A dimensão relacional de Deus
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A dimensão relacional de Deus

08 de Julho de 202623 min 54 s

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O método das perguntas divinas

É com alegria que o saúdo, dando graças a Deus pela oportunidade de estarmos juntos e partilhar da comunhão que nos une-nos tudo a sua palavra. Muitas passagens bíblicas revelam que Deus busca diligentemente aproximar-se do ser humano, não para exercer autoridade ou manifestar o seu grande poder, mas para estabelecer uma relação de confiança, amor e crescimento mútuo. É um Deus que anseia relacionar-se, convidando a humanidade a corresponder ao seu amor e a crescer na intimidade com ele. E podemos ver esse anseio divino manifestar-se, de forma especial, nos momentos em que faz uma pergunta pessoal a cada indivíduo.

Esta abordagem interrogativa é uma constante na relação de Deus com a humanidade. Mas serão estas perguntas formuladas por alguém com muita curiosidade e que ignora a resposta? Não. Deus conhece perfeitamente a resposta de cada uma das questões que coloca ao ser humano. São perguntas que exigem um esclarecimento do interlocutor? Também não. Deus não questiona o indivíduo para obter respostas imediatas. Então porquê que pergunta Deus? porque cada interrogação divina carrega em si um propósito maior. Não de obter informação, mas de confrontar, despertar e transformar o interrogado.

Ele prefere que a sua questão desperte reflexão, levando a pessoa a interrogar-se a si própria. Cada pergunta divina é um apelo à mudança de atitude e uma porta aberta para o diálogo. É isso que torna as suas perguntas tão grandiosas e significativas. O próprio Jesus seguiu este método na sua vivência aqui na Terra. Os Evangelhos relatam perto de uma centena de perguntas diferentes que ele dirigiu aos seus ouvintes. Umas vezes interpelava as multidões, outras dirigia-se a pequenos grupos e não raramente interrogava alguém em particular. Algumas questões foram endereçadas aos mais simples e vulneráveis, outras aos mais poderosos do seu tempo.

Não se tratava de meras perguntas retóricas, mas de instrumentos pedagógicos e espirituais capazes de interpelar cada pessoa na sua singularidade. Em muitos casos, o objetivo era, claro, abrir caminhos de compreensão, revelar a verdade e aprofundar a relação com Deus. Ao longo da Bíblia deparamos-nos com diversas perguntas dirigidas a indivíduos em circunstâncias muito específicas. Estas perguntas não são meros elementos da narrativa bíblica, nem se limitam a registar diálogos históricos. Elas carregam um significado espiritual que ultrapassa o momento em que foram proferidas.

Embora tenham sido dirigidas a personagens bíblicos do passado, essas interrogações continuam a ressoar através dos séculos e abrem espaço à reflexão interior e ao crescimento de cada um de nós. Por isso, convido-vos a pensar em sete perguntas dirigidas a diferentes pessoas que as impactaram profundamente e que continuam, ainda hoje, a ter o poder de

Onde estás e a responsabilidade pelo irmão

transformar a nossa vida espiritual. No livro de Génesis, capítulo 3 e verso 9, vamos encontrar a primeira pergunta divina registada na Bíblia. E diz assim, versículo 9, E chamou o Senhor Deus a Adão e disse-lhe, Onde estás? Deus dirige-se a Adão no jardim, chamando-o e perguntando onde está, apesar de conhecer perfeitamente o seu paradeiro. Trata-se uma pergunta que, neste contexto, não visa obter informação, mas pretende nitidamente que Adão reconheça a sua posição e entenda por que razão se encontrava ali. Adão encontra-se escondido de Deus porque tinha desobedecido, caído em pecado e, pela primeira vez, experimentava o medo e a vergonha diante de Deus.

A questão, portanto, não era sobre a sua localização física, mas sobre o estado espiritual em que se encontrava. Num plano mais profundo, esta também é a pergunta que Deus continua a fazer à humanidade. Onde estás? Tal como Adão, o ser humano insiste em fugir, esconder-se do Criador, refugiando-se atrás de justificações ou de falsas seguranças, Mas Deus, em vez de desistir, vai ao encontro de cada pessoa, procurando-a com amor e chamando-a de volta. E se Deus lhe perguntasse agora, neste momento, onde é que tu estás? O que é que lhe responderia?

Estará a esconder-se? A fugir da sua presença? Não se esqueça, Deus está sempre à sua procura e não desiste de si. A segunda pergunta que lemos no livro de Génesis foi feita a Caim. E encontra-se no capítulo 4 e verso 9. Poucas páginas à frente. E disse o senhor a Caim, onde está Abel, teu irmão? E ele disse, não sei, sou eu, guardador do meu irmão? O contexto desta interrogação é horrível. A primeira pessoa a nascer neste planeta acaba de matar a segunda. De facto, não se pode afirmar que o início da humanidade tenha sido auspicioso.

Deus dirige a Cain uma pergunta que ressoa como um apelo à consciência. Onde está Abel, teu irmão? Mais uma vez, não se trata de uma questão motivada por desconhecimento. mas um gesto de interpelação que confronta Cain com a sua própria responsabilidade, levando-o a reconhecer a gravidade do que fizera. Deus não se limita a observar. Ele interpela, educa e chama ao arrependimento mesmo quando a consciência do homem procura esquivar-se à verdade. Mas esta questão vai muito além de Cain. É uma pergunta que, de certo modo, continua a dirigir-se a cada um de nós ainda hoje.

Como assim? Não matámos ninguém, certamente. E, no entanto, a interpelação permanece. Porque a responsabilidade pelo outro não se esgota na violência extrema. Ela manifesta-se também na indiferença, na omissão, ou no modo como cuidamos ou deixamos de cuidar da vida do nosso irmão? Quem tenta iludir o Senhor e responde, não sei, sou eu, o guardião do meu irmão? Nesta resposta concentra-se a essência da interpelação divina que continua a ecoar até nós. Somos guardiões do nosso irmão?!

somos de facto chamados a interrogar-nos sobre a responsabilidade que temos em relação àqueles que nos rodeiam, sobre o cuidado que devemos ter com a vida do outro. Caim nega essa responsabilidade, mas a mensagem bíblica no seu conjunto afirma o

A vara de Moisés e a soberania

contrário. Sim, somos chamados a ser guardiões dos nossos irmãos. A terceira pergunta encontra-se agora em Êxodo. Êxodo 4, 1 a 2. E eis que a pergunta é feita a Moisés. Então respondeu Moisés e disse, mas eis que me não quererão, nem ouvirão a minha voz, porque dirão, o Senhor não te apareceu? E o Senhor disse-lhe, que é isso que tens na tua mão? E ele disse, uma vara. A pergunta surge quando Moisés se posta perante Deus, na sarça ardente, e é comissionado para se tornar o porta-voz do Senhor diante do faraó, com o propósito de libertar os hebreus do Egito e conduzi-los à terra prometida.

Mas Moisés não se sentia confiante. Tinham ficado para trás os dias em que era um jovem de poder no Egito. Quarenta anos se haviam passado. E agora via-se apenas como um simples pastor de deserto, incapaz, inseguro e sem recursos ou experiência que pudessem justificar a missão que Deus lhe confiava. E no entanto, é precisamente neste lugar de fragilidade que a vocação divina o encontra. E então Deus perguntou a Moisés, que é isso na tua mão? Claro que Deus sabia que era um bastão. Mas a pergunta não era sobre o objeto em si. Era um convite à fé de Moisés.

E quando Moisés lançou o bastão ao chão, Deus transformou-o numa serpente. Através deste sinal, Deus mostra que até o que parece pequeno pode tornar-se grande nas suas mãos. E que Ele é capaz de operar milagres com meios insignificantes se houver obediência e confiança. Ao fazer isso, Deus mostrou a Moisés que ele era o único que queria fazer milagres. Não ia ser Moisés. Ele poderia usar qualquer coisa que Moisés tivesse na mão, desde que permanecesse conectado com Deus. O bastão, simples e comum, transformou-se num sinal da supremacia de Deus, lembrando que o verdadeiro poder jamais pertence ao homem, mas àquele que chama e àquele que envia.

O que é isso na tua mão? É uma pergunta para nós hoje também. O que é que nós temos nas nossas mãos que podemos colocar à disposição de Deus? Se calhar sentimos que não temos muito. Apenas alguns recursos limitados, um simples talento, ou como Moisés, apenas um velho bastão. Deus não se impressiona com a grandeza do que possuímos, mas com a disposição com que o colocamos ao seu serviço. Não é o valor do que temos que importa, mas a entrega que fazemos. Mesmo o pouco, quando confiado a Deus, pode tornar-se extraordinário nas suas mãos, pois Ele prefere agir através da nossa disponibilidade do que da nossa autossuficiência.

Avançamos para mais uma pergunta divina. Desta vez foi feita a Jó. No capítulo 38 do livro de Jó, nós vemos essa pergunta. Vamos abrir aqui em Jó 38, verso 1. Depois disso, o Senhor respondeu a Jó de um redemoinho e disse, Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento? Agora cinja os teus lombos como homem, e perguntar-te-ei, E tu responde-me, onde estavas tu quando eu fundava a terra? Faz-me saber se tens inteligência." Se observarmos a narrativa, vemos que Jó e os seus amigos discutem várias explicações para o seu sofrimento, cada um com a sua opinião.

O diálogo é intenso e por vezes tenso, mas Jó continua sem perceber a razão de tudo o que lhe aconteceu. À medida que a narrativa avança, Jó começa a questionar a justiça de Deus. Será Ele justo nos seus julgamentos? Terá agido corretamente comigo? A dúvida vai se instalando no seu coração, tanto sobre a justiça como sobre o amor de Deus. Durante o debate entre Jó e os seus amigos, Deus permaneceu em silêncio. Mas, por fim, Ele fala. E fala através de perguntas desafiadoras. Quem é este que obscurece o meu conselho? Onde estavas tu quando lancei os alicerces da Terra? São dezenas de perguntas que o Senhor dirige a Jó e ele não consegue responder a nenhuma.

E é precisamente esse o propósito dessas interrogações. Levar o interlocutor a reconhecer que Deus age com sabedoria e poder infinito, conhecendo todas as coisas desde antes mesmo da existência de Jó. Também nós, como Jó, podemos ser tentados a duvidar da bondade ou da justiça de Deus em tempos de sofrimento prolongado. Será que Ele realmente se importa? Saberá o que eu estou a passar? Porquê que permitiu que isto viesse a acontecer na minha vida? Nesses momentos devemos lembrar a pergunta que Deus fez a Jó.

pois ela mostra a sua sabedoria e poder. Ele conhece tudo, tem o controle de todas as coisas. Deus permite o que acontece na vida do seu povo, não por indiferença, mas por cuida dele. Foi assim com Jó e será assim connosco. Há um outro profeta do Veio Testamento que foi interpelado por Deus com uma

O medo de Elias e o amor a Pedro

questão desafiante e ele encontra-se em Primeira Reis, capítulo 19 e versículo 9. Vamos ler 1ª reis capítulo 19 e verso 9. 1ª reis, aqui está, e diz assim e Ali entrou numa caverna e passou a noite. E eis que a palavra do Senhor veio a ele e lhe disse... Depois de enfrentar com coragem e inabalável os profetas de Baal no Monte Carmelo, descendo do fogo do céu e testemunhando a vitória do Deus verdadeiro, Elias parecia firme e inabalável na sua fé.

Contudo, Pouco depois, perante a ameaça da morte da rainha Jezabel, furiosa com a derrota dos seus profetas, o medo apoderou-se dele. O coração, antes de cheio de ousadia, vacilou. Elias fugiu à pressa, abandonando tudo, e procurou refúgio numa caverna do deserto. E ali, exausto e desanimado, deixou-se dominar pelo desespero e até pediu a Deus que lhe tirasse a vida. Então, a palavra do Senhor veio a ele de forma clara. O que é que estás aqui a fazer? Não era uma pergunta por desconhecimento, mas um convite à reflexão. Deus sabia bem onde o profeta se encontrava, mas aquele não era o lugar que Deus queria para ele, nem física, nem espiritualmente.

Aquele refúgio revelava desânimo, isolamento e fuga, bem distantes do propósito para o qual foram chamados. Esta pergunta é para nós, quando agimos com medo e dúvida, e não precisamos de ir fisicamente para nenhuma caverna ou para nenhum buraco, para ouvirmos esta pergunta de Deus. Podemos estar escondidos na nossa própria casa, com receio, com raiva ou com amargura, e o Senhor precisa de nos dizer, o que é que tu fazes aí? E qual é a resposta que Deus procura a esta pergunta? No caso de Elias, o Senhor não esperava uma explicação elaborada, mas apenas honestidade. Queria que o profeta reconhecesse que estava a agir movido pelo medo e não pela fé, que tinha desviado os olhos dele para que se fixasse nas circunstâncias ameaçadoras.

Deus faz o mesmo connosco. Não quero ouvir desculpas suaves, mas corações sinceros que reconheçam as suas fragilidades e admitam quando são dominados pelo medo. É um chamado ao despertar, um convite a sair do isolamento, a levantar o olhar para cima e retomar o caminho da missão. Ainda tenho mais duas perguntas para lhe mostrar. No Novo Testamento, Jesus faz uma questão pertinente a Pedro, muito conhecida. Encontra-se em João 21, 16. Tornou a dizer-lhe de segunda vez, Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe, sim, Senhor, tu sabes que te amo. disse-lhe, apaixente às minhas ovelhas, é interessante que esta pergunta de Jesus é feita três vezes seguidas.

Em toda a Bíblia, raramente Deus necessitou de repetir a pergunta a alguém desta forma. Talvez Jesus o tenha feito de propósito com Pedro, para ele recordar as três vezes que o tinha negado. E por isso Jesus lhe perguntou, Simão, filho de Jonas, tu amas-me? O antigo Pedro, impulsivo e confiante em si mesmo, teria respondido sem hesitar. Eu te amo. Ninguém te ama mais como eu, Jesus. Mas agora era outro homem. O arrependido e transformado Pedro respondeu com humildade. Sim, Senhor. Tu sabes que eu te amo. Mais uma vez, Jesus faz uma pergunta cuja resposta conhecia perfeitamente.

Mas desta vez, O seu interlocutor assume-o claramente. Senhor, estás a perguntar-me algo que tu já sabes sobejamente? Dos exemplos que vimos até aqui, Pedro é o único que admite explicitamente que Jesus já sabe a resposta de antemão. Ainda assim, ele perguntou, porque precisava de restaurar Pedro. Não apenas com o perdão silencioso, mas através de palavras que curassem a ferida da sua negação. Jesus usou a palavra grega HP para amor nas duas primeiras vezes, enquanto Pedro usou uma palavra diferente, Phileo. HP tem o significado de amor intenso, completo, devotado e sacrificial, enquanto Phileo se refere ao amor como amizade. Pedro, depois de ter traído a Jesus, não estava em condições de afirmar algo mais intenso do que uma amizade.

Foi uma avaliação honesta da sua situação presente. Nunca nos vangloriemos de quanto amamos Jesus. Gabemo-nos em vez de quanto Jesus nos ama a nós. Nosso amor é inconstante. Ele muda de quente para frio num ápice, mas o amor de Deus por nós nunca muda. Está sempre presente. E por isso é que o apóstolo João não foi arrogante e se referiu a si mesmo como o discípulo a quem Jesus amava. E você também precisa saber que Jesus o ama, mesmo que se tenha afastado dele. E a maneira de acertar tudo com Deus é voltar para Ele.

A conversão de Saulo e a transformação

Por fim, vou chegar à última pergunta desta série. Uma interrogação muito conhecida que é relatada em Atos 9-4 e que Jesus faz a Paulo. E que ainda enterra, ouve uma voz que lhe dizia, Saulo, Saulo, por que me persegues? Saulo seguia para Damasco, decidida a perseguir os discípulos de Jesus, convencido que cumpria a vontade de Deus. Porém, uma luz intensa vinda do céu derrubou-o por terra e uma voz interpelou-o. Saulo, Saulo, por que me persegues? Nesse instante, a sua vida mudou para sempre. Esta pergunta confronta Saulo diretamente com a realidade de que, ao perseguir os cristãos, ele estava a perseguir o próprio Cristo. É uma chamada de atenção sobre a gravidade das suas ações e uma oportunidade de arrependimento e transformação.

A pergunta de Jesus decoube em fundo o coração endurecido de Saulo, confrontando-o com os seus erros e intenções, e levando-o a abandonar o caminho da perseguição e a iniciar uma nova missão. Esta interrogação divina leva-nos a refletir hoje. Onde estamos a agir contra Deus sem perceber? Poderemos estar a impedir o crescimento da obra de Deus? Seja julgando os outros injustamente, seja comportando-nos inadequadamente como representantes do seu nome. seja ignorando os necessitados ou resistindo à vontade de Deus. Deus mostrou a Saulo que as suas ações tinham consequências espirituais profundas. Hoje, ele pode-me nos perguntar o mesmo. Tu sabes que as tuas palavras e atitudes podem estar a ferir e afastar os outros do amor de Deus?

Como Saulo, somos chamados a mudar de rumo e voltarmos para Deus, independentemente do nosso passado. Como vimos, estas 7 perguntas feitas por Deus são questões simples e elementares. Como, onde estás? O que é que tens aí na mão? E não são perguntas para responder, mas para gerar uma ação. A dificuldade não está na compreensão da pergunta e na formulação da resposta, mas no facto de que a resposta tem de vir acompanhada de uma mudança de rumo. O seu propósito é abrir os nossos olhos para a dimensão espiritual, levando-nos a rever a nossa postura, promovendo cura interior e guiar-nos no crescimento para a santidade. Por isso, a resposta implica sempre mudar a direção e alinhar a vida com a sua vontade.

Um dos melhores desafios da existência humana. Das sete perguntas que analisámos, apenas um dos interrogados não foi recuperado. Foi Caim. Todos os outros, mesmo de forma limitada, responderam com humildade e sem pretensão de argumentar contra Deus. Só um retorquiu com uma questão desafiadora, revelando resistência em vez de abertura à transformação. Foi igualmente Cain. Deus serve-se do discurso interrogativo como instrumento para revelar o seu caráter e, ao mesmo tempo, transformar o nosso. A intenção divina não é condenar ou amesquinhar, mas restaurar o interlocutor. As suas perguntas iluminam aquilo que está desalinhado e precisa de rápida mudança. Hoje, Deus continua a questionar cada ser humano.

É certo que não o faz de forma visível, nem se faz ouvir a sua voz do céu, mas Ele fala-nos através do Espírito Santo e ainda nos confronta com velhas questões. Amas-me? O que fazes aqui? Por que me desprezas? As perguntas de Deus suscitam uma avaliação honesta da nossa vida e uma resposta sincera para que possamos retomar o caminho certo. Ele chama-te agora. Está à tua espera. Não a diz essa resposta. Que Deus possa iluminar a tua mente na direção certa.

Sobre este episódio

Há perguntas de Deus que não procuram informação — procuram transformação. E algumas podem mudar a forma como olhamos para a nossa vida.

Série
A Mensagem · 72 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 63
Estreou
08 de Julho de 2026
Categoria
Espiritualidade
Convidados
Marcos Osório