Olá, apresado amigo. Aqui estamos para mais um programa A Mensagem. Bem-vindo, bem-vinda. Vamos hoje refletir na palavra do nosso amado Jesus. Sabe, há algum tempo ouvi a história de um menino que, enquanto brincava em casa, acabou por partir um vaso de porcelana caríssimo que pertencia à sua mãe. E quando ela chegou ao quarto, viu os estilhaços no chão e perguntou-lhe, com tristeza, filho, o que é que tu fizeste? O menino, sem hesitar, apontou para o gato que dormia tranquilamente no canto e disse, foi ele mamá. Ele saltou para cima da mesa e empurrou o vaso. O problema é que o gato era de peluche.
Não tinha vida, não tinha movimento. Mas aquele momento de medo da punição, o menino preferiu projetar a sua culpa num objeto inanimado do que assumir a responsabilidade pelo seu próprio erro. Talvez sorrimos com a ingenuidade da criança, mas a verdade é que todos nós, adultos e jovens, carregamos este menino dentro de nós. Quando as coisas correm mal, quando caímos em pecado, quando falhamos nos nossos objetivos, o nosso primeiro instinto não é olhar para o espelho, mas sim apontar o dedo. Procuramos um culpado. as consequências, os pais, a igreja ou até o próprio Deus.
Hoje vamos viajar até um tanque em Jerusalém para descobrir como é que Jesus lida com as nossas desculpas e como é que Ele nos transforma ou nos oferece uma projeção que, em vez de nos condenar, nos salva.
Vamos ler o texto de João, no capítulo 5, versículos 1 até ao versículo 9. E diz assim a palavra de Deus. Depois disto, havia uma festa entre os judeus e Jesus subiu a Jerusalém. Ora, em Jerusalém, há próximo à porta das ovelhas um tanque chamado em hebreu de Betesda. e o qual tem cinco alpendres. Nestes, jazia uma grande multidão de enfermos, cegos, mancos, ressecados, esperando o movimento da água, porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque. E agitava a água e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, se cerava de qualquer enfermidade que tivesse.
Estando ali, um homem que havia 38 anos se achava enfermo e Jesus, vendo este deitado e sabendo que estava neste estado há muito tempo, disse-lhe, queres ficar são? O enfermo respondeu-lhe, Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque, mas quando eu vou, desce outro antes de mim. E Jesus disse-lhe, levanta-te, toma o teu leito e anda. E logo aquele homem ficou são e tomou o seu leito e andava, e aquele dia era sábado. Vamos ver algumas notas sobre este texto bíblico tão interessante na Palavra de Deus. Bethesda é a primeira nota que vemos aqui onde a esperança se torna uma disputa, não é?
O relato bíblico que serve de base para a nossa reflexão encontramos então aqui neste texto de João 5. O cenário é a vibrante cidade de Jerusalém, que se encontrava em plena celebração de uma das festas judaicas que nós vemos ali em João V. Enquanto a multidão se apressava em direção ao esplendor do templo, com os seus rituais imponentes e cânticos de louvor, Jesus tomou um caminho diferente. Ele desvia os seus passos da pompa religiosa para um lugar que a maioria preferia ignorar. o tanque de Betesda, que estava situado junto à Porta das Ovelhas, diz no versículo 2. Betesda é um nome que em hebraico significa Casa da Misericórdia.
Era, ironicamente, um dos lugares mais impiedosos da cidade. O tanque era rodeado por cinco alpendres, onde havia uma multidão impressionante de pessoas doentes, cegos, coixos, paralíticos, versículo 3. E ali o homem era pesado com o cheiro da doença e o som dos midos e de dor. realmente não era um lugar para as pessoas sensíveis. Era um hospital a céu aberto, onde a esperança estava pendurada num fio de tradição e superstição. A Bíblia relata que aquela multidão esperava o movimento das águas, pois acreditava-se que um anjo descia em certo tempo para agitar as águas. A tradição dizia mesmo que o primeiro a entrar no tanque, após esse movimento, seria curado de qualquer enfermidade.
Imaginem por um momento a tensão constante naquele lugar, o que deveria ser uma casa de misericórdia, transformava-se num campo de batalha, numa autêntica guerra da cura, onde imperava a lei do mais forte. Não havia espaço para a gentileza ou para o altruísmo quando a água se movia. Era cada um por si. Os mais ágeis e os que tinham familiares fortes passavam à frente enquanto os mais déveis e solitários eram empurrados para trás, condenados a mais de um ciclo de espera e de desespero. Foi neste contexto de egoísmo e sofrimento que Jesus fixou o seu olhar num homem específico, alguém que carregava o fardo da paralisia há, imaginem, 38 anos.
quase quatro décadas de imobilidade. É importante notar que a sua condição não era de nascença, mas sim o resultado de escolhas erradas feitas provavelmente na juventude, uma consequência física de algum pecado que ele tinha praticado no passado. Ele estava ali, envelhecido, esquecido, profundamente amargurado, Jesus, conhecendo a história e a agonia daquele homem, aproximou-se e fez-lhe uma pergunta que, à primeira vista, parece desnecessária, quase até óbvia. Queres ficar são? Para um paralítico há 38 anos, a resposta deveria ser um grito imediato de sim. Contudo, o pecado e o fracasso repetido têm o poder de paralisar não apenas o corpo, mas também a vontade e a fé.
A resposta do homem revelou o estado sombrio da sua alma. Ele dizia, Senhor, eu não tenho ninguém que me ponha no tanque. Quando a água é agitada, pois enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Versículo 7, não é? Então aquela não foi uma resposta de fé, mas um desabafo carregado de ressentimento. Ele não viu Jesus ou ele não viu em Jesus o Criador do Universo. Viu apenas mais um estranho a quem podia explicar por que razão a culpa do seu estado era dos outros. Ele estava tão focado no método, o tanque, nos obstáculos, as outras pessoas, que não percebeu que a própria fonte da vida estava à sua frente.
Ali em Betesda, a esperança tinha sido sufocada pela disputa e o coração daquele homem estava tão paralisado quanto as suas próprias pernas. Aqui nós podemos ver este mecanismo de projeção. A desculpa de ontem e de hoje. Aquele homem no tanque de Betesda estava a utilizar o recurso mental muito comum, a projeção.
Ele justificava a sua estagnação e a sua miséria lançando a responsabilidade sobre a falta de apoio social, sobre a agilidade dos seus concorrentes. Ao dizer que não tinha ninguém que o posesse no tanque, ele estava, em essência, a afirmar que a culpa da sua paralisia contínua não era sua, mas de todos aqueles que o rodeavam. E esta é a forma perigosa de lidar com o fracasso, pois quando nós apontamos o dedo para o exterior, nós fechamos a porta à transformação interior que Deus quer fazer. E esta tendência de auto-justificação não nasceu nas margens daquele tanque em Jerusalém. Ela é tão antiga quanto o próprio pecado e teve a sua origem no pai da mentira, que procura controlar as mentes que não estão totalmente consagradas a Deus.
Logo que os nossos primeiros pais cederam à tentação, o primeiro fruto do pecado foi exatamente a perda da responsabilidade pessoal. Vemos aqui o exemplo de Adão e Eva quando o Senhor confrontou a mulher perguntando-lhe, o que é que tu fizeste? A sua resposta imediata foi, a serpente, ela, enganou-me e eu comi. Notem que, embora estivesse a relatar um facto, ela estava a usar essa verdade para encobrir a sua própria escolha livre e independente. Acusando mesmo até o Criador, porque Eva não estava apenas a culpar a serpente, mas nas entrelinhas ela estava a questionar a gestão de Deus. Era como se ela se perguntasse porquê que permitiste que este ser entrasse no jardim?
Porquê que criaste algo capaz de me enganar? E é interessante que Adão fez o mesmo ao dizer a mulher que tu me deste. Lançando-o sobre o próprio Deus a responsabilidade pela sua queda, eles tentaram usar as circunstâncias como um escudo para não terem de enfrentar a realidade do pecado que estava nos seus corações. Aqui também podemos ver o perigo da murmuração. Quantas vezes nós fazemos o mesmo hoje? Em vez de confessarmos humildemente os nossos erros e procurarmos a purificação do templo da alma, tentamos proteger o nosso eu, lançando a culpa sobre a nossa família, sobre os líderes da igreja, sobre as dificuldades da vida, sobre o governo.
O espírito de murmuração e autocomplacência torna-nos inúteis, tanto no lar como na sociedade, porque nos impede de assumir os fardos que deveríamos carregar. Precisamos de ter um cuidado solene com este mecanismo, porque se nós continuarmos a trilhar o caminho da projeção errada, onde a culpa é sempre de outrem, acabaremos por anular a nossa necessidade de um Salvador. Porque se eu nunca sou o responsável, eu nunca preciso de arrependimento. E se não há arrependimento, não pode haver perdão nem cura real.
E Deus deseja que guardemos o princípio da responsabilidade pessoal, pois cada um de nós terá de prestar contas de si mesmo perante o tribunal de Cristo. Podemos ver aqui a lei e a consequência, que é o pecado. Para compreendermos a profundidade da nossa necessidade de restauração, precisamos de encarar esta verdade solene. O pecado não é apenas um erro abstrato, mas ele traz consequências reais, tangíveis, muitas vezes dolorosas também para nós. O paralítico de Betesda era um monumento vivo a esta realidade. O seu corpo definhado era o resultado direto das escolhas passadas, uma colheita física daquilo que outrora semeou na sua própria vida. Esta ligação entre transgressão e sofrimento não é um acidente, mas uma lei espiritual que remonta ao próprio Éden, onde a sentença divina foi pronunciada com clareza e autoridade logo após a queda.
Olharmos para o relato do Génesis, no capítulo 3, versículo 14, nós vemos que a primeira sentença recaiu sobre a serpente. Deus amaldiçoou o animal, que servia de instrumento satanás, decretando que ele rastejaria sobre o ventre e que comeria o pó da terra todos os dias da sua vida. Aquela que fora a mais bela e inteligente das criaturas do campo, tornou-se o animal mais detestado e mais temido. Um lembrete perpétuo para todo o universo da natureza terrível e degradante da rebelião contra o Criador. A mudança física na serpente não foi um símbolo visível de como o pecado desfigura a beleza original da criação de Deus. A sentença prosseguiu agora para a mulher. Capítulo 3, versículo 16, onde Deus declarou que as suas dores e o seu sofrimento seriam multiplicados.
O pecado introduziu a discórdia, a desigualdade, onde antes existia apenas harmonia e uma união perfeita de propósitos. A partir daquele momento, a relação entre o homem e a mulher que fora desenhada para ser um reflexo de amor divino, passou a ser marcada pela luta, pelo poder, pela dor, revelando a queda da lei moral, da lei moral de Deus, que afeta o âmago das nossas relações mais íntimas. O sofrimento humano, em todas as formas, é testemunho mudo de que nos afastamos do plano original do nosso Criador. E é neste cenário de ruína que a lei de Deus cumpre o seu papel vital como detector de pecados. Ele não tem o poder de nos salvar a lei, mas é ela que nos traz ao conhecimento exato da nossa transgressão e da gravidade da nossa condição.
ao sermos confrontados com a santidade da lei, nós percebemos que a barreira entre nós e Deus é intransponível pelos nossos próprios esforços. E foi isso que Deus, na sua infinita misericórdia, instituiu aquilo que a Bíblia chama de sistema sacrificial. Sabe, no Antigo Testamento, quando o pecador reconhecia a sua culpa perante a lei, ele trazia um cordeiro inocente e colocava as suas mãos sobre a cabeça desse animal. Naquele gesto solene, o homem confessava o seu pecado e transferia, ou seja, projetava legalmente a sua culpa e a sua sentença de morte para uma vítima que o substituiria. O sangue derramado do Cordeiro prefigurava o sacrifício de Cristo, ensinando ao homem que, embora o salário do pecado seja a morte, Deus providenciou um substituto para morrer em nosso lugar.
Ao compreendermos que o pecado tem consequências amargas e que a lei de Deus exige justiça, a pergunta que fica para cada um de nós é, o que é que vais fazer então com o teu pecado, com a tua culpa? Vais continuar a tentar escondê-la? Vais projetá-la sobre os outros como Adão fez? Ou vais aceitar um substituto que Deus providenciou? Não permitas que a paralisia espiritual te mantenha preso ao passado, porque a lei já cumpriu o seu papel de te mostrar que precisas de ajuda. E agora, olha para o Calvário. E ali Jesus tomou sobre si a sua sentença, a sentença que era tua. Ele aceitou a projeção da tua culpa, do teu pecado, para que pudestes receber a projeção da justiça.
O meu convite hoje é aceita esta responsabilidade pelos teus atos, confessa o teu pecado diante do Senhor e aceita o sacrifício de Jesus como o único meio de salvação. Não saias daqui carregando um fardo que Cristo já pagou para levar. Levanta-te agora pela fé e caminha na liberdade que só o Cordeiro de Deus te
pode dar. Que o Senhor realmente te ajude nesta decisão, pesado amigo, que me estás a ver. Esta decisão devida ao morte. Nós agora entramos no último ponto da mensagem de hoje. Esta projeção ideal. Chegamos agora ao âmago da nossa mensagem, onde as trevas da nossa auto-justificação, elas são dissipadas pela luz gloriosa, das boas novas do Evangelho de Deus, na sua sabedoria infinita. Ele não ignorou a nossa tendência humana de projetar a culpa, o pecado, mas, em vez disso, ele elaborou um plano da salvação que utiliza esse mesmo mecanismo, mas direcionando-o para o único lugar onde ele produz vida e não morte.
A grande verdade que precisamos de gravar no coração é esta. Nós só seremos salvos se projetarmos o nosso pecado ou a nossa culpa sobre a pessoa certa. E esta revelação começou a ecoar nas margens do Jordão, quando João Batista, ao ver Jesus aproximar-se, deu o testemunho que mudaria a história da humanidade, quando ele diz, eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. João capítulo 1, versículo 29. Naquele momento, João estava a apontar para o cumprimento de todas as sombras do Antigo Testamento. Ele estava a dizer que aquele homem era o substituto definitivo, aquele sobre quem toda a carga da transgressão humana seria finalmente lançada.
Séculos antes, o profeta Isaías já tinha descrito também este processo de transferência de uma forma absolutamente fantástica e detalhada. Ele profetizou que o Messias não sofreria pelos seus próprios erros, mas que, num ato de amor incompreensível, Ele tomava sobre si as nossas enfermidades, as nossas dores. Isaías 53, versículo 4. Isaías continua este relato de projeção divina neste mesmo capítulo, afirmando com total certeza de que Jesus foi traspassado pelas nossas transgressões, que foi moído pelas nossas iniquidades. A justiça de Deus exigia que o pecado fosse punido e o profeta revela o mistério da redenção ao dizer que o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de cada um de nós.
No final do seu relato, neste capítulo, Isaías reforça que o servo sufridor levou sobre si o pecado de muitos. Versículo 12. Esta é, meus prezados amigos e irmãos, a projeção ideal. É o momento em que a nossa responsabilidade pessoal encontra a misericórdia divina. O apóstolo Paulo vai explicar também este milagre de substituição com uma clareza que nos deixa maravilhados, quando ele diz, aquele que não conheceu o pecado fez pecado por nós, não é? Para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. Encontramos isso em 2 Coríntios 5, 21. Vejam bem a profundidade desta troca. Jesus toma a nossa condenação, a nossa vergonha, a nossa natureza pecaminosa.
e ao contrário, projeta em nós a sua justiça, a sua perfeição, o seu caráter santo. Ele não apenas nos perdoa, mas Ele reveste-nos com a sua própria retidão. O apóstolo Pedro Ele vai confirmar esta verdade também ao descrever o sacrifício no Calvário, afirmando que Cristo carregou Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados. Vemos isso em 1 Pedro 2, versículo 24. Ele não os carregou apenas de forma simbólica, mas tomou peso real e esmagador das nossas falhas para que nós, mortos para o pecado, pudéssemos viver para a justiça. E é por esta transferência, por este ato de projetar a nossa dívida sobre o Cordeiro, que recebemos a promessa de que, pelas suas feridas, ou pisaduras conforme a versão, nós fomos sarados.
Este método divino para libertar-nos da paralisia do pecado é o método que Cristo nos propõe. Ao contrário da projeção que fizemos no Éden, ou que o paralítico fez em Betesda, que visava apenas desculpar o erro, esta projeção sobre Cristo reconhece o erro, mas entrega-o a quem pode extinguir. Quando nós permitimos que Jesus tome o nosso lugar, o grande conflito na nossa alma é resolvido. A justiça e a misericórdia beijam-se na cruz e nós somos finalmente libertos para caminhar em novidade da vida. A nossa jornada de hoje termina onde a tua nova vida pode começar. Vimos que o pecado tem consequências, consequências amargas, e que o nosso instinto natural é fugir da responsabilidade, apontando o dedo para os outros, mas vimos também nesta mensagem que Jesus Cristo veio ao nosso encontro, não para nos condenar pelos nossos problemas, mas para nos oferecer uma saída real.
A pergunta de Jesus para ti neste preciso momento é a mesma que ele fez no tanque de Betesda. Queres ficar são? João 5,6. Para ficares curado, precisas de parar de projetar a tua culpa nas circunstâncias, nos teus pais, no teu passado ou na tua má sorte. Assumoes a tua responsabilidade perante a lei de Deus. Reconhece as tuas falhas, os teus erros, mas não fiques apenas no reconhecimento dessa culpa. Faz a projeção certa. Jesus está hoje diante de ti, tal como esteve diante daquele paralítico em Betesda. Ele não quer ouvir mais desculpas sobre quem te falhou, sobre como a tua família te prejudicou, ou sobre como as circunstâncias são realmente difíceis.
Ele conhece a tua realidade, mas Ele faz-te uma pergunta vital. Queres ficar são? O milagre em Betesda aconteceu quando o homem parou de olhar para o tanque. e olhou para Jesus. A cura veio quando ele obedeceu à voz do Salvador. Levanta-te, toma o teu leito e anda. O meu apelo é para de projetar a culpa nos outros. Assuma a tua responsabilidade. Projeta a tua culpa em Jesus. Entrega-lhe os teus erros. a tua vergonha, os teus fracassos. Ele já pagou por eles no Calvário. Aceita a sua justiça e deixe que ele projeta em ti o seu caráter santo, a sua paz e o grande amor de Jesus.
O que vais fazer hoje? Vais continuar a murmurar à beira do tanque? Ou vais levantar-te pela fé no Cordeiro de Deus e aproximar-te e entregar a tua vida, os teus planos, os teus projetos, os teus pecados, as tuas dores, nas mãos do maravilhoso Jesus. Que Deus te abençoe nesse sentido e que conduza a tua vida em minha oração. Amém.