Olá, bem-vindo ao programa A Mensagem. Uma mulher a regressar à casa depois do funeral do seu marido. Durante o dia esteve rodeada de pessoas, houve abraços, palavras e mãos pousadas no seu ombro. Mas agora a porta fecha-se e a casa fica em silêncio. Na cozinha abre um armário, tira duas chávenas, Era o que fazia todas as noites. Quando percebe, fica a olhar para a segunda chávena sem saber onde a colocar. Entretanto, alguém toca a campainha. É a vizinha com uma panela de sopa. Pensei que talvez ainda não tivesses comido. Aquela mulher agradece, mas responde, hoje não tenho muita vontade de conversar.
Está bem. Posso ficar um bocadinho consigo sem conversarmos? Sentam-se à mesa e a vizinha não explica a perda, não promete que amanhã tudo estará bem, mas serve a sopa e fica. Aquela presença não ocupa o lugar de quem morreu, mas naquela noite a mulher não tem de enfrentar sozinha o silêncio da casa. Esta cena aproxima-nos de uma experiência muito real. Há dores das quais as palavras são pequenas e há gestos simples que nos ajudam a continuar. A Bíblia conta uma história assim. Começa com fome, mudança de país, mortes na família, mas dentro dessa história há alguém que decide ficar, alguém que partilha o pão e alguém assume uma responsabilidade que muda o futuro de outras pessoas também.
É a história de Ruth. Mesmo que nunca tenha aberto uma Bíblia, poderá reconhecer nela perguntas que também são nossas. Quem fica comigo quando perco o que eu amo? Há lugar para mim onde sou estrangeiro? Será possível voltar a ter esperança? Vamos conhecer um pouco a história e ouvir o texto. O livro de Ruth passa-se num período anterior aos Reis de Israel. Uma família deixa Belém por causa da fome e procura sustento em Moab, uma região vizinha. O pai chama-se Elimelech e a mãe, Noemi, viajam com os seus dois filhos. Entretanto, Elimelech morre. Os filhos casam com as duas mulheres, Moabitas, órfã, e Ruth.
Mais tarde, também os dois filhos morrem. Restam três viúvas. Além do luto, enfrentam uma situação de grande vulnerabilidade, porque naquele contexto a família e a terra tinham um papel decisivo na proteção e no sustento das pessoas. E ao saber que voltara a haver alimento na sua terra, a Noemi decide regressar. A Ruth acompanha até Belém e ali começa a apanhar espigas num campo que pertence a Boás, que era um familiar do marido de Noemi. Vamos ouvir as palavras que Boás lhe dirige em Rute, capítulo 2, versículos 11 e 12. Diz assim, depois da morte do teu marido e deixaste a teu pai, à tua mãe e à terra onde nasceste e vieste para um povo que de antes não conheceste.
O Senhor galardou o teu feito e seja cumprido o teu galardão do Senhor, Deus de Israel, sobre cujas asas te vieste a abrigar. Mais adiante, no capítulo 3, versículo 9, Ruth pede a Boás que estenda sobre ela o seu manto, porque ele é um dos familiares com direito de resgate. Guarda estas duas imagens, as asas de Deus e o manto de Boás. Estas imagens conduzem-nos a três ideias, o amor fiel, acompanha quem sofre. Sempre acompanha. O cuidado de Deus ganha expressão em gestos concretos.
E a redenção abre um futuro e um lugar de pertença.
A primeira ideia, este amor fiel permanece ao lado de quem sofre. Voltemos à estrada onde Noemi caminha com as suas noras. No capítulo 1, ela pede-lhes que regressem às suas famílias. Deseja que voltem a encontrar segurança e um lar. Precisamos de ouvir estas palavras com atenção. Noemi está ferida, mas também se preocupa com aquelas mulheres. Reconhece a bondade que ambas demonstram para com ela e para com os maridos que morrem, ou que morreram. As três choram. Orfa acaba por despedir-se e a história diz que Ruth permanece. O narrador destaca a decisão extraordinária de Ruth, mas não chama egoísta a Orfa.
Ela regressa depois da insistência da própria sogra. Para compreender a grandeza de um gesto de amor, não precisamos de atribuir más intenções à outra pessoa, não é? Nos versículos 16 e 17, nós vemos que Ruth afirma que acompanhará Noemi, pertencerá ao seu povo e reconhecerá o seu Deus. Estende esse convite até à morte. A sua escolha tem também uma dimensão de fé. Ao ligar a sua vida de Noemi, Ruth assume como o seu Deus de Israel. Estas palavras são frequentemente ouvidas nos casamentos, não é? Até porém, são dirigidas por uma nora à sua sogra.
Uma mulher jovem compromete-se com uma mulher que já não consegue oferecer-lhe garantias de futuro. No M.I. não tem um filho para lhe dar em casamento. Não lhe promete riqueza. Ruto também ainda não conhece Boás. A sua decisão acontece antes de saber que uma história terminará. Por isso não devemos imaginar que Ruth ficou porque sabia que poderia ser compensada. O texto mostra uma fidelidade que aceita caminhar sem conhecer o desfecho. Há uma palavra hebraica importante neste livro, que é a palavra chesed. Podemos entendê-la neste contexto como bondade fiel. Um amor que se compromete e traduz-se em atos. A narrativa apresenta esse cuidado nas relações entre as pessoas e reconhece a bondade também de Deus.
Em Ruth vemos esta fidelidade, ganha pés e percorre uma estrada. Ela partilha a viagem, a incerteza e a pobreza de Noemi. E quando chegaram a Belém, Noemi diz que voltou vazia. A expressão transmite, portanto, profundidade do seu luto. Pede até que a chamem de Mara, que significa ou está associado à amargura. Há um contraste que o leitor pode reconhecer ao ler este texto, é que Ruth está ao seu lado. Noemi perdeu muito, mas a história mostra que ainda existe alguém ligado a ela por um amor profundo. Não seria justo responder-lhe que devia de deixar de sofrer porque tinha a Nora.
A presença de Ruth não substitui o marido nem os filhos, mas permite-nos ver que a perda, embora imensa, não esgota tudo aquilo que ainda poderá acontecer. Talvez conheça alguém que fala como Noemi, uma pessoa para quem o futuro parece vazio. O primeiro cuidado pode ouvi-la sem apressar a recuperação. Quem está de luto pode precisar de companhia muito depois de terminarem as visitas dos primeiros dias. Pode precisar de ajuda numa tarefa, de uma chamada ou de alguém que não tenha receio de ouvir novamente a mesma saudade. E se é consigo que isto está a acontecer, também não precisa de esconder a dor para se aproximar de Deus, porque a Bíblia conserva as palavras amargas de Noemi.
Ela dá espaço à voz de uma pessoa que sofre. A primeira ideia ensina-nos, então, a permanecer com amor.
Nós podemos não saber explicar o caminho, mas podemos recusar a indiferença diante de quem o percorre. A segunda ideia desta história interessante é que o cuidado de Deus torna-se visível em gestos concretos. O primeiro capítulo termina com uma informação discreta, não é? Noemi e Ruth chegam no início da colheita da cevada. A história começou com fome e agora há uma colheita. Ainda não está tudo resolvido, mas o narrador abre uma possibilidade onde não é media, apenas vazio. No capítulo 2, Ruth toma a iniciativa de procurar alimento. Vai acompanhar as espigas que ficam para trás durante a ceifa.
E esta prática relacionava-se com as leis de Israel. quando nós lemos de outro nome no capítulo 24, Deus manda deixar o feixe esquecido no campo para o estrangeiro, o órfão e a viúva. E reparem no que isso revela, é que a preocupação com quem passa necessidade devia fazer parte da organização da vida comunitária. Havia uma responsabilidade de deixar espaço para o sustento dos outros. Ruth trabalha dentro dessa possibilidade. A sua fé não a mantém parada à espera de que tudo apareça. Mas também não devemos usar o seu esforço para concluir que qualquer pessoa pobre resolve a situação se trabalhar mais.
O próprio relato mostra que ela precisa de acesso, proteção, generosidade. Quando nós vemos o versículo 13, ele diz que foi dar ao campo de Boás. Ruta ainda não conhece toda a importância desse encontro. O leitor, porém, já recebeu a informação de que Boás pertence à família de Elimelech. É uma maneira delicada de contar a história. Aquilo que Ruth encontra sem o ter planeado começa a revelar possibilidades maiores. E, ao longo do livro, nós somos convidados a reconhecer a providência de Deus também através dos encontros e decisões humanas. A narrativa convida-nos a reconhecer o cuidado de Deus através desses meios comuns, sem nos dar uma explicação para cada acontecimento da nossa vida.
Boas pergunta, quem é aquela mulher? Ao saber da sua história, dirige-se a ela e toma medidas concretas. Permite-lhe continuar no campo, dá-lhe acesso à água, ordena aos trabalhadores que não a molestem. E este último detalhe é importante. Uma mulher estrangeira e pobre podia encontrar perigo precisamente onde procurava sustento. Então Boas usa a sua autoridade para criar condições de segurança. Depois convida-a a comer. Ruth fica satisfeita e ainda guarda alimento para Noemi. Mais tarde, Boaz manda deixar cair espigas de propósito, para que ela possa recolhê-las sem ser repreendida. Vejam o cuidado. O cuidado alcança o trabalho, a segurança, a mesa e a maneira de falar.
A dignidade de Ruth é reconhecida em cada uma dessas dimensões. É nesse contexto que Boás pede que Deus a recompense e fala das asas sobre as quais ela veio procurar abrigo. A imagem sugere proteção, como uma ave que acolhe as suas crias. Continuando no capítulo 3, a imagem reaparece de modo surpreendente. É que, ao pedir que Boaz estenda sobre ela o seu manto, Ruth usa uma palavra hebraica que também pode significar asa. O texto liga assim a proteção de Deus à responsabilidade concreta de Boaz. Podemos compreender a ligação assim. Ruth pede a Boaz que participe, através de um compromisso familiar, na proteção que desejara para ela.
E a Benção, pronunciada no campo, ganha uma responsabilidade concreta. Há ainda um pormenor que liga este encontro à dor do primeiro capítulo. É que, ao regressar a Belém, Noemi disse que voltava vazia. No capítulo 3, versículo 17, Ruth conta que Boaz lhe deu cevada para que não regressasse de mãos vazias à sogra. O vazio começa a receber uma resposta concreta, ainda antes de o futuro familiar estar resolvido. No capítulo 2, ao saber onde Ruth trabalhou, Noemi pronuncia uma benção. E a conversa sobre o alimento revela uma possibilidade do futuro.
Isto não significa que toda a dor desapareceu. Por vezes o recomeço começa quando nós conseguimos agradecer por uma ajuda e a considerar uma possibilidade que nós antes não conseguíamos ver. Também não podemos pedir que Deus cuide de alguém e descobrir que temos uma responsabilidade nesse cuidado. Uma oração por quem está sozinho pode conduzir a uma visita. Uma oração por uma família em dificuldade pode conduzir à partilha. Uma oração por justiça pode exigir que mudemos a maneira como tratamos alguém. Talvez tenha nas mãos alguma possibilidade de tornar a vida de outra pessoa mais segura. No trabalho, na família, na comunidade, pode ouvir antes de julgar, impedir uma humilhação e tratar com respeito quem depende de uma decisão da sua parte.
E se hoje precisa de receber ajuda, a história de Ruth também recorda-nos que precisar de apoio não diminui a sua dignidade. Ela é apresentada como uma mulher de valor enquanto ainda recolhe espigas no campo de outra pessoa. A segunda ideia convida-nos então a reconhecer e a praticar o cuidado que se possa experimentar. Pão, proteção, presença e respeito. A terceira ideia desta história é que a redenção abre futuro e dá lugar a quem
estava de fora. Precisamos agora de compreender a palavra que está no centro do pedido de Ruth. Resgatador. Em hebraico, goel. Na vida de Israel, um familiar próximo podia assumir responsabilidades de resgate. Por exemplo, recuperando uma propriedade que a família perdeu por pobreza. Havia também disposições sobre a libertação de familiares vendidos para servir por causa da sua situação económica. Outra instituição, conhecida como Casamento de Lodirato, dizia também respeito ao irmão de um homem que morreu sem deixar um filho quando os irmãos viviam juntos. Procurava então preservar a continuidade da família.
São disposições relacionadas com a proteção familiar, mas não são todas a mesma lei. Boás não é apresentado como irmão do marido de Ruth. O livro reúne o resgate da propriedade e um casamento que preservará o nome do falecido. Não precisamos de conhecer todos os pormenores jurídicos para perceber o essencial. Alguém terá de assumir um compromisso real com o futuro daquela família. No capítulo 3, Noemi procura, então, segurança para Ruth e a orienta a falar com Boaz. Ruth vai à Eira, o lugar onde se trabalhava o cereal depois da colheita, e ali pede-lhe que estenda o manto sobre ela.
Naquele contexto, o pedido envolve, então, casamento e proteção familiar. Ruth tem voz e toma a iniciativa de apresentar a sua necessidade. Boaz reconhece o valor e responde com respeito, mas há um familiar com prioridade sobre ele. Boaz não ignora essa pessoa, nem resolve tudo às escondidas. No capítulo 4, leva a questão à porta da cidade, diante de testemunhas. A porta era também um lugar onde se tomavam decisões públicas. O familiar aceita inicialmente resgatar a propriedade. Quando compreende que a situação inclui o casamento com Ruth e a preservação da herança do falecido, ele recuou, alegando prejuízo para a sua própria herança.
O narrador não explica todos os seus cálculos. O contraste está nas decisões. Ele recusa e Boas assume a responsabilidade. E é isso que dá peso à palavra redenção nesta história, Goel. Há uma ação concreta, com custo e com compromisso, que protege pessoas e preserva um futuro familiar. Boaz casa com Ruth. O capítulo 4 atribui a Deus a possibilidade de ela conceber. Nasce Obed. E o relato volta a colocar Noemi no centro da cena. A mulher que falava do seu vazio recebe, então, a criança nos braços. As mulheres de Belém reconhecem o amor de Ruth e dizem que ela vale para Noemi mais do que sete filhos.
Numa sociedade em que os filhos tinham um papel tão importante na continuidade familiar, esta afirmação atribui um valor extraordinário à Nora Estrangeira. A mulher, vinda de Moab, repetidamente identificada como estrangeira, torna-se parte essencial da vida daquela família e da sua esperança. O final alarga ainda mais o horizonte, porque Obed será pai de Jessé e Jessé será pai do rei Davi. Mais tarde, o Evangelho de Mateus inclui Ruth na genealogia de Jesus. E esta é uma ligação bíblica concreta entre a história de Ruth e Jesus Cristo. para nos dizer que a estrangeira tem lugar na família através do qual virá aquele que os cristãos reconhecem como o Salvador.
À luz do Novo Testamento, nós podemos reconhecer no cuidado resgatador de Boás uma ilustração da obra de Jesus. Boaz assume responsabilidade familiar. Jesus assume essa responsabilidade e realiza a nossa salvação. A comparação ajuda-nos a compreender o seu amor, respeitando as diferenças entre as duas histórias. Quando lemos Hebreus no capítulo 2, ele apresenta-nos Jesus como aquele que partilhou a nossa humanidade para nos libertar. Nos Evangelhos, nós vemos essa entrega culminar na cruz. Ele aproxima-se da nossa condição e assume o custo da nossa salvação. Quando falamos de pecado, falamos dessa realidade que nos afasta de Deus e fera nossa relação com os outros.
Precisamos de perdão e de uma vida renovada. E em Jesus, Deus vem ao nosso encontro para nos reconciliar consigo mesmo. A cruz revela exatamente o seu amor por cada um de nós. A ressurreição, ela anuncia uma esperança que alcança até a morte. podemos recebê-lo sem ter primeiro de construir uma vida perfeita para merecer a sua atenção. E isto não significa que cada perda será reparada nesta vida da mesma forma que aconteceu com o Routino MI. Mas o casamento de Ruth não é uma promessa de casamento para toda a pessoa viúva. O seu sustento não é uma garantia de riqueza para quem tem fé. Mas o livro testemunha que a pobreza, a origem estrangeira e o sofrimento não colocam uma pessoa fora do alcance e do cuidado de Deus.
Em Cristo somos convidados a uma esperança que vai além das circunstâncias presentes. Esta verdade também interroga as nossas comunidades. Quem chega de outro país encontra apenas tolerância ou encontra amizade e oportunidade de participar. Uma pessoa com dificuldades económicas é ouvida pelo que tem para oferecer ou fica reduzida à ajuda que recebe. Ruth participa ativamente nesta história. Ela cuida, ela trabalha, ela fala, toma decisões. Acolher alguém inclui reconhecer a sua voz e os seus dons. Talvez sinta sempre de fora como se a sua origem ou o seu passado fossem a primeira coisa que os outros veem. Mas a história de Ruth convida-o a olhar para a possibilidade de pertença. Pode procurar Jesus e conhecer o seu amor.
E nós que dizemos segui-lo somos chamados a tornar esse acolhimento também visível.
Há lugar para si. Ao voltar à história daquela mulher que olhava para as chávenas, para as duas chávenas a vizinha não podia devolver-lhe o marido, podia oferecer-lhe companhia naquela noite. Ruth não devolveu a Noemi aquilo que ela perdeu, mas permaneceu ao seu lado. Boás assumiu uma responsabilidade que abriu um futuro e Deus fez daquela história de fragilidade uma parte da história que nos conduz a Jesus. Gostaria que guardasse essas três ideias. O humor fiel permanece ao lado de quem sofre. Não precisamos ter todas as respostas para escutar e acompanhar. Pense em alguém que precisa de uma presença que continue depois das primeiras palavras de conforto. Em segundo lugar, o cuidado de Deus torna-se visível em gestos concretos.
Boás ofereceu alimento, segurança e respeito. Que possibilidade tem nas suas mãos de transformar a sua oração por alguém numa atitude de cuidado? A terceira é que a redenção abre futuro, um futuro, e dá lugar a quem estava de fora. Ruta encontrou pertença naquela família. Em Jesus, somos convidados a receber perdão, reconciliação com Deus e a esperança de uma vida nova. Talvez hoje precise de receber cuidado. Pode pedir ajuda e falar com Deus e partir da sua própria dor. Mas se deseja conhecer melhor a Bíblia, procure uma igreja adventista e peça para conversar, para estudar a Bíblia e a Palavra de Deus.
Não precisa de chegar a todas as respostas. Queria também convidá-lo a uma decisão pessoal. Quer entregar a sua vida a Jesus? Pode apresentá-lhe a sua história inteira, incluindo aquilo que ainda dói e aquilo que também se arrepende. Peça perdão a Deus e aceite começar uma caminhada com Ele. Se já o segue, renove essa entrega e disponha-se a acolher alguém com amor que já recebeu. Que Deus o abençoe. e que nesta semana possa dar esse passo de aceitar essa ajuda de Cristo na sua vida. Que Deus o abençoe nesse sentido. E até ao próximo programa.
A mensagem.