Bem-vindo ao programa A Mensagem. Conta-se a história de um jovem que perdeu a audição devido a uma doença. Durante anos, ele viveu num mundo de silêncio. Via os lábios das pessoas moverem-se, observava as suas expressões e percebia que lhes queriam dizer alguma coisa, mas não conseguia ouvir as suas vozes. E certo dia, um especialista apresentou-lhe um aparelho auditivo novo que poderia permitir-lhe recuperar parte da sua audição. Depois de alguns ajustes, o aparelho foi finalmente ligado. A primeira voz que o jovem ouviu foi a do seu pai. Ele estava mesmo ao seu lado, que o chamou pelo seu nome.
Emocionado, aquele jovem voltou-se para ele e disse, pai, agora eu consigo ouvir-te. O pai abraçou-o e respondeu, meu filho, eu sempre estive aqui e sempre falei contigo. Apenas esperava pelo momento em que pudesses ouvir-me. Esta história deste jovem que voltou a ouvir ajuda-nos a compreender uma realidade espiritual. É que Deus pode estar a falar, mas isso não significa que nós estejamos a escutar. A Bíblia conta-nos a experiência de um outro jovem que ouviu a voz, uma voz chamar pelo seu nome, mas que inicialmente ele também não percebeu quem estava a falar. O seu nome era Samuel.
Samuel vivia e servia no Santuário de Deus, sob a orientação do sacerdote Eli. No entanto, aquele era um período de grande crise espiritual em Israel. E para nós compreendermos melhor aquilo que aconteceu, convido-te a acompanhar a leitura bíblica do texto em primeira de Samuel, no capítulo 3, desde os versículos 1 até ao versículo 10. Vamos então? Diz-nos assim o texto. E o jovem Samuel servia ao Senhor perante Eli. E a palavra do Senhor era de muita valia naqueles dias. Não havia visão manifesta. Isso sucedeu naquele dia que, estando Eli deitado no seu lugar, e os seus olhos começavam a escurecer, pois não podia ver.
Estando também Samuel já deitado, antes que a lâmpada de Deus se apagasse no templo do Senhor, onde estava a arca de Deus, o Senhor chamou a Samuel e disse a ele, e correu a ele e disse, eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse, eu não te chamei, não te chameio, torna a deitar-te. E ele foi deitar-se. E o Senhor tornou a chamar outra vez a Samuel e Samuel se levantou e foi ali e disse, eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse, eu não te chamei, filho meu, torna a deitar-te. Porém Samuel ainda não conhecia ao Senhor e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do Senhor.
E o Senhor, pois, tornou a chamar a Samuel terceira vez. E ele se levantou e foi ali e disse, és-me aqui, porque tu me chamaste. E então entendeu que é ali que o Senhor chamava o jovem. E por isso ele disse, ali disse a Samuel, vai deitar-te e há de ser que se te chamar de novo dirás, fala Senhor, porque o teu servo houve. E então Samuel foi e se deitou no seu lugar e então veio o Senhor e pôs-se ali e chamou-o como das outras vezes. Samuel, Samuel, e disse Samuel, fala Senhor, porque o teu servo ouve.
Que cena extraordinária, não é? Era noite, Eli estava deitado, Samuel também, e tudo parecia silencioso, mas Deus estava prestes a quebrar aquele silêncio. Samuel ouviu o seu nome, mas ainda não reconhecia a voz de Deus. Correu até ali, porque pensou que tinha sido ele que o tinha chamado. Isto aconteceu durante três vezes. Finalmente, ali compreendeu que era o Senhor, quem chamava o jovem, e ensinou-o a responder.
Fala, Senhor, porque o teu servo ouve. Esta história começa num tempo de silêncio espiritual, mas termina com alguém que estava disponível para o escutar. E esta é a primeira verdade que nós encontramos no texto que Deus continua a falar, mesmo também em tempos de crise. Deus fala mesmo em tempos de crise. A história de Samuel aconteceu há mais de 3 mil anos, num período particularmente difícil para o povo de Israel. O livro anterior, ele termina com esta afirmação em Juízos, no capítulo 21, versículo 25, que diz, naqueles dias não havia rei em Israel, cada um fazia o que parecia certo aos seus próprios olhos.
Não se tratava apenas da ausência de um rei político. O problema era mais profundo porque cada pessoa tinha se tornado a sua própria autoridade, em vez de perguntarem o que é que Deus deseja. Perguntavam simplesmente o que é que me parece bem. A verdade de Deus tinha sido substituída pelas preferências pessoais. A fé tornava-se superficial, a violência aumentava, a vida espiritual do povo estava em decadência. A liderança religiosa também estava a atravessar uma crise e ali era o sacerdote responsável pelo santuário, mas estava envelhecido e espiritualmente acomodado. Os seus filhos, ofenifineias, abusavam também da posição que eles ocupavam, tratavam as ofertas apresentadas a Deus com desprezo, utilizavam a religião para benefício próprio.
A Bíblia diz mesmo que eles não conheciam o Senhor, no capítulo 2, versículo 12. Realmente uma afirmação impressionante, porque trabalhavam no santuário, usavam as vestes religiosas, participavam nas cerimónias, mas não conheciam verdadeiramente o Deus a quem eles afirmavam servir. É possível nós estarmos perto das coisas de Deus e, ainda assim, vivermos longe de Deus. É possível conhecer a linguagem religiosa, frequentar uma igreja e até exercer responsabilidades sem manter uma relação viva com o Senhor. E é neste contexto que começa o capítulo 3. O jovem Samuel servia ao Senhor perante Eli. E o texto diz que naqueles dias a palavra do Senhor era muito rara.
As visões já não eram frequentes no primeiro versículo do capítulo 3. A palavra de Deus era rara não porque Deus estivesse perdido o interesse pelo seu povo, mas porque havia poucos corações disponíveis para o ouvir. O problema não estava na incapacidade de Deus para falar, mas na indisponibilidade das pessoas para o escutar. Eu pergunto, será que o nosso tempo é muito diferente? Também vivemos numa sociedade em que cada pessoa é incentivada a construir a sua própria verdade. Aquilo que ontem era considerado errado, pode hoje ser apresentado como correto. A opinião pessoal ocupa frequentemente o lugar dos princípios. Não perguntamos se algo é verdadeiro, perguntamos apenas se nos agrada.
Temos acesso a mais informação do que qualquer outra geração anterior, mas isso não significa que tenhamos mais sabedoria. Temos muitos meios de comunicação, mas nem sempre conseguimos comunicar verdadeiramente. Estamos permanentemente ligados, mas muitas pessoas sentem-se profundamente sós. No entanto, existe no texto uma pequena frase cheia de esperança. O versículo 13 diz que a lâmpada de Deus ainda não se tinha apagado. Essa lâmpada estava no santuário e deveria de permanecer acesa durante a noite, mas a frase parece transmitir uma mensagem ainda mais profunda, é que apesar da crise, da corrupção, da escuridão, do silêncio espiritual, Deus ainda não tinha desistido do seu povo.
A lâmpada ainda estava acesa. Ainda havia esperança. Ainda existia um jovem chamado Samuel. Ainda havia alguém que poderia aprender a ouvir a voz do Senhor. Talvez olhemos para a nossa sociedade, para a nossa família ou para a nossa própria vida e pensemos que tudo está demasiado escuro.
Mas reparem, a lâmpada de Deus ainda não se apagou. E enquanto Deus continuar a falar e existir um coração disposto a escutar, ainda há esperança de um novo começo. A segunda nota que eu vejo aqui neste capítulo é que Deus chama-nos pelo nome, não é? Samuel, ele ainda era muito jovem. A sua mãe, a Ana, tinha orado durante muitos anos para ter um filho. Quando Deus respondeu à sua oração, ela dedicou Samuel ao serviço do Senhor. E assim, desde pequeno, Samuel vivia e ajudava no santuário, sob a orientação do sacerdote Eli. Ele conhecia as cerimónias, as orações, os objetos religiosos. Contudo, a Bíblia diz que Samuel ainda não reconhecia pessoalmente a voz de Deus.
Numa determinada noite, enquanto todos dormiam, Samuel ouviu alguém chamar. Samuel. Imediatamente, ele levantou-se e correu até ali e lhe respondeu, aqui estou, pois chamaste-me. E ela lhe disse, eu não te chamei. Voltado é tarde. Samuel regressou ao seu lugar. Pouco depois, a voz voltou a chamar Samuel. Mais uma vez, Samuel levantou-se, e correu até ali. Pela segunda vez, ela lhe garantiu que não o tinha chamado. E quando isto aconteceu pela terceira vez, Eli compreendeu finalmente que era Deus quem o chamava. Era Deus quem chamava aquele jovem. Então ele orientou dizendo, volta a deitar-te, se voltares a ouvir a voz, responde, fala Senhor, porque o teu servo ouve.
Samuel regressou ao seu lugar, então Deus aproximou-se e chamou, Samuel, Samuel. E aquele jovem respondeu, fala, porque o teu servo ouve. Há pormenores importantes nesta narrativa. Em primeiro lugar, Deus chamou Samuel pelo nome. Não disse apenas rapaz ou jovem, mas disse Samuel. Na Bíblia, quando Deus chama alguém pelo nome, demonstra que conhece essa pessoa profundamente. Ele conhece a sua história, as suas lutas, os seus receios, o seu potencial. Deus também te conhece pelo nome. Tu não és apenas mais uma pessoa entre milhões neste universo.
Não és um número, uma estatística. Não és um rosto anónimo ou um caso perdido. Deus conhece a tua história. Deus sabe aquilo que mais ninguém sabe. Conhece as lágrimas que tentaste esconder, as perguntas que nunca tiveste coragem de fazer, os sonhos que talvez tenhas abandonado. Em segundo lugar, Deus chamou Samuel várias vezes. Aquele jovem não respondeu imediatamente à voz, mas Deus não desistiu dele, não é verdade? Ele chamou-o uma vez Chamou-o novamente e voltou a chamá-lo. Que imagem extraordinária da paciência que Deus tem connosco.
Quantas vezes Ele já tentou chamar a nossa atenção. Quantas vezes nos falou através de um texto bíblico, de uma conversa, de uma perda, de uma bênção inesperada, de uma inquietação interior. Talvez não tínhamos compreendido, talvez não tínhamos pensado que era apenas coincidência, ou talvez tínhamos voltado a dormir espiritualmente. Contudo, Deus, na sua misericórdia, Ele continua a chamar-nos. Em terceiro lugar, Samuel precisou de aprender a reconhecer a voz de Deus. Imagine, ele estava no santuário, mas ainda não sabia distinguir a voz do Senhor.
Isto também acontece connosco. Ninguém nasce a saber reconhecer a orientação de Deus. Precisamos de aprender. Samuel teve Eli para o ajudar. E apesar das suas falhas, Eli ainda conseguiu perceber que Deus estava a chamar o jovem e ensinou-o a responder. Deus pode colocar pessoas no nosso caminho para nos ajudarem a compreender aquilo que Ele está a fazer. Pode ser um familiar, pode ser um amigo, pode ser um pastor ou alguém que num determinado momento nos ofereça um conselho sábio. Talvez Deus esteja a usar esta mensagem para chamar alguém que ainda não o conhece.
Não é por acaso que estás a ouvir estas palavras. Deus conhece-te e deseja iniciar contigo uma relação pessoal.
A terceira nota que eu vejo aqui neste texto é, o que é que nos impede de ouvir Deus? A resposta de Samuel, ela foi simples, fala, porque o teu servo ouve. Esta frase, ela revela disponibilidade, humildade, confiança. Samuel não disse, fala Senhor, se a mensagem estiver de acordo com aquilo que eu desejo. Ele também não disse, fala, mas primeiro explica-me todas as consequências. Ele colocou-se inteiramente à disposição de Deus. Sabe, ouvir na Bíblia não significa apenas receber sons. Significa prestar atenção com a intenção de responder.
Quando Samuel disse, o teu servo ouve? Ele estava a dizer, estou disponível, quero compreender, estou disposto a obedecer. Mas o que é que nos impede de assumir esta mesma atitude? Às vezes dizemos a falta de tempo. Dizemos que não temos tempo para Deus, embora encontremos tempo para muitas outras coisas. Os nossos dias enchem-se de trabalho, responsabilidades, deslocações, preocupações. Quando finalmente paramos, estamos tão cansados que apenas desejamos distrair-nos. E o problema é que uma relação não cresce sem tempo. Nós não conseguimos conhecer alguém com quem nunca conversamos.
Também não aprendemos a reconhecer a voz de Deus se nunca reservamos tempo para estar com Ele. Deus não pede necessariamente horas. Talvez possamos começar com alguns minutos de verdadeira atenção. O importante é que sejam minutos em que o nosso coração esteja presente. Talvez as distrações nos impeçam de ouvir Deus. Vivemos numa época em que o silêncio quase desapareceu. O telemóvel acompanha-nos desde o momento em que nós acordamos até a hora que nós adormecemos. Recebemos notificações enquanto trabalhamos, comemos, conversamos e até mesmo enquanto nós oramos. A tecnologia pode ser uma benção, mas também pode roubar-nos a capacidade de estar em silêncio.
Por vezes nós temos medo de parar porque no silêncio surgem perguntas e sentimentos que nós tentamos evitar. No entanto, é frequente no silêncio que percebemos melhor a presença de Deus. Ele não precisa de competir com o ruído, mas nós precisamos de reduzir o ruído para lhe poder prestar atenção. Também existem muitas outras vozes. Há vozes que nos dizem que não temos valor. Outras recordam constantemente os nossos fracassos. Algumas vozes dizem que nunca conseguiremos mudar, que Deus não nos pode perdoar ou até que a nossa vida já não tem qualquer solução.
Essas vozes podem vir de experiências dolorosas, de palavras de alguém que nos dirigiu ou do nosso próprio sentimento de culpa. mas sabe a voz de Deus, ela não nos humilha, nem nos destrói. Deus pode confrontar-nos com a verdade, mas vos falo para nos restaurar. Ele mostra-nos o pecado, mas Deus também mostra o perdão. Deus revela a nossa fraqueza, mas Deus oferece-nos a força. Precisamos de aprender a distinguir a voz do Pai, das vozes que nos afastam dEle. A expectativa de algo extraordinário também muitas vezes pode nos afastar de ouvir Deus. Muitas vezes as pessoas dizem, se Deus me aparecesse, aí eu acreditaria.
Espero uma voz audível, um sonho, um sinal espetacular. Mas Deus fala principalmente através da sua palavra. é que a Bíblia não é apenas um conjunto de histórias antigas, a Bíblia é o testemunho de que Deus realizou e a sua revelação, o seu caráter, a revelação do seu amor, do seu caráter a sua vontade, do seu plano para a humanidade. Nós podemos procurar sinais extraordinários e ignorar aquilo que a Bíblia aberta diante de nós nos pode dizer. Podemos pedir uma nova revelação quando ainda não obedecemos àquilo que Deus já revelou claramente. A falta de vontade para obedecer é talvez uma outra coisa que nos impede de ouvir Deus.
Talvez este seja o maior obstáculo. Por vezes não ouvimos porque receamos aquilo que Deus nos possa pedir. Queremos que Deus nos conforte, mas não que nos corrija. Queremos que Ele abençoe os nossos planos, mas não que transforme as nossas prioridades. Queremos que retirem as consequências, mas nem sempre queremos abandonar os nossos comportamentos que as provocaram. No fundo, nós percebemos que ouvir Deus pode exigir mudanças. Pode significar perdoar alguém, reconhecer um erro, abandonar um hábito, reparar uma injustiça ou entregar-lhe uma área da vida que nós desejamos controlar. E Samuel ensina-nos que a atitude correta não é, fala Senhor, que depois eu vou
decidir se concordo. Mas a atitude é, a atitude correto é, fala Senhor porque eu estou disposto a ouvir-te. Em quarto lugar, como é que nós podemos reconhecer a voz de Deus? Talvez esta é uma pergunta importante, especialmente porque há pessoas que atribuem a Deus todos os pensamentos, sentimentos ou acontecimentos. Deus nunca nos orienta de forma contrária àquilo que já revelou nas Escrituras. A sua voz não promove o egoísmo, a mentira, a violência, o orgulho ou a injustiça. Mas como é que nós podemos, então, ouvir a voz de Deus através da Bíblia? A Bíblia é a principal forma de conhecermos a voz de Deus. Quanto mais conhecemos a sua palavra, mais facilmente nós vamos distinguir a verdade do erro.
Se alguém nos telefonar regularmente, acabamos por conhecer a sua voz, mesmo antes de identificar essa pessoa, não é verdade? Da mesma forma, quanto mais tempo nós passamos com Deus através das Escrituras, mais familiarizados nós vamos ficar com o seu caráter. Se ainda não tens o hábito de ler a Bíblia, começa por um dos Evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas, João. Estes livros apresentam-nos a vida e os ensinamentos de Jesus. Antes de lê-las, faz uma oração simples. Senhor, ajuda-me a compreender o que Tu queres me ensinar. E depois posso colocar algumas perguntas. Senhor, o que é que este texto me revela sobre Deus? O que revela sobre a minha própria vida? Que resposta prática eu devo dar?
Não é necessário compreender tudo de uma vez. Samuel também precisou de tempo para aprender. E, através da oração, muitas vezes nós entendemos a oração apenas como um momento em que apresentamos pedidos a Deus. Falamos dos nossos problemas, das nossas necessidades, das pessoas que nós amamos. Tudo isso é importante, mas a oração também envolve disponibilidade para o escutar. Não significa esperar necessariamente por uma voz audível, mas significa permanecer alguns momentos na presença de Deus e permitir que a Sua Palavra atue em nós e perguntar, Senhor, existe algo que eu preciso compreender, confessar ou mudar? A oração não serve apenas para tentar convencer Deus a fazer a nossa vontade, mas serve também para permitir que Ele transforme a nossa vontade.
Através do Espírito Santo, Jesus prometeu que o Espírito guiaria os seus seguidores. O Espírito atua no nosso coração, despertando a consciência, revelando o pecado, recordando as palavras de Jesus e criando em nós o desejo de viver de acordo com a vontade de Deus. A orientação do Espírito nunca contradiz as Escrituras e nunca serve para alimentar a nossa superioridade. Se uma suposta mensagem nos torna arrogantes, agressivos ou indiferentes ao sofrimento dos outros, devemos questionar a sua origem. Porque a presença do Espírito produz amor, alegria, paz, paciência, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.
Que o Senhor o possa abençoar na sua luta, na sua vida espiritual e que cada dia possa ouvir essa voz maravilhosa de Jesus orientar a sua vida. Que o Senhor o abençoe nesse sentido. Amém.