Olá, seja bem-vindo ao Sexta à Noite, que já sabe, só pode ver aqui na TV Novo Tempo Portugal. Hoje recebemos um jovem músico e compositor que tem usado o talento que Deus lhe deu para partilhar a sua fé, as suas reflexões, mas sobretudo a esperança que tem através da música. Rubem de Jesus Januário Martins nasceu em Angola há 28 anos e cresceu num ambiente onde a música estava presente na vida familiar, vendo os pais a cantar e desenvolvendo pouco a pouco uma profunda paixão por esta forma de expressão. Mesmo sem ter tido formação musical formal, decidiu aprender por si mesmo. Para ele, a música é mais do que melodia, é uma forma de compreender melhor a vida. Nesta noite, vamos ouvir as suas composições originais, todas elas, que falam de redenção, do perdão, da caminhada da fé e da confiança em Deus, mesmo nos momentos mais difíceis.
As suas músicas são também um convite à reflexão, lembrando-nos que a vida é uma jornada onde aprendemos, caímos, levantámonos e seguimos sempre com Cristo. Começa agora o Sexta à Noite com o Rubem, Rubem Beni.
Posso tratar-te assim ao longo de todo o programa? Rubem Beni ou Beni, como é que fezes? Sim, geralmente as pessoas mais próximas tratam-me por Benny. Considera-te um próximo. Considera-me um próximo porque já estiveste aqui no nosso programa com... Quando é que foi? Foi com o grupo... Foi com o Unnamed. Foi uma vez só que estiveste? Sim. E agora regressas em nome próprio, digamos assim, mas antes apresenta-nos quem é que veio-te acompanhar. Olha, eu venho acompanhado do Namias. Ele que vai acompanhar-me em todas as músicas. Todas, entre aspas. Tem algumas que serão especiais e... Já vamos perceber lá para frente. Sim, não vamos desvendar todas as surpresas. Trouxeste alguns convidados contigo. Obrigado, Namias. Estás sem microfone, mas podes dizer adeus lá para casa. A tua mãe e o teu pai estão a ver-te.
Muito provavelmente. Diz adeus para eles. Obrigado, Namiés, por estar aqui mais uma vez connosco. Ben, vamos então... se calhar começamos pelo início, como acho que convém. A paixão pela música é algo que faz parte da tua vida por causa dos teus pais, como eu dizia nesta apresentação. Sim, exatamente. O meu pai e a minha mãe, na sua adolescência, quando se conheceram e na juventude, eles cantavam muito na igreja. O meu pai toca piano e a minha mãe canta muito. Então foi pela música que eles se conheceram pessoalmente. Sabes a história deles ou não? Assim, eu prefiro não contar, porque eu posso errar. Talvez a minha irmã saiba contar melhor. Quem sabe, em algum momento... Então, é o irmão mais velho? Aliás, mais novo da família? Quantos irmãos tem? Não, eu sou o segundo filho. O segundo, ok.
Nós somos oito no total. Ah, ok. E eu sou o segundo filho. E a tua irmã é a mais velha de todos? Sim, mas a que eu me referia é a que está cá em Portugal comigo. Ah, ok. E, pronto, talvez em algum momento ela vai contar para vocês essa história, mas eu prefiro não falar. As mulheres conseguem conservar melhor esses detalhes, sabe? Sim. Mas então, eles estavam ligados à música, aos teus pais, e isso, ou seja, quando nasceste a música fazia parte da tua casa. Sim. Mas, entretanto, eu não sabia cantar, não sabia fazer nada. Atenção, tudo é um processo, né? Tal como referiste no início, que a nossa vida é um processo constante. A gente cai, a gente levanta, e além disso a gente aprende muito. E eu não sabia cantar. E quando eu tentava cantar, a minha irmã jogava-me com panelas e pratos. Estava a fazer barulho, cala!
A tua irmã quando falas, não é a Leila? Porque nós vamos fazer um programa com ela aqui? Sim. E pronto, daí eu fui... Na verdade o meu instrumento de paixão era o piano. Porque eu olhava pro meu pai e eu dizia assim, eu quero aprender a tocar como o meu pai. Só que eu estudei no internato durante três anos. E durante esse período, um primo meu apresentou a minha guitarra. Pela primeira vez. Inicialmente não gostei porque os dedos doem. No início. Até fazer o calo. Pois. Mas depois eu comecei a amar porque com três acordes eu conseguia compor muita coisa. E... Aí desenvolvi um pouquinho mais e hoje sei o que eu sei.
Ainda não é muito, ainda preciso desenvolver mais, mas já sinto-me satisfeito com o ponto em que eu alcancei hoje. E compões também muitas músicas, letra e música. Esta primeira música que nos vais trazer chama-se Redenção. Vai ter uma participação especial, já vamos dizer quem é. Explica-nos um bocadinho. Foste tu que composeste quer a letra, quer a música? Sim. Eu precisava de uma música diferente. Uma música que falasse do amor de Cristo, mas ao mesmo tempo que ela fosse poética, diferente do que eu tenho escrito normalmente. E essa música surgiu exatamente no momento em que eu precisava daquele conforto, eu precisava de compreender melhor o amor de Deus em minha vida e surgiu a redenção.
Cristo nos redimiu dos nossos pecados e essa música basicamente serviu de um conforto. Vais cantar com quem, Benny? Vou cantar com a Flávia, ela vai me acompanhar. Eu podia então, que a Flávia já cá está, que já tivemos muitas vezes a Flávia, nunca em nome próprio, Flávia, temos que organizar também um programa contigo, para tu vires aqui também apresentar as tuas... Também tens composições, que eu sei, mas esse dia chegará. Para já vamos então começar com o primeiro tema do Sexta-Noite de hoje, é uma composição do nosso Benny, chama-se Redenção.
O amor de um pau que te ascendeu Qualquer amor já viste tu Inigualável, imensurável O amor de Deus é Deu o seu Filho pra morrer amargamente na cruz Sem eu merecer, sem hesitar Cravos nas mãos, cravos nos pés E a coroa de espinhos O amor que expressa sem igual O plano da redenção
O amor de Deus é maior Deus é o Filho pra morrer Sem eu merecer E sem hesitar Deu o Seu Filho por mim Cravo nas mãos Cravo nos pés E a coroa desvio O amor que expressa-se O plano da redenção Cravo nas mãos Cravo nos pés E a coroa de espinho O amor que expressa
e aí E se só agora se juntou a nós, já percebeu, vai valer a pena continuar a ouvir
este nosso convidado, o Benny. Muito obrigado, Flávia. Obrigado por te juntares a nós nesta primeira participação especial. Ainda há mais, fico por aí. As músicas todas, são 12, são da autoria do nosso convidado, Benny ou Rubem, como quiserem. Benny, ouvimos este tema lindíssimo, muito bonito, este tema Redenção. Foi a nossa primeira música. A segunda tem como título Desperta. do que é que achas que nós temos que despertar? Eu prefiro fazer uma introdução antes de responder à questão. Quando cheguei cá em Portugal, eu passei por momentos de conflitos internos. Chegaste há quanto tempo? Desculpa. Estou aqui há três anos e alguns meses. Ou seja, não é muito.
Não é muito. Mas quando eu cheguei, eu encontrei tudo diferente do que eu conhecia. Não só na questão cultural, mas também na religiosa, mas também na social, académica. Era tudo diferente. Claro, eu já era adulto, mas era diferente. Mudanças começaram a acontecer em mim. Tu nasceste em Angola, viveste depois... Nasci em Angola, cresci em Angola, depois eu... Estudei uns três anos na Zâmbia, aí eu voltei para Angola, terminei o ensino médio. E vieste para cá? Fiz o primeiro ano na faculdade, lá em Angola. Depois eu tive que trancar porque eu sentia um forte chamado de Deus para fazer arquitetura. Longe de mim saber que a arquitetura me traria para um outro campo, um outro rumo.
Mas aí eu vim cá para Portugal e passei por muitos conflitos internos, ideológicos, religiosos. E eu precisava despertar, na verdade. Na altura eu não sabia que precisava despertar, mas eu precisava despertar. Quando despertei, essa música surgiu. Eu despertei e percebi que Cristo nos chama para uma missão maior, uma missão maior do que aquilo que eu já conhecia lá em Angola, do que aquilo que eu já sabia. Eu percebi que existem mais pessoas que precisam acordar, não só fora da igreja, me refiro também dentro mesmo da igreja. Tanto que a música fala muito sobre aquela passagem de Apocalipse, acho que é Apocalipse 12, certo? Que desperta a Laodiceia.
Tu não és quente nem és fria. E se fores morna, Cristo vai cuspir-te. Então eu sentia esse chamado a despertar. Foi aí que essa música surgiu. E é essa música que vamos ouvir agora. Desperta, com o nosso Benny. Vejo uma igreja reia Vejo uma igreja separada por caprichos ou por ilusão Vejo que o amor que tanto prega é esse amor a que se esfriou Vejo que a empatia em seus corações, ela se acabou Vejam seus irmãos sofrendo e tudo que fazem é se acomodar Vejo que nem quente estás Nem fria estás E morna se tornou Desperta A odisseia Desperta A hora chegou Desperta A odisseia
E aí E aí e adoração. Vejo uma igreja sem parada por caprichos ou por ilusão.
Vejo que o amor que tanto prega é esse amor a que se encheu. Em seus corações Ela se acabou Vejam seus irmãos sofrendo E tudo que fazem é se acomodar Vejo que nem quente estás Nem fria estás E morna se tornou Desperta, laudiceia Desperta, Laodiceia Desperta, a hora chegou A hora chegou Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh,
oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, Desperta, oh, oh, oh, a hora chegou, lindíssima esta composição, Ben, e foi o segundo tema do Sexta à Noite de hoje, oh, que
conta com todas as músicas, são composições do nosso convidado, ele que vai cantá-las todas e também trará alguns convidados especiais, mas isso é lá mais para a frente. Para já, Ben, escolheste algum encadeamento para trazeres a lista das músicas que trouxeste? Porque começamos com a redenção, depois com este apelo de desperta e agora vamos falar numa jornada. Que jornada é esta? Foi, sim, intencional. E essa jornada, a nossa jornada como cristão, a nossa jornada como filhos de Deus, nós passamos por momentos turbulentos, momentos felizes também. E apesar desses momentos, nós queremos sempre estar próximo de Deus, estar próximo d'Ele.
E queremos que Ele guie cada passo que nós vamos trilhar. E essa música espelha exatamente esse desejo de estarmos próximos, de estarmos com Deus durante essa jornada. Quando compuseste esta música chamada Jornada, foi numa dessas necessidades, um desses momentos em que sentiste necessidade de estar mais próximo de Deus? Ou sentiste tão próximo dEle que quiseste materializar isso através de uma música? Na verdade não foi nenhuma das duas. Eu assisti às Jornadas de dois mil e... acho que foi dois mil e vinte e três, se não dou erro. Vinte e três ou vinte e quatro. Eu assisti e eu gostei. E eu pensei, deixa eu compor uma música... Jornadas, desculpa interromper, é um evento jovem que aqui na região de Lisboa, ou em outras regiões, os jovens se juntam.
Exatamente. E estiveste presencialmente nesse evento, foi isso? Exatamente, exatamente isso. Então, na verdade, Jornada foi um pouco também nesse contexto... Foi pensando nesse contexto, percebe? Foi pensando nesse contexto. Tanto que a música é alegre, é descolada e... Descolada. Vamos então a esta música descolada. Vamos então a esta jornada em Benny. Nesta caminhada, assim que boto o pé na estrada Sinto fortemente a mão de Deus a me guiar Desde o cativeiro até minha nova morada Vou pelo deserto e o mar se abre pra eu passar E quando a tempestade vier Eu sei que Vás comigo está Rumo essa jornada, rumo à caminhada Com Jesus eu vou morrer Andar com meu Jesus Eu vou nesta jornada
Nesta caminhada, assim que boto o pé na estrada, sinto fortemente a mão de Deus a me guiar. Desde o cativeiro até minha nova morada, vou pelo deserto e o mar se abre pra eu passar. E quando a tempestade vier, eu sei que vás comigo estar. Rumo a essa jornada, rumo a caminhada, com Jesus eu vou morar. Andar com meu Jesus eu vou, eu vou, eu vou Andar com meu Jesus eu vou, eu vou, eu vou Andar com meu Jesus eu vou, eu vou, eu vou Anda, meu Jesus, eu vou nesta jornada É esta a jornada, é este o desejo andar com Jesus, é este o objetivo da TV Novo Tempo, transmitir-lhe a esperança, a esperança que só encontramos em Jesus.
Este e outros programas já sabe que pode ver, seja na sua box, se não estiver a ter a ver através da mail, seja também através do nosso canal no Youtube, escreva Novo Tempo Portugal, atenção tem que escrever Portugal porque a Novo Tempo é uma rede gigantesca que existe em vários países do mundo, Às vezes com o nome Novo Tempo, outras vezes com o nome Opt Channel ou com outros nomes ligados
ao idioma do país a que pertence, mas escrevendo Novo Tempo Portugal vai sem engano encontrar todos os programas da nossa TV. Vamos continuar antes do intervalo ainda com mais uma música, Ben, chamada O Perdão. Sentes que o perdão é talvez uma das características mais importantes de Jesus pelo facto de ter perdoado a humanidade por aquilo que a própria humanidade lhe fez? Sim, de facto. Imagina, quando nós somos rejeitados ou somos ofendidos, nós nos sentimos muito mal. Mas se parar para pensar, Jesus foi rejeitado e ofendido pelo mundo todo. Foi rejeitado, até mesmo em alguns momentos os discípulos que os seguiam também o rejeitaram.
E já paramos para pensar se fôssemos nós nesse lugar, como é que reagiríamos? Jesus, entretanto, perdoou, perdoou em todas as circunstâncias, porque o perdão é uma das grandes características, uma das maravilhosas características que Jesus tem. E essa característica, por sermos cristãos, nós devemos tê-la também. Devemos perdoar o nosso próximo. E para sermos felizes, eu acredito que sim, nós temos que perdoar. E foi essa a motivação para escreveres esta música? Foi, sim. Vamos então ouvir a última música ainda nesta primeira parte do Sexta-noite de hoje, com o Benny, chama-se O Perdão.
Por que que nessa vida há tanto mal? Por que que as pessoas vivem sem perdoar o seu amor? Alguém que machucou há tanto tempo Por que que guardas mágoa ou rancor? Se foi você que magoou alguém Reconcilie-se com seu irmão O perdão é a melhor escolha É a melhor opção para sentir o sabor de viver, é perdoar você.
Olho para o mundo, vejo tantas pessoas sofrendo Sem felicidade, sem amor e sem compaixão O amor esfriou, o rancor esquentou Já não há compaixão O amor esfriou, o rancor esquentou Já não há compaixão O perdão é a melhor escolha O perdão é a melhor Para sentir o sabor de viver Para sentir o sabor de viver Para sentir o sabor de viver É perdoar você
perdoar você é perdoar você E é com o perdão que chegamos ao final da primeira parte. Não saia daí, voltamos já. Temos ainda muitas músicas para ouvir e algumas surpresas com o nosso convidado, o Beni, neste Sexta à Noite. Fico por aí, até já. TV Novo Tempo, o canal da música, o canal da esperança.
Segunda parte do Sexta à Noite com Benny, o nosso cantor, compositor, multi-instrumentista que nasceu em Angola e temos o privilégio de ter aqui connosco, em Portugal, já há mais ou menos três anos. E é uma bênção podermos ouvir as músicas, as composições que ele nos traz e que nos vai trazer até ao final deste programa. Por isso, se só agora sintonizou na TV Novo Tempo, ainda vai muito a tempo de partilhar este programa com os seus amigos. porque o convidado de hoje é daqueles que nós gostamos de nos sentar no sofá e relaxar a ouvir a sua lindíssima voz. Mas nem só de música, nem só de vozes bonitas faz parte também o Sexta à Noite, faz também parte os estudos que temos da Bíblia para si e que este, acredito que ainda não recebeu em sua casa. É o estudo da Bíblia, eu no Universo.
Folheando, encontramos nesta revista Novo Tempo alguns cursos onde rapidamente despertamos a nossa atenção para perguntas como Porque precisamos estudar a Bíblia? Qual é o propósito da minha vida? E se o mundo fosse assim, Jesus morreu por mim, qual o significado dessa verdade? Deus me ouve? Porquê é que a Igreja é importante? Quando conhecer Jesus? Como compartilhar Jesus? Enfim, são estudos que encontra nesta revista e que pode também ser acompanhado por alguns dos nossos instrutores bíblicos da Novo Tempo. Só tem que enviar uma mensagem agora mesmo para o 933-939291. É este o número, muito fácil de decorar. Se calhar até já o guardou no seu telemóvel. 933-939291. Enviar o seu primeiro e último nome e depois a sua morada, claro, para receber sem qualquer custo, sem qualquer compromisso.
Enfim, não há fidelização rigorosamente nenhuma para receber em sua casa este guia de estudo da Bíblia. Eu no Universo. Aproveite já. 933-939291. Estamos à espera do seu contacto. Vamos para mais uma música. Na verdade, o que é que vai acontecer aqui? Não é bem uma música, é o quê? Explica-nos, Ben. É uma poesia. Uma reflexão que eu escrevi há caminho de três meses. Então é bastante recente. É recente. Andando no metro, aí eu fiquei a observar as pessoas e pronto, surgiu a inspiração e eu escrevi. Escreveste mesmo no metro do Porto ou de Lisboa? Do Porto. No Porto. Seria diferente a tua reflexão se fosse no metro de Lisboa ou não? Acho que seria. Tu já moraste nas duas cidades, não é? Já, sim, já. O que é que é diferente para um angolano que nasceu em Angola, o metro do Porto e o metro de Lisboa?
O metro de Lisboa é muito cheio de pessoas, é barrotado, tem muita gente. No Porto também tem, de vez em quando, mas é bem mais tranquilo com relação à Lisboa. E a outra, pronto, não sei se poderia dizer isso, mas... Diz tudo. O metro do Porto é mais confortável. Ah, sim, sim. Dizes bem. Tomara que mudem o de Lisboa, mas... Então, estavas ali entre a Casa da Música e a Trindade, ou Carolina Michaelis? Foi entre a Casa da Música... Não, Trindade e 24 de Agosto. Indo para a igreja, na verdade. Ah, ok, para a Igreja Adventista do Porto. Aliás, para quem não sabe as moradas, facilmente encontra no site igrejas.adventistas.org.pt todos os endereços das moradas das igrejas adventistas em Portugal.
Foste, então me presumo que terá sido um sábado de manhã, se calhar? Sim. E o que é que te levou, então, a esta reflexão que nós vamos ouvir? Assim, eu fiquei pensando, e se nós só quiséssemos ser tratados pelo que nós realmente somos, e não pelo que gostaríamos de ser. E aí surgiram os pensamentos e foi do tipo... Eu acho que se calhar é melhor deixar que o pessoal ouça o poema. Sim, agora já despertaste a atenção. Agora, eu chamaria a Flávia, não é? Porque tu pediste à Flávia. Podes entrar, Flávia, mais uma vez. Nós já te ouvimos cantar muitas vezes, mas agora vamos ouvir-te a declamar este poema, escrito, então, pelo nosso Ben, que tem como título I.C. Vamos, então, ouvir. E se, bem lá no fundo, nós só quisermos ser tratados pelo que somos, e não pelo que gostaríamos de ser?
Pensa comigo. Quando somos crianças, queremos crescer, ser adultos, ter voz, autonomia, mas basta que o peso das responsabilidades chegue cedo demais, que logo recuamos dizendo, eu ainda sou criança. Depois crescemos e quando já adultos somos confundidos com adolescentes, reagimos. Eu não sou criança, já tenho mais de 18 anos. Como se a idade precisasse ser afirmada para legitimar quem somos. Mais tarde o tempo avança, subimos num autocarro, alguém oferece o lugar e negamos. Orgulho, costume, negação, mas após alguma insistência aceitamos.
E naquele simples gesto reconhecemos silenciosamente. Já não somos o jovem que aguentava longas distâncias em pé. Talvez, no fundo, o que sempre quisemos não foi parecer algo diferente, mas sermos vistos e respeitados exatamente onde estamos. E se, bem lá no fundo, nós só quisermos ser tratados pelo que somos e não pelo que gostaríamos de ser. Muito obrigado, Flávia, por esta lindíssima reflexão. Obrigado também, Benny, por nos teres trazido esta reflexão. E se... Acho que foi a primeira vez que tivemos aqui no Sexta à Noite um momento de poesia e foi bem bonito. Mas agora vamos continuar com música porque, afinal de contas, queremos saber as
histórias por trás das músicas. E depois deste e se, que já explicaste em que consistiu, agora vamos para um outro tema. Say, conta-nos, Ben, o que é que tu sabes? Essa aqui surgiu... Tás a ver aqueles momentos que você sente esquecido, tão defeituoso e que não mereces o perdão de Deus e que tudo vai mal? Essa música surgiu. Na verdade eu percebi como se fosse a voz de Deus falando pra mim que, filho, você pode aprender também com os teus erros. Fica tranquilo, porque eu perdoo você. Porque os teus erros vão servir pra te fortalecer. E além disso, há tão angústia, porque eu acho que era mais angústia do que propriamente erro.
Eu acho que tem um momento na Bíblia, foi Paulo, né? Foi Paulo, sim. Que ele sentiu um peso da responsabilidade de levar o Evangelho, sentiu a forma que era tratado, desprezado, humilhado. E ele pede a Deus que removesse esse espírito maligno dele, perto dele, que pudesse livrar ele dessa toda tentação, desse todo mal. E Deus disse para ele, meu filho, a minha força se aperfeiçoa na tua fraqueza. Então, basicamente, foram essas palavras que me motivaram a escrever essa música. Eu sei que os dias maus também, eles podem ser bons e que eu posso aprender. com os meus erros. E se eu cair, eu vou levantar e segurar na mão de Deus e seguir em frente.
E é essa a mensagem de esperança que vamos ouvir para todos aqueles que estão caídos, quebrentados e que necessitam de sentir a presença de Deus nas suas vidas. Aqui vai a mensagem que o nosso Ben escreveu. Sei que os dias maus também são bons, eu sei que devo aprender com os meus erros, os meus defeitos.
Eu sei que cada vez que eu tropeçar, eu vou chamar pelo seu nome, levantar sem mais ter medo de errar. Pois eu bem sei que essa força que busco vem de Deus. A linha do horizonte que nos une o infinito, eu sei. Pois eu bem sei que cada vez que eu tropeçar, eu vou.
Chama pelo seu nome levantar sem mais ter medo de errar Sei que os dias maus também são bons, eu sei Prender com os meus erros, os meus defeitos Eu sei que cada vez que eu tropeçar eu vou Chamar pelo seu nome, levantar sem mais ter medo Errar Pois eu pensei que essa força Eu nem sei que cada vez que eu tropeçar, eu vou.
Chama-me a luz, eu não me levantar sem mais ter medo de errar. Nossa proteção, nosso abrigo Nosso salvador, sempre perto na tribulação Presente sempre, eu bem sei Que essa força que busco vem de Deus Ali o dor e são tem que nos unir O infinito Eu sei, eu sei Que cada vez que eu tropeçar eu vou Chamar pelo seu nome, levantar sem mais ter medo De errar sem mais ter medo Sem mais ter medo de errar
Sei, é a sexta música do Sexta à Noite de hoje, com o nosso Benny. Grandes músicas que aqui temos ouvido, temos vivido. Músicas que nos inspiram e que nos levam a diferentes patamares. E esta nova, esta música que vamos agora ter, Benny, é uma música, explica-nos,
inspirada em Jó. O que é que tem de diferente esta música em relação às outras que trouxeste? Para já não vais tocá-la, não é? Essa sua questão é profunda, sabe? É profunda porque, mesmo sem saber o que esteve em causa quando eu compus essa música, tu fizeste essa pergunta em específico, que foi diferente das outras. Essa música surge num momento difícil demais. Foi num sábado, creio eu. Foi no sábado que eu recebi... Sábado não, foi na sexta-feira que eu recebi uma imagem do meu sobrinho, o filho da minha irmã, no caso, a minha irmã mais velha.
E no dia seguinte eu recebi a notícia que ele já não existia. Eu vou tentar me concentrar para que eu consiga cantar. Mas eu me lembro que naquele dia, era de noite, eu peguei na guitarra e fui para fora de casa. E é uma das músicas mais diferentes que eu já compus. É como se ela já estivesse na ponta da língua e eu simplesmente soltei ela, eu cantei. Foi um clamor, basicamente. Depois de cantar, eu me senti bem, me senti em paz. Com aquela tristeza, é claro, mas eu me senti bem, porque eu senti o conforto de Deus. Eu percebi que a experiência de Jó, todos nós vivemos um pedacinho.
Jó viveu aquela toda experiência, mas todos nós vivemos um pedacinho. E se olharmos para Jó como um exemplo para essa questão em específico, nós conseguimos encontrar conforto mesmo em meio às adversidades da vida. E quem sabe esse conforto que encontraste nessa música também não vá confortar pessoas que estejam a passar por situações idênticas e que possam também encontrar nesta música que vais agora cantar esse conforto tão necessário. Vamos então ouvir, Beni. Obrigado pelo teu testemunho. Chama-se Yaveh, esta música que nos vais apresentar agora.
A história de um homem que sofreu Mais que qualquer um de nós Ele perdeu seus filhos e seus bens Pra piorar, adoecer Tais aflições Tudo o que fez foi adorar Yahweh, meu Deus Eloi, Adonai Abba, Abba ouço amigos a dizer pra mim amaldiçoa o teu deus e morra até alguém que tanto Mesmo o
conselho ela me deu Em meio à aflição Deus estendeu Sua mão me deu Mais uma chance pra viver Multiplicou meu pão Meus filhos e meus bens Iauê, meu Deus, Elohi Adonai.
e aí esta verdadeira oração, lindíssimo também este tema. Muito obrigado pela forma emocionante como transmitiste, Ben. Vamos continuar este Sexta à Noite com estas músicas que certamente acredito que estão a inspirar quem nos está a ver e quem ainda nos vai ver também, porque
este programa depois fica disponível também no YouTube. E agora eu lhe ia convidar, aliás, se calhar podes ser a tua convidada, Ben. Quem é que trouxeste mais uma amiga contigo? A pessoa que me inspirou a escrever esta música. Estávamos para ter o sábado da música na Igreja de Queluz e ela disse-me, quero te propor um desafio. Pega um texto bíblico exatamente como ele é e transforme em uma música. E eu peguei e graças a Deus correu tudo bem. Confiei nas palavras dela, a Dayane, ela que vai me acompanhar agora. E a música ficou incrível. O versículo foi Mateus 6.33, não é? O que é que diz em Mateus 6.33? E esta é a base.
É a base, exatamente, é o cor da música. Na verdade, na Bíblia diz que nós não devemos nos preocupar com o que havemos de comer, vestir ou beber, mas devemos buscar, em primeiro lugar, o reino de Deus e depois todo o resto, o Senhor faz. Este versículo o encontramos no Sermão da Montanha e foi a inspiração para esta composição do Ben. Antes temos de fazer justiça ao nosso André. Obrigado André por estares aqui. pela milésima vez connosco, e é, são sempre poucas as vezes em que estás connosco. Obrigado, André, por te juntares a nós. Vamos então ouvir este tema, que o título desta música é mesmo Mateus 633. Vamos a isso.
Não te preocupe Nem te preocupes com o que há de comer Nem pelo vosso corpo o que há de vestir Não é a vida mais do que o pão Não te preocupes estrangeira
contemplar as aves do céu não semeiam e nem colhem mas meu pai as sustenta E o mais Ele acrescentará.
Buscai primeiro o reino de Deus E o mais Ele acrescentará. Não te preocupes com Nem te preocupes com o que hás de comer Nem pelo vosso couro o que hás de vestir Não é a vida mais do que o pão Contemplar as aves do céu Não se mostrem não e decolhem Mas meu pai, assustei O essencial do Sermão da Montanha em pouco mais de três minutos, nesta
lindíssima música. Obrigado, Dayane, por te juntares a nós mais uma vez. Vamos para o nosso último intervalo e já voltamos para a última parte do Sexta-Noite com o Benny. TV Novo Tempo, o canal da música, o canal da esperança.
Terceira e última parte do Sexta à Noite com Benny, é o nosso convidado de hoje. Mas você também é nosso convidado porque temos algo para lhe oferecer. É convidado a receber em sua casa, sem qualquer custo, o nosso guia de estudo da Bíblia, Eu no Universo. E agora quero dizer-lhe algo, não só em relação a este estudo da Bíblia, mas também em relação a outros estudos. Se, por alguma razão, sente necessidade de compreender melhor a Bíblia, se tem uma Bíblia em sua casa e que já folheou várias vezes mas não consegue entender algumas partes do seu conteúdo, porque não pedir para ser acompanhado através do estudo da Bíblia por um instrutor bíblico da TV Novo Tempo? pode fazê-lo enviando uma mensagem para o 933 939291, indicando o seu contacto e dizendo eu gostava de estudar a Bíblia com um instrutor da TV Novo Tempo e depois, claro, irá ser contactado.
Irá ser acompanhado através do estudo da Bíblia por este e outros estudos que nós aqui temos na TV Novo Tempo. Por isso envia agora mesmo uma mensagem para o 933-939291 e pode dizer que quer estudar a Bíblia com um instrutor bíblico ou então pedir o curso bíblico Eu no Universo, a última oportunidade que temos para poder receber em sua casa ainda neste programa, aliás, para fazer o pedido ao longo deste programa e depois receber o seu pedido nos próximos dias. Seu pedido em sua casa deste Guia de Estudo da Bíblia, eu no universo. E agora vamos para a nossa última parte, Beni, para mais músicas. Mas tens noção de quantas músicas já composeste, Beni? Não? Para ti é muito fácil pelo que tu me dizes. Ou seja, tu rapidamente compões uma música assim com muita facilidade.
Como é que é esse processo de compor uma música? Tens uma ideia? Me dá uma palavra. Queres fazê-lo agora mesmo? Vamos fazer agora mesmo. Hélder, diz-me uma palavra difícil. Não pode ser localidade. Tem que ser uma palavra... Uma palavra mais... Amor é fácil demais. Bruno Caxeira, diz-me uma palavra. Ajuda-me. Esperança? Não foi o Bruno, foi o Hélder. Vamos compor uma música com a palavra esperança. E depois? Tem dias que eu acordo Não sei como vou fazer Contas a pagar E filhos pra criar Não sei o que vou fazer E então ouço uma voz dizer Filho, tenhas esperança
Tenhas esperança em mim. Eu vou agir. Vou agir. Vá, bota um palmo, por favor. Que maravilha. Sim, senhora. Muito bom, muito bom, muito bom. Que maravilha ouvir-te a criar uma música assim, com a palavra esperança. Dava jeito de fazer as músicas para casamentos, porque há muita gente que precisa de músicas para casamentos. E o que não há mesmo é músicas para funerais. Temos as músicas das nossas famílias, mas é uma música bonita para funerais.
Olha o que estava no meu. Podes tratar disso? Não te comprometa já, pronto. Pensa depois nisso com carinho. Mas que maravilha, que maravilha teres criado então essa música. A parte dos filhos não é verdade, porque tu não tens filhos, mas era uma personagem que tavas a criar. Foi o calor do momento, que desejas muito ter filhos. Quanto tens para pagar? Acredito que tenhas. Isso tem bastante, bastante. Bem, vamos continuar, foi muito bom este momento, para mais um tema novo, que é também uma composição tua. Lembras-te quando a composeste, esta música? Eu acho que foi em 2024. Foi em 2024. Já não me lembro o que estava em jogo, porque tem sempre alguma circunstância, alguma emoção, mas eu já não me lembro exatamente dessa música.
Mas ela retrata o livro de... Acho que a segunda é de Coníntios, que diz que as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo. E é isso. Exatamente, e essa é uma mensagem novo. Vamos ouvir então a música-composição, letra e melodia do nosso Benny Chama-se Novo. A cada amanhecer Lembro dos pesares deste meu viver Lembro que no ontem já lutei E quase fracassei Se não fosse Deus pra me resgatar Morto para o eu Renascido e vivo pra meu Deus Pelas mãos goleiro sou novo Eis que tudo se fez novo E as coisas velhas não existem mais Transformado pela
graça, graça de Jesus Resgatou-me hoje, sei que eu sou Cada amanhecer Lembro dos pesares deste meu viver Lembro que no ontem já lutei E quase fracassei Se não fosse Deus pra me resgatar Morto para o rei Renascido e vivo pra meu Deus Pelas mãos do oleiro só Desde que tudo se fez novo E as coisas veias não existem mais Transformado pela graça Graça de Jesus Resgatou-me
hoje Sei que eu sou novo Sou novo Sexta-noite com o Benny. Tudo músicas novas por aqui. Esta foi também mais uma. E agora vamos para o Não Vai Falhar. Lembras-te desta história da música? Essa eu lembro. Foi em 2024 também.
Já estavas cá em Portugal? Já estava. A maior parte das músicas fizeste cá, não é?
Metade, metade. Meio termo, 50-50. E eu saía de Lisboa para o Porto. Eu faço muito esse trajeto. E, por mais incrível que pareça, um dos meus melhores de introspecção tem sido durante esse trajeto, quando eu saio de Lisboa para o Porto. Primeiro porque sempre que venho para Lisboa, tenho que gastar. Tenho que gastar porque transporte, já não tocar, então não preciso pagar o passe. Mas quando venho, tenho que ter sempre alguma coisa para poder circular. E depois porque eu deixo certas responsabilidades para tacar em Lisboa e arcar com outras responsabilidades. Ou seja, é um jogo de dizer sim para algo. Eu digo sempre isso para o meu irmão.
Quando tu dizes sim para uma coisa, tu automaticamente estás a dizer não para outra. E durante esse percurso, saindo de Lisboa para o Porto, eu reflito muito nos sims e nos nãos. Eu refleti, especificamente nessa música, eu refleti com um amigo, o Daniel. É um brasileiro que me recebeu muito bem na igreja de Queluz. Hoje em dia ele tá lá na Ilha da Madeira. Mando saudações pra ele e a esposa e o seu irmão Tiago. E durante um dos trajetos, eu refleti um pouquinho sobre o meu percurso aqui em Portugal. E eu me sentia um pouquinho solitário, me sentia um pouquinho sozinho quando eu fui para o Porto, porque todos os meus amigos haviam deixado cá, em Lisboa, e lá eu não conhecia quase ninguém.
Mas ele me disse algumas palavras que me inspiraram e me levaram a compor essa música. e prefiro não dizer as palavras e a gente já vai ouvir a música. Vamos então ouvir essas palavras desse teu amigo. Não vai falhar através desta música. Perdido nessa estrada Distante dos amigos À procura de um caminho À procura de um trilho Encontro em teus atrios Alívio em teus braços Descanso sem temer Mesmo que um dia falte o pão Mesmo que todos digam não Quando eu clamar, pedir E ninguém mais ouvir Mesmo que o tempo se acabar Ou o amor aquecer, friar Tenho a certeza de Pois o meu Deus não vai falhar Perdido
nessa estrada Distante dos amigos Alívio em teus braços Descanso sem temer o amanhã Mesmo que um dia falte o pão Mesmo que todos digam não Quando eu clamar, pedir E ninguém mais ouvir Mesmo que o tempo se acabar Ou o amor aquecer, esfriar Tenho esperança de um novo amanhã Pois o meu Deus não vai falhar Mesmo que um dia falte o pão Mesmo que todos digam não Quando eu clamar, pedir E ninguém mais ouvir Mesmo que o tempo se acabar Ou o amor aquecer, friar Tenho a
esperança de um novo Pois o meu Deus não vai falhar Mesmo que todos digam não, Deus nunca falha. A reflexão numa das muitas viagens do nosso convidado, entre Porto e Lisboa, através desta música. Ben, estamos com apenas duas músicas até o final deste programa. Uma delas tem um título que não é novo, mas disputou em mim alguma curiosidade. Jesus de Nazaré. É uma música esta toda ela inspirada na vida de Jesus?
nos milagres de Jesus. Eu parei e pensei, não, que tal relatar os milagres que Jesus fez? Então, surgiu a música. E estou curioso por ouvir. Vamos ouvir. Vamos então ouvir Jesus de Nazaré, os milagres de Jesus, na voz do Ben. Eu conheço alguém que pode, que pode o mar acalmar. Com cinco pães e dois peixinhos, multidão exalimentar.
Ele fez o coxo andar, fez também o cego enxergar. Pois o seu nome é Jesus, é Jesus Ele faz o coxo andar, o coxo andar Ele pode sua vida transformar E se o medo te assolar, creia somente em seu amor Ele pode sua vida Sua vida tranquila
E chegamos assim ao final deste Sexta à Noite com Benny. Foi muito bom ter-te aqui, Benny. Foi muito bom poder ouvir as tuas composições, as tuas músicas, o teu testemunho e aquilo que desejo é que realmente Deus continue a abençoar a tua vida, continue a inspirar-te e através das tuas músicas que nos inspires, através das tuas composições lindíssimas como aquelas que trouxeste possas nos inspirar a nós e também aos telespectadores da TV Novo Tempo. Muito obrigado. Ben, muito obrigado, Neemias, por teres estado aqui mais uma vez. Quantos anos tens, Neemias? Já te disseste a última vez. Dezoito? Ah pois, tinhas 18 a última vez que vieste, agora tens 19. Nem mesmo, tens um talento incrível. Obrigado também por teres estado aqui connosco. E vamos então finalizar com o último tema deste Sexta à Noite, Viver é Aprender.
Muito obrigado a Sig, que esteve desse lado, continuou a acompanhar os nossos programas, continuou sintonizado na TV Novo Tempo, partilha o nosso programa com os seus amigos, com os seus vizinhos, e mesmo mesmo para encerrar, temos um presente para ti, Ben, É a nossa caneca, completamente personalizada. Estás aqui toda bonita. Dá para aproximar? Qual a câmera? Esta fotografia tem que ser vista. Não sei se dá para aproximar, Bruno. Consegues aproximar aqui esta nossa caneca com a fotografia do nosso Benny. Muito obrigado, Benny. Guarda com carinho esta recordação. E ficamos então com este último tema. Viver é aprender. O último tema do Sexta à Noite de hoje com o Beni. Fique bem. Foi muito bom poder contar com o seu companheiro desse lado. Um abraço. Continua connosco. Continua com o Novo Tempo Portugal.
Todos os dias eu aprendo coisas novas Aprendo que a vida é uma escolha Entre fazer o que é certo ou errado Viver sempre frustrado ou deixar passar A vida é bela quando apreciamos ela Viver cada momento sem recursos Cada segundo que eu viver compartilhando Eu vivo aprendendo mais e mais Eu aprendi a amar Aprendi a perdoar Eu aprendi a compartilhar O amor a quem precisa Eu aprendi a perdoar Eu aprendi a compartilhar
Será tolice se eu quiser um resultado Mas vivo tropeçando no mesmo lugar Sabedoria é aprender com o erro de outros Cair, mas levantar e continuar a andar Eu tenho um sonho e todos eles têm em nome E esse nome é o Cristo Redentor Eu aprendi a perdoar Eu aprendi a compartilhar O amor a quem precisar Eu aprendi a amar Aprendi a perdoar Eu aprendi a compartilhar Precisa, o amor a quem?
Precisa Precisa Precisa Precisa
Neste episódio do Sexta à Noite, recebemos Benny, jovem músico e compositor angolano, que partilha connosco as suas composições originais, o seu testemunho de fé e a forma como Deus tem guiado a sua caminhada através da música.
🎶 Ao longo do programa, Benny apresenta temas que falam de redenção, perdão, despertar espiritual, confiança em Deus, recomeço e esperança, mesmo nos momentos mais difíceis da vida.
Com músicas como Redenção, Desperta, Jornada, O Perdão, Sei, Yahweh, Mateus 6:33, Novo, Não Vai Falhar, Jesus de Nazaré e Viver é Aprender, este episódio convida-nos a refletir sobre a presença de Deus nas nossas lutas, quedas, aprendizagens e vitórias.
✨ Uma noite de música, testemunho e inspiração, para lembrar que, com Cristo, cada jornada pode ser vivida com fé, esperança e confiança.
📖 “Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mateus 6:33