos conhecer palavras religiosas e continuar a tratar as pessoas com dureza. E viver assim cansa. porque temos de defender uma imagem, esconder fragilidades e ter sempre o receio de que alguém se aproxime o suficiente para descobrir toda a verdade. Hoje quero conversar consigo sobre uma passagem da Bíblia que, à primeira leitura, pode causar alguma estranheza. Jesus aproxima-se de uma figueira, não encontra fruto e pronuncia palavras severas sobre ela. Mais tarde, os seus discípulos encontram a árvore seca. Talvez esteja a pensar, mas porquê uma árvore?
O que é que aconteceu ali? E que relação pode-se ter com a minha vida? Vamos acompanhar a história com calma porque há nela três ideias principais. Deus vê além das aparências, a fé deve fazer bem aos outros e uma vida transformada começa na confiança em Deus. Se conhece pouco a Bíblia, fique connosco. Não precisa de conhecer previamente os personagens ou as expressões religiosas, mas vamos percorrer o texto juntos e ouvirmos a leitura de Marcos, que vou ler no capítulo 11, versículos 12 a 17 e também do verso 20 ao 25. Procure perceber o que é que liga a figueira, o templo e o ensino de Jesus sobre a fé e sobre o perdão. Vamos ler. Diz assim.
No dia seguinte, ao voltarem de Betânia, Jesus teve fome e viu a longe uma figueira coberta de folhas e foi até lá para ver se tinha fruto. E quando chegou ao pé da árvore, notou que só tinha folhas, pois não era tempo de figos. Então Jesus exclamou, nunca mais ninguém coma do teu fruto. E os discípulos ouviram isso. Voltaram a Jerusalém. Jesus entrou no templo e começou a pôr de lá para fora os que estavam a vender e a comprar. Atirou ao chão as bancas dos que trocavam dinheiro e as cadeiras dos que vendiam pombos. Não deixava ninguém transportar coisas pelo templo. Versículo 17.
Depois começou a ensinar deste modo. Está escrito na Sagrada Escritura. O meu templo será declarado casa de oração para todos os povos. Mas vocês transformaram-na numa caverna de ladrões. No outro dia, de manhãzinha, passaram perto da figueira e viram que ela tinha secado até a raiz. Versículo 21. Pedro lembrou-se do que aconteceu na véspera e disse a Jesus, olha mestre, a figueira que amaldiçoaste ficou seca. E Jesus disse então aos discípulos, tenham fé em Deus, garanto-vos que se alguém disser a este monte, tira-te daí e lança-te ao mar e não tiver dúvidas no seu íntimo, mas acreditar realmente no que diz, assim acontecerá.
E por isso vos digo, tudo o que pedirem em oração, creiam que o receberão e assim acontecerá. mas quando estiverem a orar, se tiverem razão de queixa contra alguém, perdoem-lhe, para que o vosso Pai do Céu vos perdoe também os vossos pecados.
Nesta altura da narrativa, Jesus encontra-se perto de Jerusalém, nos últimos dias antes da sua morte. Viaja acompanhado pelos discípulos, as pessoas que o seguiam e aprendiam com ele. E depois de sair de uma localidade chamada Betânia, ele sentiu fome. E Marcos conta que Jesus vê à distância uma figueira com folhas. Aproxima-se para procurar alguma coisa que pudesse comer, mas encontra apenas folhas. E o autor acrescenta um pormenor que não devemos ignorar. É que não era tempo de figos. Jesus declara que ninguém voltará a comer fruto daquela árvore. Os discípulos ouvem as suas palavras. É natural que esta passagem nos faça perguntas. Se não era tempo de figos, por que razão acontece isto?
Será que Jesus estava a exigir à árvore o impossível? Há explicações que relacionam a presença das folhas com a possibilidade de encontrar frutos precoces. Mas a mensagem não precisa de depender de uma longa explicação sobre o desenvolvimento das figueiras. O próprio modo como Marcos conta a história oferece uma pista fundamental. Logo a seguir, Jesus entra no Templo de Jerusalém e confronta aquilo que ali está a acontecer. Depois deste episódio, Marcos volta a falar da figueira. Primeiro a árvore, depois o templo e depois novamente a árvore. E esta ligação ajuda-nos a compreender o gesto como uma advertência encenada, uma mensagem apresentada, através de uma ação.
A figueira permite ver, de forma concreta, o problema que Jesus vai denunciar no Templo. Uma realidade exterior impressionante, mas sem corresponder àquilo que Deus procurava nela. A árvore não tem intenção de enganar ninguém. E a questão moral dirige-se, então, às pessoas. E a advertência é séria. Uma vida religiosa pode conservar sinais exteriores e perder o seu propósito. Quando nós trazemos esta mensagem para nós, precisamos distinguir duas coisas. Uma pessoa em crescimento tem dificuldades, reconhece os seus erros e precisa de ajuda, mas uma pessoa que vive de aparências procura esconder a verdade para manter a imagem. e não são a mesma coisa. Quem diz a Deus que está a lutar contra a impaciência já está a abrir uma porta para a mudança.
Quem maltrata os outros e usa a suposição religiosa para justificar esse comportamento está a fechar essa porta. Jesus não está a pedir que finjamos uma perfeição que nós não temos, mas está a chamar-nos a viver na verdade. Antes de transformar esta passagem numa avaliação dos outros, permita que ela seja uma pergunta para si mesmo. E eu preciso fazer a mesma pergunta a mim próprio. Há alguma área da minha vida em que me preocupo mais em parecer do que ser? Posso defender a honestidade enquanto escondo uma pequena mentira que me favorece. Posso valorizar a humildade nas minhas palavras e nunca admitir que estou errado. À distância, algumas coisas parecem bonitas, mas à medida que nos aproximamos, revela a sua consistência.
Por isso, a pergunta útil é esta. As pessoas que vivem mais perto de mim encontram aquilo que as minhas palavras anunciam? Sabe, a resposta pode doer, mas a sinceridade diante de Deus é um começo cheio de esperança. Não precisamos de preparar uma versão melhorada de nós mesmos para falar com Deus. Podemos apresentar a vida real com as suas contradições. Podemos dizer, Senhor, eu tenho procurado aprovação. Eu tenho escondido aquilo que eu preciso de mudar. Ajuda-me a ser verdadeiro contigo e também com aqueles que estão à minha volta. A primeira ideia convida-nos precisamente a isso mesmo, deixar que Deus entre na minha vida, que existe por trás da minha própria imagem. A transformação começa quando nós deixamos de defender a aparência e quando nós
aceitamos reconhecer a verdade. A segunda ideia que nós vemos aqui neste texto é que a fé deve fazer bem aos outros. Vamos agora ao acontecimento que Marcos coloca no meio da história da figueira. Jesus chega ao templo de Jerusalém. Para compreender a importância deste lugar, pense num centro de vida religiosa, onde as pessoas se reúnem para adorar a Deus. Muitas viajam de longe, levavam consigo pedidos, gratidão, preocupações e o desejo de se aproximarem do Senhor. Havia ali pessoas a comprar e a vender, pessoas a trocar dinheiro. Essas atividades relacionavam-se com as práticas do Templo. Jesus interrompe aquele movimento, derruba as mesas e denuncia aquilo que estava a acontecer.
E ao ensinar, recorda que aquele lugar deveria ser uma casa de oração para todas as nações. Entretanto, esta estava a ser usada de maneira a que ele condenava. Repare no propósito que Jesus destaca, um lugar onde as pessoas de diferentes povos pudessem procurar Deus. A atividade religiosa continuava a acontecer, havia movimento, havia estruturas e rotinas, mas Jesus confronta a distância entre essa atividade e a finalidade da casa de Deus. E é aqui que a imagem da figueira ganha força. As folhas estavam à vista, o fruto estava em falta. E esta leitura não nos autoriza a condenar todo um povo, porque Jesus também era judeu. e os seus primeiros discípulos também.
A denúncia dirige-se, portanto, às práticas que ele confronta. E a pergunta que daí nasce deve alcançar também as nossas comunidades, a nossa própria vida, a nossa família. Aquilo que nós fazemos em nome de Deus ajuda as pessoas a aproximar-se Dele? Quem chega encontra espaço para orar, para aprender, para ser acolhido ou encontra obstáculos que nós próprios colocamos. Talvez esteja a acompanhar este programa e tenha uma história dolorosa com a religião. Procurou compreensão e encontrou desprezo. Tentou fazer uma pergunta e foi tratado como uma ameaça. Precisava de ser ouvido e recebeu apenas uma resposta apressada. Essa experiência merece ser escutada com respeito.
O comportamento de quem fala em nome de Deus pode ferir profundamente. E esta passagem mostra que Jesus leva a sério o que se faz com o nome e com a casa do seu Pai. Ao confrontar o templo, Jesus recorda o seu propósito. A fé tem consequências na forma como nós recebemos e tratamos as pessoas. Pense numa situação simples. Imagine alguém que termina uma reunião religiosa onde falou sobre paciência e, no caminho para casa, um familiar faz uma pergunta e recebe uma resposta agressiva. Mais tarde, essa pessoa percebe aquilo que aconteceu. o que poderá ser fruto naquele momento. Talvez seja voltar atrás, aproximar-se do familiar e reconhecer. Respondi mal.
Não devia ter falado assim. Peço perdão. Não é um gesto impressionante aos olhos de uma multidão, mas, para quem foi magoado, pode ser muito significativo. A fé entrou numa conversa concreta e começou a mudar alguma coisa. Podemos pensar também na pessoa idosa que passa dias sem receber uma chamada, no colega que chega abatido e precisa de ser ouvido, na criança que tenta contar uma história enquanto todos olham para um ecrã. Nem sempre sabemos resolver os problemas das pessoas. Podemos, no entanto, aprender a estar presentes, a ouvir com atenção, a partilhar aquilo que temos, a cumprir uma promessa, a recusar uma humilhação, reconhecer a dignidade de alguém que costuma ser ignorado.
quando nós falamos em frutos, é deste tipo de realidade que nós estamos a falar. O amor torna-se visível em ações. A misericórdia ganha expressão na maneira como nós tratamos a fragilidade dos outros. A honestidade aparece nas decisões que tomamos quando ninguém nos está a observar. E isso também muda a forma como nós entendemos a vida cristã. Participar numa comunidade, ler a Bíblia e orar são práticas preciosas. Ao aproximarmos de Deus, devem alcançar as nossas relações, os nossos hábitos e as nossas escolhas. Vale a pena perguntar, depois de uma leitura bíblica ou de um momento de oração, que diferença fará este encontro com Deus na maneira como eu vou tratar a próxima pessoa.
Não fazemos o bem para comprar o amor do Senhor. O seu amor é o ponto de partida. Recebemos a sua graça, o seu favor, que não conseguimos merecer, e aprendemos a responder-lhe com a própria vida. Uma árvore dá fruto porque está viva. Da mesma maneira, o serviço e o amor revelam a ação de Deus numa pessoa que se deixa transformar. Por isso, deixo-lhe uma pergunta muito prática. Quem poderá receber hoje algum bem através da sua vida? Talvez já lhe tenha ocorrido um nome. Não despreze uma oportunidade simples só porque ela não parece grandiosa. Um telefonema sincero, um pedido de desculpa ou uma ajuda discreta podem ser passos concretos de uma fé que começa a dar fruto.
A terceira nota desta mensagem é que uma vida transformada começa na confiança
em Deus. Nós vemos que na manhã seguinte, Jesus e os discípulos passam novamente pela figueira. A árvore está seca desde a raiz e Pedro, um dos discípulos, chama a atenção de Jesus para aquilo que aconteceu. A resposta do mestre orienta a conversa para Deus. Ele vai dizer, tenham fé em Deus. E esta orientação é essencial. Depois de uma advertência tão forte, poderíamos ficar apenas preocupados connosco? Preciso de produzir mais, de provar mais, de mostrar que sou suficientemente bom? mas Jesus dirige os discípulos para a confiança no Senhor. Porque existe um perigo até no desejo de abandonar as aparências, tentarmos construir uma nova imagem, agora de pessoas exemplares, sempre disponíveis, sempre corretas, e voltarmos a viver para a aprovação dos outros.
A mudança de que precisamos alcança as raízes, o lugar dos nossos desejos, das nossas lealdades e das razões pelas quais fazemos aquilo que nós fazemos. Talvez consigamos dar uma resposta durante alguns minutos para causar uma boa impressão, mas aprender a amar alguém exige uma transformação mais profunda. Precisamos que Deus trabalhe em nós. Então, ter fé é confiar nele e aprender a colocar a vida nas suas mãos. É poder falar com sinceridade mesmo quando nós temos perguntas. É reconhecer que precisamos de ajuda e aceitar a orientação divina. Pode começar com uma oração simples. Senhor, eu não sei bem como falar contigo, mas quero conhecer-te.
Mostra-me o que preciso de mudar e acompanha-me nesse mesmo caminho. Jesus continua a ensinar sobre oração e usa a imagem de um monte que é lançado ao mar. É uma linguagem forte, não é? Que aponta para o poder de Deus diante daquilo que nos parece impossível. Seria um erro transformar estas palavras numa técnica para conseguir tudo aquilo que nós desejamos. Oração faz parte de uma relação de confiança com Deus. Apresentamos os nossos pedidos a Deus e aprendemos também a acolher a vontade de Deus. O próprio Jesus, ao enfrentar o sofrimento, orou entregando-se à vontade do Pai. A confiança pode existir juntamente com angústia, e uma oração sincera não se mede apenas pela rapidez da resposta que desejávamos receber.
Por isso, se estás a atravessar uma doença, uma perda ou um tempo de espera, não conclua que o seu sofrimento prova falta de fé. pode aproximar-se de Deus com as lágrimas que tem. Não precisa de representar força diante de Deus. A fé permite-nos pedir ajuda, procurar apoio, continuar a caminhar mesmo quando nós não compreendemos tudo. E essa confiança pode ser cultivada no dia-a-dia. Se estás agora a começar, leia uma passagem de um Evangelho. Procura perceber o que ela revela sobre Jesus. Fala com Deus sobre aquilo que compreendeu e também sobre aquilo que ainda lhe causa algumas dúvidas.
E depois pense em como essa palavra pode orientar uma decisão concreta. Depois de Jesus, vai acrescentar algo muito concreto ao ensino sobre oração. Quando orarem, diz Ele, perdoem. É impressionante esta ligação, não é? A conversa passa pela confiança em Deus e chega à forma como nós lidamos com quem nos ofendeu. A vida de oração, ela alcança as relações humanas. Às vezes nós desejamos grandes mudanças à nossa volta. mas resistimos a entregar a Deus um ressentimento que guardamos há muito tempo. Repetimos a conversa na nossa cabeça, imaginamos respostas e alimentamos o desejo de que o outro sofra. Mas Jesus chama-nos a levar também essa ferida à presença do Pai.
Perdoar não significa dizer que o mal foi aceitável. Não exige esquecer o que aconteceu nem estabelecer automaticamente a confiança. Mas, em situações de violência, é necessário procurar proteção e ajuda. O perdão não obriga ninguém a permanecer exposta ao perigo. Mas podemos pedir a Deus que o mal recebido deixe de governar o nosso coração. Podemos entregar-lhe o desejo de vingança e procurar um caminho de liberdade. Por vezes, será um processo longo, acompanhado por lágrimas e por apoio de outras pessoas. E também precisamos de olhar para o outro lado. Haverá alguém a quem nós devamos também pedir perdão?
É fácil desejar que Deus compreenda as nossas fraquezas. É mais difícil reconhecer o estrago que causamos sem acrescentar logo uma desculpa. Talvez o próximo passo seja dizer aquilo que fiz foi errado. Compreendo que te magoei. Quero assumir a minha responsabilidade e mudar. A oração não substitui este passo. Pode dar-nos a coragem para dar-nos este passo. E é assim que as três ideias se encontram. A verdade permite reconhecer o problema. O amor leva-nos a considerar o bem da outra pessoa. E a confiança em Deus sustenta a mudança que nós precisamos de viver. Uma vida verdadeira diante de Deus. Talvez, ao longo desta mensagem, tenhas identificado muitas folhas na tua vida.
Palavras que ficaram sem continuidade, promessas esquecidas, uma imagem que já não corresponde àquilo que está a acontecer por dentro. Leve essa descoberta a sério, mas não fuja de Deus por causa dela.
A história da Figueira é realmente uma advertência, porque ela mostra a esterilidade espiritual e a incoerência. que não são coisas diferentes. O que fazemos com a fé importa. O modo como tratamos as pessoas também importa. Mas a resposta que podemos dar hoje é aproximarmo-nos de Jesus com sinceridade. Aquilo que controla a falsidade também recebe quem reconhece a sua necessidade e procura o seu perdão. Nos dias que seguem a este episódio, Jesus caminha para a cruz. A fé cristã encontra ali a expressão do seu amor por nós. Ele entrega a vida por pessoas que precisam de salvação. E a sua ressurreição anuncia a esperança de uma vida nova.
Não precisa de esperar até ter tudo resolvido para começar a procurar Deus. Podes começar hoje, com a verdade que consegue dizer e com o passo que precisa de dar. Por isso, gostaria que levasse consigo estas três ideias. Primeiro, Deus vê além das aparências. Pode deixar de esconder aquilo que precisa de ser transformado. Apresente-se diante dele com sinceridade e permita que a sua palavra ilumine a sua vida. Em segundo, a fé deve fazer bem aos outros. O amor que recebe do Deus deve chegar através de si aos outros. Pense numa pessoa concreta e num gesto de cuidado que possa realizar ainda hoje.
A terceira é que uma vida transformada começa na confiança em Deus. Não precisa de enfrentar sozinho aquilo que o prende. Ora, entrega-lhe as tuas dificuldades e peça ajuda para perdoar, reparar o mal e recomeçar. E agora quero fazer-lhe um convite. Quero entregar a Jesus a sua vida real, com aquilo que está bem, com aquilo que precisa de mudar. Se já caminhas com ele, então renova hoje essa entrega. Se nunca tomou essa decisão, pode começar agora, com palavras simples e sinceras. Ao terminar este programa, dê um passo coerente com essa oração. Faça aquele telefonema, assuma aquela responsabilidade ou procure ajuda daquilo que precisa e que a sua resposta a Jesus continue nas escolhas de cada dia.
Que o Senhor o abençoe e até ao próximo programa.