Boa noite e seja muito bem-vindo ao Sexta à Noite aqui na TV Novo Tempo Portugal. O programa de hoje é especial. Pela primeira vez, o Sexta à Noite será totalmente instrumental, com duas ou três exceções. Vai ser um convite para começar o sábado num ambiente onde a música vai falar diretamente ao seu coração. E para este momento recebemos um convidado, também ele muito especial, um dos mais reconhecidos guitarristas adventistas do Brasil, Marcos Lima. Ele é natural da Bahia, cresceu numa família de músicos e começou muito cedo a participar nos programas musicais da igreja. Há os 10 anos iniciou-se na guitarra e rapidamente percebeu que a música seria o seu caminho.
estudou profundamente a tradição da música brasileira e também da música erudita, e com o tempo desenvolveu um estilo muito próprio, mas sempre com uma forte componente espiritual. Com mais de uma dezena de álbuns gravados, alguns instrumentais e outros a acompanhar artistas de música cristã brasileira, como Robson Fonseca, Laura Sidraque, Joel Alves, Entre dezenas de outros cantores, Marcos Lima tem levado a sua música a muitos lugares, sempre com o desejo de transmitir esperança através das suas melodias. Hoje, através da sensibilidade dos seus dedos a pressionar as cordas de uma guitarra, vamos ouvir músicas que fazem parte da sua caminhada musical e espiritual com Deus. Bem-vindo, Marcos. Obrigado, meu amigo. Prazer estar com você aqui.
É a primeira vez que vamos ter um programa 100% instrumental. Há duas ou três exceções, mas já lá vamos. Para já, o que é a guitarra para ti, Marcos? Eu acho que a guitarra para mim foi o jeito que Deus arranjou para me colocar na música. Porque a minha família é de músicos, mas todo mundo canta. E eu nunca tive o prazer de cantar bem como eles cantam. E aí eu acho que o senhor ficou com pena de mim e falou, então toca violão. A realidade é que eu me identifiquei com o instrumento e é a minha forma de louvar a Deus em primeiro lugar e de me estressar através desse instrumento maravilhoso. Então acho que já não existe Marquinhos como me conhece sem a guitarra.
Começar a tocar guitarra aos 10 anos, para aquelas crianças, e nós temos muitas crianças que nos vêm. Como é que os pais podem motivar uma criança a tocar guitarra aos 10 anos? Como é que tu, com 10 anos, começaste a gostar de tocar guitarra? Olha, começou com o meu irmão. Porque assim, a família sempre cantou, mas ninguém de fato tocava no nosso meio. Eu tenho um tio que toca, depois descobri que tinha um monte de primos distantes que também tocam. Mas no nosso círculo ali familiar, todos cantavam, mas ninguém tocava. Meu irmão se empolgou com o piano. E aí ele foi escolhido pra fazer um curso de piano por uma professora que fez um voto com Deus, de que se ela saísse da situação, ela ia escolher três meninos que precisavam, que não podiam pagar pra estudar, e meu irmão foi escolhido.
E ele se desenvolveu muito rápido, e depois que eu vi meu irmão tocando piano, e logo depois pegando o violão, falei, ah, eu quero o violão também. Pedi pra ele, me ensina alguns acordes. Aí foi assim, ele me ensinou alguns acordes, e eu percebi logo que eu tinha muita facilidade de... de tocar, porque eu ouvi uma música, eu dizia, essa música eu consigo tocar ela solando. Naquele tempo, no meu meio ali, ninguém solava o violão. Aí o pessoal falou, não, você não consegue, eu consigo. Eu ia lá e solava a música. Então foi muito natural, quando eu pensei que não, já estava... Já estava tocando, já estava tocando aniversáriozinhos, na igreja, com um grupinho da igreja, e aí foi acontecendo tudo muito naturalmente.
Nós aqui em Portugal chamamos ao violão guitarra, portanto há vários tipos de guitarra, elétrica, cordas de aço, etc. E esse é o teu estilo preferido, essa guitarra que tens nas mãos? Justamente, é a guitarra clássica. Eu toco todos os tipos de guitarra. Gostas daquela guitarra elétrica mais arrojada ou não te diz muito? Gosto também. Como eu sou produtor musical, acaba que eu toco vários instrumentos. Depois do violão, eu estudei piano clássico em conservatório. Então eu toco vários instrumentos. E as variações da guitarra, eu toco todas. A sebiacústica, a acústica, a guitarra elétrica, aquela mais americana, aquele som mais argentino, aquele som flamenco aqui.
A guitarra portuguesa já tiveste oportunidade, ou se calhar é mais difícil, não é? Podíamos ter trazido uma guitarra portuguesa para aqui, para o programa. Podíamos ter feito isso. Eu preciso dessa Dari, porque eu acho que a única guitarra que eu não toco é a portuguesa, mas eu quero tocar, sim. Vamos combinar isso. Marquinhos, vamos começar com este primeiro tema, para quem, enfim, que se está a conhecer pela primeira vez, rapidamente pode ir até ao Spotify, enfim, nas diversas plataformas digitais. vai escrever Marcos Lima e vai encontrar muitas músicas tuas, muitos álbuns teus que lá estão. Este é aquele tema que tem mais... o maior número de pessoas que já o ouviram. A melhor oração é o amor. Porquê esta primeira música? Vocês podem me encontrar lá com Marcos N. Lima. Porque foi a forma que a gente encontrou de ficar meio que único lá.
O N é o quê? N, de nascimento. Então, assim como Michael W. Smith, eu uso Marcos N. Lima. Essa música é uma música da minha infância, eu ouvia a minha avó cantar lá enquanto a gente acordava. É uma música que fala assim, a letra dela inteira é assim, a melhor oração é o amor, a melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas deve sempre lembrar que a melhor oração é o amor. Esse tema aí... Conhece? Sim, sim, sim, sim. Olha que lindo. Ninguém conhece esse quadro. Então essa música aí, ela surgiu desse desejo de lembrar da minha infância, de minha avó. E eu gravei só por isso mesmo. Mas de repente ela foi descoberta por um monte de pessoas religiosas, não só do cristianismo.
Porque eu encontro ela em várias playlists de pessoas que não são cristãs. De alguma forma, eu acho que pelo tema, né? que fala que a melhor forma de orar é amando a Deus. De alguma forma, isso atraiu as pessoas e acabou que é a musiquinha simplesinha, mas que todo mundo...
Então convido-te, convido-te a começarmos com este primeiro tema instrumental, A Melhor Oração é o Amor. E aí E aí E aí E aí E aí
A melhor oração é o amor, de uma composição que, na verdade, ninguém sabe muito bem. Aqui em Portugal nós cantávamos muito essa música. A melhor oração é onde se cantava muito. Marcos, vamos para o segundo tema, Graças, Senhor. Esta foi a primeira música que interpretaste ao vivo. Sim. Essa música aí também, o autor, não sabemos quem fez. É uma música americana, isso eu sei que sim. Quando eu comecei a tocar, e como eu te falei há pouco, eu tive muita facilidade de fazer os solos com o violão. Essa música eu ouvia lá por um pianista chamado Sam Ocampo, que é um peruano que gravou lindos álbuns nos Estados Unidos na grava. E aí tinha essa música e eu comecei a tentar fazer no violão.
E logo que eu consegui fazê-la solando e ao mesmo tempo se acompanhando, né? Aí teve uma igreja, nem Adventista, a igreja é presteriana. Teve lá um encontro de jovens e aí pegar jovens que fizessem coisas diferentes. E aí me convidaram pra tocar uma música instrumental porque alguém falou que eu
tocava uma música sozinho, sem precisar que outro acompanhasse. E a minha primeira apresentação, tocando, fazendo música instrumental, foi aí. Vamos então ouvir, Graças, Senhor. Graças, Senhor.
E Graças, Senhor, um grande clássico também de um autor desconhecido aqui pelos dedos e a guitarra aí de Marcos N. Lima, ele que é o nosso convidado de hoje. Se gosta de música instrumental, se gosta de iniciar o sábado ou outro momento qualquer com hinos de inspiração cristã, tocados de uma forma muito solene, como é a utilização, muitas vezes é feita pela utilização desta guitarra mais clássica, então partilhe este programa com os seus amigos, com os seus contactos, com aqueles que sabem que vão gostar de ouvir e de se inspirar com as músicas que temos preparadas num alinhamento de hoje.
Vamos agora para mais um tema, Não ando só. Este que é também um grande clássico do nosso inário, não é? Sim, do Naila Adventista. Uma música que eu gosto muito, uma mensagem muito profunda. E também, eu fiz aqui nesse programa, eu fiz questão de pegar coisas lá que vêm do início, né? Já que fala um pouco da história. Essa música foi gravada por um músico brasileiro chamado Diógenes de Oliveira. Na minha infância lá, aos 10, 11 anos, tinha alguns LPs instrumentais na igreja e o dele eram os mais ouvidos. Não sei se chegou aqui em Portugal, mas ele gravava o violão muito bem tocado e tinha uns sonzinhos de pássaros, não sei se vocês ouviram aqui alguma vez.
E aquilo marcava muita gente no sábado de manhã, acordava com aquilo ali. Acorda no sábado de manhã, conselho pra vocês. Acorda no sábado e liga uma música instrumental. que é diferente, você começava de uma forma muito diferente. E eu ouvia muito Diógenes e tinha no repertório dele essa música e eu gosto muito dela porque é a nossa mensagem, nós sempre estamos acompanhados e é a
melhor companhia que existe no universo. O nosso maravilhoso Deus. Vamos então ouvir. Vamos lá.
♪ ♪ Música que inspira pela guitarra de Marcos Lima, o nosso convidado no Sexta à Noite de hoje.
Marcos, eu falava no início que tens mais de uma dezena de álbuns gravados. No entanto, é bem mais do que isso. Quantos anos de Ministério Musical tens? Eu comecei a tocar com 10, tenho 52, mas comecei a trabalhar efetivamente na parte de produção, e aí eu considero esse tempo de ministério. Mesmo que comecei bem antes e já fazia música na minha igreja, com grupos, com tudo. Mas aí comecei a produzir em 93. Então 93 pra 26, 33 anos. Produzindo, indo pra estúdios. gravando álbuns, viajando pelo país, pelo Brasil e por outros países do mundo com outros cantores, sozinho, dando palestras, isso aí.
23 anos. Tu nasceste na Bahia? Bahia, Suda Bahia e Bicaraí, faço questão de falar a verdade. É uma cidade pequenininha, perto de Ilhéus, que é um lugar muito conhecido, Ilhéus e Itacaré. É um paraíso. Ou seja, para um músico, e falamos sempre na esfera da música, neste caso da Igreja Adventista do sétimo dia no Brasil, Para um músico que não nasce em São Paulo ou que não vive ali naquela zona, naquela região, é um bocadinho mais complicado de ter trabalho e de conseguir acompanhar tantos músicos como tu foste acompanhando. No entanto, que cantores, que músicos, com que pessoas é que tu foste trabalhando ao longo da vida? Pois é, é uma história bem diferente, porque no interiorzinho parece não haver oportunidade, não há mesmo ali.
Mas Deus queria, tinha um projeto na minha vida e foi fazendo a coisa acontecer. Eu montei um estúdio em 98. 97 pra 98, montei um estúdio com esse sonho de que as pessoas fossem gravar lá comigo. Parecia impossível. Mas eu acreditei, por estar ali perto da minha família, por amar a minha cidade. Eu tenho uma fazendinha no alto da serra lá com a minha família, então... Mas aí foi difícil início, mas as pessoas começaram a aparecer depois de um tempo. Demorou mais um tempo. Mas aí foram surgindo, né? Então, como isso aconteceu, você perguntou com quem, né? No fundo, com que pessoas é que foste trabalhando ao longo destes anos? Eu fiz muitos trabalhos para pessoas que estavam fazendo o primeiro projeto da vida e tal, e eu gosto muito de fazer isso até hoje.
No entanto, começaram a surgir aí os medalhões da música adventista, começaram a me procurar. Então, é... Grupo Órion, Joel Alves, Robson Fonseca, Luiz Cláudio, Danilo Melo, com Sérgio Saaz, com... Danilo Melo e Sérgio Saaz, eu fiz uma música que eles cantam juntos, chamada Vida Olorosa, mas fiz muitas coisas pra Danilo também. Douglas Lira. Foi acontecendo, porque depois que você... Você... Eu acho assim, quando você trabalha com sinceridade, com... com verdade e também com autenticidade. Eu sempre procurei ser muito autêntico no que eu faço. Eu sei que aqui os portugueses gostam muito da guitarra, né?
O Brasil também gosta, mas na igreja a tradição é no piano. Não sei se aqui também é assim. Mas lá, todos pianistas. Eu praticamente sou o único produtor da igreja Adventista que, na realidade, é o primeiro violonista, apesar de tocar piano também. Então a gente começou a ter a procura, porque as pessoas tinham essa identificação também com o instrumento, com o tipo de produção. Eu sempre busquei fazer uma produção muito autêntica, com sonoridade brasileira, dentro dos nossos princípios. E isso deu muito certo, graças a Deus. Eu tenho aí, acho que só na Novo Tempo do Brasil, eu tenho aí 10, 15 ou mais cantores que produzimos, que tocamos juntos, que viajamos juntos.
Fora aqueles cantores que não fazem parte da gravadora, mas que também tem um trabalho muito interessante e independente. E aí a coisa expandiu. Hoje nós estamos aqui na Europa. Estamos fazendo aqui esse programa porque eu vim aqui produzir a Adriana Duarte, uma super cantora aqui de Portugal, que vai lançar coisas em breve. E essa vai. A Marta Tolkien, da Holanda. A Andy Lopes, que é de Luxemburgo. Elas vão cantar aqui. Então é isso. A gente vai, Ezequiel, até onde Deus quer. Eu sei que o que eu faço, eu sempre tive essa responsabilidade. O que eu faço não é o que eu quero fazer, mas é aquilo que Deus, de alguma forma, projetou para mim.
Eu estou seguindo a vontade dEle. Então, quando você segue a vontade de Deus, as coisas acontecem. É lógico que as coisas acontecem, mas é lógico que... Eu tenho as minhas coisas pessoais, a minha vontade de fazer coisas pessoais, e Deus combinou tudo em uma coisa só, então eu sempre vivi de música, ao mesmo tempo que é o meu ministério que é o mais importante. E também é meio, no Brasil fala-se lazer, né? Então, só o último provérbio brasileiro diz assim, quem faz música é feliz porque não precisa nem trabalhar. Porque o trabalho já é a sua própria diversão. Marcos, falavas nessas vozes, nós vamos ouvi-las ainda ao longo do teu programa.
Para já, para encerrarmos esta primeira parte, vais trazer aqui talvez o hino mais antigo de todos, parece-me, dos que aqui selecionaste, Abrigo na Rocha, não é? Sim, sim. De Sonny Crosby. Sim. Essa música eu quero tocar aqui para lembrar da minha mãe, porque a minha mãe é a grande cantora da família, a grande artista, e quando eu estava começando a tocar, eu toquei essa música assim, para ela, nem conhecia a música, e eu aprendi ouvindo lá um disco e aí ela falou Marquinhos que música linda que eu
amo essa música você sabe tocar isso aí aí lembrando dela que eu coloquei no repertório abrigo da rocha E aí E aí E aí Final da primeira parte do Sexta-Noite de hoje com guitarra de Marcos Lima.
Na segunda parte voltamos porque vamos ter guitarra e voz. Eu sei que não vai querer perder. Até já! TV Novo Tempo. O canal da música. O canal da esperança. A segunda parte deste Sexta-Noite especial, que eu tenho a certeza que está a apreciar imenso, é diferente, porque são essencialmente músicas tradicionais, alguns clássicos da música cristã, interpretados pela soberba e pela mistria do nosso guitarrista. Marcos Lima, e acredito que está a ser muito, muito inspirador, pelo menos para mim e para aqueles que aqui estão no estúdio, está a ser. Mas, nem só de música vive o nosso programa, vive também do estudo da palavra, do estudo da Bíblia, e é isso que nós estamos a fazer neste momento.
Aqueles que ainda não receberam este estudo da Bíblia, este Guia de Estudo da Bíblia à Procura da Verdade, se quer recebê-lo em sua casa sem qualquer custo, tome nota já do número, é o 933-939291, 933-939291. Envie o seu primeiro e último nome com uma mensagem do WhatsApp para o número 933-939291. Envie também a sua morada e sem qualquer custo irá receber em sua casa ou sem qualquer fidelização este Guia de Estudo da Bíblia para o poder ajudar a conhecer melhor e a interpretar melhor as Sagradas Escrituras. Vamos para mais um tema, Marcos. A NÓS, A PORTA FRANCA ESTÁ. Esta também é uma música que selecionaste porque tem uma história muito profunda da tua vida, no caso, da vida do teu pai. É...
Meu pai... fez um ano agora que eu perdi o meu pai. E essa música aí me lembra muito dele, porque ele contava que a conversão dele se deu com essa música. Ele foi para uma igreja Adventista que alguém convidou, Na porta, uma pessoa muito gentil falou com ele, e quando ele estava entrando na igreja, essa música estava tocando, eles estavam cantando essa música. E ele falava para a gente sempre, olha, na realidade, o que me atraiu na igreja realmente foi a música. Então, essa música, ela é importante por isso, mas eu queria também deixar um recado para as pessoas. A música é muito importante. A palavra é o mais importante, lógico, mas a música, ela abre o coração das pessoas para ouvir a palavra.
E elas também são fragmentos da palavra de Deus. Então, tem igrejas que, às vezes, não valorizam tanto a música, não reconhecem o imenso valor que tem a música. para, justamente, atrair as pessoas. E essa música fala sobre aquela parte bíblica que diz assim, que existe uma porta, né? E essa porta é a porta que nos dá acesso à eternidade. por isso escolhi essa música e gosto muito dela, me emociona, lembro-me do meu pai, lógico, perdi a pouco tempo, mas também temos aí a certeza do reencontro, né?
Enquanto isso, vamos estar aqui tentando levar outros connosco, né, Ezequiel? Em nós, a porta franca está, vamos ouvir.
E aí A nós a porta franca está, no fundo, músicas que todos nós reconhecemos e com as quais todos nós também nos identificamos e que traçam o percurso de vida, diria mesmo, do nosso compositor, convidado e amigo Marcos Lima.
Marcos, vamos então agora para o primeiro momento em que a guitarra vai estar a acompanhar alguém. Quem é que resolveste trazer para cantar esta próxima música e já nos vais explicar que música é esta e porquê é que ela é tão importante? Sim, é tudo importante. Vou convidar aqui a minha querida amiga, Marta Sombra Troll, ela que é da Holanda. E essa nova fase da minha vida como produtor musical pelas bandas da Europa começou com ela aí. Tudo bem, Marta? Olá, Marta. Bem-vinda. Já vamos ouvir a tua voz. No entanto, este tema, Deus Existe, é talvez o tema mais conhecido do Grupo Órion, que acaba por ser engraçado. Chegou às novas gerações há poucos meses, porque houve um vídeo que se ficou viral deste grupo e atingiu um público que se calhar não conhecia.
Mas estamos a falar de um grupo histórico, não é? Já tem... Foi fundado em que anos? Anos 80, 90? Não, anos 70. Final de 70. O Grupo Órion é muito conhecido. Eu mesmo, com criança, Ouvi o Grupo Óleo sem nem pensar na possibilidade de um dia tocar e produzir o Grupo Óleo. Não existia essa possibilidade. Mas em 93, Joel me abriu essa porta, me convidando para o Grupo Óleo. É daí que eu conto o início da minha caminhada como produtor musical na Igreja Adventista. E essa música, E Deus Existe, foi composta por Jairo Alves, seu irmão. Os dois compõem, Jairo faz algumas músicas, e Joel faz muita música o tempo todo, com certeza muitas das pessoas até aqui mesmo podem conhecer.
Mas Deus Existe é especial porque essa música marcou uma geração inteira nos anos 80. E eu escolhi ela para lembrar do fato que foi através desse grupo que eu amo, que estou trabalhando desde esse tempo, 33 anos, e eu quero mandar um abraço pra eles, moro no meu coração, cada um deles. Mas ela é linda demais, quem sabe depois que Marta cantar aqui, ela que já gravou também essa música, porque depois do grupo Olho, Martinha gravou, Outros gravaram também, mas depois do grupo Orion, porque tem que ser o primeiro, tem que ser eles, né? É você, Martinho! A sua interpretação é linda demais dessa música. Espero que depois desse programa, muita gente busque aí essa música, que é maravilhosa!
Mas já agora, Marcos, sem combinar isto contigo, aquela música que ficou muito viral do grupo Órion agora, que anda aí pelo Instagram, consegues tocar só um bocadinho para se identificar? A do Cuscuz? A do Cuscuz, é isso mesmo. Estou avisando, viu? Sim. É isso mesmo. E só este bocadinho já deu para perceber. Mas agora a música é outra. Vamos então ouvir Deus Existe, com Marta Sombratol, acompanhada por Marcos Lima.
Em meio ao bosque Eu posso ver Num lírio ou num jasmin O amor de Deus florescer Uma beleza Tão natural Que só estes vais a perfumar Que só estes vais a perfumar Deus existe e está aqui Eu posso vê-Lo de uma maneira toda especial sentir o seu amor que pode ajudar a te salvar
Quão belo é ver Você sorrir E transmitir O amor que existe dentro de ti faça da vida uma canção que fale só do amor e do perdão que fale só do amor perdão Deus existe estar aqui eu posso vê-lo de uma maneira toda Toda especial Venha
sentir o seu amor Que pode ajudar a te salvar
ae um original de Jairo Alves, imortalizado pelo grupo Órion, aqui na voz de Marta Sombratola. Obrigado, Marta, por teres juntado a nós neste programa especial com Marcos Lima. Vamos continuar com o programa de hoje. Agora, Marcos, com mais um tema. Chama-se Amando o Piauí. Piauí é uma cidade, região... Estado, é o que chamam de Estado também? Piauí é um Estado Brasileiro? É um Estado Brasileiro. Peço desculpa pela minha ignorância. Mas então é um Estado Brasileiro que fica, presumo, também lá perto do Nordeste, não é?
É no Nordeste? Sim. É porque o Piauí é o Estado com mais dificuldades financeiras do país. E também o número de pessoas adventistas muito baixo até um tempo atrás. E nós resolvemos dar uma atenção especial para esse lugar que é um lugar maravilhoso. Ao mesmo tempo é um lugar de muitas riquezas naturais, culturais. E eu junto com o meu grande parceiro de música e vida, Robson Fonseca, projetamos um projeto pra ser realizado lá, um projeto que iria mostrar tudo isso, pra mostrar o Piauí, e mostrar a necessidade também de haver investimento no Piauí. E aí criamos um projeto chamado Missão Piauí. Do projeto Missão Piauí, eu fiz todo, tem um documentário no YouTube, vocês podem procurar lá, Missão Piauí, colocar Marcos Lima, Missão Piauí, também tá no, no, no Set Play, da Igreja Antiga do Brasil, e conta uma, conta uma história, toda uma história, Desde as pessoas que necessitam de água.
Coisa básica. Tem regiões lá que simplesmente não tem água. Que abrem postos artesianos com inchadas quando conseguem ter alguma água. Muita dificuldade. E nesse projeto a gente conseguiu um grande apoio pessoal, financeiro. E conseguimos abrir muitos poços artesianos, poços grandes. Um desses poços sustenta 70 famílias, que antes desse poço, por exemplo, eles tinham que andar 9, 10, 11 quilômetros pra conseguir água num burrinho pra trazer pra dentro de casa. Então tinha gente lá nesse vilarejo específico que ele chegava do trabalho da roça, E tinha que andar quilômetros pra conseguir água pra outro dia, e assim era a vida.
E desse projeto saiu uma trilha sonora muito bonita que... E o tema principal é esse daí, Amando Piauí. Na realidade, eu queria falar desse projeto. Também é uma música que eu gosto muito. Eu fiz a música, a Robson fez a letra. Aí gravamos junto com também a Laura Siderac, que também se envolveu, com grande orquestra, gravamos aqui na Rússia. Então é um projeto muito bonito, tem instrumental, tem cantado, mas o principal é que vocês possam conferir esse projeto. Uma entidade que foi formada a partir disso, chamado Instituto Luz, que tem feito um trabalho maravilhoso ensinando pessoas a fazer horta, a plantar, métodos de controle pra conseguir água quando chove, coisas assim.
E tem sido uma grande benção. E este documentário, qual é a duração? Tem vários episódios? É só um episódio? É apenas um episódio. É um documentário de mais ou menos... Acho que uma hora e quarenta nessa faixa. Menos de duas horas. E tu és o narrador deste documentário também? Sim, eu sou o apresentador do projeto. Rodamos todo o estado do Piauí. Eu sou baiano. A Bahia faz de vida com o Piauí. Mas depois desse documentário aí, eu fiquei agora também com um pedaço do Piauí no chão. Vamos então, para aqueles que querem conhecer um pouco mais, é só então escrever aí no YouTube ou no Flipped Play, Amando o Piauí, Marcos Lima, e certamente vão encontrar. Para já vamos ouvir então a música, uma das músicas que servem de banda sonora a este documentário, que teve também a produção musical do nosso convidado, Marcos Lima.
Esse aqui é o som da seca, viu? O som de bordeche. E
aí E Amanda, o Piauí, em poucos minutos nos levaste numa viagem e que me deixou muito curioso para ver realmente o documentário, porque se a música está assim, acredito que as imagens também vão corresponder com a música.
Amanda, o Piauí, para aqueles que quiserem, procurem no Feliz 7 Play ou também no YouTube. Estamos a chegar ao final da primeira parte, aliás, da segunda parte do nosso programa, aí mas temos ainda uma última surpresa, não é? Uma última não, ainda vamos ter mais duas, mas esta é a última surpresa desta segunda parte. Explica-nos, Marcos, o que é que vai acontecer. Bom, vai acontecer que eu vou tocar aqui com uma das vozes mais bonitas que existe aqui na Europa, com certeza, minha querida amiga Adriana, Adriana Duarte, Souza Duarte, né? Souza Duarte, sim. Souza da parte da primeira família, Duarte da parte da segunda família. Essa voz é maravilhosa, a gente se conheceu anos atrás num projeto que eu fiz aqui na Europa com elas, com um grupo, e de lá a gente sempre conversa e chegou a hora de de lançar músicas da Adriana aqui.
Fiquem atentos, viu? Portugueses queridos. Porque aqui no país de vocês tem uma voz singular, né? E aí a gente escolheu uma música, né, Adriana? Que eu compus a melodia. Mais uma que a Laura Siderac trabalhou comigo também. A gente faz muita música. Adriana, você quer falar sobre essa música? Eu fiquei muito honrada de ter o Marquinhos pra fazer este convite maravilhoso da gente gravar. É algo que eu já tive vontade de fazer durante muito tempo. Achei que já até tinha passado, né, o meu momento. Mas eles me presentearam com algumas músicas lindas, maravilhosas. São composições do Marquinhos com alguns compositores também de grande nome no Brasil, como Robson Fonseca, Arthur, Jader Santos.
E esta que vamos cantar hoje é uma composição do Marquinhos com a Laura Siderac. E vocês vão ver como é linda. A Laura Siderac já é uma cantora do meu coração, sempre foi, então é um privilégio pra mim poder cantar uma música feita por ela também. Vamos lá. E Nasce o sol Logo adormece E aí apressado Volta ao seu lugar O vento Que vai de norte a sul Logo cessa De soprar Os rios se movem para o mar Sem nunca o transbolar As chuvas caem do vasto céu
E as belas flores fazem brotar Grande é o teu nome, Deus criador e rei Em cada obra de tuas mãos eu posso ver Quão perfeitos teus caminhos podem ser Tão grandioso és O que é o homem comparado ao teu poder?
Tu és um Deus tão fiel Só em Ti confiarei Quem restringiu o poder E disse às suas ondas Daqui não passarão Quem deu à terra Beleza e esplendor Moldou, aformou A vida lhe deu Os rios se movem para o mar Sob as águas os peixes a nadar E o homem em Cristo encontrará A fonte da vida Nele achará Grande é o teu nome Em cada obra de tuas mãos eu posso ver Quão perfeitos teus caminhos podem ser
Tão grandioso é Comparado ao teu poder Tu és um Deus tão fiel Só em ti confiarei Só em ti confiar Obrigado, Adriana, por este momento lindíssimo.
Com este tema grande é o teu nome. Ficamos por aqui na segunda parte do Sexta à Noite de hoje com Marcos Lima. Regressamos depois de um curto intervalo para a terceira e última parte. Ainda temos mais uma surpresa. Até já. TV Novo Tempo, o canal da música, o canal da esperança. Terceira e última parte deste Sexta-A-Noite especial com a guitarra de Marcos Lima. Especial porque tem sido mais as músicas instrumentais, um bocadinho diferente daquilo que tem sido os últimos Sextas-A-Noite. Na verdade, todos. Este acaba por ser o primeiro em que temos, sobretudo, um instrumento como o grande protagonista e não a voz deste programa é pelas mãos de Marcos Lima, o nosso convidado. Mas, antes de ouvirmos mais músicas, esta é a última oportunidade que vai ter hoje, durante este programa, de receber este Guia de Estudo da Bíblia.
São mais de 92 páginas com diversos guias de estudo inseridos neste Guia Principal à Procura da Verdade para conhecer melhor a Bíblia, para entender melhor a Bíblia. O que pode fazer para receber este Guia de Estudo é simples, é enviar agora
mesmo um primeiro e último nome, para o número 933-939291, é este o número de WhatsApp, para o qual pode enviar uma mensagem com o seu primeiro e último nome, também com a sua morada e se habita em território português. Vai então receber, sem qualquer custo em sua casa, este guia de estudo da Bíblia à procura da verdade. Vamos continuando, Marcos, Marquinhos, como os teus amigos te chamam, e eu também faço questão de chamar, porque também somos amigos. Vamos para mais um tema, Cristo entra no horto. Explica-nos o porquê de trazeres um tema tão profundo como este para o início da terceira parte do Sexta-Noite. Porque eu acredito que nós temos sempre que relembrar o sacrifício de Cristo. Sempre... Ellen White disse que a gente deveria sempre ler o capítulo que conta aquele momento desde que Jesus foi julgado até a sua morte e ler todos os dias esse capítulo.
Então eu nunca deixo de tocar alguma música que nos faça lembrar do grande e maior sacrifício feito por nosso Salvador Jesus Cristo. O segundo motivo é porque, como eu sou um violonista clássico e durante a primeira fase da minha vida como estudante de música, o meu sonho inicialmente não era produzir músicas como faço hoje, produzir cantores. Então, meu sonho no início era ser um concertista de violão. Eu me preparei pra isso, com meus 14, 15 anos eu tava pronto já pra tocar em qualquer lugar. Aí, quando bateu 20 anos de idade, eu falei, rapaz, não vou tocar em lugar nenhum na minha vida. Porque nunca surgiram essas oportunidades.
Aí eu vim pra Europa pra... uma conferência aqui, garoto, nessa idade aí, e quando eu tava aqui, no final, me convidaram pra ensinar numa escola de música em Amsterdã, coisa que qualquer músico brasileiro naquela época aceitaria, e aí eu entendi que realmente eu não queria ficar aqui, nem dar concerto em lugar nenhum, eu queria realmente fazer o que eu faço hoje, eu queria voltar pra minha casa, e tá levando a Deus na igreja, e fazendo isso. Mas, ao mesmo tempo, eu gosto muito de continuar tocando em alta performance e me dedicando aos hinos do nosso inário adventista.
Não só o inário do Brasil, que é usado aqui, mas a música cristã do mundo todo. Essa música, Cristo Entra no Horto, é super clássica. Era uma música que se fosse tocada por qualquer concertista aí, seria uma música muito grande. E aí eu fiz um arranjo pra ela, que é bem erudito, que é bem clássico, que eu não toco nas salas de concerto fora, mas toco nas igrejas, toco em todos os lugares que Deus nos dá a oportunidade de ir e louvar o seu nome. E lembrar desse sacrifício. E agora vamos ter a última etapa e ouvir. E aí E aí
E aí E aí E aí E aí
Subir a interpretação desta composição de Sidney Lamier, este tema, Cristo Entra no Horto. Muito obrigado, Marquinhos, por estas lindíssimas melodias que tens trazido e que têm inspirado, certamente, não só a nós aqui no estúdio, mas também a todos os que nos estão em casa a ver e vão ver este programa. Marquinhos, vamos agora para um tema que já foi apresentado aqui no Sexta à Noite, mas nunca da forma como vais apresentar, que é a composição de Lineus Soares, Falar com Deus. No meio de tantos hinos clássicos, o porquê de teres escolhido trazer este hino aqui ao programa? Depois que a gente tem consciência desse maravilhoso amor de Jesus ao ponto de passar pelo que passou, Algo que nenhum ser humano nunca passou.
Ele passou por todo o sofrimento possível. Psicológico, físico. Por esse mesmo amor, o que nós... Quando tomamos consciência disso, a gente quer ter esse contato mais próximo com ele. E a música Falar com Deus é isso. Fala desse privilégio de termos um acesso direto ao Criador sem intermediário. Algumas igrejas têm intermediários para falar com Deus, mas a gente sabe que é uma grande mentira. E falar com Deus é isso. Eu gravei essa música em um dos álbuns, eu produzi alguns álbuns, dois álbuns, que foram lançados pela Muzi Casa, que é a gravadora da CPB, da Casa Publicação Brasileira, que faz os nossos livros, o Inari que vocês usam aqui, eu acho que é de lá, né?
E essa música eu gosto muito dela, por isso, ela é aquela música do momento de reflexão, de comunhão, momento da oração. Posso tocar? Quem tiver em casa aí, sexta-feira à noite, vai cantando comigo aqui.
E aí E aí E aí E aí
E aí Acredito que muitos lá em casa cantarolaram, pelo menos, ou traltearam esta música, Falar com Deus, uma composição de Linel Soares, aqui pela guitarra de Marcos Lima.
Marcos, Marquinhos, vamos para a nossa penúltima música, Abre-se, Senhor, os olhos meus. Estamos aqui a fazer quase um encadeamento nesta segunda parte, aliás, nesta terceira parte do programa. Estivemos com Cristo no horto, a falar com Deus, e agora Abre-se, Senhor, os olhos meus. Na oração, o que a gente tem que pedir? Para que Deus nos faça enxergar. Enxergar o quê? Quem somos e entendemos que nós não somos nada, somos pecadores miseráveis. Enxergar também o que a gente lê na sua palavra, porque a gente não consegue ler a palavra e entendê-la realmente se não houver a condução do Espírito Santo.
E essa música, ela diz isso. É um pedido a Deus que abra os nossos olhos para enxergar aquilo que precisa ser enxergue, para que a gente possa avançar espiritualmente nessa comunhão, porque na realidade o segredo da nossa salvação não está naquilo que fazemos diretamente, mas sim o quanto que nós estamos perto de Deus, o quanto nós conseguimos ouvir, o quanto nós conseguimos entender aquilo que Ele quer, e a
partir disso a gente realiza a sua vontade. Essa música é isso. Vamos ouvir então, Abre o Senhor os Olhos Meus. E aí E aí E aí
E aí E aí E aí E aí E aí Abre o Senhor os olhos meus, o penúltimo tema do Sexta à Noite com Marcos Lima.
Marcos, muito obrigado por estes momentos que nos trouxeste. Foi delicioso ouvir-te e ver-te. Eu costumo dizer que sou um privilegiado. Eu e os nossos operadores de câmara, que habitualmente... nos acompanham, hoje até posso dizer o nome deles, o Joel, o Bruno Caxeira e o Hélder. Vocês também gostaram, não foi? Foi encantador, foi muito bom ouvir estes momentos contigo. E também as surpresas que nos trouxeste, com a Marta, com a Adriana e agora vai ser com a Andy. Mas enquanto a Andy não entra, Marcos, como habitualmente tenho para oferecer aqui ao nosso convidado, depois ofereço no final, quando tirarmos a nossa foto em conjunto aqui, uma pequena lembrança do Sexta à Noite, ao qual agradecemos também o trabalho do Hélder Ferreira e da Sara Calato, são eles que... O Hélder faz tudo, o Hélder. O Hélder faz design. Obrigado, Hélder. Parabéns. No dia em que gravamos este programa, o Hélder faz anos.
Por isso, só as pessoas que conhecem o Hélder vão saber o dia em que este programa foi gravado. Todos os outros não. Parabéns, Hélder. Obrigado a todos. Andy, mais uma vez, muito obrigado também por ter estado aqui connosco. Vamos terminar com esta música, A Promessa, que é uma composição tua e do teu irmão que nos falaste no início do programa. É, meu irmão, meu parceiro, me ensinou a tocar os primeiros acordes e compomos essa música aqui pra mim. E ele ainda toca? Vocês ainda tocam juntos? Sim, sim, na minha igreja. A gente toca muito na nossa igreja. E ele toca melhor que tu ou não? Toca bem demais. Toca bem demais no piano. Ele é o craque do piano. Ah, no piano, ok. Pois é, e a gente tem a nossa igreja, que é a igreja que nós formamos, que nós construímos e ele é o primeiro ancião da igreja lá e é o músico da igreja também.
E a gente toca Eu estando lá, todo sábado, todo domingo, toda quarta-feira, a gente tá tocando. Ele, eu, meus filhos, o filho dele. É uma família musical. Essa música, ela... Eu acho que das músicas que eu compus na vida, essa música é a música que mais me emociona. Primeiro por causa da mensagem, que é a mensagem do Adventista, né? Que diz que Jesus tá voltando, que muita coisa vai acontecer, e essa promessa foi feita por ele. E depois que eu perdi meu pai, ela se tornou ainda muito mais importante, porque eu tô ansioso pra chegar esse dia em que veremos o nosso Deus nas nuvens dos céus, pra acabar com todo o sofrimento, toda essa dor e tudo mais.
Então, essa música... Ela é muito, muito importante pra mim. Eu sei que o pessoal de Portugal e outros países que vão assistir também pelo YouTube vão ter conhecimento ainda dessa música através da voz de Andy, que tem uma voz simplesmente angelical. Essa é a palavra certa pra voz de Andy. Obrigado, Andy, também por te juntares a nós nesta celebração. Obrigado, Marquinhos, mais uma vez, por teres estado aqui connosco neste Sexta à Noite Especial Instrumental, com três músicas cantadas. Muito obrigado a si também, que esteve desse lado. Obrigado pela sua companhia. Continua ligado no canal da Esperança. Continua ligado na Novo Tempo Portugal. Um abraço.
Eu sei que o meu Senhor Sua promessa cumprirá Pois Ele prometeu E fiou, não falhará Um dia eu verei Uma luz no céu brilhar Então exclamarei É o rei que dentro está Descansar, enfim O mal pra sempre se endará Não haverá mais dor Quanto anseio ver Meu salvador voltar Serem fiel aqui Enquanto esperar
Mansões, lindos jardins Rios e lagos sem iguais Flores eternais E um brilho divina Mas o melhor do céu Não está no que ele tem Mas se viver ali Com o eterno salvador Então ao céu irei Vou descansar, enfim O mal pra sempre se dará Meu salvador, vou estar Serei fiel aqui Enquanto esperar Então ao céu irei Vou descansar, enfim O amor pra sempre ficará Não haverá mais dor Quanto anseio ver
meu salvador voltar, serem fiel aqui enquanto eu...
Pela primeira vez, o Sexta à Noite apresenta um programa quase totalmente instrumental, um convite especial para iniciar o sábado num ambiente onde a música fala diretamente ao coração.
Recebemos Marcos Lima, um dos mais reconhecidos guitarristas adventistas do Brasil. Natural da Bahia, começou cedo na música e desenvolveu um estilo próprio, marcado pela sensibilidade e por uma forte dimensão espiritual.
Com uma carreira sólida e vários álbuns gravados, tem partilhado a sua música com o propósito de transmitir esperança através de cada melodia.