Revelação e Inspiração

Revelação e Inspiração

Novo25 de Outubro de 202624 min 38 s

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Abertura e oferta

Voltamos para a segunda parte deste episódio do Bíblia Aberta. Estamos numa conversa muito interessante sobre as questões que dizem respeito ao tipo de revelação, à forma como Deus se revelou, quais são os processos de revelação que podemos ter à nossa volta. Já vimos que a natureza é extremamente importante, mas precisa de ter a Bíblia. A Bíblia é extremamente importante mas a natureza é um testemunho vivo daquilo que Deus fez. Enfim, até nós podemos ser, como já vimos aqui também, uma forma de testemunhar da autenticidade de Deus. Antes de voltarmos à conversa e podermos continuar este episódio, como sempre, nós temos uma oferta para lhe fazer e por isso eu gostava muito de lhe lançar o desafio de obter gratuitamente este guia de estudo É um guia de estudo muito interessante que fala do Apocalipse.

Não tanto naquela perspectiva de que o Apocalipse é tudo mau. Porquê? Porque, por exemplo, no Apocalipse nós encontramos a descrição de uma nova Jerusalém. O que é que isto significa? Será que nós vamos poder entrar nesta nova Jerusalém? Será que esta nova Jerusalém é para toda a humanidade? É só para alguns? É só para aqueles que já estão no céu? Enfim... Se quiser saber mais sobre a Nova Jerusalém, apoiado nesta revista que tem por título Apocalipse, então poderá fazer o seu pedido enviando uma mensagem para o 933 939291 e poderá receber gratuitamente em sua casa. Se porventura quiser também poderá fazer um pedido especial para depois enviarmos a alguém que conheça e que necessite de conhecer mais sobre estes

A importância da palavra escrita

grandes temas. Esta é uma revista a não perder, por isso pode fazer desde já o seu pedido enviando uma mensagem. Meus amigos, a conversa estava tão boa, eu tive que interromper assim muito rapidamente, mas vamos voltar. E nesta fase, nós já falámos aqui um pouquinho sobre, ou terminámos a primeira parte falando um pouquinho das mensagens orais, da forma como Deus se comunicou, e vimos que Deus tem várias formas de se comunicar, mas depois essas mensagens orais passaram a escritas, não é? E quando vamos à Apocalipse capítulo 1, versículo 19, o próprio Jesus, E nós sabemos que o livro do Apocalipse é um livro que diz logo a revelação de Jesus Cristo. Ele próprio lançou o desafio a João de escrever. Capítulo 1, versículo 19 diz, escreve num livro tudo o que vês.

Ou seja, havia mesmo esta indicação. Deus queria que realmente fosse, e vê-lo muitas vezes de forma repetida, que os seus profetas registassem, de alguma maneira, todas as mensagens orais que recebiam, tudo aquilo que podia ser registado para mais tarde, não era para recordar, mas para que os povos seguintes pudessem ter o mesmo privilégio. Ana, que diferença faz para a fé? para a nossa fé, saber que temos acesso a uma palavra que foi preservada ao longo do tempo e continua a ser preservada ao longo dos séculos, em vez de nós estarmos aqui, de alguma maneira, a depender apenas das experiências espirituais, pessoais, que possamos ter ou que os outros podem ter. Eu vou começar por falar da minha experiência.

O facto de existir um livro que é provavelmente o livro mais atacado ao longo da história, onde ao longo da história da existência deste livro, muitos foram aqueles que tentaram destruí-lo de uma vez, etc. Só isto, para a minha fé, a nível pessoal, já me dá aqui um aumento, porque qual é a intenção por trás da destruição deste livro? só faz realmente sentido se este livro for realmente a palavra de Deus, como nós acreditamos que o é. Então, sendo assim, e visto também, já foi falado pelo Isaac, pelo Pedro, ao longo dos últimos minutos, nós já vimos a importância da palavra de Deus, nós já vimos importância da revelação, os motivos que levaram Deus também a revelar-se, e obviamente que se Deus fosse depender unicamente da memória humana, ou da tradição oral de passar somente pelas histórias oralmente de geração em geração, ia haver problemas.

E o principal problema é, com o passar do tempo, o ser humano começa em decadência. Nós hoje não somos iguais como era o ser humano há 3.000 anos, 4.000. Nós estamos num processo de cadência do pecado. Então a nossa memória por si só já está afetada nessa questão. E para além disso, quem conta um conto acrescentam um ponto. Um, dois, três ou cinquenta mil. Então, nós vamos perceber que se nós nos baseássemos unicamente pela memória e a tradição do que nos foi passado de geração em geração, a mensagem em si já não ia ser a mensagem primária que foi passada.

porque o ser humano tem esta tendência de ir acrescentando e pondo florzinhas e pondo espinhos para dar imagem e estrutura à mensagem. Então, ao ser escrita, para além, obviamente, de preservar a mensagem nuclear e essencial e primária de Deus, ela também é transmitida e é confirmada pelas seguintes gerações. E isto revela-nos que Deus não pensa somente no presente da mensagem, ou seja, quando ela foi dada, mas também está a pensar em nós no futuro, que estamos a ter agora acesso a ela. Agora, entrando na questão das experiências pessoais. As experiências pessoais têm o seu valor e a sua importância.

É bom nós termos experiências com Deus. porque elas vão aumentar a nossa fé, vão nos dar estrutura na nossa espiritualidade, etc. Só que as experiências são voláteis. As experiências mudam, as emoções variam. aquilo que para mim pode ser de um impacto gigantesco para outra pessoa pode não ter qualquer valor, mas é interessante porque nós olhamos para a palavra de Deus e Isaías, o profeta Isaías inclusive vai dizer no capítulo 40 do seu livro, seca-se a erva e cai a flor, mas a palavra do nosso Deus permanece para sempre. E isto mostra-nos que a Bíblia É não somente um ponto de referência, mas também é algo que não está vinculado a sentimentos ou perspectivas unicamente.

Apesar de como nós já falámos que a Bíblia transmite várias perspectivas de pessoas completamente diferentes, com estilos, gostos, contextos históricos, sociais, políticos, completamente diferentes, mas a Bíblia não está somente presa a isso. e as mensagens nucleares que a Bíblia vai nos transmitindo mostra-nos essa objetividade deste livro e como este livro está mais além das experiências, está agarrado a um relacionamento com Deus, mas a um relacionamento bastante objetivo que passa uma mensagem de salvação. É interessante também vermos que A palavra de Deus para a vida do ser humano, na questão das experiências, vai funcionar também como um próprio critério das experiências.

Porque, obviamente, as nossas experiências espirituais devem ser analisadas à luz da Palavra de Deus. Porque nem tudo o que parece uma experiência espiritual pode ser uma experiência espiritual. Nem tudo o que nós vivemos pode ter a marca, o selo de Deus e pode ser completamente o oposto. Então, a Bíblia vai nos ajudar a dar direção às vivências que nós vamos vivendo, passando a redundância, diariamente. É importante nós termos a noção de que Deus dá a sua mensagem para permanecer no tempo, para chegar até aos nossos dias, para nos dar alicerce e fundamento seguro para a nossa caminhada espiritual, mas e entendermos que sem esta palavra ia ser bastante complicado nós entendermos acerca deste Deus, ia ser bastante complicado nós também Podermos, numa época em que tem tanta coisa à nossa volta, tantas interações e distrações, conseguirmos nos centrar naquilo que importa realmente e conseguirmos entender qual é o privilégio da revelação escrita.

Porque há um propósito dela ter sido deixada e esse propósito é para eu poder crescer e conhecer mais do seu autor. Muito bem. Agora, temos que encontrar aqui outras coisas que a Bíblia também tem, porque a

Símbolos e dramatizações bíblicas

Bíblia não tem só coisas boas. Vamos encontrar, talvez, dramas, símbolos, parábolas, coisas que, de alguma maneira, podem também levar-nos a compreender a dificuldade que possa existir entre nós. Vamos a Ezequiel, capítulo 4, E vamos ler o versículo 1 de uma forma um pouquinho mais adaptada, em que diz, fala às crianças de Israel e diz-lhes, tomei um feixe, cada um de vós, e batei com ele. Deus usou aqui dramatizações, até algumas, eu diria, chocantes. Utilizou símbolos, utilizou parábolas para comunicar verdades. Isaac, o que é que nos diz isto sobre a forma como uma pessoa aprende e de alguma forma interioriza as verdades espirituais mais profundas?

Eu até penso, na verdade eu creio, é que muitas experiências que a bíblia nos apresenta elas são experiências que nos fazem chorar às vezes que nos fazem ferver o sangue às vezes nos fazem ter ira mas e se fôssemos nós os participantes daquele episódio que está a ser relatado a experiência pode não ser a melhor mas o objetivo é bom então tudo que a bíblia apresenta é bom porque visa a o nosso crescimento espiritual, a nossa paz, a nossa salvação. Mas a Bíblia é riquíssima em ilustrações, em parábolas, em metáforas e também existem as dramatizações, que às vezes pegam um pouquinho mais junto.

Vamos pensar rapidamente em alguns pontos destes. O sistema sacrifical do Antigo Testamento. Nós vemos ali os altares, os cordeiros, o sangue derramado. E o que isso tem a ver? Ok, temos que contextualizar tempos e costumes bíblicos, mas isso apontava para algo maior. E nós então vemos aqui Cristo Jesus, que é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Nós vemos aqui Cristo na cruz. Então aqueles altares, aqueles sacrifícios apontavam para Cristo, o salvador da humanidade. Na verdade, precisa ser também o Senhor, não só o salvador. Mas isso fica pra depois. O salvador da humanidade.

A Bíblia fala do santuário terrestre, ok? Ele era um tipo, uma figura, uma sombra do santuário celeste. Há um santuário no céu? A Bíblia fala do ritual do santuário. Ali, em meio aos seus móveis, então vou dar um passo atrás, vou lembrar aqui do castiçal candelabro ou candeeiro. Está aqui a representar Cristo Jesus à luz do mundo. Olha, Jesus à luz do mundo. Ele também diz que ele é a luz do mundo. A mesa com os pães da proposição. Jesus, o pão da vida. Jesus também é o pão da vida. Ilustrações. mas o ritual do santuário nos apresenta o ministério de Cristo Jesus no santuário celestial. E o livro de Hebreus, ele é rico em nos apresentar e clarear o ministério de Jesus Cristo como nosso sumo sacerdote.

Poderia, Jorge, agora lembrar-me das profecias apocalípticas de Daniel e de Apocalipse, né? Aquelas revelações especiais de Deus para o seu povo. E então eu vou evocar aqui a lembrança da estátua de Nabucodonosor, falácios do sonho, Pedro Nabucodonosore, a estátua com seus variáveis metais, o ouro, a prata, o cobre, o ferro, o barro, tá bom? Ainda podemos ver os animais listados nos capítulos 7 e 8 de Daniel. E são animais, assim, muito interessantes, né? Um leão com asas de águia, um urso com costelas na boca, um leopardo com quatro asas nas costas, um carneiro com dois chifres, ok, está bem.

Mas depois vem um bode com um chifre no meio dos olhos. Temos aqui um animal terrível e espantoso, interessante, que apresenta um chifrinho que cresce e faz coisas assustadoras. Tudo isso está a mostrar os reinos deste mundo, desde Nabucodonosor, que incluem a Europa moderna, onde nós estamos a viver. E tem também aqui um viés não só geopolítico, mas também religioso, tá? O chifrinho pequeno. Ok, estou a falar de simbologia, de ilustrações, metáforas. A bíblia ainda mostra em Apocalipse duas bestas, no Apocalipse 13, uma que sobe do mar, uma que sobe da terra primeiro, depois uma que sobe do mar, tá certo?

Na verdade, sobe do mar e sobe da terra, essa é a ordem, tá certo? E nós vemos aqui É só contextualizar direito isso aqui, né? São duas bestas ou dois animais, dois poderes, tá certo? Um a surgir do mar e o outro da terra. Um a surgir no meio de muita gente e o outro a surgir em um lugar desabitado. E isso fica pra depois também. Mas só pra citar que aqui estamos a ver um poder civil e um poder religioso. E já falei de Jesus Cristo como o pão da vida, a luz do mundo, a videira verdadeira, a água da vida. São algumas ilustrações. Jesus mesmo conta parábolas e as parábolas elas serviam pra poder ilustrar o reino eterno a partir de coisas que as pessoas conheciam e elas ouviam então a respeito do grão de mostarda falar do reino de deus começaria pequeno mas seria grandioso e as pessoas iam pra casa e quando viam o grão de mostarda lembravam do ensinamento a respeito do reino de deus Além da fala, nós vemos aqui que Deus dramatizou algumas mensagens, como Jorge mencionou.

A citar ali, Ezequiel, capítulo 4, leste do verso 1, mas do verso 1 ao verso 8, nós temos algo ali que impacta. Quem sabe, antes de eu falar disso ainda, lembrei de mais uma dramatização, onde Deus pede para que o profeta Oséias se case com uma prostituta em São Juízo. Por que Deus falou isso? Como eu assumiria, ou assimilaria, ou viveria isto? Impossível! O que Deus queria mostrar era a infidelidade espiritual do seu povo escolhido para com ele, o Deus eterno. Então o símbolo da igreja idólatra apostatada para com seu esposo, o Senhor. Mas, a voltarmos agora a Ezequiel 4, nós vemos aqui uma retratação do cerco, da fome, da contaminação resultantes do pecado de Judá e do fato de terem se afastado de Deus.

Aqui é um relato muito interessante. Eu não vou ter tempo de delineá-lo todo, mas só para citar. de que o profeta Ezequiel estava a carregar simbolicamente a iniquidade do seu povo dia após dia. Deus pede pra ele pegar lá um tablete de barro, um tijolo e desenhar ali a cidade de Jerusalém, tá certo? Colocar uma panela entre ele e a cidade, enfim, a todo um contexto em que Deus está a mostrar que o povo judeu se afastou do Senhor e agora ele vai sofrer. Porque todas as vezes que nós saímos debaixo do guarda-chuva de Deus, nós entramos embaixo do temporal de Satanás. E esta é uma desgraça, tá?

O fato que, pra eu fechar isto, a pergunta é, como é que nós vamos entender, ou por quê, A pergunta seria melhor colocada assim, por que que há dramatizações, parábolas, ilustrações, metáforas? É para impactar as pessoas que viam e ouviam a mensagem, pois o assunto era muito sério. Eu não tenho tempo, mas em 2 Cronicas 36, versos 15 e 16, diz que Deus dava a mensagem através dos seus profetas, mas o povo ridicularizava, zombava, o povo rejeitava, o povo não queria ouvir a mensagem de Deus, porque o profeta ali era um representante de Deus. E agora Deus dramatiza a fim de impactar as pessoas que estavam a ver e a ouvir essa dramatização, porque o assunto era sério.

a misericordiosa solução divina para poder alcançar as pessoas e despertá-las, como diz Efésios, desperta ou tu que dorme, despertar da sua miserável condição a fim de se arrependerem e serem salvos. Eu fico a pensar em a minha condição, será que Deus vai ter que dramatizar alguma coisa? E a sua condição? E a nossa? Deus quer salvar você e eu. Por isso, mensagens às vezes difíceis de até entender, mas era para o bem a salvação do seu povo.

Verdade absoluta e autonomia

Há uma coisa que nós não conseguimos fazer, que é parar o tempo, não é? Porque a conversa está ótima e por isso estamos mesmo na fase final e talvez seja bom nós fazermos aqui como que uma scene. daquilo que foi dito, daquilo que foi apresentado neste episódio. Nós já vimos que Deus falou de muitas formas ao longo da história, pela natureza, pelos profetas, pela parte oral, pela parte escrita e até mesmo pelas dramatizações que tu falaste, algumas delas do Velho Testamento, outras do Novo Testamento e até pelo próprio Jesus. Gostava só de introduzir aqui uma passagem bíblica que me parece importante, que é Hebreus capítulo 1, versículos 1 e 2, que diz que, havendo Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho.

Pedro, numa cultura que, de alguma forma, tende a desconfiar de qualquer autoridade exterior, digamos assim, o que é que pode facilitar uma pessoa de aceitar a Bíblia como sendo a palavra de Deus? Sim, nós vivemos num tempo em que, até por razões boas e saudáveis, em alguns aspectos, mas em que se valoriza tanto a autonomia individual, que obviamente isto leva a que criamos um ecossistema em que uma autoridade externa que de alguma maneira me diga o que é a verdade absoluta e imponha um padrão moral sobre mim, é uma coisa que em geral é mal vista. E é por isso que nós aqui estarmos à volta desta mesa a falar de uma verdade absoluta, de uma inspiração que Deus deu há mil ou quinhentos, ou seja, há quantos anos for, ou mesmo de profetas contemporâneos do nosso tempo, uma palavra que venha de Deus e que eu aceito como sendo uma norma para a minha vida, é claro que isto está em tensão com o que nós hoje, até nós, também somos educados a experimentar em alguns aspectos.

Sim, faz sentido. Por exemplo, esta descrição que eu acabo de fazer que garantiu que muitas sociedades revoltaram-se contra, por exemplo, ditaduras. E nós isso consideramos como uma coisa positiva. Chegou a um ponto em que as sociedades não estão mais para aguentar o facto de que alguém diga o que eu devo fazer, o que eu posso acreditar e não posso. Portanto, percebemos que há aqui uma dimensão, uma certa tensão entre esta experiência universal e uma palavra, uma coisa que vem de fora, que é externa a mim e que me diz agora, toma, aceita esta verdade, este é o caminho. Como é que nós podemos deixar aqui, para alguém que vive esta luta, uma palavra que nos sirva de exurtação e que dê força?

Talvez a primeira, e se calhar hoje vou ficar por aqui, nós precisamos de perceber que a Bíblia tem uma característica muitíssimo importante. A Bíblia tem uma coerência. Eu não digo só na coerência entre os vários autores, não é tanto esse aspecto. A Bíblia apresenta uma proposta. uma proposta para a vida, uma cosmovisão, uma mundivisão, é uma expressão hoje usada, que é uma maneira de interpretar a realidade. E a verdade é que por mais tempo que passe, eu tenho uma absoluta convicção, e acredito que todos nós aqui a esta mesa, de que a forma como a Bíblia nos explica os fenómenos que nós vamos vivendo, não existe outra forma, uma alternativa mais sólida e mais coerente para interpretar o tempo em que vivemos, os acontecimentos.

Por isso, nós encontramos uma espécie de uma metanarrativa na Bíblia. que é uma história que está acima das nossas histórias e que explica o drama do que nós muitas vezes temos que viver, os acontecimentos históricos e o caminho que esta sociedade está, para o qual ela se encaminha. E os profetas, em grande medida, foram os que revelaram esta metanarrativa. Portanto, nós temos razões para acreditar na Bíblia, não só porque Deus a revelou, mas também porque ela nos deixa e abre diante de nós verdades absolutamente extraordinárias.

Conclusão e encerramento

Vale a pena confiar nisso? Nada nos é imposto, não é pela força. Porque o governo de Deus é um governo de liberdade. Eu diria que, o Pedro disse, eu vou ficar por aqui só nesta perspectiva, de uma forma muito sintética, mas dar-vos uma boa notícia. Convido-vos a estarem comigo no próximo programa, no próximo episódio, e para continuarmos esta conversa. Porque, no fundo, estaremos a falar aqui sobre o dom de profecia e não está tudo dito hoje. Podemos guardar esse tempo para a próxima semana. Desde já, muito obrigado por estarem comigo. E por aceitarem este convite de, na próxima semana, voltarmos a estar também com o nosso público, o público-alvo que é todos aqueles que vêm e assistem na TV Novo Tempo e na Rádio RCS. Quanto a si, já sabe, fique em conto marcado, mas antes de nos irmos embora, vou voltar a referir a oferta que temos para si, é o Guia de Estudo com o título Apocalipse E neste guia de estudo você poderá perceber como é que vai ser o fim da história universal deste mundo, mas igualmente a promessa que Deus deixou e aquilo que Deus tem para nos oferecer.

Entre muitas coisas boas, nesta revista você vai descobrir como é que é a Nova Jerusalém, como é que ela está a ser construída ou como ela foi construída e quem poderá lá estar. Quem sabe, só você não será uma das pessoas eleitas para estar na Nova Jerusalém. Por isso, fica aqui o convite de pedir, pela mensagem, pelo 933 939291 e solicitar este guia de estudo que irá ajudá-lo a compreender como é que poderá chegar à Nova Jerusalém Quanto a nós, já sabe, é sempre um gosto podermos estar consigo. Para a semana vamos voltar para continuar este tema sobre o dom de profecia Esperamos sinceramente que continue com a sua Bíblia aberta, porque é muito importante e necessário. Fique em conta do Mercado para a semana. Até lá.

A nossa oferta

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Eu no Universo

Série
Bíblia Aberta · 5 episódios
Temporada e episódio
Temporada 8 · Episódio 5
Estreou
25 de Outubro de 2026
Categoria
Espiritualidade
Apresentação
Jorge Duarte